líquida contribuição do José V., ele que está algures entre a quarta e a quinta garrafa :)sexta-feira, outubro 30, 2009
terça-feira, outubro 27, 2009
tecnologia na escola
aos professores, agora que as escolas estão apinhadas de computadores, video projectores, quadros interactivos, ligações por fibra óptica e outros afins, uma página que elenca e disponibiliza muitos recursos web para usar na sala de aula em WEB 2.0 Cool Tools for Schools
sexta-feira, outubro 23, 2009
4 malucas nuas no jacuzzi...
quinta-feira, outubro 22, 2009
blogoesfera
O blogue Serra de Tomar colocou o algures aqui como blogue da semana.
Sem o granjear, agradeço a afabilidade.
Sem o granjear, agradeço a afabilidade.
quarta-feira, outubro 21, 2009
notas breves
- Eu queria escrever: sobre eleições, sobre vitórias e derrotas, sobre Partidos e estilhaçados, sobre Tomar, sobre feira de Santa Iria, sobre a chuva, sobre as castanhas,... mas o tempo está cinzento. Não há luz para a escrita.
- Está visto que a malta tem mesmo é essência de alcoviteira! Anda tudo muito dado às artes especulativas, especula-se sobre isto, sobre aquilo, quem vai para aqui, quem vai para acolá, quem fica com o quê. Tenham calma, vivam a vida! E vejam lá se percebem nem todos tem trabalho de telefonista...
- Entretanto espera-se o novo Governo, agora minoritário. Quatro anos difíceis, cujo mandato dificilmente chegará ao fim, o que não quer dizer que seja Socrátes a ir-se embora como alguns gostariam. Tudo isso contudo, poderia ser de mais fácil resolução, se certos partidos olhassem doutra forma as responsabilidades governativas e para com o país. É que parece que só existem para protestar, gritar, e fazer teatro. O que seria se a agora eleita câmara PSD de Tomar, desse com igual oposição...
- Por falar em partidos ditos de protesto, afinal havia mesmo (descobri pelo nabantia) outro/um blogue da CDU em Tomar. Mas ninguém deu por isso antes. Ainda hoje se se fizer pesquisa no google ele não aparece.
- Está visto que a malta tem mesmo é essência de alcoviteira! Anda tudo muito dado às artes especulativas, especula-se sobre isto, sobre aquilo, quem vai para aqui, quem vai para acolá, quem fica com o quê. Tenham calma, vivam a vida! E vejam lá se percebem nem todos tem trabalho de telefonista...
- Entretanto espera-se o novo Governo, agora minoritário. Quatro anos difíceis, cujo mandato dificilmente chegará ao fim, o que não quer dizer que seja Socrátes a ir-se embora como alguns gostariam. Tudo isso contudo, poderia ser de mais fácil resolução, se certos partidos olhassem doutra forma as responsabilidades governativas e para com o país. É que parece que só existem para protestar, gritar, e fazer teatro. O que seria se a agora eleita câmara PSD de Tomar, desse com igual oposição...
- Por falar em partidos ditos de protesto, afinal havia mesmo (descobri pelo nabantia) outro/um blogue da CDU em Tomar. Mas ninguém deu por isso antes. Ainda hoje se se fizer pesquisa no google ele não aparece.
quinta-feira, outubro 15, 2009
arquitecturices
protecção infalível...
domingo, outubro 11, 2009
reposição
Por indicação de António Rebelo, parece então que a página da candidatura da CDU em Tomar afinal existe.
sábado, outubro 10, 2009
dia de reflexão: notas da campanha
- O cansaço profundo que chega sempre no fim de uma campanha a que nos entregamos totalmente, apoderou-se de mim. Mas igualmente a satisfação de uma boa campanha, com uma ou outra falha, como não podia deixar de ser, mas com a consciência tranquila de quem deu o seu máximo. Assim fez o PS e os seus candidatos, seguros nas suas ideias, na sua motivação, no seu projecto. Agora cumpre a todos votar, também em consciência.
