Há muito que falo nesta solução para o centro histórico de Tomar, e no PS colocámo-la inclusive no último programa eleitoral. Temo-la repetido com convicção, e discutimo-la já, entre outros, com a ACITOFEBA.
Bom, mas se Tomar prefere projectos descaracterizadores e empertigados, outros parecem perceber onde está o que faz sentido, o que demarca e o que reforça a Identidade, muito importante aliás como factor competitivo.
Abrantes já aqui o escrevi em tempos, vai avançar com esta ideia, como o EntroncamentoOnline o publicita e vai apresentar o projecto já no dia 6 de Junho.Admira-se o presidente António Paiva quando se lhe diz que o nosso centro histórico é já o menos dinâmico das três cidades (Abrantes, Torres Novas, Tomar), e afirma que não é verdade. Pois o maior cego é o que não quer ver e cada vez mais acredito que há grandes problemas de oftalmologia em Tomar.
Abrantes (como outros concelhos) tem realizado projectos estruturantes relevantes e que se vêem, ao contrário de Tomar em que apenas se declara e se faz sem consequência, e que estão a dotar Abrantes duma capacidade atractiva sem precedentes na região. Já ouviram falar no “mar de Abrantes”?
E depois ficamos muito chocados quando nos ameaçam levar mais um qualquer serviço, esquecendo que no entretanto o mundo evoluiu enquanto estivemos a olhar para os emblemas empoeirados, e nos deixámos ultrapassar.
O mundo acontece para os fazem, não para os que se pavoneiam. É que enquanto os concelhos à volta tiveram e têm que trabalhar pelo seu lugar no futuro, Tomar é uma espécie de filho rico que desbarata sem proveito a abonada herança da família.
domingo, maio 27, 2007
Cromos de Colecção

O jornal O Templário publicou esta semana na sua rubrica de nome idêntico ao título deste post, esta foto saída não sei de que bau, da última festa dos Tabuleiros.
Ora como não gosto que gozem comigo mais do que eu próprio, tenho no mínimo de a publicar também.
Sim, fui com honra músico filarmónico durante uns 15 anos na velhinha sempre nova Gualdim Pais. Agarrado ao trombone participei nas 3 últimas festas dos tabuleiros, e olhem que usar aquela farda carinhosamente tratada como a do" Olá fresquiiiiinho!" não é para todos...
segunda-feira, maio 21, 2007
Rumo Incógnito
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 18 de Maio
Soubemos esta semana numa das suas muitas viagens, desta vez à Alemanha, que o ainda Presidente António Paiva teve tempo para conceder algumas palavras a este mesmo jornal, declarando para nosso gáudio que acredita ter ajudado “a colocar Tomar no rumo certo”.
Tal declaração, aliás já repetida, vinda de quem há uma década determina o que entende e o que acontece no nosso concelho, merece verdadeiramente além da alacridade, uma reflexão.
Pois que a uma afirmação tão peremptória, a mim pelo menos que sou pessoa de pouca fé e dificilmente acredito no que não vejo, assalta-me a pergunta óbvia: Pois rumo sim senhor, mas qual?
Digamos que, em direcção a quê?
Quando se fala nesse chavão do ‘rumo’, ficamos convictos que há uma estratégia para o concelho, que há uma visão abrangente que una responsáveis políticos e agentes da sociedade na prossecução de objectivos comuns, que quando pensamos em Tomar pensamos em dois ou três casos de sucesso catalizadores para todo o concelho.
Nesta última década, para me reportar apenas à vigência do autor da tese, em que é que nos tornamos melhores? Em que nos especializámos? O que fizemos de novo? Pelo que é que nos tornamos mais conhecidos? Hum… assim pela rama, pelo todo, de facto parece que não se consegue ver grande coisa.
