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quinta-feira, abril 17, 2014

ninguém mais escreve ao coronel


Gabriel Garcia Marquez, prémio nobel da literatura 1982

Excecional escritor, romancista e contista, autor de livros que se lêem num ímpeto apaixonado, como Ninguém escreve ao coronel ou Memória das minhas putas tristes, ou os celebrizados Amor em tempos de cólera ou Cem anos de solidão, entre tantos, morreu hoje.
Como todos os grandes, fica a sua obra a falar por si, marcado para a literatura e os leitores fieis como o ícone do "realismo mágico". RIP

domingo, janeiro 05, 2014

pantera transcendente


O grande Eusébio partiu hoje para o panteão dos imortais. Génio das artes futebolísticas, foi alma do Benfica e da Seleção, mas claro, mais importante, jogador do União de Tomar, clube onde jogava, curiosamente no ano em que nasci.

Não há razão para tristezas, foi grande e viveu em grande. Assim conseguíssemos todos alcançar uma pequena centelha da enorme luz que foi a sua vida. Celebremos agradecidos as alegrias e as memórias que, mesmo que como eu, já não o tenhamos visto jogar "em direto", nos deixou a todos e nos honram enquanto nação.

RIP

domingo, outubro 27, 2013

requiem for Lou


Esta é uma das grandes músicas que está no meu top das preferidas (deu ainda mais interesse ao filme Trainspotting de Danny Boyle), aqui numa versão de índole solidário à época, onde vários grandes se juntaram ao seu compositor para a cantar.

O seu compositor, Lou Reed, partiu hoje para se juntar aos que perduram. RIP in a eternal perfet day.

segunda-feira, agosto 26, 2013

Carlos Paião


A sua escrita bem humorada de música e palavra extinguiu-se estupidamente há 25 anos.
Este, com Herman José, é um daqueles momentos que sempre achei genial.

segunda-feira, maio 20, 2013

a pessoa e o mito






Porque ontem se assinalou o 59º aniversário do assassinato de Catarina Eufémia (a ceifeira alentejana assassinada por um GNR quando protestava por melhor "salário" e assim feita mártir e ícone para os comunistas), deixo a referência ao Anatomia dos Mártires do João Tordo, que li recentemente.

Neste livro (que não é dos meus favoritos do autor), além da habitual boa e fluída escrita, o autor parte precisamente da personagem mítica de Catarina Eufémia para criar um romance onde reflete sobre, e desconstrói a ideia de mártir, não deixando de apimentar com a crise que atravessamos, bem como com as crises pessoais e amorosas que pontuam os seus livros.

terça-feira, abril 23, 2013

ler = conhecer, viajar, viver outrem...

Porque hoje é o Dia Internacional do Livro e dos Direitos de Autor (em memória de Shakespeare e Cervantes que morreram neste dia em 1616) publico este post que estava aqui em rascunho há uns dias.

Desde o início deste blogue se anunciou que sem peridodicidade certa, entre mais, aqui se falaria de livros. A verdade é que, se de tudo aqui se vai falando pouco, porque o facebook tem ganho espaço ao blogue pelo menos nos assuntos mais ligeiros, de livros então tem existido ainda mais défice. Por isso, uma referência aos últimos com que me enriqueci.

Primeiro, o último de João Tordo, o Ano Sabático |onde curiosamente a personagem principal se chama Hugo e é músico (não sou, mas estive para o ser), entre outras coincidências da história com a minha|.
Lido num ápice (ou, para ser mais exato, em duas viagens de comboio) o livro que é fruto de um dos melhores escritores da nova geração portuguesa, é daqueles em que adoramos até ao ponto em que pensamos, «pronto, agora estragou isto», depois voltamos a adorar, depois... ciclicamente até ao fim.
Muito bom, não vale a pena descrevê-lo. Leiam.