- Ontem quando nos cruzamos em campanha, Bruno Graça e Sílvia Serraventoso mostram-se muito indignados comigo, a princípio sem entender bem porquê, depois lá percebi mais tarde, porque escrevi num artigo (colocado aqui no post anterior) que a candidatura da CDU não tinha sequer um espaço na internet.
Bom, lamento, mas fartei-me de perguntar e não encontrei ninguém que o tenha visto, não o consigo sequer encontrar numa pesquisa no google, e quando já ontem mais tarde encontrei Bruno Graça novamente, também não me soube dar o endereço. Se alguém souber, faça favor de dizer.
- O dinheiro gasto pelos (in)dependentes de Pedro Marques na campanha é escandaloso e foi assunto de conversa de todas as forças políticas, tal como é dos cidadãos em geral. Gastaram muito, muito mais que todos as outras seis candidaturas juntas.
Basta ver que enquanto os maiores partidos PS e PSD, com uma estrutura partidária e uma organização mais consistente, andaram a usar sobras de outras campanhas, daquele grupo dito antipartidário, todos os dias saiam truques novos como se possuidores de um saco sem fundo.
A falta de noção dos princípios que devem nortear a coisa é tal, que um elemento dessa lista confessou-me como se fosse a coisa mais natural: "não te preocupes, aqui ninguém põe dinheiro do bolso, sei que há umas empresas a apoiar, mas não sei bem quais"!
Veremos depois de amanhã como se zangam as comadres na hora no pagamento.
- Li há pouco no Nabantia, a indignação pela abertura do IC9 em período de campanha, comparando o seu autor o PS com o PSD.
Totalmente errada a comparação. Não houve inauguração formal (e isso sim, posso garantir que foi por influência do PS em Tomar, o bom senso o obrigava), nem ninguém do PS esteve presente nessa que foi apenas uma abertura, quando ao que soube esteve sim o Presidente da Câmara, candidato do PSD Côrvelo de Sousa e a sua comitiva, embora não perceba bem a fazer o quê.
Do que soube, os problemas técnicos numa barreira foram resolvidos esta semana, e assim a Estradas de Portugal, sem inauguração governamental, decidiu simplestemente abrir a estrada.
Este facto não pode ser acusado de eleitoralismo, não só pelo que já afirmei mas também porque como é evidente, os próprios ecos na comunicação social só chegarão pós eleições.
Estranho é que o PSD de Miguel Relvas, que foi contra o IC9 tal como é contra o IC3, tenha ido para lá fazer voltinhas na estrada.
- O debate na rádio Hertz entre cabeças de lista à Assembleia Municipal, onde estive na quinta à noite, foi verdadeiramente delicioso de participar só para assistir ao despique entre o PSD que se assume, e o que passou a ser contra.
No debate, Miguel Relvas foi assumindo as suas posições, enquanto Jorge Neves (IPT), e Herculano Gonçalves (CDS), aqui falando das propostas de Ivo Santos, tiveram de se torcer para tentar passar a ideia, que são agora contra tudo o que defenderam enquanto membros do PSD e em seu nome ocuparam cargos. Jorge Neves foi mesmo capaz de dizer, em resposta à minha acusação de lá por ter agora deixado de pertencer ao PSD não deixar de ser responsável por tudo o que fez ou não, apoiou e defendeu; que era do PSD e continuaria a ser, mas estava só a fazer uma pausa!
Esta coisa de saltar do partido quando ele já não nos dá jeito dá nisto: espinha torta.
É por isso que em política, prezo muito mais aqueles que tem ideias e ideais e os assumem, por muito diferentes que sejam dos meus, do que aqueles que os não têm, ou vão tendo conforme dá jeito.
- Globalmente, e na maioria dos candidatos e forças partidárias, esta campanha correu como deve correr, com seriedade, elevação e responsabilidade ética, e espírito democrático.
Mas continuam sempre a existir alguns deslizes para a política baixa e asquerosa.
