... muito curiosas, estas entre outras afirmações do presidente António Paiva, na Assembleia Municipal de ontem:
[em relação a propostas e ideias de outros] "a minha postura tem sido a de abertura."
"a construção da ponte do flecheiro é a conclusão da rede urbana, e tenho a certeza que é defendida por muitos"
"olhemos para o espelho antes de abrir a boca"
estas duas são simplesmente hilariantes
"Tomar tem um centro histórico dinâmico"
"Não acredito em projectos megalómanos, acredito em projectos que sirvam as populações."
com afirmações tão ricas nem me atrevo a comentar
sábado, setembro 30, 2006
Gira, a nossa língua.
Se o Mário - Mata,
a Florbela - Espanca,
o Armando - Gama
e o Jorge - Palma,
o que é que a Rosa Lobato - Faria?
E, já agora:
Talvez a Zita Seabra para o António Peres Metello
surripado às escondidas no Suplemento de Alma
quinta-feira, setembro 28, 2006
Certezas, ou talvez não.
O Templário Online anuncia o que já julgavamos saber, ou seja, que Paiva afirma ser este o seu último mandato. Só falta saber se é mesmo verdade.
Eles por lá...
"Desde segunda-feira que estão disponíveis para consulta online os processos de obras e publicidade do concelho de Abrantes ... A Câmara Municipal de Abrantes tem vindo a investir na modernização interna e na criação de meios que visam melhorar o relacionamento com o seu cliente."
fonte semanário O Mirante, hoje, pág.24
"Abrantes Município Digital" é o nome do projecto.
Em Tomar, tudo a ver com isso é mesmo apenas virtual...
fonte semanário O Mirante, hoje, pág.24
"Abrantes Município Digital" é o nome do projecto.
Em Tomar, tudo a ver com isso é mesmo apenas virtual...
"Câmaras nos jardins"
"A câmara de Tomar mandou instalar já este ano sete câmaras de viodeovigilância sem pedir a obrigatória autorização nem informar os munícipes."
"... Corvêlo de Sousa [Vice-presidente da autarquia] afirma estar convicto de que todos os procedimentos legais foram acautelados, apesar de adiantar que as obras foram conduzidas pela TomarPolis ... O director executivo da TomarPolis, Rui Monteiro, disse a O Mirante não estar habilitado a falar sobre o assunto, remetendo os esclarecimentos para a câmara."
fonte semanário O Mirante, ontem, pág. 4
Portanto quando forem para os lados do Pavilhão Municipal não se esqueçam de sorrir!
"... Corvêlo de Sousa [Vice-presidente da autarquia] afirma estar convicto de que todos os procedimentos legais foram acautelados, apesar de adiantar que as obras foram conduzidas pela TomarPolis ... O director executivo da TomarPolis, Rui Monteiro, disse a O Mirante não estar habilitado a falar sobre o assunto, remetendo os esclarecimentos para a câmara."
fonte semanário O Mirante, ontem, pág. 4
Portanto quando forem para os lados do Pavilhão Municipal não se esqueçam de sorrir!
Virtual
Carlos Trincão, membro da Assembleia Municipal de Tomar pelo Bloco de Esquerda inaugurou um espaço no mundo virtual.
É sempre de aplaudir os que exprimem e assumem as suas opiniões.
Bem vindo ao ciberespaço. Bons posts.
www.bancadadobloco.blogspot.com
É sempre de aplaudir os que exprimem e assumem as suas opiniões.
Bem vindo ao ciberespaço. Bons posts.
www.bancadadobloco.blogspot.com
sábado, setembro 23, 2006
Hum...
A nova tróia...
... num vídeo muito interessante (mesmo que eu não vá para lá morar), para que se veja como se faz produção e marketing a sério, à moda do ti Belmiro.
contribuição da Sandra Praia
contribuição da Sandra Praia
sexta-feira, setembro 22, 2006
Informaram-me mal ou...
... o parque subterrâneo do Pavilhão Municipal de Tomar meteu água logo às primeiras chuvas?
Ando triste...
... porque um dos meus mais fiéis comentaristas de seu nome Shaitan, Shaitanito para os amigos, nunca mais cá apareceu.
Como é que uma pessoa consegue dormir ao saber que perdeu tão estimado fã?
Ó Shaitan onde estiveres volta, prometo que até deixo passar um dos comentários de vez em quando!!
Como é que uma pessoa consegue dormir ao saber que perdeu tão estimado fã?