O Sentido do Fim, o mais recente romance de Julian Barnes (autor que desconhecia e que também li num ápice), é livro recém-galardoado com o Man Booker Prize 2011. A história de um homem que se confronta com o seu passado mutável. Um livro bem escrito e de grande reflexão sobre o percurso de cada uma das nossas vidas, das espetativa e das reviravoltas.

Foi leitura mais demorada, mas também é obra de outra complexidade, O Cemitério de Praga do grande Umberto Eco, um dos autores estrangeiros que mais tenho lido.
Este romance do autor do Nome da Rosa, é uma obra ousada, atual e pertinente para entendermos o processo das interacções histórico-culturais ecléticas que justificam a travessia europeia do século XX e, de certo modo, o nosso século XXI. Aqui, o autor coloca-nos no século XIX onde cruzando-se com grande figuras da história, entre jesuítas, maçons, o esoterismo, a emergência de ciências como a psicanálise e a grande discussão, à época, sobre os judeus, se edificaram as raízes do que sustentou o inconsciente colectivo europeu em que se alicerçou o nacional-socialismo de Hitler.
Umas vezes irónico, outras sádico, outras mesmo odioso, este não é um livro para os leitores mais impreparados mas, não só é essencial para poder entender muito da sociedade atual, como é um excelente ecercício literário.

Ainda não terminado, e exclusivamente nos momentos de leitura em Tomar (que nos tempos que correm são escassos) estou a ler este Herança de Traição, do jovem autor nabantino Jorge Subtil. Naturalmente uma obra diferente das anteriores, mas muito interessante pela pesquisa histórica e pela vivência social do século XIX português, estando a acção centrada particularmente na templária Quinta da Cardiga, ali a caminho da Golegã.



E porque leio sempre mais que um em simultâneo, vou já lendo um novo de João Tordo, Anatomia dos Mártires, e também um de contos do japonês Haruki Murakami, A Rapariga que Inventou um Sonho, mas desses falo, eventualmente, quando os terminar.

segunda-feira, abril 22, 2013

o caminho único...

Este post leva dedicatória para o meu caro colega blogger nabantino, António Rebelo, que no seu Tomar, a dianteira vai advogando a tese de que não há alternativa à austeridade, e que para o sustentar quase sempre utiliza opiniões de comentadores e outros protagonistas da direita. Apenas para evidenciar que há outras opiniões, e como não podia deixar de ser, há sempre alternativas.

Uma das muitas vozes discordantes do caminho atestadamente errado e cada vez mais contestado, seguido pela generalidade dos atuais líderes europeus (ou não fossem, atualmente, quase todos governos de direita), a opinião de Paul Krugman, prémio nobel da economia em 2008, e que há muito vai exprimindo, pode em parte  resumir-se a isto: “Os políticos tomaram o caminho da austeridade porque quiseram, não porque o tivessem de fazer”.

E acrescenta-se: “Devemos situar o fiasco de Reinhart e Rogoff no contexto mais amplo da obsessão pela austeridade: o evidente desejo dos legisladores, políticos e peritos de todo o mundo ocidental em contornarem o problema do desemprego e, como troca, utilizar a crise económica como desculpa para reduzir drasticamente os programas sociais”, afirma Krugman num artigo de opinião no “El País” – “A depressão do Excel”. (ler mais no Jornal de Negócios).

E acrescento eu, em Portugal tem dias em que a "austeridade sem alternativa" é desculpa para esconder a ideologia não sufragada, e outros em que não. Há alturas em que o atual governo está a "ir além da troika" e a cumprir o seu programa sem pressões do memorando. Outros em que afinal o memorando (já 7 vezes revisto) estava mal desenhado...

Claro que, mesmo os incompetentes declarados que nos governam atualmente já perceberam que isto assim não vai a lado nenhum - nem eles. Só que o princípio é simples e sempre igual: quando os políticos são maus mandam os técnicos/tecnocratas.
(É assim em qualquer parte do mundo, até em Tomar...)
E por isso, quando é nos momentos de crise que a Política é mais necessária, vivemos ao contrário por estes tempos assim, com um governo incapaz e politicamente morto há meses, dividido entre as suas ideologias ultra-liberais e a incapacidade de bater o pé à troika por um lado, e por outro a realidade que todos sentimos e que mesmo muitos dos apoiantes mais incontestáveis governo, já proclamam a bom som.

segunda-feira, abril 15, 2013

"Quem nasceu para lagartixa..."