Como o documento que o candidato do PSD à freguesia da Sabacheira andou a distruibuir, ou texto chegado aos jornais provindo de familiares da candidata do PS aos Casais. Houve também algumas pessoas que foram coagidas a não integrar listas do PS, ou coagidas a integrar outras com ameaças e/ou falsas promessas de favores à mistura, vindas essencialmente de uma força política. Tudo isso se perceberá mais tarde. Muitas mostraram-se felizmente firmes e incorruptíveis, outras foram enganadas ou deixaram-se enganar.
Houve ainda outros exemplos de espinha torta, aqueles que dizem apoiar este, e depois aquele, e depois o outro - enfim, facetas da natureza humana.
Tudo faz parte da evolução, esperemos que o saldo apesar disso seja sempre positivo, e que os cidadãos saibam separar o trigo do joio.
- Ontem quando nos cruzamos em campanha, Bruno Graça e Sílvia Serraventoso mostram-se muito indignados comigo, a princípio sem entender bem porquê, depois lá percebi mais tarde, porque escrevi num artigo (colocado aqui no post anterior) que a candidatura da CDU não tinha sequer um espaço na internet.
Bom, lamento, mas fartei-me de perguntar e não encontrei ninguém que o tenha visto, não o consigo sequer encontrar numa pesquisa no google, e quando já ontem mais tarde encontrei Bruno Graça novamente, também não me soube dar o endereço. Se alguém souber, faça favor de dizer.
- O dinheiro gasto pelos (in)dependentes de Pedro Marques na campanha é escandaloso e foi assunto de conversa de todas as forças políticas, tal como é dos cidadãos em geral. Gastaram muito, muito mais que todos as outras seis candidaturas juntas.
Basta ver que enquanto os maiores partidos PS e PSD, com uma estrutura partidária e uma organização mais consistente, andaram a usar sobras de outras campanhas, daquele grupo dito antipartidário, todos os dias saiam truques novos como se possuidores de um saco sem fundo.
A falta de noção dos princípios que devem nortear a coisa é tal, que um elemento dessa lista confessou-me como se fosse a coisa mais natural: "não te preocupes, aqui ninguém põe dinheiro do bolso, sei que há umas empresas a apoiar, mas não sei bem quais"!
Veremos depois de amanhã como se zangam as comadres na hora no pagamento.
- Li há pouco no Nabantia, a indignação pela abertura do IC9 em período de campanha, comparando o seu autor o PS com o PSD.
Totalmente errada a comparação. Não houve inauguração formal (e isso sim, posso garantir que foi por influência do PS em Tomar, o bom senso o obrigava), nem ninguém do PS esteve presente nessa que foi apenas uma abertura, quando ao que soube esteve sim o Presidente da Câmara, candidato do PSD Côrvelo de Sousa e a sua comitiva, embora não perceba bem a fazer o quê.
Do que soube, os problemas técnicos numa barreira foram resolvidos esta semana, e assim a Estradas de Portugal, sem inauguração governamental, decidiu simplestemente abrir a estrada.
Este facto não pode ser acusado de eleitoralismo, não só pelo que já afirmei mas também porque como é evidente, os próprios ecos na comunicação social só chegarão pós eleições.
Estranho é que o PSD de Miguel Relvas, que foi contra o IC9 tal como é contra o IC3, tenha ido para lá fazer voltinhas na estrada.
- O debate na rádio Hertz entre cabeças de lista à Assembleia Municipal, onde estive na quinta à noite, foi verdadeiramente delicioso de participar só para assistir ao despique entre o PSD que se assume, e o que passou a ser contra.
No debate, Miguel Relvas foi assumindo as suas posições, enquanto Jorge Neves (IPT), e Herculano Gonçalves (CDS), aqui falando das propostas de Ivo Santos, tiveram de se torcer para tentar passar a ideia, que são agora contra tudo o que defenderam enquanto membros do PSD e em seu nome ocuparam cargos. Jorge Neves foi mesmo capaz de dizer, em resposta à minha acusação de lá por ter agora deixado de pertencer ao PSD não deixar de ser responsável por tudo o que fez ou não, apoiou e defendeu; que era do PSD e continuaria a ser, mas estava só a fazer uma pausa!
