Ontem em Lisboa comentava-se que a PJ ia abrir um novo balcão na Câmara Municipal...
o arguido na hora.
sábado, abril 28, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
terça-feira, abril 24, 2007
Grândola Vila Morena
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Letra e música: Zeca Afonso
In: "Cantigas do maio", 1971
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Letra e música: Zeca Afonso
In: "Cantigas do maio", 1971
ciber vício.
Estive ontem e hoje na capital "do império", e parece sempre uma eternidade, especialmente quando não paramos um bocadinho.
Também é verdade que dois dias afastado do computador sabem bem, mas ao mesmo tempo já quase os sinto como sentirá um dependente de uma qualquer substância drogante. Já para não falar a trabalheira que dá despachar os e-mail's que se acumulam em dois dias úteis...
Quando regressei estavam por aqui comentários do autor do blogue "Por Esse Mundo Adentro!" cuja visita recomendo.
E amanhã é 25 de Abril.
Também é verdade que dois dias afastado do computador sabem bem, mas ao mesmo tempo já quase os sinto como sentirá um dependente de uma qualquer substância drogante. Já para não falar a trabalheira que dá despachar os e-mail's que se acumulam em dois dias úteis...
Quando regressei estavam por aqui comentários do autor do blogue "Por Esse Mundo Adentro!" cuja visita recomendo.
E amanhã é 25 de Abril.
sábado, abril 21, 2007
Psicologia
Não se admirem se virem plasmados nos comentários do blogue "Condado do Flecheiro" alguns dos post's aqui colocados.
Há um engraçadinho que encontrou uma nova forma de se divertir...
Há um engraçadinho que encontrou uma nova forma de se divertir...
25 de Abril… Sempre?
«Não se pode ser liberal e socialista ao mesmo tempo; … não se pode ser católico e comunista – de onde deve concluir-se que as oposições não podiam em caso algum constituir uma alternativa e que a sua impossível vitória devia significar aos olhos dos próprios que nela intervinham cair-se no caos, abrindo novo capítulo de desordem nacional»
Este é parte de um discurso do “ex-Presidente do Conselho”, exemplar manifestação da sua intolerante forma de pensar e que determinou a actuação da ditadura obscurantista que alguns afirmam não ter sido fascista, durante meio século em Portugal. E agora que nos aproximamos de mais um 25 de Abril, parece também ter chegado esta moda revivalista de Salazar, que pode vir para perdurar.
Ao mesmo tempo que “a velha senhora” ganha concursos e é desejado tema de museu, e grupos fascistas concorrem a Associações de Estudantes e colocam outdoors em locais públicos, um partido de esquerda bem acentuada quer agora a nacionalização da EDP e da Galp… Se isto não é revivalismo, se isto não é a reminiscência da formatação mental da ditadura…
Sem vilões não há heróis, e de facto parece que é preciso ainda o fantasma do homem que caiu da cadeira, para que alguns se possam afirmar grandes resistentes sofredores e detentores da vitória da Liberdade… ainda que muitos nas práticas sejam tudo menos democráticos.
Sendo ou não sendo moda apreciar Salazar, verdade será que nas atitudes de alguns o estilo e a ideologia parece nunca ter perecido.
Ainda há dias neste mesmo jornal alguém militante e responsável num partido que se afirma de matriz social-democrata criticava de forma vil o facto de largas centenas de pessoas se terem formalmente e de acordo com a Lei, manifestado contra aquilo que é uma intenção da autarquia tomarense, e lamentava que o partido que represento tivesse tomado a dianteira na promoção dessa iniciativa. Naturalmente gostaria que nos mantivéssemos calados.
Queixava-se ainda do facto deste mesmo partido ter produzido folhetos onde eram expressas as nossas opiniões, e pelo meio (re)afirmava espantemo-nos, que os símbolos públicos são propriedade de alguém. Não percebo porque não estão presos todos os que usaram bandeiras no Euro 2004…
É efectivamente verdade que hoje, há ainda quem não goste de que as pessoas sejam esclarecidas, há quem prefira os cidadãos na ignorância, há quem use e abuse do facto do conhecimento ser poder e a falta dele ser servidão. Há tiques que demoram muitas gerações a desaparecer. E se ficarmos quietos e calados, demoram ainda mais.