A minha "nota do dia" de 10 de abril na rádio Hertz, com o título em epígrafe, em parte dedicada a Miguel Relvas, pode ser lida na integra no esquerdo capítulo.

«o que em verdade quero sublinhar é apenas que este agora ex Ministro a quem o povo português cantou “grandôlas” e a quem retorquiu com veemência que “fosse estudar”, apelidado entre mais na comunicação social nacional como o “mosqueteiro de Tomar”, é desde 1997 Presidente da nossa Assembleia Municipal, e como tal primeiro representante dos nabantinos. E mais, o real mandante das principais decisões do partido que tem governado o município, como ainda agora se provou, com a escolha de Carlos Carrão para candidato, contra a vontade manifesta dos dirigentes locais.

(...) o que lhe aconteceu dá-nos a todos grandes lições sobre a vida, a personalidade, a ética, a política. Duas delas, muito importantes: primeiro, quanto maiores forem as responsabilidades que se assumem, maiores devem ser as capacidades comprovadas e mais impoluta a linha de conduta;
E segundo, todo aquele cuja função exista para o trabalho em prol dos demais e desses dependa a sua avaliação, não pode atuar contra a vontade desses e sobre eles usar de desdém e arrogância.»

terça-feira, abril 09, 2013

o cubismo e a vida










Pablo Picasso, o enorme artista, morreu neste dia há 40 anos.

Ao lado, Girl before a mirror, patente no MoMA (cujo atual curador é português) e cuja reprodução mora na minha sala.

terça-feira, abril 02, 2013

fora hábitos

Diz que a senhora aqui já ao lado na foto que anda a correr mundo, é a toda poderosa fraulein Merkell.
E aqui se prova, ao contrário do que tentam afirmar pessoas normalmente grisalhas, que o passar dos anos é muito danoso. Mais que físico, para o intelecto.

Ou então não, mostra coerência, a senhora gosta de andar em pelota e está a ajudar a pôr grande parte dos europeus do jeito que mais lhe apraz...

segunda-feira, abril 01, 2013

sexta-feira, março 08, 2013

truca-truca

Natália Correia pintada por Bottelho (Carlos Botelho)
No dia da mulher (também ele um clichê), há clichês que se repetem todos os anos, como o relembrar de algumas figuras emblemáticas.

Nem tudo é mau. Natália Correia é um desses exemplos, que se não for noutros dias, ao menos seja lembrada neste, ela que política, poetisa, inteletual de primeira água, foi também destacada ativista pelos direitos das mulheres.

Da sua antologia que a tempos requisito à minha prateleira de poetas, retiro este seu poema tão célebre como o episódio em que foi criado e declamado.
Na Assembleia da República corria o ano de 1982, debatia-se (já então) a questão da IVG, quando um deputado do CDS, João Morgado, terá afirmado qualquer coisa como «o acto sexual serve apenas para fazer filhos».
Natália Correia respondeu-lhe na hora (a qualidade global dos parlamentares já conheceu melhores dias) com o "truca-truca":

Já que o coito – diz Morgado –
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou – parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o orgão – diz o ditado –
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

curtas

- A 14ª Mostra da Lampreia em Tomar começa este sábado e prolonga-se até dia 10 de Março nos restaurantes aderentes. Venha degustar ou provar algo diferente do dia-a-dia.

- Há pelo menos uma nabantina que é "aeromoça" da Ryanair, mas podem existir mais interessados, os tempos estão difíceis e sempre se faz umas viagens à borla. A empresa está à procura de mais portugueses para seus funcionários.