Esta coisa de saltar do partido quando ele já não nos dá jeito dá nisto: espinha torta.
É por isso que em política, prezo muito mais aqueles que tem ideias e ideais e os assumem, por muito diferentes que sejam dos meus, do que aqueles que os não têm, ou vão tendo conforme dá jeito.
- Globalmente, e na maioria dos candidatos e forças partidárias, esta campanha correu como deve correr, com seriedade, elevação e responsabilidade ética, e espírito democrático.
Mas continuam sempre a existir alguns deslizes para a política baixa e asquerosa.
Como o documento que o candidato do PSD à freguesia da Sabacheira andou a distruibuir, ou texto chegado aos jornais provindo de familiares da candidata do PS aos Casais. Houve também algumas pessoas que foram coagidas a não integrar listas do PS, ou coagidas a integrar outras com ameaças e/ou falsas promessas de favores à mistura, vindas essencialmente de uma força política. Tudo isso se perceberá mais tarde. Muitas mostraram-se felizmente firmes e incorruptíveis, outras foram enganadas ou deixaram-se enganar.
Houve ainda outros exemplos de espinha torta, aqueles que dizem apoiar este, e depois aquele, e depois o outro - enfim, facetas da natureza humana.
Tudo faz parte da evolução, esperemos que o saldo apesar disso seja sempre positivo, e que os cidadãos saibam separar o trigo do joio.
segunda-feira, outubro 05, 2009
Queremos o seu voto!
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar, de 2 de Outubro
Ah!, pois queremos!, queremos todos. Desde aqueles que (des)governando o concelho há 12 anos, afirmam imprudentes que “Tomar não pode parar”, como se continuar a cair no buraco fosse uma opção; aos que afirmam sem pudor ser “gente que resolve”, não sendo muito claro o que é que pretendem resolver; aos que afirmam agora “saber decidir” aquilo que em doze anos não souberam enquanto militantes do partido que deixaram há dias; aos ainda que dizem ter “Tomar em primeiro lugar”, embora fazendo a candidatura só pela metade; e também aos que prometem “começar de novo”, quando não se tem notado que alguma coisa houvessem já começado.
Estou naturalmente a opinar sobre os slogans das outras candidaturas que se apresentam ao município de Tomar, faltando aqui o da CDU. Não é por desconsideração, é mesmo porque não me lembro a estas horas tardias a que estou a escrever este texto qual seja esse slogan, e como essa candidatura não tem sequer uma página na internet onde possa ir verificar aquilo a que se comprometem, já isso diz da sua validade para o século em que vivemos.
Por outro lado – pelo lado do PS – “Viver Em Tomar, Trabalhar Em Tomar”, é o mote da nossa candidatura aos órgãos autárquicos do concelho. Aqui, nestas terras banhadas pelo Zêzere e pelo Nabão, onde cavalgaram Templários e acorreram navegantes, Todos Somos Precisos para restaurar a Tomar o prestígio e liderança de outrora, aumentando as oportunidades e melhorando a qualidade de vida de quem deste concelho quer fazer o seu lar.
É com o PS que sabemos que o concelho ficará “em boas mãos”.
Posto isto, também no PS queremos o seu voto – naturalmente! Mas queremo-lo sabendo e respeitando que todo o voto no PS, não passa a ser um voto do PS, continuando a ser sim o seu voto, o voto dos cidadãos, o seu poder em nós delegado para os representar e em seu nome trabalhar.
É a nossa ambição – trabalhar por si, por todos, por Tomar. As nossas mãos são como as suas, são mãos são trabalho, mãos de querer, mãos de vontade, mãos cheias de imaginação e determinação para, de mão abertas, de mãos disponíveis, de mãos dadas, melhorarmos o nosso concelho, e acautelar que a nossa amada Tomar esteja sempre, em boas mãos!