A Liberdade nunca está segura, e quando a maioria a dá como banal é exactamente quando ela está mais em perigo. Perceba-se que em 900 anos de história do nosso país, só há pouco mais de 30 vivemos algo próximo disso a que chamamos Liberdade.
Como cantaria Paulo de Carvalho, é preciso “saber como se ganha uma bandeira”, “aprender quanto custa a Liberdade”! Mas quem hoje se dá ao esforço de ao menos tentar “ganhar uma bandeira”? Quantos sabem quanto custa a Liberdade? Está a Liberdade a preço de saldo?
"Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.", disse George Orwell (autor da expressão Big Brother), e portanto é preciso que isto se diga: o problema maior dos portugueses são os portugueses, somos nós e cada um de nós o nosso pior inimigo; o maior dos nossos males é o pouco assumir das responsabilidades, é o exigir o máximo dos direitos e mínimo dos deveres, é o espírito de treinador de bancada – todos sabem dizer mal, mas poucos se esforçam por apresentar alternativas, por mudar, por sequer fazer críticas válidas e construtivas. Olhamos muito para o umbigo, esquecendo-nos que todos os outros têm um também.
Será por isso necessário, adaptando a frase de Kennedy, pensar não no que Portugal pode fazer por nós, mas no que podemos fazer por Portugal. Acreditar aplicando-o, que é do benefício do colectivo que devemos partir para o benefício individual e não o contrário.
Sem isto, sem a assumpção das responsabilidades, sem a percepção que a Liberdade se constrói e se alimenta todos os dias, que ela só existe quando respeitamos a Liberdade dos outros, e que só dessa forma, com recurso à Tolerância e à Inteligência se chega à Igualdade podendo assim iguais ambicionar o ideal utópico da Fraternidade, a Democracia estará sempre em risco.
De 74 para cá muito foi feito, sim, e é preciso repeti-lo muitas vezes como antídoto para o pessimismo e saudosismo Luso, mas também é acertivo que muito há ainda a fazer, em especial nas mentalidades e nos espíritos de cada português.
É imperioso, acabar com o medo de criticar, o medo de dizer o que vai na alma, o medo de enfrentar os poderes instalados, o medo de enfrentar a autocracia, o medo das represálias.
Há que entender que o dever dos mais fortes é proteger os mais fracos, o dever dos mais esclarecidos é elucidar os menos. O ser humano completa-se quando outro ajuda a nascer. Seja fisicamente para a vida, seja intelectualmente para o conhecimento. E a quem isto compete? A todos nós. Com o poder e o conhecimento advêm a responsabilidade, e como tal é necessário que quem os detém os saiba usar e que os fins desse uso sejam o colectivo. Não há Liberdade sem pensamento Humanista.
E a todos, participar, participar, participar… nos partidos, no mundo associativo, da cultura ao apoio social, ao voluntariado, ao apoio aos desfavorecidos e grupos de risco, ou em tantos locais onde um par extra de mãos é sempre bem vindo.
Enquanto todos nós não participarmos mais, enquanto não formos mais pró-activos nos males do mundo, continuaremos a viver uma Liberdade pouco mais que aparente e muito próxima da precária. Continuaremos a ser pouco senhores dos nossos destinos e a deixar que alguns nos guiem, mesmo que sem nos apercebamos, os nossos passos.
E resumindo, o que importa é: o que pensa disto e o que é que está disposto(a) a fazer?
Por Portugal, e por cada um de nós.
25 de Abril, SEMPRE!
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 20 de Abril, onde aparece com uma ou duas gralhas que me são estranhas
Este é parte de um discurso do “ex-Presidente do Conselho”, exemplar manifestação da sua intolerante forma de pensar e que determinou a actuação da ditadura obscurantista que alguns afirmam não ter sido fascista, durante meio século em Portugal. E agora que nos aproximamos de mais um 25 de Abril, parece também ter chegado esta moda revivalista de Salazar, que pode vir para perdurar.
