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terça-feira, abril 16, 2013

sem remédio

foto rádio Cidade de Tomar
 
 
 
 
 
Comunicado conjunto da Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar e da Comissão de Utentes do Médio Tejo pode ser lido ou descarregado aqui.

domingo, outubro 21, 2012

água


Não sou muito de publicar estas coisas, mas como neste caso eu até sou praticante (exceto daquela da água antes do banho), cá fica. Bebam água. E há umas manhãs então, em que a água sabe tão bem! :)

Bom domingo!

quinta-feira, outubro 11, 2012

cidadania, saúde e pintura

Hoje pelas 15h, discussão em plenário na Assembleia da República, da petição acerca do Centro Hospitalar do Médio Tejo, que desenvolvemos em comissão de saúde da Assembleia Municipal de Tomar, e que reuniu cerca de 7000 assinaturas e foi entregue em Março...

Logo a seguir e apenas uns metros mais abaixo, inauguração de exposição de pintura da nabantina Engrácia Cardoso, na galeria Corrente D'arte (Av. D. Carlos I, 109) pelas 18h30.

Engrácia Cardoso que está em dose dupla, pois inaugura amanhã pelas 18h na Casa dos Cubos em Tomar outra exposição. Para esta não devo conseguir chegar a Tomar a tempo.
Isto depois de ter inaugurado há dias outra em Guimarães. Uma nabantina a dar cartas na pintura nacional, com uma carreira cada vez mais consolidada, mesmo com as vicissitudes que a cultura atravessa, muito também pela falta de cultura e da noção da sua necessidade por parte dos responsáveis públicos.

quinta-feira, julho 19, 2012

o hospital de Tomar... a saga continua

Em resultado das propostas surgidas no último estudo encomendado, que propõe o fim total das urgências no hospital de Tomar, realiza-se hoje promovido pelo movimento de cidadãos uma concentração junto ao mesmo pelas 19h.

Estou ausente de Tomar pelo que não poderei estar presente, mas aqui expresso a minha solidariedade.

segunda-feira, julho 02, 2012

centro hospitalar do médio tejo

Hoje pelas 17h, na biblioteca municipal, debate/auscultação da população acerca do estado da prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo, em particular em relação ao Centro Hospitalar com a presença de vários deputados da Assembleia da Repúplica.


quinta-feira, junho 21, 2012

velhas novidades do hospital

«Nunca o Centro Hospitalar do Médio Tejo difundiu tanta nota à imprensa em tão curto espaço de tempo, apesar de ter convocado uma conferência de imprensa para a próxima quinta-feira.» lê-se com muita pertinência no site da rádio Cidade de Tomar.
É o anúncio de um "novo Hospital de Dia de Oncologia em Tomar", quando afinal foi apenas uma operação de cosmética, é o anúncio de consultas de cirurgia pediátrica, é isto e mais aquilo, que por mais que tentem não conseguem disfarçar o que os atentos sabem:
- tanto afluxo de notícias de um dia para o outro, só pode mesmo significar que a coisa está a correr muito mal para aqueles lados.

E por falar nisso - porque é malta que "venera o mesmo deus" - à margem duma conferência de imprensa do PS critiquei o óbvio (notícia na rádio Hertz): o facto da responsável pelo relatório da comissão de Saúde da Assembleia da República em função da petição entregue pela comissão de saúde da Assembleia Municipal de Tomar, a deputada do PSD Carina João (de Ourém), ter o assunto em mãos há praticamente 6 meses e até agora, nada.

quarta-feira, junho 06, 2012

perspetivas

A câmara de Tomar está há "quase cinco meses à espera de reunião com ministro da saúde", lê-se n'O Templário.


Não me parece muito estranho, é mais ou menos o mesmo tempo que a comissão de saúde da Assembleia Municipal de Tomar está à espera para reunir com o presidente de câmara.
(que, para ser justo, está finalmente agendado para a próxima terça-feira)

terça-feira, maio 29, 2012

a saúde que nos foge

o último comunicado da comissão de saúde da assembleia municipal de Tomar, de que este vosso amigo faz parte.