Ó Shaitan onde estiveres volta, prometo que até deixo passar um dos comentários de vez em quando!!
segunda-feira, setembro 18, 2006
Difícil de aprender.
Terei eu lido mal, ou o vereador Carlos Carrão na entrevista desta semana ao Cidade de Tomar, em referência à situação do mercado fala de um parque de estacionamento subterrâneo?
Parque subaquático parte 2 - O regresso do disparate?
Parque subaquático parte 2 - O regresso do disparate?
A fragilidade
A vida é de facto algo muito precioso, e nem sempre, ou muitas vezes, tantas vezes não lhe damos esse valor no sentido de vivermos dessa forma, vivermos a vida como algo inestimável.
E recorrentemente nos apercebemos disso apenas em função de algo menos bom, ou bastante mau, ou mesmo uma tragédia.
Alertamo-nos para essa inquestionável verdade em função de um acontecimento como o 11 de Setembro que afecta e choca milhares, ou quando alguém que nos é próximo, ou mesmo que não tanto, parte de forma mais prematura.
Ontem foi o Sérgio, 49 anos, muito cedo.
O Sérgio era colega professor, em momentos partilhámos pontualmente actividades sindicais, e camarada também das lides políticas, ainda que há algum tempo se tivesse afastado um pouco.
O Sérgio tinha ainda muito para dar, mas a vida é assim e é bom que disso tenhamos consciência.
Cada minuto é insubstituível.
Porque é que nos custa tanto a fazer com que cada minuto valha a pena?
E recorrentemente nos apercebemos disso apenas em função de algo menos bom, ou bastante mau, ou mesmo uma tragédia.
Alertamo-nos para essa inquestionável verdade em função de um acontecimento como o 11 de Setembro que afecta e choca milhares, ou quando alguém que nos é próximo, ou mesmo que não tanto, parte de forma mais prematura.
Ontem foi o Sérgio, 49 anos, muito cedo.
O Sérgio era colega professor, em momentos partilhámos pontualmente actividades sindicais, e camarada também das lides políticas, ainda que há algum tempo se tivesse afastado um pouco.
O Sérgio tinha ainda muito para dar, mas a vida é assim e é bom que disso tenhamos consciência.
Cada minuto é insubstituível.
Porque é que nos custa tanto a fazer com que cada minuto valha a pena?
Expliquem-me lá como se eu fosse...
Se o papa não subscreve as citações do texto mediaval que leu, porque é que o fez?
Não antevia as reacções?
Não antevia as reacções?
sexta-feira, setembro 15, 2006
Ponte do Flecheiro: uma obsessiva teimosia
Bom, o carácter do nosso ainda Presidente da Câmara António Paiva, penso ser já sobejamente conhecido, essa obstinação com largos laivos de teimosia, que levam a que toda a ideia saída da mente do edil, independentemente da sensibilidade dos tomarenses, da opinião pública, dos agentes políticos e do próprio partido que supostamente apoia Paiva, não esteja verdadeiramente sujeita a discussão e avance renitentemente como até aqui temos presenciado.
Mas honestamente confesso, que após recorrentes polémicas por obras que se vêm a confirmar erradas, e estando já Paiva na fase decadente da sua gestão, que relativamente a este disparate da ponte a 50 metros de outra, o engenheiro, com a intelecção que apesar dos falhanços lhe reconheço, tivesse quanto a isto, sem grandes ondas, esquecido convenientemente a ideia numa qualquer gaveta de má memória.
Engano. Abissal engano meu e de muitos. Paiva volta à carga com esta ponte que, mesmo não sendo eu engenheiro, me parece contrária a tudo o que é bom senso.
Já por outras ocasiões manifestei a minha visão sobre a “coisa”. Mas não posso deixar de focar novamente os porquês.
Tomar tem o trânsito caótico que lhe conhecemos, trânsito que se agravou com uma (caprichosa, não planeada, não sustentada, não discutida, como habitual) decisão errada da autarquia, que foi o fecho de um dos sentidos de trânsito na ponte velha sem estarem criadas quaisquer alternativas.
E o problema de trânsito em Tomar, cidade de média dimensão sem grandes indústrias, ou quaisquer outros factores que levem a grandes congestionamentos, claramente se deve a uma má orientação do trânsito e de insuficientes vias de escoamento, uma vez que nesta cidade meia dúzia de carros originam engarrafamento.
Todo o trânsito se centra na cidade, todos os fluxos convergem ao centro e em concreto à rotunda do “tanque luminoso” (também ele exemplo de uma obra bem planeada, enquadrada, financeiramente viável, e mais uma vez, fruto de bom senso).