O PS isso garante – um grande partido nacional, da esquerda moderna e democrática, que esteve a par do início da Democracia Portuguesa, e dos maiores avanços sociais e políticos do nosso país. Um partido que trabalha em rede: no país, na região, e aqui em Tomar. Essa é a outra ambição: um governo no país, um governo aqui na autarquia – o mesmo partido. Tomar só terá a ganhar se estiver incluída nessa rede. Se mesmo estando aqui na oposição tanto conseguimos para Tomar nestes 4 anos, imagine como será se atingirmos esta ambição?
No dia 27 de Setembro demos o primeiro passo: o PS ganhou no país e em Tomar. Falta o passo final.
O PS é, tal como no país, em Tomar a referência da estabilidade.
Nenhum outro partido, e muito menos forças não partidárias; com regras, estatutos e democracia interna, tem hoje o nível de solidez e união da grande maioria dos seus membros em torno dos seus dirigentes e dos seus candidatos, dos seus projectos, da sua ambição para o concelho, como tem o PS. Por muito que a alguns doa, a referência de estabilidade, coerência e segurança, é o PS. E essa é a primeira garantia de uma câmara com outra eficácia, outra solidez, outra força, outra visão e atitude.
Sem a fragmentação e desnorte do partido que há 12 anos leva o concelho por uma navegação à vista, e sem os aventureirismos e a fragilidade, ou o conservadorismo e a cristalização, ou mesmo a total descontextualização de olhar o concelho e o mundo, de outros partidos e forças que à câmara concorrem – é o PS, liderado nesta ambição pelo arqº José Vitorino a Presidente, com os demais 300 candidatos que perfazem a totalidade das listas socialistas, que em qualquer análise séria e imparcial, garante vantagem e única alternativa para a liderança segura de um concelho mais capaz.
Por isso dia 11 de Outubro, os socialistas, os que defendem o progresso e o desenvolvimento para o seu concelho, para a sua freguesia; com mais dinamismo, com apostas criteriosas e estratégicas, com transparência e seriedade, com capacidade e audácia, sabem onde têm de votar: no PS. Os que não querem nada disto, mas que Tomar fique na mesma (o que é dizer a andar para trás), têm outras seis candidaturas por onde optar.
Para os que querem a alternativa, para os que querem a mudança, só há uma escolha.
Como sempre essa escolha é sua, e ainda bem que é, é de todos. Acima de tudo exerça esse direito e dever, não deixe que os outros escolham por si, VOTE!
Em que concelho acordaremos no dia a seguir às eleições, é o que a todos compete decidir. Depois não diga que não foi avisado, depois não diga que não votou, ou que não votou nos que lá ficaram. Dia 11 de Outubro teremos a oportunidade de nos resignarmos pela continuidade ou optarmos pela mudança. O passado ou o futuro? A escolha é sua, a escolha é de todos.
Ah!, pois queremos!, queremos todos. Desde aqueles que (des)governando o concelho há 12 anos, afirmam imprudentes que “Tomar não pode parar”, como se continuar a cair no buraco fosse uma opção; aos que afirmam sem pudor ser “gente que resolve”, não sendo muito claro o que é que pretendem resolver; aos que afirmam agora “saber decidir” aquilo que em doze anos não souberam enquanto militantes do partido que deixaram há dias; aos ainda que dizem ter “Tomar em primeiro lugar”, embora fazendo a candidatura só pela metade; e também aos que prometem “começar de novo”, quando não se tem notado que alguma coisa houvessem já começado.
Estou naturalmente a opinar sobre os slogans das outras candidaturas que se apresentam ao município de Tomar, faltando aqui o da CDU. Não é por desconsideração, é mesmo porque não me lembro a estas horas tardias a que estou a escrever este texto qual seja esse slogan, e como essa candidatura não tem sequer uma página na internet onde possa ir verificar aquilo a que se comprometem, já isso diz da sua validade para o século em que vivemos.