Ao mesmo tempo que “a velha senhora” ganha concursos e é desejado tema de museu, e grupos fascistas concorrem a Associações de Estudantes e colocam outdoors em locais públicos, um partido de esquerda bem acentuada quer agora a nacionalização da EDP e da Galp… Se isto não é revivalismo, se isto não é a reminiscência da formatação mental da ditadura…
Sem vilões não há heróis, e de facto parece que é preciso ainda o fantasma do homem que caiu da cadeira, para que alguns se possam afirmar grandes resistentes sofredores e detentores da vitória da Liberdade… ainda que muitos nas práticas sejam tudo menos democráticos.
Sendo ou não sendo moda apreciar Salazar, verdade será que nas atitudes de alguns o estilo e a ideologia parece nunca ter perecido.
Ainda há dias neste mesmo jornal alguém militante e responsável num partido que se afirma de matriz social-democrata criticava de forma vil o facto de largas centenas de pessoas se terem formalmente e de acordo com a Lei, manifestado contra aquilo que é uma intenção da autarquia tomarense, e lamentava que o partido que represento tivesse tomado a dianteira na promoção dessa iniciativa. Naturalmente gostaria que nos mantivéssemos calados.
Queixava-se ainda do facto deste mesmo partido ter produzido folhetos onde eram expressas as nossas opiniões, e pelo meio (re)afirmava espantemo-nos, que os símbolos públicos são propriedade de alguém. Não percebo porque não estão presos todos os que usaram bandeiras no Euro 2004…
É efectivamente verdade que hoje, há ainda quem não goste de que as pessoas sejam esclarecidas, há quem prefira os cidadãos na ignorância, há quem use e abuse do facto do conhecimento ser poder e a falta dele ser servidão. Há tiques que demoram muitas gerações a desaparecer. E se ficarmos quietos e calados, demoram ainda mais.
A Liberdade nunca está segura, e quando a maioria a dá como banal é exactamente quando ela está mais em perigo. Perceba-se que em 900 anos de história do nosso país, só há pouco mais de 30 vivemos algo próximo disso a que chamamos Liberdade.
Como cantaria Paulo de Carvalho, é preciso “saber como se ganha uma bandeira”, “aprender quanto custa a Liberdade”! Mas quem hoje se dá ao esforço de ao menos tentar “ganhar uma bandeira”? Quantos sabem quanto custa a Liberdade? Está a Liberdade a preço de saldo?
"Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.", disse George Orwell (autor da expressão Big Brother), e portanto é preciso que isto se diga: o problema maior dos portugueses são os portugueses, somos nós e cada um de nós o nosso pior inimigo; o maior dos nossos males é o pouco assumir das responsabilidades, é o exigir o máximo dos direitos e mínimo dos deveres, é o espírito de treinador de bancada – todos sabem dizer mal, mas poucos se esforçam por apresentar alternativas, por mudar, por sequer fazer críticas válidas e construtivas. Olhamos muito para o umbigo, esquecendo-nos que todos os outros têm um também.
Será por isso necessário, adaptando a frase de Kennedy, pensar não no que Portugal pode fazer por nós, mas no que podemos fazer por Portugal. Acreditar aplicando-o, que é do benefício do colectivo que devemos partir para o benefício individual e não o contrário.
Sem isto, sem a assumpção das responsabilidades, sem a percepção que a Liberdade se constrói e se alimenta todos os dias, que ela só existe quando respeitamos a Liberdade dos outros, e que só dessa forma, com recurso à Tolerância e à Inteligência se chega à Igualdade podendo assim iguais ambicionar o ideal utópico da Fraternidade, a Democracia estará sempre em risco.
De 74 para cá muito foi feito, sim, e é preciso repeti-lo muitas vezes como antídoto para o pessimismo e saudosismo Luso, mas também é acertivo que muito há ainda a fazer, em especial nas mentalidades e nos espíritos de cada português.
É imperioso, acabar com o medo de criticar, o medo de dizer o que vai na alma, o medo de enfrentar os poderes instalados, o medo de enfrentar a autocracia, o medo das represálias.