Bom, não desistamos já, talvez se virmos as coisas por partes, do género: Está melhor o comércio? O centro histórico e todo o Comércio Tradicional da cidade apresentam vitalidade e são sustentadores de riqueza. Bom, aqui parece que não, mas, talvez o Turismo, talvez esse esteja melhor? Aumentou-se a capacidade hoteleira, diversificou-se a gama de oferta, há novas actividades e um cartaz consubstanciado que consegue garantir ao longo do ano um fluxo permanente de visitantes? Não?! O quê, a principal obra foi fechar o parque de campismo?! Mas aquilo não rendia dinheiro à autarquia e ao comércio? Então e os funcionários o que é que… ah ainda lá estão, há quatro anos, pois…
Mas então melhorou-se a ligação da cidade ao convento? Os tomarenses vivem-no mais e os turistas que o visitam, visitam também Tomar, deixam cá “as patacas”? Há, pois, parece que vai ser agora… Bom mas, certamente, uma cidade histórica com um potencial tão grande como o de ser uma cidade Templária, tem seguramente rentabilizado essa marca conhecida em todo o mundo? Nadinha?!
Mas têm-se apostado no associativismo, na cultura, reforçou-se a posição de líder cultural na região?… Ah não… perdeu-se?!
Ah, já sei, virámo-nos para os rios, o Zêzere e o Nabão são hoje elementos aglutinadores de actividades e elementos geradores de riqueza? Não!? Não há sequer UMA praia fluvial?! Assim começa a ser difícil…
Bom, mas de alguma forma o concelho tornou-se mais atractivo, há criação de empregos, a zona industrial é referência da região, não só ninguém pensa em sair de Tomar, como os dos concelhos à volta sonham em vir viver para cá?... Ah, também não…
Bom mas, pelo menos modernizaram-se os serviços, a Câmara gasta cada vez menos e onde gasta gasta bem; gere bem os seus recursos, os funcionários estão motivados, são acarinhados, trabalham com boas condições; os serviços são atractivos e céleres, aproveitam-se as novas tecnologias, as taxas caminham para ser cada vez menores, os cidadãos só podem dizer maravilhas dos serviços que lhes são prestados? – O quê, também não? Nada?!
Pois é, poderia ser brincadeira, se não estivéssemos a falar sobre o futuro de uma terra e de todos os que ainda nela vão vivendo.
É que pelas coisas que alguns dizem com leviandade, só pode haver muita coisa incógnita na nossa terra, e até me sinto tentado a esboçar um sorriso quando, na entrevista já referida se dizem coisas como “a duplicação de espaços verdes”. Será que os vasos com flores que tenho em casa também contam? É que eu estou absolutamente convencido que alguém anda a ver mal nesta terra. Será que temos falta de oftalmologistas?
Costuma-se dizer que em terra de cegos quem tem olho é rei, mas também há limites! Tenho que voltar a deixar o repto: saiam mais de casa, não é preciso ir longe, vão ver o que se faz nos concelhos à nossa volta, vejam o que evoluíram e comparem connosco tendo em conta o ponto de partida de cada um. Percebam onde houve de facto projectos consubstanciados e com rumo, e onde se fazem as coisas sem planeamento e sem visão.
Ver com arrojo, planear e decidir com determinação e capacidade, não é destruir equipamentos públicos com potencial económico e social como se fez ao parque e agora se quer fazer ao mercado. Não é vender terrenos públicos para construir centros comerciais megalómanos. Não é fazer pontes a cinquenta metros de outras e que não resolvem problema algum a não ser o de rentabilizar mais o terreno que se quer vender.
Não é fazer um pavilhão municipal que nunca vai justificar o que custou, e que em obras a mais já daria para construir outro, com melhores condições, com melhores acessos e valências.
Ter visão e capacidade de liderança para deixar marca por muito tempo, não é fazer o que é fácil mas inconsequente, nem o que é difícil por teimosia. É fazer com critério, com enfoque no colectivo, e com capacidade de envolvimento dos vários intervenientes na comunidade, para que congreguem esforços para trilhar em conjunto, o tal rumo que deve ser encontrado.
Diz António Paiva: “Tomar é uma referência a nível nacional” e tem razão, ainda há duas semanas voltou a ser referenciada como uma das poucas câmaras do país, que não tem sequer uma página na Internet. Será deste género de coisas que é feito o tal rumo?
Soubemos esta semana numa das suas muitas viagens, desta vez à Alemanha, que o ainda Presidente António Paiva teve tempo para conceder algumas palavras a este mesmo jornal, declarando para nosso gáudio que acredita ter ajudado “a colocar Tomar no rumo certo”.
