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quinta-feira, março 15, 2012

adivinha do dia




Ora bem, estas duas fotos foram tiradas no meu magnífico telemóvel (tão magnífico que entre muitas outras coisas fantásticas, muda de hora e data quando quer, é sempre uma surpresa, saber que dia e horas são) hoje de manhazinha.

E a pergunta é simples, o que é isto e onde fica?

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

para inteligentes

Qual é o próximo número da sequência abaixo?
2, 10, 12, 16, 17, 18, 19,...


Como sabem, nestes exercícios há sempre uma lógica portanto, toca a puxar pela cabeça.


A esta hora e depois de uma noite em claro sinto-me tão inteligente que gosto de partilhar...

sábado, setembro 11, 2010

coloridas diferenças

Aquilo são?... pintaínhos, em Tetouan - Marrocos.
Imaginem as galinhas. E os camelos? Ui!...

quinta-feira, julho 08, 2010

Via Memória Virtual do Leonel Vicente, descobri esta curiosidade: anteontem passou o dia em que Marty Mcfly chegou ao futuro no seu DeLorean.
Que muitos dos que aqui passam não saibam do que estamos a falar, só pode mesmo significar que estamos todos a ficar velhos!



Mas para quem não sabe, cá fica a cábula.


(entretanto o Leonel Vicente veio alertar para que, realmente não é 2010 mas 2015 a data que aparece no filme, pelo que esta imagem é uma montagem.
Mas cá fica o post em homenagem a uma triologia de filmes que marcou a minha infância e juventude, completando agora o primeiro 25 anos, e muito em particular ao grande Michael J. Fox, prematuramente afastado dos ecrãs pela doença de Parkinson)

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

quinta-feira, agosto 21, 2008

coisas nossas

As coisas curiosas que aprendemos sobre nós enquanto povo, quando lemos umas coisas. Todos sabemos ou ao menos vamos dizendo, que este nosso "jeitinho" de ser português não é de agora, há muito que andamos a apurá-lo. A mim fascina-me descobrir novas coisas sobre este melting pot que é o "português".

Por exemplo, todos já ouvimos falar em moçárabes, e para não sabe quem fossem, eram os cristãos que, quando os árabes dominavam boa parte da península ibérica, se convertiam ou fingiam converter à religião muçulmana. Bom, mas as razões que levavam a essa conversão não teriam propriamente a ver com religião, é que os católicos pagavam impostos, e os muçulmanos... não.

Ainda derivado da religião, mas agora no campo da linguagem, também sabemos que há expressões que usamos que vêm desses tempos, como o "oxalá", mas outras porém têm proveniências mais insuspeitas, como o "se deus quiser". Diríamos que é uma expressão provinda do forte peso da igreja católica, certo? Errado!, é ao islamismo que ela se deve, e é no alcorão que se pode ler, versículos 23 e 24, capítulo 18: "E nunca digas de alguma coisa, sim, fá-la-ei amanhã, sem acrescentar: se Deus quiser."

Outra interessante é a teoria de que o tão conhecido sebastianismo português, o mito do desejado, aquele que virá para nos salvar e levar à glória, não é mais que uma apropriação adulterada provinda da enorme influência do judaísmo em Portugal. Afinal o cerne da religião judaica é a espera do messias...

domingo, maio 04, 2008

Hugo... quem?

Esta coisa de ser um figura semi pública, seja lá isso o que for, e naturalmente enquadrado à escala da média dimensão do concelho de Tomar (todos somos personagens no palco da sociedade) tem coisas curiosas, como esta, que não resisto a aqui contar.

Na sexta de manhã, para me deslocar para Lisboa afim de dar aulas à porção reduzida de alunos que nesse dia apareceram, entrei, por razões que agora não vêm ao caso, no comboio em Santarém.
Aí, por casualidade, fiquei sentado num banco pararelo a um outro par de homens. Preparava-me para uma pequena sestinha, e estava mesmo já com um pé para lá da porta do reino dos sonhos, quando a conversa ao lado me prende nesse limbo: falava-se de um tal Hugo Cristóvão.
Fazendo lentamente o regresso ao mundo dos acordados lá fui ouvindo:
... mas é novo ainda. - Pois aquilo também não é fácil, andam lá muitos à procura, mas ele tem garra. - É, escreve umas coisas engraçadas... - E verdades! - É, é..
Entretanto já desperto lá percebi que um deles tinha o Cidade de Tomar nas mãos, e onde a acompanhar texto sobre o almoço de 25 de Abril do PS de Tomar está uma foto onde apareço.
- Pois mas é novo, e aquilo tem lá muitos velhos - (convem agora dizer que eles também já não eram propriamente novos)
Entra-se depois no reino da efabulação, sempre presente nestas conversas:
- Ele não é filho do dono do ... - É é, mas isso também não é pecado. - Não, pois, mas então é diferente, assim a história é outra. - Então claro, achas que com aquela idade era qualquer um que ia para lá... - ( o "lá", entenda-se como presidência do PS) - Ah...

Enfim, as palavras não serão ipsis verbis estas e a conversa foi mais extensa, mas a minha memória é como qualquer outra, e falaram-se de outras pessoas e de outro partido que não o PS, mas esses naturalmente não reproduzo aqui, além de muitas outras teorias e filosofias, que sempre acontecem nas conversas do comboio.
Eu era para me ter apresentado, mas acabei mesmo por voltar lá onde ainda não tinha chegado (:) - ao sono, e depois disso já não fazia sentido.
Para a próxima, olhem para a fotografia...:)

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

a última ceia

O blogue tomarense Os Cavaleiros Guardiões de Santa Maria do Olival, publica no seu último post um texto relativo ao meu ídolo Leonardo Da Vinci e a sua Última Ceia, o famoso fresco do refeitório do convento de Santa Maria delle Grazie, que tive o privilégio de apreciar há duas semanas em Milão, e da qual infelizmente não tenho imagens, que os senhores lá tem mais estima por aquela parede, que os do Louvre por todos quadros.

Piadas à parte, aquele fresco está envolto em grandes dúvidas e intrigantes interpretações, tornadas mediáticas mais recentemente pelo fenómeno O Código Da Vinci, e que agora não tenho vontade de desenvolver, deixando apenas esta: se já não tinha grandes dúvidas pelas reproduções que havia visto, à contemplação directa do olhar, a colossal pintura não oferece hesitações, a figura sentada à esquerda (para o observador) de Jesus é obviamente feminina.

de Lili Caneças, todos os dias

O destaque de capa e reportagem do jornal Sexta-feira, um dos muitos gratuitos que há por Lisboa e neste caso semanal, vai para a CP e a sua frota de comboios, dos mais recentes aos mais antigos.

Aí se diz que os comboios que fazem Lisboa-Tomar, aqueles que salvo poucas excepções, utilizo diariamente, e cujas composições apesar de intervencionadas há poucos anos têm cerca de cinquenta anos, são conhecidos entre os ferroviários como "Os Lili Caneças". Isto porque, parecem novos por fora, mas são velhos por dentro.



(hoje que sobre Lisboa a neblina esconde o pôr-do-sol, temos que nos entreter com alguma coisa, enquanto a reunião marcada na escola para as 19h de mais uma sexta não começa...vá lá que a esta hora o computador da sala dos professores tem pouca procura)