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terça-feira, março 08, 2011

para que conste...

... uma vez mais.

Não autorizarei comentários cujo único fim seja a calúnia, o insulto, a má-língua, particularmente visando terceiros sejam eles quem forem.
Venham eles baseados em boatos, informações descontextualizadas, inveja, baixa política, ou que que quer que seja.

Quem decide o que é publicado neste blogue sou eu e isso não tem nada que ver com ausência de democracia. Quem quer falar mal dos outros não precisa deste espaço. Criar um blogue é tão simples como vir aqui deixar comentários.

Quem está certo das afirmações que faz, e se afirma defensor da Democracia e da República e não sei quê mais, deve ter a coragem de assumir isso, sem precisar dos trampolins dos outros.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

beijinhos doces de amargas bocas II

Eu sei, o dia de são valentim já foi, mas eu não queria deixar passar esta época enamorada sem dedicar aqui um espaço, até porque já vai longe a última vez em que o fiz, àqueles fans especiais (sim, aquela meia dúzia), sobretudo depois de ter lido no Tomar a dianteira* esta dedicatória onde ficam patentes os laivos da paixão:

"a abrótea do huguinho das feiras cá do sítio, qual santo antónio a pregar aos peixes, a julgar que são intelectuais ou textos místicos como costuma escrevinhar que o povo quer, ele que vale menos que um flato, que pensa que manda quando a única coisa que lidera é a responsabilidade pelos tachistas do partido dele cá do burgo, e até esses mais espertos que ele que ao menos amanham-se. Quer é mordomias e bajulação, dar uma de jovem e de culto, quando está já para lá de estafado nunca fez nada sem ser à conta da política e até o curso deve ter feito ao domingo."

Eu sei, são fans obscuros de débil carácter, que injuriam vituperam, e não passarão disso mesmo, cobardes esquecidos em vida que procuram na ofensa a asserção pessoal que não conseguem na vida real.
Sim, à medida que o tempo passa, os anónimos da blogosfera nabantina vão perdendo qualidade. Repetem sempre os mesmos estafados e quixotescos argumentos, não sabem chalaças novas nem insultos originais, as patranhas são cada vez menos convincentes...
Mas ainda assim devo acarinhá-los, sem estes estímulos era bem capaz de não encontrar energias sequer para sair de casa!
Eu já o escrevi várias vezes, divirto-me muito a ler as dejectas invenções e impropérios que me dedicam, a ponto de ir guardando alguns, quase religiosamente, no backoffice do "algures aqui", o que depois compilado gera algo como este perturbante rol de epítetos:

Américo Tomás
Hugo Popas
frango sem crista
Huguinho casto, solteirinho, soneca e de muito boas maneiras...
obediente e domesticado "Hugô"
figurinha
totó mimado
marionete
miúdo sem brinquedo
com "tiques CAVAQUISTAS"
Badameco
hugo pensador
as javardices do seu currículo político e profissional
novo tiranete
zézinho nicodéme (alguém me explique o que isto significa…)
vaidoso/narcisista/cheio de "empossan"
presidente-palhaço
sopeira
maçon dos pequeninos
menino de coro
oportunista de carreira, tachista, desavergonhado
huga-se!

São ou não são uns amores?! 
Para terminar, já é antiga, foi publicada já não sei onde algures em 2007, mas estava aqui guardada e percebe-se que é tão sentida, tão lá do fundo, do intestino mesmo, que eu não resisto em publicá-la.

"Mas em tempos o Paiva arregaçava as mangas e esse Cristovão é com trinta o que o Paiva é agora: vaidoso, prepotente, ditador, vingativo, sem escrupulos, arrogante e ambos desprezam a população humilde pois vivem em viagens e em gabinetes.
Imaginem o gordo no poleiro: era o hitler renascido na terra!