E agora expliquem-me, uma ponte a 50 metros da existente resolve o problema? Julgo que um livre e capaz raciocínio diz que não. Porque a questão não é a necessidade de uma nova ponte, essa necessidade é óbvia, o problema é a sua localização.
Mas agora veja-se o revés da implantação na ponte no Flecheiro, antecipem-se os problemas que ela criará: uma ponte a subir junto ao mercado e a largar todo o trânsito junto ao Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria, Casa Mortuária. A ir para onde? Escola Secundária Jácome Ratton, CIRE, e toda a aquela zona (Escola Secundária Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, Centro de Formação, Biblioteca, S.F. Gualdim Pais, e outras entidades).
Esta é apenas a zona da cidade de maior vivência cívica, onde estão as principais escolas e equipamentos públicos de maior acesso por parte dos cidadãos; esta é tão só a zona de maior concentração de pessoas, de maiores fluxos de trânsito já assim, em muitos momentos do dia como aliás qualquer um pode constatar; esta é também uma zona residencial, e cujas vias não têm possibilidade de ser alargadas, e estão já muito condicionadas.
Mais, nas cidades desenvolvidas é hoje política de desenvolvimento afastar os carros do centro das cidades não só para criar mais segurança, mas como para evitar maior degradação de utilização dos vários equipamentos, e demais qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e os gases tóxicos.
Mas em Tomar pelo contrário, a aposta é em puxar para o centro mesmo os que disso não tinham necessidade e o fazem apenas por falta de alternativa, criando assim uma falsa sensação de vitalismo de uma cidade que há muito a perdeu. Em Tomar tudo parece que está em permanente movimento e agitação – trânsito, obras - mas a verdade é que tudo isso é inconsequente e ilusório.
Um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros – sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas. Não é o que temos em perspectiva que venha a acontecer.
Não há qualquer estudo credível que diga que aquela ponte é correcta. Os parceiros sociais com responsabilidades na zona de influência, como as Comissões Executivas dos Agrupamentos Escolares, as Associações de Pais e Estudantes, e outros, não foram ouvidos.
Posto tudo isto resta perguntar: Será novamente gasto um rio de dinheiro numa obra polémica e de benefícios dúbios? Será mais uma vez acrescida a já difícil situação financeira da autarquia, em nome de uma insistência pessoal com a qual poucos concordam? Em nome dum projecto que é contrário à lógica, ao sentir da cidade, e pelo que foi exposto ao bom uso dos dinheiros públicos? Baseado em quê? Em que Projecto de Cidade? Em que Plano de Desenvolvimento? Em que Plano de Mobilidade?
Claro que, sejamos coerentes, com o cheque em branco que os tomarenses passaram ao eleger um Presidente de Câmara que nem programa eleitoral apresentou, Paiva pode em verdade, pelo menos acreditar, que pode fazer o que entender.
Mas a questão é caro concidadão tomarense, que tamanho tinha afinal esse cheque? Concorda ou não, com a localização que o presidente pretende dar à nova ponte?
E acha ou não importante tomar uma posição acerca disso? É dos que se importa com o que se passa à sua volta, ou deixa que decidam tudo por si?
artigo publicado hoje no jornal Cidade de Tomar
Mas honestamente confesso, que após recorrentes polémicas por obras que se vêm a confirmar erradas, e estando já Paiva na fase decadente da sua gestão, que relativamente a este disparate da ponte a 50 metros de outra, o engenheiro, com a intelecção que apesar dos falhanços lhe reconheço, tivesse quanto a isto, sem grandes ondas, esquecido convenientemente a ideia numa qualquer gaveta de má memória.
Engano. Abissal engano meu e de muitos. Paiva volta à carga com esta ponte que, mesmo não sendo eu engenheiro, me parece contrária a tudo o que é bom senso.
Já por outras ocasiões manifestei a minha visão sobre a “coisa”. Mas não posso deixar de focar novamente os porquês.
Tomar tem o trânsito caótico que lhe conhecemos, trânsito que se agravou com uma (caprichosa, não planeada, não sustentada, não discutida, como habitual) decisão errada da autarquia, que foi o fecho de um dos sentidos de trânsito na ponte velha sem estarem criadas quaisquer alternativas.