COMUNICADO À POPULAÇÃO
«A Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar reunida a 28 de maio de 2012 comunica à população de Tomar que esteve presente nos encontros realizados pelo Movimento de Cidadãos, nos dias 18 e 23 de maio respetivamente, assim como na vigília “PELA NOSSA SAÚDE!” em Torres Novas, organizada pela Comissão de Utentes do Médio Tejo, no dia 25 de maio.

A Comissão de Saúde da AMT, não fazendo parte da organização da concentração seguida de desfile, marcada para o dia 2 de junho de 2012, em Tomar, entende dever apelar a toda a população à participação em grande número nessa manifestação. Este apelo justifica-se pela continuação da exigência da suspensão imediata do Processo de Reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), processo que tem conduzido ao afastar de serviços dos utentes e à sentida diminuição da qualidade dos mesmos e que, no limite, poderá levar ao encerramento do Hospital Nossa Senhora da Graça.

A Comissão de Saúde da AMT informa ainda que continua a aguardar a discussão em plenário da Assembleia da República, da petição pública que reuniu mais de 7 300 assinaturas, assim como a entrega do relatório sobre o mesmo, a realizar pela deputada do distrito, Carina João.

A Comissão de Saúde da AMT informa também que continua a aguardar resposta ao ofício enviado ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, sobre as possíveis saídas de valências do Hospital de Tomar.

A Comissão de Saúde da AMT, por último, informa igualmente que aguarda reunião com o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tomar.»

Tomar, 29 de maio de 2012

terça-feira, abril 17, 2012

curtas

Manifestação do passado domingo, foto d'O Templário
- Este domingo aconteceu mais uma manifestação em defesa do hospital de Tomar. Uma das coisas mais interessantes de se ver e por lá muito comentada, foi o síndrome de "Olívia patroa, Olívia costureira" de Carlos Carrão.
Ora é vê-lo como vice-presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo a ser a favor da restruturação, ora é vê-lo como presidente do povo em manifestações a ser contra e a bater palmas contra os que aprovaram, ora é vê-lo na televisão como presidente de câmara sem saber se há-de ser contra ou a favor porque nunca se sabe bem quem está a ver...

- Sou só eu, ou mais alguém não percebe bem o que aconteceu na última edição do jornal cidade de Tomar?
Num primeiro momento apetecia-me comentar algo que é claramente estranho, mas como aquilo me parece que ter corrido tão mal ao entrevistado, não vale a pena estar a pôr mais achas... aquelas 5 páginas já dizem tudo.

- Pela positiva, esta semana no mesmo jornal, a excelente reportagem sobre o Festival Bons Sons (aquele que mostra à cidade e às instituições públicas como se faz bem feito) e o seu importante impacto na economia local.
Sim, este ano é ano de Bons Sons! Marquem nas agendas: 16 a 19 de Agosto.

- As obras junto ao castelo Templário de Tomar e ao seu alambor destruído pela incúria recomeçaram. É um tema que muito me toca e que a todos devia tocar, embora esteja visto que não. Aliás, está mais que visto que a generalidade dos tomarenses parece não se preocupar com nada do seu concelho.
Seja como for, de obras e alambor falando, já o fez António Rebelo no seu tomaradianteira e não é preciso por agora acrescentar mais nada. Leiam.

- O vereador Luís Ferreira levou na passada semana a reunião de câmara a preocupação com o possível encerramento do quartel de Tomar, tal como eu de passagem também já uma ou outra vez referi aqui e noutros espaços.
Além dos argumentos todos que o Luís refere, a mim enquanto nabantino preocupa-me essencialmente que a câmara de Tomar tenha a capacidade de antecipar aquela que quando acontecer será uma causa perdida, e saiba ao menos acautelar a utilização daquele espaço, que pode ter ínfimas possibilidades, no melhor interesse de Tomar e dos tomarenses. (Tal como a CM de Santarém soube fazer).
Claro que, capacidade de antecipação, planeamento, estratégia, bom senso, etc, - tudo o que é preciso neste e noutro tipos de situações - já nós sabemos que esta câmara não tem nem vai ter.

sábado, abril 14, 2012

desculpas de mau pagador

"Carlos Carrão lamenta que não lhe tivessem dado uma segunda intervenção no «Prós e Contras»", lê-se na rádio Hertz.