Ahhhh...“huga-se!” que é bom sentirmo-nos acarinhados, saber que pensam em nós, que nos querem bem.
Enfim meus queridos, não tenho tempo para mais mas não me esqueçam está bem, continuem a vossa escabrosa e fecunda empreitada, que eu cá estarei para gargalhar à vossa conta.
Para mostrar como vos tenho em consideração, aqui deixo um vídeozinho só, só, só para vocês, com estilo musical e qualidade de gravação mesmo para o vosso nível. Abbracci a tutti, vi sono all'interno!



*Não me recordo se já o escrevi aqui, mas já transmiti pessoalmente a António Rebelo que o permitir que, como outros blogues já desaparecidos, muitos dos comentários no seu blogue sirvam essencialmente para a calúnia e o insulto, não só o comprometem a ele enquanto autor, como retiram qualidade àquilo que é uma actividade louvável enquanto escrita crítica e atenta (naturalmente no âmbito da sua opinião) ao que vai sucedendo ou deveria suceder na nossa comunidade.

sexta-feira, novembro 05, 2010

para que conste

Este texto foi escrito privadamente a alguém no facebook, mas como na breve resposta, a personagem em causa provou a minha tese, mostrando não perceber ou não querer perceber, e pior ainda, numa atitude típica dos fracos e sem argumentos, acusando os outros daquilo que é sim a sua prática, aqui fica agora para minha memória futura, e para que conste:

Sr..........

É evidente que é alguém ligado ao PSD, e alguém que vê a política de forma clubística.
Tenho pena que uma boa parte dos dirigentes políticos, e até muitos cidadãos em geral tenham essa postura. Não é a minha, e noutros países mais evoluídos que o nosso a generalidade das pessoas não age assim.
Felizmente conheço muitas pessoas no meu partido e noutros que não agem assim, e com essas é um prazer discutir os diferentes pontos de vista, opinião, ideologia. Prezo aliás muito quem tem opinião concreta, fundamentada, e a assume, e se é igual à minha ou diferente não é o que importa. Não tenho nada a provar a ninguém, muito menos a quem nem a identidade assume, mas é fácil verificar que já muitas vezes elogiei publicamente pessoas de outros partidos da mesma forma que critiquei pessoas ligadas ao meu. Isso sim, é ser sério em política.

Em todo caso, por essa atitude clubística que demonstra, bem sei que nunca vai concordar, fazendo mesmo por desvirtuar tudo o que eu diga. Bem atestando aliás a justeza dum lema que normalmente sigo e que só em momentos de menor paciência ou tolerância como no presente, acabo por olvidar: "Nunca te justifiques, os amigos não precisam, os inimigos nunca aceitarão".

Apesar disso tenho de dizer: não sou incoerente, o que afirmo pratico, onde é que verdadeiramente me viu tratar mal as pessoas e as suas opiniões? Acha que repor a verdade é tratar mal alguém? Acha que dizer que aquilo que alguns tentam fazer passar por factos não o são, é desrespeitar opiniões?

Acha que chamar palhaçada ou disparate ao circo montado por pessoas ligadas ao PSD e outras forças, algumas com muita responsabilidade, em torno do episódio "Lobo Antunes" que nada tem que ver com política é ofender alguém?

Política senhor, a tal política séria, é tratar dos assuntos que afectam as pessoas, aquelas matérias que verdadeiramente as preocupam. Tudo o resto são novelas para entreter meia dúzia de desocupados com muito tempo para gastar em frente ao computador, mas que nada dizem a quem vive no mundo real.

Esta é a verdade, por mais que lhe doa, por mais que a ignore, por mais que a tente mascarar de outra coisa qualquer.

E já agora uma nota pessoal: não pense que me deixo arrastar para a lama. Quem tem coluna vertebral e dorme de consciência tranquila, anda sempre de cara limpa e sem medo.

