Encontro Regional de Juventude
mais informações aqui
terça-feira, dezembro 07, 2010
concordo
"A Câmara de Tomar necessita de «rever e planear as despesas, analisando de forma rigorosa as necessidades reais do Concelho, tendo em vista a distinção clara entre o acessório e o essencial, mesmo que para isso se tenha que parar alguns projectos» disse José Delgado, Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD.", noticia a rádio Cidade de Tomar.
Absolutamente de acordo. Aconselho aliás a leitura do último texto da Anabela Freitas no Esquerdo Capítulo que ficam com pistas sobre mais um projecto que vai custar rios de dinheiro e cuja prioridade e pertinência, e principalmente a capacidade de execução com base em estratégia mais global são muito duvidosas. (quer dizer, eu não tenho dúvida nenhuma!).
Se o PSD local tivesse em matérias políticas a mesma capacidade de "aconselhamento" ao Presidente da Câmara que em questões de politiquice, talvez fosse possível ver alguma mudança de filosofia na gestão da autarquia, mas nesta fase do campeonato já não tenho grandes ilusões...
Absolutamente de acordo. Aconselho aliás a leitura do último texto da Anabela Freitas no Esquerdo Capítulo que ficam com pistas sobre mais um projecto que vai custar rios de dinheiro e cuja prioridade e pertinência, e principalmente a capacidade de execução com base em estratégia mais global são muito duvidosas. (quer dizer, eu não tenho dúvida nenhuma!).
Se o PSD local tivesse em matérias políticas a mesma capacidade de "aconselhamento" ao Presidente da Câmara que em questões de politiquice, talvez fosse possível ver alguma mudança de filosofia na gestão da autarquia, mas nesta fase do campeonato já não tenho grandes ilusões...
sexta-feira, dezembro 03, 2010
"Independência ou Identidade?"
A minha última nota do dia na rádio Hertz (e as anteriores), esta sobre o tema em epígrafe, pode ser ouvida online aqui. É só seleccionar entre os vários cronistas.quarta-feira, dezembro 01, 2010
para que conste
De quando em vez sinto-me obrigado a fazer esta declaração, que serve também como contributo para a pedagogia cívica. Pois cá vai mais uma vez mesmo sabendo que não será a última:
Eu não aufiro qualquer tipo de remuneração por ser presidente da concelhia do PS de Tomar ou qualquer outro cargo político, tal como não aufiro por ocasionalmente escrever para algum jornal ou por falar de quando em vez na rádio (agora regularmente nas crónicas quinzenais em formato nota do dia, na rádio Hertz). O mesmo acontece com a generalidade dos políticos.
O que não pode ser contudo confundido com o desempenho de funções públicas, a tempo inteiro ou parcial, onde aí sim, como é normal, se aufere um vencimento. Um presidente de câmara ou vereador, um deputado, um ministro e por aí fora.
O ser-se político e o ser-se dirigente político é tal como o ser-se membro de uma qualquer associação ou dirigente associativo. É essencialmente um acto de voluntariado e faz-se na imensa maioria dos casos pela mesma razão: por gosto e abnegação pessoal.
Aliás, para ser mais exacto, muitos dirigentes partidários onde me incluo (como muito dirigentes associativos) não só não recebem como acabam sim por pagar. Seja naquelas coisas indirectas como as deslocações, as refeições, etc, de todos os locais onde temos de ir; como directamente em, por vezes, muitos pequenos ou maiores gastos que o partido (que como sempre digo não é, como qualquer outra organização, uma entidade virtual mas sim o conjunto de pessoas que a cada momento o compõem) precisa no desenvolvimento da sua actividade.
Há, é verdade, cargos puramente político-partidários que são remunerados, pelo próprio partido, mas são excepções: é o caso dos Secretários Gerais (SG) do PS e do PSD quando o partido se encontra na oposição, o que se entende, porque na prática são funções a tempo inteiro. Presumo que o mesmo se passe nos partidos mais pequenos mas não tenho a certeza.
No caso do PS há um segundo cargo com vencimento que é o do Secretário Nacional para a Organização (SNO), uma vez que este é também na prática um cargo a tempo inteiro. Um SNO ao contrário do SG, trabalha essencialmente para o interior da estrutura, uma espécie de director executivo. Na Juventude Socialista este cargo também recebe salário, e presumo que o mesmo se passe nos outros partidos e juventudes partidárias.
Ou seja, no contexto de milhares de pessoas no país que exercem funções político-partidárias, temos uma ou duas dezenas que recebem, proveniente do orçamento dos seus partidos um salário. Entendido?
Volto a fazer a ressalva que uma coisa é o desempenho de funções político-partidárias, outra é o desempenho de funções políticas na Administração Pública, tanto por eleição como por nomeação.