E o problema de trânsito em Tomar, cidade de média dimensão sem grandes indústrias, ou quaisquer outros factores que levem a grandes congestionamentos, claramente se deve a uma má orientação do trânsito e de insuficientes vias de escoamento, uma vez que nesta cidade meia dúzia de carros originam engarrafamento.
Todo o trânsito se centra na cidade, todos os fluxos convergem ao centro e em concreto à rotunda do “tanque luminoso” (também ele exemplo de uma obra bem planeada, enquadrada, financeiramente viável, e mais uma vez, fruto de bom senso).
E agora expliquem-me, uma ponte a 50 metros da existente resolve o problema? Julgo que um livre e capaz raciocínio diz que não. Porque a questão não é a necessidade de uma nova ponte, essa necessidade é óbvia, o problema é a sua localização.
Mas agora veja-se o revés da implantação na ponte no Flecheiro, antecipem-se os problemas que ela criará: uma ponte a subir junto ao mercado e a largar todo o trânsito junto ao Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria, Casa Mortuária. A ir para onde? Escola Secundária Jácome Ratton, CIRE, e toda a aquela zona (Escola Secundária Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, Centro de Formação, Biblioteca, S.F. Gualdim Pais, e outras entidades).
Esta é apenas a zona da cidade de maior vivência cívica, onde estão as principais escolas e equipamentos públicos de maior acesso por parte dos cidadãos; esta é tão só a zona de maior concentração de pessoas, de maiores fluxos de trânsito já assim, em muitos momentos do dia como aliás qualquer um pode constatar; esta é também uma zona residencial, e cujas vias não têm possibilidade de ser alargadas, e estão já muito condicionadas.
Mais, nas cidades desenvolvidas é hoje política de desenvolvimento afastar os carros do centro das cidades não só para criar mais segurança, mas como para evitar maior degradação de utilização dos vários equipamentos, e demais qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e os gases tóxicos.
Mas em Tomar pelo contrário, a aposta é em puxar para o centro mesmo os que disso não tinham necessidade e o fazem apenas por falta de alternativa, criando assim uma falsa sensação de vitalismo de uma cidade que há muito a perdeu. Em Tomar tudo parece que está em permanente movimento e agitação – trânsito, obras - mas a verdade é que tudo isso é inconsequente e ilusório.
Um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros – sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas. Não é o que temos em perspectiva que venha a acontecer.
Não há qualquer estudo credível que diga que aquela ponte é correcta. Os parceiros sociais com responsabilidades na zona de influência, como as Comissões Executivas dos Agrupamentos Escolares, as Associações de Pais e Estudantes, e outros, não foram ouvidos.
Posto tudo isto resta perguntar: Será novamente gasto um rio de dinheiro numa obra polémica e de benefícios dúbios? Será mais uma vez acrescida a já difícil situação financeira da autarquia, em nome de uma insistência pessoal com a qual poucos concordam? Em nome dum projecto que é contrário à lógica, ao sentir da cidade, e pelo que foi exposto ao bom uso dos dinheiros públicos? Baseado em quê? Em que Projecto de Cidade? Em que Plano de Desenvolvimento? Em que Plano de Mobilidade?
Claro que, sejamos coerentes, com o cheque em branco que os tomarenses passaram ao eleger um Presidente de Câmara que nem programa eleitoral apresentou, Paiva pode em verdade, pelo menos acreditar, que pode fazer o que entender.
Mas a questão é caro concidadão tomarense, que tamanho tinha afinal esse cheque? Concorda ou não, com a localização que o presidente pretende dar à nova ponte?
E acha ou não importante tomar uma posição acerca disso? É dos que se importa com o que se passa à sua volta, ou deixa que decidam tudo por si?
artigo publicado hoje no jornal Cidade de Tomar
quarta-feira, setembro 13, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
11 de Setembro de 2001
É impossível hoje não falar deste assunto.
Apesar das verdades que venhamos ainda a descobrir sobre o que foi afinal o ataque ao World Trade Center, que nos americanos nunca se confia, a verdade é que ele representa a mais inquietante confirmação da insegurança e da precaridade da condição humana face à manutenção do seu modo de vida e da vida ela própria.
Novos factos, novas ou velha teorias, como as que ontem descreveu um inquietante comentário no canal 1 da RTP do qual vi apenas um bocado final, mostram que como habitual, a história é relativa, é sujeita a mudanças, e depende da perspectiva de quem a conta, ou de que quem a escreveu.
A verdade pode muito bem ser uma mentira muito bem contada.