Um dia, talvez perceba que é isso que as pessoas esperam dos políticos.

terça-feira, outubro 05, 2010

disparates

Acabei de fazer a minha pausa anti-stress, que é como quem diz, este exercício que às vezes faço, que é passar os olhos pelos comentários dos blogues tomarenses, que é como quem diz, de uma assentada passar os olhos pelos comentários de vários dias do "Tomar a dianteira" que é o único local onde ainda há comentários desta índole. O que é pena, porque rir é o melhor remédio e não há como ler disparates escritos por profissionais dos mesmos. Profissionais porque há anos que blogue atrás de blogue andam nisto e ainda não aprenderam.

Eu sei que ninguém acredita, mas é mesmo das melhoras receitas anti-stress ler tais dislates, especialmente quando alguns dos autores são bem conhecidos, tal como é a sua cobardia em assinar o que escrevem.

Ora, podia cair na vontade básica de comentar aqueles disparates de gente que ainda não percebeu que a vida real não está na internet, nem nada passa a ser verdade só porque o escrevem muitas vezes, assinado ou não, com o mesmo nome ou com outro. Como já há quase uma década digo: gente que em vida já foi esquecida, e que iludida julga aí encontrar um sítio onde lhe dão valor. Mas se nem assinam...




Bom, como a vontade de escrever não é já muita que o dia mesmo feriado foi longo, e ainda me esperam ao menos duas horas de leitura, mais vale deixar aqui uma daquelas preciosidades que me mandam para o mail, aberta ao acaso entre as centenas que não chegam a ser abertos (na verdade o meu email principal indica quase 5000 mail's não abertos). Disparate por disparate sempre se aprende mais com estes.



(clicar na imagem para alargar)

quarta-feira, novembro 18, 2009

"lata", há quem tenha muita...

"Numa conferência de imprensa que teve como palco a Casa Manuel Guimarães (antiga biblioteca), a vereadora Graça Costa criticou o acordo que permite a partilha de poder entre as duas forças políticas, afirmando que é «contra-natura»: «Se recuarmos alguns anos naquilo que tem sido a gestão autárquica tomarense, percebemos o quanto a forma de estar e de fazer política dos dois partidos que formam o poder foram opostas. Tudo aquilo que o PSD propunha, quer em termos de executivo ou na Assembleia Municipal, era votado contra pelo Partido Socialista...". fonte rádio herz

Pois, mas que se saiba nem o PS, ou qualquer dos seus autarcas em funções na CMT ou na AM desdisse até ao momento qualquer posição defendida anteriormente, pelo contrário, a existência de diferenças foi ressalvada e sublinhada (eu próprio o fiz)...
... já a agora vereadora "independente" votava sempre a favor, ou não fosse ela até ao anterior mandato militante e dirigente do PSD local e a principal defensora em Assembleia Municipal das políticas defendidas e executadas pelo seu partido na Câmara Municipal... as mesmas de que agora se diz contra. Partido esse que abandou pouco antes das eleições naturalmente por questões ideológicas - aquela ideologia do "não me dão o lugar que quero vou juntar-me aos outros", que é aliás uma das poucas, e eventualmente das mais legítimas, das que se conhecem do agrupamento onde está inserida.
Justiça seja feita, ao menos disvinculou-se do partido onde estava, que não é coisa que todos desse agrupamento possam dizer, alguns só conhecem as regras com a expulsão.

enfim, coisas de ética e da falta dela...

segunda-feira, agosto 25, 2008

Alguém sabe quem é?... dois anos depois.

Há uns tempos que não me debruço sobre a actualidade nabantina, e em rigor também não há muito para falar, como aliás é mais ou menos hábito.

E o assunto que me leva agora a fazê-lo em verdade não o merece, alguns me dirão com muita razão que nem deveria falar dele. Mas coisas há que me impedem de conter. Falo do folhetim dos paralelos da política, onde um convicto Luís Ferreira e um aflito Pedro Marques se têm digladiado com algumas palavras, e sobre o qual assistimos a uma malograda réplica na semana que passou, num artigo do senhor Pedro Vasconcelos no jornal O Templário – o que não é bem novidade e já noutro tempo me obrigou a escrever (Alguém sabe quem é... ).