Certo, quem não sabe mais....
Quem não está à vontade com o assunto; quem não quer incomodar o "chefe" que julga ser a única hipótese para salvar uma candidatura sua em 2013; quem sendo vice-presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio tejo votou unanimemente com os outros presidentes de câmara, etc, etc.

Eu é que lamento que num programa onde claramente só interessou ouvir os "prós" e calar os "contras", não tivessem ouvido ninguém da comissão de saúde da AMT.
Eu estava lá, e confesso que senti uma certa vergonha....

quarta-feira, março 21, 2012

não há coincidências...

... é o título de um conhecido livro que eu nunca li, da escritora de massas Margarida Rebelo Pinto.

Quem escreve igualmente bem é o conselho de administração do CHMT que, numa "circular normativa" assinada pelo diretor clínico Paulo Vasco no último dia 19, nomeia para membro da comissão de ética, entre outros seis, o blogger nabantino António Rebelo.
Coincidentemente, um dos dois únicos nabantinos publicamente assumidos defensores da reestruturação em curso.

Não sei (também não perguntei) se AR aceitou ou não, deduzo que sim. Em todo o caso essa não é a questão relevante.
O que releva daqui é a atitude do CA do CHMT. Se fosse preciso mais alguma demonstração....
E daqui podíamos questionar algumas outras coisas, como: para que serve uma comissão de ética nomeada pela administração a quem vai dar pareceres, ou, relativamente a esta nomeação, que competências, ou, que relevância e trabalho demonstrado tem na comunidade António Rebelo, por muito boa pessoa que seja e muitas opiniões que tenha, para que lhe seja atribuída tal função?

Eu só nunca li o livro da Margarida... porque há livros que se topam logo pela capa.
Dito de outra forma, numa expressão tantas vezes usada para com os políticos, "à mulher de César não basta ser séria, tem de parecê-lo".

Caro prof. Rebelo,
só quem não me conheça não saberá que eu gosto de dizer as coisas com frontalidade e, portanto, aqui fica: esta sua nomeação é, entre muito mais que poderia ser dito, insultuosa para a comunidade e instrumentalizadora para si. Revela por parte do CA, precisamente a postura típica de alguns gestores públicos a que me refiro por vezes. Neste caso, a melhor expressão é mesmo a coloquialmente usada "ter cá uma lata"!
No seu lugar, jamais aceitaria tal coisa. Mas quanto a isso, como diz a minha mãe, "cada um é como cada qual".
E já agora, explique lá aos senhores qual a disciplina que lecionava, porque por aquilo que escreveram na tal circular, aparentemente estão um pouco baralhados.


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quarta-feira, março 14, 2012

crónicas

Hoje é dia de crónica deste vosso amigo, na "nota do dia" dos espaços noticiosos da Hertz, e depois online, hoje intitulada "os gomos desavindos da laranja nabantina", versando sobre um tema que não costuma ser hábito meu, a vida interna de outro partido, neste caso do PSD.
Como é evidente, acaba por não ser da vida interna, que essa não me interessa mesmo nada, mas sim das suas implicações na gestão do município e do concelho.

Entretanto, fica a do passado dia 29:

“O cinzento dia da cidade”
Amanhã é dia um de março, dia em que, há 852 anos se lançou a primeira pedra do Castelo Templário de Tomar, dia por isso da fundação da cidade de Tomar. Chamemos-lhe, para simplificar, dia de Tomar.
O dia de Tomar é há muitos anos um dia triste, cinzento. Um dia que não celebra nem as honras do passado mais longíquo, nem enobrece a memória do passado mais recente ou mesmo do apagado presente que vivemos.
O modelo de comemorações que há anos existe, igual todos os anos, não passa de um beija mão à moda do 24 de Abril, em que as freguesias e as associações do concelho, enfileiradas à volta da praça da república, fazem a reverência ao senhor presidente de câmara e outros senhores importantes enquanto fazem uma espécie de revista às tropas.
Este ano sempre há ainda a inauguração da praceta Mário Nunes, que de inauguração só tem mesmo a placa com o nome.
E pronto, é isto. É triste e é pena, mas é isto. A comemoração da memória e da vivência de Tomar resume-se a quase coisa nenhuma. 