Tal declaração, aliás já repetida, vinda de quem há uma década determina o que entende e o que acontece no nosso concelho, merece verdadeiramente além da alacridade, uma reflexão.
Pois que a uma afirmação tão peremptória, a mim pelo menos que sou pessoa de pouca fé e dificilmente acredito no que não vejo, assalta-me a pergunta óbvia: Pois rumo sim senhor, mas qual?
Digamos que, em direcção a quê?
Quando se fala nesse chavão do ‘rumo’, ficamos convictos que há uma estratégia para o concelho, que há uma visão abrangente que una responsáveis políticos e agentes da sociedade na prossecução de objectivos comuns, que quando pensamos em Tomar pensamos em dois ou três casos de sucesso catalizadores para todo o concelho.
Nesta última década, para me reportar apenas à vigência do autor da tese, em que é que nos tornamos melhores? Em que nos especializámos? O que fizemos de novo? Pelo que é que nos tornamos mais conhecidos? Hum… assim pela rama, pelo todo, de facto parece que não se consegue ver grande coisa.
Bom, não desistamos já, talvez se virmos as coisas por partes, do género: Está melhor o comércio? O centro histórico e todo o Comércio Tradicional da cidade apresentam vitalidade e são sustentadores de riqueza. Bom, aqui parece que não, mas, talvez o Turismo, talvez esse esteja melhor? Aumentou-se a capacidade hoteleira, diversificou-se a gama de oferta, há novas actividades e um cartaz consubstanciado que consegue garantir ao longo do ano um fluxo permanente de visitantes? Não?! O quê, a principal obra foi fechar o parque de campismo?! Mas aquilo não rendia dinheiro à autarquia e ao comércio? Então e os funcionários o que é que… ah ainda lá estão, há quatro anos, pois…
Mas então melhorou-se a ligação da cidade ao convento? Os tomarenses vivem-no mais e os turistas que o visitam, visitam também Tomar, deixam cá “as patacas”? Há, pois, parece que vai ser agora… Bom mas, certamente, uma cidade histórica com um potencial tão grande como o de ser uma cidade Templária, tem seguramente rentabilizado essa marca conhecida em todo o mundo? Nadinha?!
Mas têm-se apostado no associativismo, na cultura, reforçou-se a posição de líder cultural na região?… Ah não… perdeu-se?!
Ah, já sei, virámo-nos para os rios, o Zêzere e o Nabão são hoje elementos aglutinadores de actividades e elementos geradores de riqueza? Não!? Não há sequer UMA praia fluvial?! Assim começa a ser difícil…
Bom, mas de alguma forma o concelho tornou-se mais atractivo, há criação de empregos, a zona industrial é referência da região, não só ninguém pensa em sair de Tomar, como os dos concelhos à volta sonham em vir viver para cá?... Ah, também não…
Bom mas, pelo menos modernizaram-se os serviços, a Câmara gasta cada vez menos e onde gasta gasta bem; gere bem os seus recursos, os funcionários estão motivados, são acarinhados, trabalham com boas condições; os serviços são atractivos e céleres, aproveitam-se as novas tecnologias, as taxas caminham para ser cada vez menores, os cidadãos só podem dizer maravilhas dos serviços que lhes são prestados? – O quê, também não? Nada?!
Pois é, poderia ser brincadeira, se não estivéssemos a falar sobre o futuro de uma terra e de todos os que ainda nela vão vivendo.
É que pelas coisas que alguns dizem com leviandade, só pode haver muita coisa incógnita na nossa terra, e até me sinto tentado a esboçar um sorriso quando, na entrevista já referida se dizem coisas como “a duplicação de espaços verdes”. Será que os vasos com flores que tenho em casa também contam? É que eu estou absolutamente convencido que alguém anda a ver mal nesta terra. Será que temos falta de oftalmologistas?
Costuma-se dizer que em terra de cegos quem tem olho é rei, mas também há limites! Tenho que voltar a deixar o repto: saiam mais de casa, não é preciso ir longe, vão ver o que se faz nos concelhos à nossa volta, vejam o que evoluíram e comparem connosco tendo em conta o ponto de partida de cada um. Percebam onde houve de facto projectos consubstanciados e com rumo, e onde se fazem as coisas sem planeamento e sem visão.