O senhor Vasconcelos devia ter vergonha, mas há muito deixei de me iludir com a Ética que dos outros espero – de alguns ao menos. No caso deste senhor há já alguns anos que eu sei que não tem. E que ilustre personagem foi o vereador Pedro Marques escolher para seu advogado de defesa. Não é de estranhar, desde os tempos em que mesmo tendo perdido eleições contra o homem que agora acusa de “frustrado” e de quem diz não merecer “o mínimo de respeito de ordem política” (Luís Ferreira), esse que foi ainda assim, de espírito democrático quem depois de o ter vencido o convidou para o Secretariado do partido, que é diga-se, como que o governo do mesmo, e este aceitou para depois continuamente passar informações a outros, que Vasconcelos está habituado a fazer jogo sujo contra o PS. Já na altura mostrava pouco achego à inteligência, pois cedo percebendo nós o que se passava, rapidamente as informações que levava, eram exactamente as que queríamos que levasse.

E já agora senhor Vasconcelos, eu sei que já mostrou pouca capacidade de aprendizagem, mas aceite esta dica, que nem tem muito a ver com o facto de escrever mal, mas com o conteúdo do que escreve: leia bem as coisas antes de as escrever, ou peça a alguém para as ler. Alguém que acaba um texto com um «Descanse em paz. Até breve» estará a precisar de ajuda especializada?

O senhor Vasconcelos que é um dos “anónimos” dos blogues tomarenses (percebem tão pouco disto que pensam mesmo que são anónimos), é um daqueles exemplos tomarenses de alguém que sofre do complexo de achar que o seu sobrenome é muito importante, e lá no fundo perceber que está aquém da responsabilidade; é o senhor que tentou fazer uma espécie de compra de um lugar de vereador; o mesmo senhor que acha possível concorrer contra o partido onde militava e continuar a dele fazer parte, entre várias outras inenarráveis situações.
Aliás, não se percebe, este senhor que Marques e os “anónimos” usam para poder dizer que havia na altura entre os dirigentes do PS quem quisesse que o candidato fosse esse senhor do passado, não foi capaz de o propor no local próprio. Ele estava tão tão convicto da mais-valia de Pedro Marques, que só foi ter com ele, quando a Comissão Política do PS não o votou – a ele Vasconcelos – para o lugar que queria. Bizarro não? É o que se chama uma estranha conjugação de interesses. E que espírito democrático e de entrega ao colectivo que este auto intitulado “camarada” revelou demonstrar!

Bom, já que estamos nisto sejamos mais amplos; havia mais uns 4 ditos socialistas entre os apoiantes de Pedro Marques – o que em quase 400 militantes em Tomar, comprova o forte apoio que Marques reivindica! – e outro deles também há muito que merece e leva já agora por tabela. Chama-se José Neto, foi meu professor há vinte anos trás, e é outro dos “anónimos” dos blogues. O seu filho que também fez parte dessa lista, foi cerca de um ano meu colega de escola e alguns meses de casa no ensino superior, e este fundamentalista (no pior que a palavra pode significar, porque só assim se podem explicar algumas atitudes) apoiante de Marques gosta de, com alguma frequência, vir “anónimo” para os blogues contar um conversa descontextualizada e desvirtuada ocorrida entre mim e o seu filho na altura da campanha de 2005, obviamente dessa conversa só revelando o meu nome. Mais do mesmo, é preciso ter muita lata e das duas uma, ou uma total alienação da realidade ou mesmo alguma falta de amor-próprio (ou pelos próprios), porque se eu me pusesse para aqui a contar histórias, essas sim com todo o contexto e assinadas por baixo… Enfim, falta vergonha.