Mas podia fazer-se alguma coisa. Alguma coisa que aproveitasse a excepcional riqueza que o concelho possui, por exemplo na diversidade de associações e na qualidade daquilo que produzem, e este dia podia ser uma excelente montra disso mesmo.
Podia fazer-se mais por exemplo na distinção daqueles que por Tomar ou pelos tomarenses trabalham. Desde 2007 que eu pessoalmente e o PS propomos e vimos repetindo-o regularmente, a criação de um conjunto de distinções a personalidades e instituições de mérito que pudessem ocorrer precisamente neste dia. Uma espécie de condecorações do dia de Portugal, aqui à escala do nosso concelho. A câmara está há cinco anos para definir o regulamento dessas condecorações. Se não se consegue resolver uma coisa tão simples, o que é que se pensa conseguir fazer mais?!
A crise financeira afecta o mundo o país e o concelho. Mas pior que a pobreza financeira é a pobreza de espírito. Essa anda por cá há muito tempo particularmente naqueles que têm liderado esta terra nos últimos anos e infelizmente parece estar para ficar. Infelizmente, os tomarenses falam muito, mas também não têm mostrado no concreto que se importem muito com isso.

Mas os tomarenses têm oportunidades para mostrar que estão indignados, e amanhã têm já mais uma, pelas 12h15, precisamente no fim das tristes comemorações oficiais do dia da cidade, a Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar, continuando a luta em defesa da manutenção da medicina interna e da urgência médico-cirúrgica, convida os trabalhadores do Hospital Distrital de Tomar e população em geral a marcar presença numa marcha a realizar entre a rotunda junto à Igreja de Santa Maria do Olival e o Hospital.
Lá, no hospital, junto à placa de identificação logo à entrada, como forma irónica de celebrar o dia de Tomar que era também o dia anunciado pelo conselho de administração do centro hospitalar para retirar a urgência médico-cirúrgica, depor-se-á uma coroa de flores, em sinal de luto pelo estado da Saúde em Tomar, que não deixa de ser também o estado geral do concelho.
A associarem-se a este gesto são convidados os tomarenses, para que tragam pelo menos uma flor e lá a depositem igualmente, talvez os senhores que se julgam donos da verdade sejam inquietados pelo perfume das nossas flores e abram os olhos.

Uma segunda sugestão, esta mais alegre, para domingo no Mouchão. Ao longo do dia, com pic-nic para se quem quiser associar, e ainda um conjunto alargado de atividades, promovido por gente jovem que essencialmente pretende um espírito saudável de convívio e fruição da natureza.
Nem tudo precisa de ser complicado, as coisas e as ideias mais simples são muitas vezes as mais interessantes e aprazíveis, e por isso mesmo, domingo, apareça para passar umas horas diferentes neste “Mouchão Alternativo”.

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sábado, março 10, 2012

quem nos trata da saúde

COMUNICADO

A Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar emite o seguinte comunicado, decorrente da reunião com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (C.H.M.T.) realizada a 9 de março resultante de um pedido efetuado no dia 23 de fevereiro, dia da entrega da petição com 7553 assinaturas na Assembleia da República.

O Presidente do Conselho de Administração (C.A.) do C.H.M.T. começou por referir que já foi estabelecido um protocolo com a Rodoviária, para a existência de três carreiras diárias, assegurando o transporte dos funcionários e utentes entre as três unidades hospitalares. Estranhou a que a Câmara de Tomar vá fazer o mesmo que o C.H.M.T. atendendo à duplicação de custos.
Reiterada a nossa preocupação na defesa da Medicina Interna do Hospital de Tomar, o C.A. argumentou com a defesa de concentração de serviços para reforçar a qualidade. Foi afirmado pelo Conselho de Administração do C.H.M.T. que ao iniciarem funções Tomar estava mal servida, existindo uma resistência interna por parte do corpo clínico em fazer o seu trabalho, dando como exemplo o facto de um doente nunca ser visto pelo mesmo Médico e numas camas serem tratados duma maneira e noutras de forma diferente.