Dos americanos esperamos tudo, e se é quase certo que o homem não foi à Lua, talvez venha a ser também certo que o ataque à América foi feito pela própria América, mas ainda é cedo para esta tese ter um acolhimento alargado, chocados que ainda estamos, com a memória fresca das torres a cair, e com elas milhares de vidas humanas.
Independentemente do como e do porquê, aquelas torres marcaram certamente por alguns anos todo o mundo ocidental, e com uma ferida das que saram muito lentamente os americanos em especial.
Que todos estejamos a salvo de algo semelhante.
quarta-feira, setembro 06, 2006
A ambição
A ambição é uma das mais agridoce características humanas.
Se alguém sem ambição é como uma embarcação sem rota, demasiada ambição pode levar-nos a ignorar as características do caminho para o destino a que queremos chegar. Pouca ambição torna-nos insosos, demasiada ambição pode cegar-nos.
Portanto a ambição é talvez das mais perigosas características. É como um veneno que temos de saber dosear, para não corrermos o risco de com ele nos atingirmos.
E ao longo da minha, quero acreditar que ainda curta vida, tenho visto muito de ambição desmedida a envenar o espírito do seu detentor. E os tipos de ambição podem ser tantos como distintas as personalidades.
Muitos não olham a meios para alcançar os seus desígnios, mas como tudo na vida, há como que uma certa ordem das coisas que mais tarde ou mais cedo faz a situação equilibrar-se, normalizar-se, e mesmo que alguns até cheguem por algum tempo a onde desejam, acontece que o caminho para lá chegar foi tão tortuoso que rapidamente se perdem; outros subiram tanto que que se esqueceram do que os segurava, e extiguiram-se na queda.
Portanto a ambição é talvez das mais perigosas características. É como um veneno que temos de saber dosear, para não corrermos o risco de com ele nos atingirmos.
E ao longo da minha, quero acreditar que ainda curta vida, tenho visto muito de ambição desmedida a envenar o espírito do seu detentor. E os tipos de ambição podem ser tantos como distintas as personalidades.
Muitos não olham a meios para alcançar os seus desígnios, mas como tudo na vida, há como que uma certa ordem das coisas que mais tarde ou mais cedo faz a situação equilibrar-se, normalizar-se, e mesmo que alguns até cheguem por algum tempo a onde desejam, acontece que o caminho para lá chegar foi tão tortuoso que rapidamente se perdem; outros subiram tanto que que se esqueceram do que os segurava, e extiguiram-se na queda.
Poucos, muito poucos valha-nos isso, são os que pisando tudo e todos, se mantém a salvo por muito tempo.
E alguns, felizmente há sempre alguns, que mesmo tendo bebido demais do veneno, que mesmo tendo-se perdido, que mesmo tendo caido, souberam com isso aprender e arrepiar caminho. Porque felizmente aprender com o erro também é uma qualidade humana, pena é que muitas vezes pouco aproveitada.
E alguns, felizmente há sempre alguns, que mesmo tendo bebido demais do veneno, que mesmo tendo-se perdido, que mesmo tendo caido, souberam com isso aprender e arrepiar caminho. Porque felizmente aprender com o erro também é uma qualidade humana, pena é que muitas vezes pouco aproveitada.
E o mundo, mesmo aquele que nos está mais próximo, é um imenso cardápio donde retirar ensinamentos, felizes por isso os que sabem, ou querem, ou conseguem ver.
"Cada hora de tempo perdido na juventude, é um embrião de infelicidade no futuro"
Napoleão Bonaparte
É muito significativo o que com um pedido de comentário a uma afirmação, podemos descobrir ou aprender sobre alguém.
Hoje, com um grupo de pessoas, e por conta desta que fui tomar de empréstimo ao defunto imperador, pude comprovar essa interessante experiência .
segunda-feira, setembro 04, 2006
Terá acontecido?
Já por várias vezes aqui falei das dificuldades do jornalismo regional, mas mesmo assim não consigo evitar rir com o profundo rigor jornalístico que algumas vezes se consegue atingir.
Como o título duma notícia publicada na última página do Notícias do Entrocamento desta semana que diz: "Comissão parlamentar terá visitado o distrito".
Bom, se servir de ajuda, posso garantir com absoluta certeza que sim, visitaram mesmo.
Como o título duma notícia publicada na última página do Notícias do Entrocamento desta semana que diz: "Comissão parlamentar terá visitado o distrito".
Bom, se servir de ajuda, posso garantir com absoluta certeza que sim, visitaram mesmo.
Subscrever:
Comentários (Atom)