Por outro lado – pelo lado do PS – “Viver Em Tomar, Trabalhar Em Tomar”, é o mote da nossa candidatura aos órgãos autárquicos do concelho. Aqui, nestas terras banhadas pelo Zêzere e pelo Nabão, onde cavalgaram Templários e acorreram navegantes, Todos Somos Precisos para restaurar a Tomar o prestígio e liderança de outrora, aumentando as oportunidades e melhorando a qualidade de vida de quem deste concelho quer fazer o seu lar.
É com o PS que sabemos que o concelho ficará “em boas mãos”.
Posto isto, também no PS queremos o seu voto – naturalmente! Mas queremo-lo sabendo e respeitando que todo o voto no PS, não passa a ser um voto do PS, continuando a ser sim o seu voto, o voto dos cidadãos, o seu poder em nós delegado para os representar e em seu nome trabalhar.
É a nossa ambição – trabalhar por si, por todos, por Tomar. As nossas mãos são como as suas, são mãos são trabalho, mãos de querer, mãos de vontade, mãos cheias de imaginação e determinação para, de mão abertas, de mãos disponíveis, de mãos dadas, melhorarmos o nosso concelho, e acautelar que a nossa amada Tomar esteja sempre, em boas mãos!
O PS isso garante – um grande partido nacional, da esquerda moderna e democrática, que esteve a par do início da Democracia Portuguesa, e dos maiores avanços sociais e políticos do nosso país. Um partido que trabalha em rede: no país, na região, e aqui em Tomar. Essa é a outra ambição: um governo no país, um governo aqui na autarquia – o mesmo partido. Tomar só terá a ganhar se estiver incluída nessa rede. Se mesmo estando aqui na oposição tanto conseguimos para Tomar nestes 4 anos, imagine como será se atingirmos esta ambição?
No dia 27 de Setembro demos o primeiro passo: o PS ganhou no país e em Tomar. Falta o passo final.
O PS é, tal como no país, em Tomar a referência da estabilidade.
Nenhum outro partido, e muito menos forças não partidárias; com regras, estatutos e democracia interna, tem hoje o nível de solidez e união da grande maioria dos seus membros em torno dos seus dirigentes e dos seus candidatos, dos seus projectos, da sua ambição para o concelho, como tem o PS. Por muito que a alguns doa, a referência de estabilidade, coerência e segurança, é o PS. E essa é a primeira garantia de uma câmara com outra eficácia, outra solidez, outra força, outra visão e atitude.
Sem a fragmentação e desnorte do partido que há 12 anos leva o concelho por uma navegação à vista, e sem os aventureirismos e a fragilidade, ou o conservadorismo e a cristalização, ou mesmo a total descontextualização de olhar o concelho e o mundo, de outros partidos e forças que à câmara concorrem – é o PS, liderado nesta ambição pelo arqº José Vitorino a Presidente, com os demais 300 candidatos que perfazem a totalidade das listas socialistas, que em qualquer análise séria e imparcial, garante vantagem e única alternativa para a liderança segura de um concelho mais capaz.
Por isso dia 11 de Outubro, os socialistas, os que defendem o progresso e o desenvolvimento para o seu concelho, para a sua freguesia; com mais dinamismo, com apostas criteriosas e estratégicas, com transparência e seriedade, com capacidade e audácia, sabem onde têm de votar: no PS. Os que não querem nada disto, mas que Tomar fique na mesma (o que é dizer a andar para trás), têm outras seis candidaturas por onde optar.
Para os que querem a alternativa, para os que querem a mudança, só há uma escolha.
Como sempre essa escolha é sua, e ainda bem que é, é de todos. Acima de tudo exerça esse direito e dever, não deixe que os outros escolham por si, VOTE!
Em que concelho acordaremos no dia a seguir às eleições, é o que a todos compete decidir. Depois não diga que não foi avisado, depois não diga que não votou, ou que não votou nos que lá ficaram. Dia 11 de Outubro teremos a oportunidade de nos resignarmos pela continuidade ou optarmos pela mudança. O passado ou o futuro? A escolha é sua, a escolha é de todos.
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