São senhores como estes que, tendo ouvido dizer dumas palavras como credibilidade e seriedade que ficavam bem, depois as reivindicam aos dirigentes do PS porque não sabem o que fazer com elas. São aliás, senhores como estes, que vêm para os blogues a coberto do anonimato, chamar todos os nomes, inventar todas as situações, julgando que tal nos afecta ou ofende. O vosso problema meus senhores, é que os actuais dirigentes do PS em Tomar, a começar por mim, não se afectam ou ofendem por qualquer disparate dito por frustrados com o complexo da rejeição. O vosso problema, é que os dirigentes do PS não fazem insinuações e outras maquinações "anónimas”.
Os dirigentes do PS em Tomar, podem até ser pouco conhecidos, podem até não ter currículos de exposição mediática, mas ao contrário do que vós exortais e é isso que vos irrita e não entendem, são impolutos, incorruptíveis, não cedem a pressões venham elas donde vierem, traçaram um caminho que pode até estar errado mas é o seu (e este seu é muita gente), têm a certeza e a força das suas convicções, dos seus ideais, das suas capacidades, do que ambicionam para Tomar e para o PS, e só estão disponíveis para abandonar a luta quando eles mesmos o decidirem.

Quem não deve nem teme, no que trata de “ligar alguma” a uma espécie de seres sem valores, só faz mais que ignorar ou ter pena, como quando no caso essas frustrações transbordam em muito o limite da sua própria flagelação, e se torna imperativo avisar por segurança que “eles andam por aí”.

domingo, novembro 19, 2006

Beijinhos doces de amargas bocas

Não sei se por ficado mais próximo dos trinta esta semana, se por não ter melhor que fazer a uma meia-noite de domingo, deu-me para correr aqui um pouco na net em busca do que aquele punhado vigoroso de fãs que me dedica tanto do seu tempo, sobre mim tem dito nos últimos meses. É sempre bom sabermos o que de nós se pensa, em especial quando de tão distintas e reconhecidas figuras surge, ainda que me escuse de localizar as citações - os seus inventivos autores não precisam de publicidade, até porque tão tímidos e modestos são que maioritariamente anónimos se mostram (ou assim julgam). Estas obras de seres frustados e outras coisas mais, por aí estão, nesta e noutras janelas virtuais.

Assim, e para melhor cultivar o meu tão aclamado culto da personalidade, aqui ficam alguns dos melhores adjectivos e expressões que já me dirigiram e que me deixam absolutamente comovido:marionete
almofadinha
vaidoso
narciso bichano
boy
presidente dos trolhas
profissional de sindicalismo de pacotilha
presidente fantoche
fulaninho
sem credibilidade
asno
auto-convencido
cobarde
"grande manipulador, prenhe de hipocrisia"
o "que tem a mania que escreve um português sem erros (manias)."
um dos "jovens turcos que mourejam para pastores oureenses ou futebolenses torrejanos ao sabor da onda ou do vento (...)"
"o sr. Cristóvão parece aqueles gajos que iam ao "Baile da Pinhata" na Nabantina nos anos sessenta."
"você é fracamente dotado... Devia estar no fim da fila quando Deus nos criou..."
"nem chega a a ser palhaço - é uma reles e vaidosa marionete"
"tem um blog em que só diz futilidades""falta de conteúdo da prosa"
"um certo perfume narcisista e de culto da personalidade"
"Oh Huguito, já reparaste que cada vez que dizes algo notório é copy/paste?"
"Você, decididamente, não tem nível nenhum. Não passa de um puto BOY, malcriado, incoerente, que na falta de argumentos envereda pelo ataque e a ofensa pessoal.
Mal empregado tempo que andou sentado nos bancos da escola.
Mal empregue o dinheiro e o tempo que os seus pais gastaram para o tentar educar.
E está um partido como o PS de Tomar entregue a tão proeminente figura. ... CRESÇA(nos neurónios) E APAREÇA! GANHE VERGONHA, se for capaz..."

O Amor, o Amor...
o que faríamos se não amássemos e amados não fossemos...
Bom, isto não ficaria completo sem as melhores prosas do defunto "Tomar a palavra", um blogue de duração curta, como curta era a seriedade e o nível nele empregue. Divinamente hilário...