Ver com arrojo, planear e decidir com determinação e capacidade, não é destruir equipamentos públicos com potencial económico e social como se fez ao parque e agora se quer fazer ao mercado. Não é vender terrenos públicos para construir centros comerciais megalómanos. Não é fazer pontes a cinquenta metros de outras e que não resolvem problema algum a não ser o de rentabilizar mais o terreno que se quer vender.
Não é fazer um pavilhão municipal que nunca vai justificar o que custou, e que em obras a mais já daria para construir outro, com melhores condições, com melhores acessos e valências.
Ter visão e capacidade de liderança para deixar marca por muito tempo, não é fazer o que é fácil mas inconsequente, nem o que é difícil por teimosia. É fazer com critério, com enfoque no colectivo, e com capacidade de envolvimento dos vários intervenientes na comunidade, para que congreguem esforços para trilhar em conjunto, o tal rumo que deve ser encontrado.
Diz António Paiva: “Tomar é uma referência a nível nacional” e tem razão, ainda há duas semanas voltou a ser referenciada como uma das poucas câmaras do país, que não tem sequer uma página na Internet. Será deste género de coisas que é feito o tal rumo?
quinta-feira, maio 17, 2007
tempo que passa
Cada vez tenho menos tempo ou paciência para estar em frente ao computador, os dias têm-se mostrado agitados e preenchidos e o que dava mesmo jeito, eram umas férias que fossem mesmo férias, e para serem mesmo férias tinham que ser longe, onde não houvesse telemóveis nem computadores.
Por Tomar, foi o congresso da sopa, ao qual afinal acabei por não poder ir, pois obrigações profissionais me levaram para o alentejo.
Sei que terá sido um sucesso, e que terá mostrado a quem por lá esteve, que o defunto parque de campismo afinal ainda tem condições. Mas isso sempre se soube, não há é condições para combater a teimosia.
Foi também apresentada na semana que passou a "avaliação técnica", à qual eu chamaria de técnica de avaliação, do Plano de Pormenor do Mercado e Flecheiro. Aqui, ficámos a saber que alguns usam dos mais baixos estratagemas para levar ao seu intento os seus objectivos.
Um abaixo assinado feito às escondidas, veio mostrar-se mais importante que as propostas individuais feitas por mais de um milhar de pessoas, centenas delas entregues individualmente, e que representam a vontade de comerciantes, utentes e cidadãos em geral.
Afinal a assinatura inconsciente e arrigimentada dos idosos dos lares, feita sabe-se-lá com que argumentos se os houve, parece contar mais para os imparciais "técnicos" do Polis.
No espectro de política mais partidário as coisas vão andando no ritmo mais ou menos normal para a distância que nos separa das próximas autárquicas. O PS trabalha o assunto com serenidade, e no PSD está a tornar-se interessante o esforço de se desvincular das atitudes, opiniões e política seguida por Paiva durante os últimos dez anos.
Depois, por Lisboa a coisa acabou como só podia, por implodir, e agora tornar-se-á em desígnio nacional para todos os partidos, e mais alguns armados em independentes (mas pelo menos a Helena Roseta teve a postura ética basilar de deixar de ser militante). O país apresenta o maior crescimento do PIB dos últimos cinco anos. A presidência portuguesa da UE aproxima-se e com ele o Verão. Com o Verão também os incêncios e por isso estamos à dois dias em fase Bravo, ou seja, o segundo nível mais forte do dispositivo de combate (Santarém vai sendo, como será hoje, o distrito mais quente). No futebol, o Benfica e o Sporting esperam um milagre, sendo que para o Benfica tem o milagre de ser maior. E claro, a situação algarvia da menina inglesa continua também a ser preocupante e dificilmente me parece, vai ter um final feliz.
Pela blogolândia nabantina não há grandes novidades, dois ou três frustrados semi anónimos, continuam a não saber a diferença entre crítica e insulto, entre seriedade e chafurdice, entre ética e mesquinhice.
Assim vai o mundo e a urbe,
e porque estarei presumivelmente sem acesso a computadores durante os próximos dias,
até para a semana.
Por Tomar, foi o congresso da sopa, ao qual afinal acabei por não poder ir, pois obrigações profissionais me levaram para o alentejo.