Afirmaram não ser viável a existência de Cirurgia nos três hospitais, porque havia cirurgiões a fazerem 12 intervenções por ano quando em média deveriam ser 250.

O C.A. do C.H.M.T. defendeu igualmente que a transferência das Urgências se verificou pela aplicação do Despacho n.º 5414/2008 de 28 de fevereiro. Tendo destacado que o mesmo não tinha sido aplicado pelo Conselho de Administração anterior. Defenderam ainda que a Urgência Médico Cirúrgica funciona bem em quatro rodas, nas duas ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (S.I.V.), uma em Tomar e outra em Torres Novas.

Questionado o C.A. do C.H.M.T. sobre o Conselho Consultivo o mesmo informou que para Presidente desse órgão já foi nomeado, o Prof. Doutor João Queiroz e Melo, aguardando que os Presidentes de Câmara procedam à indicação do representante dos respetivos municípios.

Após esta reunião a Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar conclui que pelos argumentos apontados, não foram dadas as respostas fundamentadas à opção pela aplicação deste Plano de Reorganização do C.H.M.T.. Uma argumentação baseada em que o corpo clínico é resistente às decisões do C.A. e não respeita a hierarquia, não é aceitável.

Quanto a uma possível privatização, quando questionados, não houve clareza nas respostas mas foi afirmado em relação ao Hospital de Tomar, que na situação atual “ninguem pega naquilo”.

Apesar de referido várias vezes o critério da qualidade entendemos que as questões económicas ou financeiras continuam a sobrepor-se ao direito de acesso aos cuidados de saúde por parte da população.

Por último não podemos deixar de referir que o Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Vice-Presidente Conselho Executivo da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (C.I.M.T.), Carlos Carrão, ao longo de todo este processo, não dialoga, não transmite a informação, das reuniões havidas no Conselho Executivo da C.I.M.T e com o Conselho de Administração do C.H.M.T..

A Comissão de Saúde, após esta reunião, continua ainda mais convicta na defesa dos interesses da população de Tomar e a exigir a suspensão imediata do Processo de Reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo (C.H.M.T.) e a lutar pela revogação do Despacho n.º 5414/2008, de 28 de Fevereiro.

Tomar, 10 de março de 2012

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

uma flor pela saúde em Tomar

COMUNICADO

A Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar convida os trabalhadores do Hospital Distrital de Tomar e população em geral a marcar presença numa marcha de pesar e de luta, entre a Praceta Mário Nunes (Edifício da PT) e o Hospital de Tomar, passando pela Av. Manoel de Mattos e Rua D. Lopo Dias de Sousa, a partir das 12:15, do dia 1 de Março de 2012, dia de Tomar.

Chegados ao local, depor-se-á uma coroa de flores junto à placa do Hospital Distrital de Tomar, em sinal de luto, pelo estado da Saúde em Tomar. Convidam-se os Tomarenses que se quiserem associar a trazer uma flor ou uma vela.

Esta manifestação pretende ser um sinal veemente de protesto pelo Plano de Reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo, e pelo anunciado encerramento da Urgência Médico Cirúrgica neste dia.

A Comissão de Saúde da AMT
Tomar, 27 de fevereiro de 2012

curtas

- Na reunião de Assembleia Municipal de Tomar da última sexta e cuja ordem de trabalhos se limitava praticamente a pequenas formalidades, os pontos mais interessantes acabaram por ser algumas incoerências/imprecisões/inverdades ditas e enroladas pelo presidente de câmara, como aquela frase dita com ênfase, quase sem se rir, como se tivesse descoberto a pólvora e a verdade fosse assim tão simples: Não temos problemas com a dívida, a receita da câmara é superior à dívida, basta a receita de um ano para pagar toda a dívida!
Era bom não era? Vivermos todos no reino da fantasia?

- "Investimentos no Hospital de Abrantes, desde 2010, passam os quatro milhões de euros", lê-se na rádio Hertz.
É uma questão de coerência, como o CHMT tem sido bem gerido e não tem dívidas (!!!), investe-se na unidade mais velha e debilitada, e fecham-se serviços nas unidades onde há equipamentos que mal saíram das caixas.