Há que entender que o dever dos mais fortes é proteger os mais fracos, o dever dos mais esclarecidos é elucidar os menos. O ser humano completa-se quando outro ajuda a nascer. Seja fisicamente para a vida, seja intelectualmente para o conhecimento. E a quem isto compete? A todos nós. Com o poder e o conhecimento advêm a responsabilidade, e como tal é necessário que quem os detém os saiba usar e que os fins desse uso sejam o colectivo. Não há Liberdade sem pensamento Humanista.
E a todos, participar, participar, participar… nos partidos, no mundo associativo, da cultura ao apoio social, ao voluntariado, ao apoio aos desfavorecidos e grupos de risco, ou em tantos locais onde um par extra de mãos é sempre bem vindo.
Enquanto todos nós não participarmos mais, enquanto não formos mais pró-activos nos males do mundo, continuaremos a viver uma Liberdade pouco mais que aparente e muito próxima da precária. Continuaremos a ser pouco senhores dos nossos destinos e a deixar que alguns nos guiem, mesmo que sem nos apercebamos, os nossos passos.
E resumindo, o que importa é: o que pensa disto e o que é que está disposto(a) a fazer?
Por Portugal, e por cada um de nós.
25 de Abril, SEMPRE!
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 20 de Abril, onde aparece com uma ou duas gralhas que me são estranhas
quarta-feira, abril 18, 2007
Embaraço
Terei ouvido bem, o encontro europeu dos nacionalistas (sim aqueles do cartaz do Marquês), estava para ser na Casa do Concelho de Tomar?
A bela e o quê...?!
Ontem ao chegar a casa fiz um zapping televisivo e parei cinco minutos na TVI, coisa muito rara, para descobrir o que era isso afinal desse programa que ouvia falar.
Por favor, alguém me diga que aquilo é tudo a fingir, e que aquilo pretende ser apenas, mesmo falhado, um programa humorístico....
Por favor, alguém me diga que aquilo é tudo a fingir, e que aquilo pretende ser apenas, mesmo falhado, um programa humorístico....
segunda-feira, abril 16, 2007
Os meninos de Huambo
Com fios feitos de lágrimas passadas
Os meninos de Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia
Com os lábios de dizer nova poesia
Soletram as estrelas como letras
E vão juntando no céu como pedrinhas
Estrelas letras para fazer novas palavras
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade
Com os sorrisos mais lindos do planalto
Fazem continhas engraçadas de somar
Somam beijos com flores e com suor
E subtraem manhã cedo por luar
Dividem a chuva miudinha pelo milho
Multiplicam o vento pelo mar
Soltam ao céu as estrelas já escritas
Constelações que brilham sempre sem parar
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade
Palavras sempre novas, sempre novas
Palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
Os meninos de Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia
Com os lábios de dizer nova poesia
Soletram as estrelas como letras
E vão juntando no céu como pedrinhas
Estrelas letras para fazer novas palavras
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade
Com os sorrisos mais lindos do planalto
Fazem continhas engraçadas de somar
Somam beijos com flores e com suor
E subtraem manhã cedo por luar
Dividem a chuva miudinha pelo milho
Multiplicam o vento pelo mar
Soltam ao céu as estrelas já escritas
Constelações que brilham sempre sem parar
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade
Palavras sempre novas, sempre novas
Palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
Paulo de Carvalho
Letra e música: Rui Monteiro
In: "Desculpem Qualquer Coisinha", 1985
Letra e música: Rui Monteiro
domingo, abril 15, 2007
Fraude
Um professor de Direito a ministrar um exame oral:
O que é uma fraude?
Responde o aluno:
É o que o Sr. professor está a fazer.
O professor muito indignado:
Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
enviado por e-mail pela Dina Lopes
O que é uma fraude?
Responde o aluno:
É o que o Sr. professor está a fazer.
O professor muito indignado:
Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
enviado por e-mail pela Dina Lopes
quinta-feira, abril 12, 2007
No próximo domingo...
... depois das 11 da manhã, falar sobre o Convento de Cristo é na TSF.
e a propósito já votou?