- O Mirante distingue hoje com os seus prémios de mérito, os nabantinos Quinta do Bill e Luís Ferreira (diretor artístico do Festival Bons Sons e atual Presidente do SCOCS).
Distinções mais que merecidas, entre tantas mais que o município de Tomar não é capaz de fazer.

- Um sintético e bom texto de Henrique Monteiro no Expresso, sobre grândolas, relvas, ditaduras e democracias... A ler, para refletir.

- O Estado do Mississipi nos EUA só agora aboliu oficialmente a escravatura. Ler n'O Público.
Em Portugal começa a existir cada vez mais, na prática e na Lei.




- A foto aqui do lado vai dedicada a algumas amigas que não gostam de me ver com barba por fazer. Há uma razão para tudo, dizem os crentes. :)

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

"grândola vila..."


Hoje, chegado a uma sala com uma turma para dar uma aula, não pudemos entrar porque algum aluno armado de equivalência a serralheiro tinha enfiado cola entretanto solidificada na fechadura. Uma moda recente, os alunos estão sempre a descobrir nóveis truques.
São enfim, coisas do dia-a-dia de uma escola um pouco maís atípica do que as outras. Ainda foram uns bons dez minutos até se resolver o problema e poder dar início à aula. Quebra logo um pouco o ritmo e cansa-nos mentalmente um bocadinho, mas por fim lá se diz o que se tem a dizer.

Bom mas, nada como ser ministro daqueles a que não deixam falar onde quer que vá, porque o mandam demitir-se e ir estudar, enquanto o apelidam de todo o tipo de nobres adjetivações, e o vão mantendo como ícone maior do anedotário nacional...

Algo também muito avisado e com hábito histórico para correr bem é quando políticos, como fez hoje o líder parlamentar do PSD, tentando defender o indefensável porque não aceite pela larga maioria dos cidadãos, compara as manifestações de jovens a grupos de extremismos políticos. Vai por aí que tens futuro...

domingo, fevereiro 17, 2013

snapshoot de austeridade


A foto de Daniel Rodrigues, um jovem fotojornalista português desempregado, que até já vendeu o material fotográfico, premiada pelo World Press Photo.
O seu caso é mais uma crua imagem do país em que vamos vivendo, corre o ano de 2013.
Mais um jovem qualificado e talentoso, que provavelmente rumará a outras paragens.


Bom domingo.

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

"No Estado, o absurdo não paga impostos?"

Não andei muito atento às notícias nos últimos dias, até porque andei offline e a net é cada vez mais a minha forma priveligiada de "ligação com o mundo", se bem que até me tinha já chegado qualquer coisa aos ouvidos, pensando ainda assim que fosse brincadeira de carnaval...

Então não é que os senhores do Governo mais as suas ideias estapafúrdias, agora querem multar os consumidores que não pedirem fartura?!!! Mas endoideceram de vez?!

Não só a ideia é totalmente absurda, e provavelmente ilegal, como me parece que vai ter o efeito contrário ao desejado. É que como este Governo há muito tempo está morto no que diz respeito à legitimidade democrática percetida e delegada pelos cidadãos, a vontade destes é precisamente fazer tudo ao contrário daquilo que o governo disser.
(É essa a diferença que alguns não querem entender entre legitimidade institucional e legitimidade democrática. A diferença entre ter real poder para agir ou estar apenas na posse de um poder ilusório - que ainda assim, acaba quase sempre por sê-lo).

Adiante. Eu nem sou grande fã de Francisco José Viegas que como político e comentador diz por vezes umas grandes barbaridades (e como escritor conheço pouco), mas sendo ele um ex-elemento do atual Governo, (e mesmo que alinhe na sua continuada estratégia pessoal de reganhar alguma simpatia do seu público, perdida depois dessa má experiência governativa, à qual teve ainda assim a decência de abandonar) parece-me o melhor para nos dizer como proceder em relação a esta ideia tonta.
No seu blogue publica dois textos seguidos sobre o assunto, o último com o mesmo título que aqui se usou (o primeiro intitulado "um monumental manguito para o Estado"), onde avisa o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais que caso alguém o tente fiscalizar "à saída de uma loja, um café, um restaurante ou um bordel" para saber se pediu fatura, terá "de lhe pedir para ir tomar no cu".
Ora toma que já almoçaste!