Sei que terá sido um sucesso, e que terá mostrado a quem por lá esteve, que o defunto parque de campismo afinal ainda tem condições. Mas isso sempre se soube, não há é condições para combater a teimosia.
Foi também apresentada na semana que passou a "avaliação técnica", à qual eu chamaria de técnica de avaliação, do Plano de Pormenor do Mercado e Flecheiro. Aqui, ficámos a saber que alguns usam dos mais baixos estratagemas para levar ao seu intento os seus objectivos.
Um abaixo assinado feito às escondidas, veio mostrar-se mais importante que as propostas individuais feitas por mais de um milhar de pessoas, centenas delas entregues individualmente, e que representam a vontade de comerciantes, utentes e cidadãos em geral.
Afinal a assinatura inconsciente e arrigimentada dos idosos dos lares, feita sabe-se-lá com que argumentos se os houve, parece contar mais para os imparciais "técnicos" do Polis.
No espectro de política mais partidário as coisas vão andando no ritmo mais ou menos normal para a distância que nos separa das próximas autárquicas. O PS trabalha o assunto com serenidade, e no PSD está a tornar-se interessante o esforço de se desvincular das atitudes, opiniões e política seguida por Paiva durante os últimos dez anos.
Depois, por Lisboa a coisa acabou como só podia, por implodir, e agora tornar-se-á em desígnio nacional para todos os partidos, e mais alguns armados em independentes (mas pelo menos a Helena Roseta teve a postura ética basilar de deixar de ser militante). O país apresenta o maior crescimento do PIB dos últimos cinco anos. A presidência portuguesa da UE aproxima-se e com ele o Verão. Com o Verão também os incêncios e por isso estamos à dois dias em fase Bravo, ou seja, o segundo nível mais forte do dispositivo de combate (Santarém vai sendo, como será hoje, o distrito mais quente). No futebol, o Benfica e o Sporting esperam um milagre, sendo que para o Benfica tem o milagre de ser maior. E claro, a situação algarvia da menina inglesa continua também a ser preocupante e dificilmente me parece, vai ter um final feliz.
Pela blogolândia nabantina não há grandes novidades, dois ou três frustrados semi anónimos, continuam a não saber a diferença entre crítica e insulto, entre seriedade e chafurdice, entre ética e mesquinhice.
Assim vai o mundo e a urbe,
e porque estarei presumivelmente sem acesso a computadores durante os próximos dias,
até para a semana.
segunda-feira, maio 14, 2007
Portugal de A a Z
Um trabalho de jovens universitários, futuros investigadores, da Universidade do Porto.
Explore-se bem cada página, clicando em tudo. Não se limitem a ler, há surpresas de todo o tipo, porque quase tudo tem animação! Algumas coisas podem demorar um bocadinho a carregar. Eis o Portugal de A-Z:
http://eos.fe.up.pt/exlibris/dtl/d3_1/apache_media/web/7640/index.html
luminosa contribuição do Helder Marques
Explore-se bem cada página, clicando em tudo. Não se limitem a ler, há surpresas de todo o tipo, porque quase tudo tem animação! Algumas coisas podem demorar um bocadinho a carregar. Eis o Portugal de A-Z:
http://eos.fe.up.pt/exlibris/dtl/d3_1/apache_media/web/7640/index.html
luminosa contribuição do Helder Marques
terça-feira, maio 08, 2007
Sopas e mais sopas
perspectivas
Portugal é um jardim à beira mar plantado.
A Madeira está no meio do mar com Jardim plantado.
quarta-feira, maio 02, 2007
arquelogia
O semanário O Mirante de hoje noticia que em Mação, o aluguer de casas e o comércio está a ser estimulado pelos diplomados, oriundos de outros locais que ali se tem instalado à conta da arqueologia que por lá, é nicho de mercado bem explorado pelas entidades e comunidade.
Também Mação dá cartas a concelhos maiores e com outras possibilidades...
É a vida... enquantos uns desenterram, outros enterram-se.
Também Mação dá cartas a concelhos maiores e com outras possibilidades...
É a vida... enquantos uns desenterram, outros enterram-se.
Subscrever:
Comentários (Atom)