- Na cidade de Tomar, realizou-se no passado sábado um mercado biológico, iniciativa bem sucedida e que terá periodicidade mensal. Um mercado de futuro.
Ao mesmo tempo, o outro mercado, o principal, o permanente, espaço aliás onde estas e outras iniciativas poderiam decorrer, continua vergonhosamente a parecer espécie de outro tempo, do tempo dos mercados de escravos.

- Na última Assembleia Municipal falou-se do tema hortas sociais ou comunitárias, reconhecendo finalmente o presidente de Câmara que a proposta que no PS apresentámos já várias vezes é uma questão pertinente e "a estudar"... que é coisa que normalmente em Tomar significa, fazer coisa nenhuma.
Entretanto, notícia n´O Mirante de mais um concelho no distrito que avança com a ideia e com muita procura. Curiosamente um concelho liderado pelo PSD.

terça-feira, fevereiro 21, 2012

curtas

- Quinta-feira pelas 10h da manhã, será entregue a petição contra a atual reorganização do CHMT na Assembleia da República. A petição conta com cerca de 6000 assinaturas.

- A propósito do CHMT Miguel Relvas, presidente da AMT e número 2 do Governo (ou será número1?) tem dito que um governante não pode favorecer o "seu" concelho. E eu concordo.
Mas não fui eu que andei em Tomar na última campanha das legislativas a dizer que era preciso votar no PSD porque Miguel Relvas ia para o Governo defender os interesses de Tomar...

- A CMT aprovou, tardiamente, um conjunto de 52 medidas de austeridade, entre as quais reduzir gastos com publicidade.
E fez um anúncio para dizer isso mesmo em página inteira nos dois jornais locais, mais um distrital...
Bom senso e coerência são coisas tão raras na nossa câmara!

- A Cruz Vermelha de Tomar abriu uma Loja Social na rua de São João, que entre outros projetos irá para já vender roupa a preços simbólicos. notícia rádio Hertz.
Este tipo de projeto é uma mais valia, e foi várias vezes proposto pelos socialistas para ser desenvolvido pelo município, ainda que como costume, ignorado por "quem manda".
Carlos Coelho e a sua equipa estão de parabéns. Votos de sucesso para este e futuros projetos.

- Hoje é dia de Carnaval e eu estou na minha escola a trabalhar...
É verdade que tenho que fazer, estou a concluir o SIADAP do pessoal não docente, mas isso podia ser feito em qualquer outro dia. Na verdade, hoje a utilidade da escola estar aberta, bem como todas as outras, bem como a generalidade dos serviços públicos, é mesmo só para aumentar a conta da EDP e afins.
Além do mais, eu que nunca fui dado a doenças estou meio doente. Raio da velhice.

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segunda-feira, fevereiro 13, 2012

hora da verdade

foto rádio Cidade de Tomar
Amanhã pelas 8:00 da manhã, manifestação junto à entrada do hospital de Tomar.
Em dia de São Valentim, vamos todos namorar com o conselho de administração e o governo que o tutela....
Todos somos precisos para defender o que é justo.


E a propósito, a minha crónica de 18 de Janeiro na rádio Hertz, ainda não publicada por aqui:

“Hospital sem remédio” 
Para a crónica de hoje o tema não poderia ser outro: as conturbações que perpassam pelo Centro Hospitalar do Médio Tejo e peculiarmente na unidade hospitalar de Tomar, isto após as anunciadas alterações que o recente conselho de administração nomeado pelo Governo, decidiu como acto consumado sem a ninguém prestar qualquer justificação. Esta triste situação trouxe um aspecto que confesso, considero bastante positivo: a manifestação de sábado à noite no hospital que juntou umas largas centenas de pessoas, o que se repetiu esta segunda-feira na praça da república.

Mas voltemos à questão. Este Conselho de Administração que tomou posse há um mês, vem claramente mandatado pelo governo para tomar medidas rápidas, sem estudos técnicos ou científicos que justifiquem o como e o porquê, sem dialogar com quem quer que seja, demonstrando uma enorme falta de respeito desde logo institucional pelos municípios abrangidos pela área de influência do centro hospitalar a quem deveria no mínimo ser dado conhecimento prévio e fundamentar estas decisões, uma vez que são os autarcas quem localmente representa o povo e perante o povo dá a cara. E não falo aqui apenas de Tomar, Torres Novas ou Abrantes, falo de todos os municípios abrangidos, como Ferreira do Zêzere, Entroncamento ou Ourém, entre vários outros.