é aqui e não custa nada. (http://www.7maravilhas.sapo.pt/registo.asp)
e a propósito já votou?
é aqui e não custa nada. (http://www.7maravilhas.sapo.pt/registo.asp)
terça-feira, abril 10, 2007
Anonimato, outra vez
Escrevi este texto como comentário a dois comentários colocados no post anterior "energia de domingo", e achei entretanto que o deveria colocar aqui também, exactamente porque como digo nele, estamos em Abril.
"Ao anónimo (ou anónimos) que faz(em) os comentários anteriores devo dizer que os mesmos têm muita pertinência e acutilância.
No entanto, o facto de estes serem comentários anónimos (e já manifestei aqui e noutros locais a minha posição sobre o anonimato) retiram a essas críticas o factor positivo das mesmas e grande parte da sua validade.
Que as críticas permaneçam anónimas, é o que deseja quem pretende que o status quo se mantenha seja ele qual for.
Ainda para mais em Abril, é tempo de metermos no corpo a convicção de que o medo de dar a cara tem que ser coisa ultrapassada.
Goste ou não goste, quem quer que se sujeite ao vislumbre do público, tem que aceitar ser criticado, desde que com regras mínimas de Ética e de exercício de Liberdade.
Uma delas é exactamente que o criticado saiba quem o critica, e como tal tenha hipótese de defesa.
É por isso que reafirmo, os comentários anteriores usam de muita assertividade, mas carecem de uma assinatura no fim. Ainda que, e para que fique claro, concorde com grande parte do que neles está escrito.
Cumprimentos,"
"Ao anónimo (ou anónimos) que faz(em) os comentários anteriores devo dizer que os mesmos têm muita pertinência e acutilância.
No entanto, o facto de estes serem comentários anónimos (e já manifestei aqui e noutros locais a minha posição sobre o anonimato) retiram a essas críticas o factor positivo das mesmas e grande parte da sua validade.
Que as críticas permaneçam anónimas, é o que deseja quem pretende que o status quo se mantenha seja ele qual for.
Ainda para mais em Abril, é tempo de metermos no corpo a convicção de que o medo de dar a cara tem que ser coisa ultrapassada.
Goste ou não goste, quem quer que se sujeite ao vislumbre do público, tem que aceitar ser criticado, desde que com regras mínimas de Ética e de exercício de Liberdade.
Uma delas é exactamente que o criticado saiba quem o critica, e como tal tenha hipótese de defesa.
É por isso que reafirmo, os comentários anteriores usam de muita assertividade, mas carecem de uma assinatura no fim. Ainda que, e para que fique claro, concorde com grande parte do que neles está escrito.
Cumprimentos,"
Perspectivas
"Amar não é olhar um para o outro, mas olharem ambos na mesma direcção."
Não sei porquê lembrei-me agora desta frase que não faço ideia de quem seja se for de alguém, mas acho-a tão significativa que a coloquei aqui.
Tem aplicações em muitas áreas distintas... entre as quais também consta o dito Amor.
domingo, abril 08, 2007
energia de domingo
Hoje é dia de Páscoa, e em ano de Festa, dia da primeira saída de coroas, ou seja, o arranque formal para a Festa dos Tabuleiros.
O Sol espreita por entre as nuvens que se afastam indecisas e há qualquer coisa mágica nesta primavera.
Só é pena amanhã ser segunda-feira...
quinta-feira, abril 05, 2007
quarta-feira, abril 04, 2007
Ora ele há coisas...
Se forem ao Google e fizerem uma pesquisa no separador imagens com a palavra "Tomar", vejam lá que cromo aparece. (ou se clicarem aqui)
E depois chamam-me vaidoso.
Obrigado Sílvia por tão pertinente contribuição.
Adenda: Afinal foi a SUSANA. Sorry, sorry, sorry...
Se forem ao Google e fizerem uma pesquisa no separador imagens com a palavra "Tomar", vejam lá que cromo aparece. (ou se clicarem aqui)
E depois chamam-me vaidoso.
Obrigado Sílvia por tão pertinente contribuição.
Adenda: Afinal foi a SUSANA. Sorry, sorry, sorry...
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