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segunda-feira, abril 08, 2013
















Almada Negreiros, um dos maiores e mais completos artistas do século vinte português, e um dos meus favoritos, nasceu há cento e vinte anos.

quinta-feira, dezembro 06, 2012

zombies


Em dezembro de 1982 os mortos vivos de Thriller invadiram rádios, tv's, walkmans, e os leitores de cd's que também surgiram nesse ano.
O albúm Thriller de Michael Jackson, onde se inclui este fantástico single com o mesmo nome, foi "um disco que mudou para sempre a indústria do entretenimento, redefinindo o que é isso de ser estrela pop, ao mesmo tempo que influenciou gerações sucessivas. Foi há 30 anos. E ainda hoje é o álbum mais vendido de sempre." ler mais no Público.

(Hoje que todos comentam nas redes a morte do genial Óscar Niemeyer, parece-me apropriado lembrar outro defunto imortal)

Bom dia de chuva!!

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Soares é fixe!


O retrato oficial no Palácio de Belém
nascido do pincel de Paula Rego
FOI HÁ 25 ANOS.

"Às oito da noite de 16 de Fevereiro, as primeiras projecções apontavam tendência para vitória tangencial de Freitas. Creditavam-lhe 49,5 a 51,5% dos votos, enquanto Soares surgia com 49 a 50,5%. Mas, quando, já depois da meia-noite, o apuramento ficou concluído, Soares, com 3 milhões e 10 mil votos, atingia 51,1% e estava eleito com 138 mil votos de vantagem sobre o adversário.

A meio da manhã do dia seguinte, segunda-feira, 17 de Fevereiro, a carrinha de uma florista parou à porta da casa de Freitas na Quinta da Marinha. Ia entregar ao candidato derrotado um enorme ramo com mais de 100 flores. Dentro de um envelope, seguia um cartão manuscrito com cumprimentos ao casal Freitas pelo empenho “na brilhante campanha”. Remetente: o “amigo e admirador” Mário Soares." retirado daqui

Lembremos que na reeleição seguinte, em 1991, atingiria 70,3% dos votos.
Em 2005, apesar dos resultados e da opinião de muitos, voltou a mostrar-se grande, com uma magistral lição de disponibilidade e humildade democrática.
 
Mários Soares não é apenas o melhor e maior político português dos últimos 50 anos, é também dos mais lúcidos, coerentes e visionários. Sempre atento, sempre presente, sempre jovem.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

empalhado

«No Egito, manifestam-se milhões de pessoas para se verem livres de uma múmia como presidente; em Portugal, dois milhões foram votar para eleger uma múmia como presidente.»
Rui Unas

Eu não costumo publicar bocas aos nossos políticos, mas foi um ilustre social democrata que me enviou... e eu acho que o nosso presidente é mesmo uma múmia.

segunda-feira, janeiro 17, 2011

fetiche


A perfeição existe, chama-se Natalie Portman

Pela segunda vez, vencedora do Globo de Ouro (a ver vamos se também do Óscar) para melhor actriz dramática, agora em o Cisne Negro, filme que estreia em Portugal a 3 de Fevereiro e promete estar enquadrado no meu género favorito, aquele tipo de filme onde nunca sabemos bem o que está a acontecer.
Portman (Natalie Herslag, o seu nome verdadeiro), para mim a actriz nº 1 da sua geração, começou bem cedo aos 12 anos, no muito bom filme francês Léon (O Profissional, como lhe chamaram por cá), de Luc Besson onde também brilham Jean Reno e Gary Oldman.

Da já extensa lista de filmes da judia de 30 anos, nascida em Jerusalém e cedo emigrada para os EUA, constam vários filmes brilhantes dos quais destaco a nova trilogia de Star Wars, Closer, V de Vingança, Os Fantasmas de Goya, Could Mountain, Toda a Gente Diz que te Amo, ou Duas Irmãs, Um Rei.
Este ano, entre outros filmes, surgirá no papel da heroína da BD, Jane Foster, em Thor.


sexta-feira, dezembro 03, 2010

(Lisa Edelstein)
Gosto muito do Dr. House... mas gosto mais da chefe dele.

Vá, para desenjoar da crise, da austeridade, e porque hoje é sexta-feira, decreto que se comece o dia bem disposto. (as senhoras, se quiserem, que descubram outra foto qualquer)

sexta-feira, janeiro 22, 2010

genial


Agora que já saiu de mainstream, recordo o génio Freddie Mercury, os fenomenais Queen, e os brincalhões Muppets.

sexta-feira, dezembro 11, 2009

domingo, agosto 09, 2009

sexta-feira, junho 26, 2009

a morte do rei

De há uns tempos largos, era considerado piroso ou coisa pior, dizer que se apreciava a obra de Michael Jackson, esse que nunca tendo sido criança, nunca quis deixar de o ser. Como nunca fui muito em modas, nunca tive problema de dizer que, do Mozart ao Michael, quando a música é boa há lugar para todos os géneros - e a do MJ é única. Revolucionário em quase tudo, o rei da pop deixa um trono difícil de voltar a ocupar por tudo o que fez e alcançou. Agora que morreu, parece que já todos gostam dele outra vez, mas isso não esconde, que por mais dinheiro, por mais fama, por mais poder ou a ilusão de tudo isso, morrer, faz-se sempre sozinho. Adeus Michael.