Infelizmente, é compreensível que não o queiram fazer. Primeiro porque denota uma atitude cada vez mais recorrente de certos tecnocratas, infelizmente muitas vezes secundados pela demagogia corrente na nossa sociedade, de menorizar os políticos, aqueles que se sujeitam a eleições e que mal ou bem respondem perante as populações. É muito habitual estes senhores dos conselhos de administração se julgarem acima dos outros e acharem que não têm que se justificar.

Depois porque, como já antes afirmei, não há estudos que justifiquem estas decisões em contrário de outras. Que a existência dos três hospitais é um dispendioso erro difícil de suportar pelos cofres do Estado, penso que já todos reconhecem; que deveria existir um só hospital central em vez deste divido em três é também evidente. Nem vale agora a pena falar das razões que levaram a que existisse este erro. Ele existe e precisa de solução, e é assim óbvio, particularmente na situação que o país atravessa, muito culpa de muitos erros como este, que é preciso encontrar uma forma de racionalizar os gastos. Só que esta não é forma de fazer as coisas.

Claro que para Tomar existe outro problema e é verdade que não é de agora. Ele existe há mais de uma década e há década e meia que Tomar vem aos poucos sendo prejudicado uma vez que é claramente tido pelas sucessivas administrações como o elo mais fraco. Não se trata aqui de basear as opções nas questões técnicas e na tantas vezes chamada “ditadura dos números”. Não, não há números sérios que justifiquem estas opções e a permanente preterência de Tomar perante as outras duas unidades.
A verdade é que as sucessivas administrações têm visto Tomar como o elo mais fraco, o local mais fácil de fazer cortes, aquele onde os obstáculos sempre foram menores. E tudo isto porque, ao contrário de Abrantes e Torres Novas, há muito tempo que Tomar perdeu a capacidade política de defender o concelho e as suas gentes. Não é só nesta questão, tem sido constante em muitas outras.
Ao longo da última década e meia particularmente, temos tido responsáveis políticos, a começar nos presidentes de câmara, que não só não tiveram capacidade para defender os interesses de Tomar, como se estiveram mesmo a borrifar para isso.

Tomar é há bastante tempo um concelho sem qualquer capacidade de influência, apesar de até termos alguém que em certas alturas diz ser de Tomar, e nas campanhas eleitorais, especialmente na última, fez de argumento de campanha a grande vantagem que seria estar no Governo e o que isso traria de bom para Tomar. Estou naturalmente a falar de Miguel Relvas e do seu PSD.

O tempo para esta crónica não permite falar de muito mais, mas devemos ter atenção a isto: não estamos nesta questão apenas a falar da qualidade ou quantidade dos serviços prestados, estamos aqui mais uma vez como noutras matérias, a falar de mais um abate na débil economia do concelho. É que todas estas decisões se reflectem em mais ou menos postos de trabalho, mais ou menos fornecedores, mais ou menos pessoas a deslocarem-se a Tomar ou de cá a deslocarem-se para outros concelhos.

Depois, há claramente uma ideia por detrás destas medidas: enfraquecer, esvaziar até ao limite um dos hospitais, até se tornar evidente o seu fecho e consequente privatização para a mesma ou outra finalidade. E pelo caminho que leva, a decisão do Governo parece ser clara: o hospital a abater é o de Tomar.

Basta assim saber se, nesta como noutras matérias bem concretas e bem importantes, a população de Tomar vai continuar a ser como sempre tem sido, apática e alheada, ou se vai aproveitar a onda que começou no sábado, e começar a exigir mais respeito e trabalho sério por parte dos responsáveis públicos, sejam eles políticos ou técnicos convencidos que eles, é que são donos da verdade.

sábado, fevereiro 11, 2012

não deixar morrer o hospital de Tomar

Agora que os objetivos principais para a petição iniciada pelos membros da comissão de saúde da Assembleia Municipal de Tomar estão próximos do esperado, 5000 assinaturas com grande envolvência dos cidadãos na recolha das mesmas, é tempo de permitir aos que por algum motivo não têm possibilidade de assinar em papel de o poderem fazer também, pelo que a petição passa a estar também online aquihttp://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N20629

Entretanto ela continua disponível para impresão aqui.
A entrega das petições assinadas em papel deve ser feita até dia 22 deste mês junto de qualquer dos elementos da comissão, que são os primeiros signatários, eu incluído, ou no correio da Casa Manuel Guimarães (antiga biblioteca). A comissão fará a entrega da petição na Assembleia da República dia 27.