Entretanto, notícia de última hora, e porque se fala tanto em "tomar", o presidente da Assembleia Municipal da dita, Miguel Relvas, recusa-se a comentar...

A propósito, sublinho que quem usa esta linguagem, excessiva quanto a mim, é um ex-secretário de Estado.
Já na conservadora e comatosa sociedade nabantina, há uns poucos que ficam muito ofendidos quando alguém usa linguagem um pouco mais forte.
Eu por exemplo, quando em tempos que parecem já longíquos me limitei a dizer o óbvio e mais que reconfirmado com o tempo, que a câmara de Tomar não o é, é uma cambada.
E repito as vezes que forem precisas até porque, dizê-lo assim ainda é ser simpático.

domingo, fevereiro 03, 2013

na gramática e no país

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Mais uma das deliciosas crónicas de RAP na última página da Visão, que para mim é sempre a primeira. Esta semana, mais uma dedicada a Miguel Relvas.


Porque faz sol, e está tudo bem em Tomar (a bem dizer este fim de semana fiquei pela capital, mas Tomar está sempre na mesma: em percurso descendente), no país e no mundo, façam o favor de ter um bom domingo, que seja "bem visto e ouvisto".

segunda-feira, janeiro 21, 2013

curtas

- "Câmara de Tomar quer acabar com processos em papel", lê-se no Tomar na rede.
Fala ainda na possível criação de um balcão único de atendimento, Carlos Carrão referiu-se a este dia como “Um dia histórico para Tomar”. E se ele diz, todos acreditamos não é verdade?...
Foi em Março 2007 que propus esta medida em reunião de câmara pela primeira vez. Daí para cá, na câmara e na assembleia, foram várias as vezes que o assunto foi abordado e proposto. Como muitos outros.
Mas tudo aquilo que sempre foi recusado, aprovado mas não cumprido, ou mesmo ridicularizado pelos sociais democratas nabantinos, parece agora CC tudo querer fazer. Atabalhoadamente, à pressa e sem critério, e na maioria dos casos não vai pasar de conversa, claro.

- "Câmaras de Torres Novas e Entroncamento reduzem chefias", lê-se também no Tomar na rede.
Já em Tomar... nem vou comentar mais este assunto.

- Ainda no Tomar na rede: "Governo condecora José-Augusto França", uma personalidade ímpar no mundo da crítica, estudo e ensino das artes plásticas e afins em Portugal, que além de ser nabantino, é entre mais responsável pela existência do núcleo de arte moderna na cidade, uma vez que a maioria das obras eram sua propriedade.
Mais uma daquelas personalidades de mérito que já deveriam ter sido distinguidas pelo munípio de Tomar, coisa que a câmara ainda não soube fazer, por mais que o propunhamos desde, sei lá, há uns anos... ainda devem andar à procura do regulamento que em 2010 argumentaram ser necessário e ainda não existir.
Querem apostar que de um dia para outro, vamos ouvir Carrão a dizer vai avançar com isto?

- Por cá, estranhamente, quase não se falou do assunto (e não venham com a "vida privada" que isso é outra coisa) mas em França parece que as luxuosas férias cariocas de Miguel Relvas, Dias Loureiro e outras figuras em ensemble não passaram despercebidas e são vistas como um escândalo. A ler no orange.

Anabela Freitas e Basílio Horta no debate de sexta.

- Basílio Horta, uma das poucas personalidades com estatura de homem de Estado ainda na política ativa, passou por Tomar na última sexta a convite da Anabela Freitas, e permitiu um excelente serão de discussão essencialmente em torno do desenvolvimento económico local e do papel do município nesse âmbito, sendo lançadas muitas pistas para sobreviver à crise e ao Governo.
Aqui o comunicado do PS nabantino sobre o evento.