"Hugar a Palavra é uma nova expressão. Então o que querem, deu-nos para isso. Criar na nossa luinterna, isto é na língua materna. Hugar pode significar, zarpar, fugir, meter o rabo entre as pernas, acobardar, não ter argumentos, ou então pura e simplesmente obedecer às ordens dos chefes, ou ainda não ''mijar muito fora do penico'', não vá voltar a ser preterido quando começar a escolha/votação para mais uma colocação ordenada numa lista. Com que então, então ... senhor Hugo Cristóbão, tanta ''tesão'' para a discussão, mas ao desafio de discussão política, caim ... caim ... ala que se faz tarde, e não passou da chamada ''tesão de mijo''.Vá venham de lá essas propostas políticas, se souber do que se trata. Afinal um potencial candidato a candidato e defensor dos outros candidatos a candidatos, mesmo que seja o **** não tem propostas políticas para o desenvolvimento (sustentável) do concelho. A propósito, explique lá o que é isso da sustentabilidade ... Já ouviu falar da agenda 21? Vamos centrar a nossa discussão por aí ou prefere ir ao metro de superfície? Estude V. essas coisas porque do **** , o máximo que podemos ouvir é ''eu tom bém sei disso''. Bom por agora fico à espera da sua ''cornada'' (afinal o senhor é ribatejano, portanto não se ofenda, porque isto é património linguístico-simbólico regional, desculpe lá se não percebe). Já agora satisfaça-me a curiosidade, para além de ''professor/sindicalista'' o seu curso é de que área? Se alguma vez for trabalhar para uma escola, dá que disciplinas e a que níveis ou escalões etários?
Vá vamos lá, participe na brega!"

"Tomar a Palavra pensa ...
que os ''corajosos'' que cospem para cima, arriscam-se ... pois é Hugo Cristóvão, pesquisei na net e ... cheguei a alguresaqui.blogspot.com e afinal o rapaz puro, cândido, íntegro, cai por terra com os seus escritos, alguns ''nojentos'' quer na crítica que faz a quem se sujeitou ao veredicto democrático e exerce as suas funções públicas de pleno direito, quer a críticos aos seus escritos no seu referido blog. (...)"

segunda-feira, abril 24, 2006

Alguém sabe quem é...

... o senhor José Pedro Vasconcelos?

Um senhor que parece ter, a acreditar nas suas palavras, grandes feitos, grandes projectos realizados, uma conduta impoluta, coerente e acima de qualquer suspeição, um intelectual e ao mesmo tempo alguém capaz dos maiores trabalhos. Um senhor proveniente da nata da nata, um iluminado enviado pelo altí­ssimo... e no entanto:
Um senhor que parece que é do Benfica de manhã, do Sporting à tarde e à noite de quem for mais conveniente;
Um senhor que tem umas estranhas concepções do que é a Ética, e que parece ter bastantes falhas de memória, ao não saber bem o que já disse e o que já fez,
Um senhor que apesar de ser membro da Assembleia Municipal por um determinado agrupamento, não tem qualquer pejo em participar na vida interna de um partido.
Um senhor que escreve pérolas como esta:

"(...) estes polí­ticos de segunda (...) são conhecidos apenas dos artigos da comunicação social, das reuniões partidárias, das conversas de café ou dos corredores da sede do partido, são gente que não lê e não estuda os dossiês.
Compram o "Expresso" ao fim-de-semana, e isso dá-lhes acesso a umas certas frases discursivas, para as quais nunca teriam capacidade ou engenho.
É condição fundamental não me misturar com gente desta."
Jornal Cidade de Tomar, de 21 de Abril de 2006, página 17

Afinal, alguém sabe quem é este senhor?


Há pessoas que realmente não têm vergonha nenhuma!
E muito obrigado por dizer que não se quer misturar connosco. Já agora, faça o possí­vel para o cumprir.
É que não há pachorra!!