Já para a próxima terça dia 14, pelas 8:00, manifestação junto à entrada do hospital de Tomar, para a qual se pede a adesão em massa da população. (este é o dia anunciado para a retirada da medicina interna).

Todos somos precisos para defender o que é justo.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

ingenuidade e falta de liderança

Carlos Carrão afirmou na última reunião de câmara, acerca da realização da sessão pública promovida pela comissão de saúde da Assembleia Municipal para ouvir os profissionais sobre as alterações no Centro Hospitalar do Médio Tejo, não ter sido informado!
Disse Carrão: "eu não estive presente, tenho que dizer que não tive qualquer conhecimento formal dessa reunião. Não houve convocatória... A determinada altura constou-me que ia ser feita uma reunião mas não sabia qual era a finalidade. É importante que a articulação, que não tem acontecido entre esta Comissão e o executivo camarário, se concretize..."
(notícia na rádio Hertz, e a minha resposta na mesma rádio)

Ora francamente senhor presidente em exercício!... Parece que se esquece que quem fiscaliza é a assembleia à câmara e não o contrário! Mas vamos a factos:
1 - A biblioteca foi formalmente solicitada à câmara. Portanto, se não há articulação é entre o presidente e os seus vereadores - o que todos sabemos acontecer há anos;
2 - A sessão foi amplamente divulgada pela comunicação social e pelas redes sociais;
3 - A comissão de saúde da AMT tem elementos de todos os partidos, a quem compete precisamente articular... com os seus partidos.

Traduzindo para português corrente: o PSD que resolva os seus problemas internos sem os trazer para a praça pública e;
Carlos Carrão, não vá por aí que esses pobres argumentos não enganam ninguém, são infantilidades e começam a ser demasiadas! 


Entretanto, na mesma reunião, e perante uma arrojada proposta do vereador socialista Luís Ferreira, para que como forma de protesto não se realizassem as habituais (cinzentas, tristes, vazias de conteúdo) cerimónias oficiais do dia da cidade, 1 de Março, o presidente em exercício disse "apenas" que "não se devem misturar os assuntos e que as comemorações “devem ser mantidas”." Notícia O Templário

Ora, o PSD tem de assumir de vez em que campo está: ou a colaborar com as decisões do seu governo, ou a defender os interesses do concelho.
Quanto a Carlos Carrão, se quer ser líder, lidere, não se esconda em subterfúgios!

É que de outra forma, com uma câmara municipal assim, que não lidera, que não se manifesta, que nada faz e que até para arranjar desculpas só mesmo as mais esfarrapadas, o que podem esperar os cidadãos se não assumirem eles mesmos os destinos e a defesa do seu concelho?


Sobre o que realmente interessa, não esquecer que a petição contra a reestruturação no CHMT e principalmente, contra a forma como está a ser feita, está a decorrer podendo a mesma ser impressa aqui.


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segunda-feira, janeiro 30, 2012

quem nos trata da saúde: auscultação

COMUNICADO

A Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Tomar convida os trabalhadores do Hospital Distrital de Tomar e população em geral a marcar presença numa reunião, onde prestará explicações sobre o trabalho desenvolvido até ao momento e ouvirá as pretensões e sugestões da população, sobre o processo de reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

A reunião realizar-se-á no dia 1 de fevereiro de 2012, pelas 20.30 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Tomar

A comissão de saúde da AMT
Rosa Maria da Conceição Freitas Santos
Hugo Renato Ferreira Cristóvão
José Pedro Gomes Correia Vasconcelos
Paulo Jorge da Encarnação Silva Bacelar de Macedo
António Herculano Gonçalves
Paulo Alexandre Martins Mendes