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Eu não aufiro qualquer tipo de remuneração por ser presidente da concelhia do PS de Tomar ou qualquer outro cargo político, tal como não aufiro por ocasionalmente escrever para algum jornal ou por falar de quando em vez na rádio (agora regularmente nas crónicas quinzenais em formato nota do dia, na rádio Hertz). O mesmo acontece com a generalidade dos políticos.
O que não pode ser contudo confundido com o desempenho de funções públicas, a tempo inteiro ou parcial, onde aí sim, como é normal, se aufere um vencimento. Um presidente de câmara ou vereador, um deputado, um ministro e por aí fora.
O ser-se político e o ser-se dirigente político é tal como o ser-se membro de uma qualquer associação ou dirigente associativo. É essencialmente um acto de voluntariado e faz-se na imensa maioria dos casos pela mesma razão: por gosto e abnegação pessoal.
Aliás, para ser mais exacto, muitos dirigentes partidários onde me incluo (como muito dirigentes associativos) não só não recebem como acabam sim por pagar. Seja naquelas coisas indirectas como as deslocações, as refeições, etc, de todos os locais onde temos de ir; como directamente em, por vezes, muitos pequenos ou maiores gastos que o partido (que como sempre digo não é, como qualquer outra organização, uma entidade virtual mas sim o conjunto de pessoas que a cada momento o compõem) precisa no desenvolvimento da sua actividade.
Há, é verdade, cargos puramente político-partidários que são remunerados, pelo próprio partido, mas são excepções: é o caso dos Secretários Gerais (SG) do PS e do PSD quando o partido se encontra na oposição, o que se entende, porque na prática são funções a tempo inteiro. Presumo que o mesmo se passe nos partidos mais pequenos mas não tenho a certeza.
No caso do PS há um segundo cargo com vencimento que é o do Secretário Nacional para a Organização (SNO), uma vez que este é também na prática um cargo a tempo inteiro. Um SNO ao contrário do SG, trabalha essencialmente para o interior da estrutura, uma espécie de director executivo. Na Juventude Socialista este cargo também recebe salário, e presumo que o mesmo se passe nos outros partidos e juventudes partidárias.
Ou seja, no contexto de milhares de pessoas no país que exercem funções político-partidárias, temos uma ou duas dezenas que recebem, proveniente do orçamento dos seus partidos um salário. Entendido?
Volto a fazer a ressalva que uma coisa é o desempenho de funções político-partidárias, outra é o desempenho de funções políticas na Administração Pública, tanto por eleição como por nomeação.
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terça-feira, novembro 30, 2010
já tardava...
Há muito que eu digo e escrevo que até a pequena e interior vila de Ferreira do Zêzere nos há-de de dar lições.
Bom, se não foi antes (mas foi, basta lembrar que eles têm um Posto de Atendimento ao Cidadão, e por cá a câmara nunca quis sequer falar disso), esse dia chegou:
"Novo mercado de Ferreira do Zêzere abre dia 6 de Dezembro", noticia o Mirante Online.
Bom, se não foi antes (mas foi, basta lembrar que eles têm um Posto de Atendimento ao Cidadão, e por cá a câmara nunca quis sequer falar disso), esse dia chegou:
"Novo mercado de Ferreira do Zêzere abre dia 6 de Dezembro", noticia o Mirante Online.
segunda-feira, novembro 29, 2010
usadas novidades do regresso
Ora pois, estavam com saudades minhas, ora confessem lá! A avaliar pelo número de visitas ao blogue que não diminuiu, e pelo número de chamadas anónimas que embora regulares há vários anos aumentou muito nos últimos dias... (Como se eu fosse mesmo atender chamadas anónimas estando fora do país!...) Sim há vários anos que eu recebo chamadas anónimas em períodos regulares, daquelas que ninguém responde do outro lado. O que se há-de fazer, fans desocupado(a)s! ... : (- Alguns partilham o espaço entre o telemóvel e a internet. Sim, eu bem sei que as chamadas não vêem todas do mesmo sítio nem pelas mesmas razões.
Bom, seja como for lá deixei Nova Iorque. Quando tiver tempo de as carregar (sim, porque são poucas...) eu partilho umas fotos e umas experiências que as acompanhem. (Esta não é minha mas sim surripada da net, que eu já me deixei de fotos artísticas, e está bom de ver que esta já é antiga - há ali umas torres a mais...)
Para já e saboreado o regresso é tempo de voltar ao trabalho que há-de ser muito este mês, ainda para mais com dias roubados pelas festividades.
Para mim o regresso é mesmo um dos melhores momentos das viajens - o que hei-de fazer, é aqui que gosto de estar! E depois, mesmo que só por 7 ou 8 dias, há sempre aquela ingénua ilusão (até porque os dias passados em viagem de descoberta são muito intensos e parecem durar muito mais tempo), de ver o que possa estar diferente. Claro no caso de Tomar é mesmo bom que não haja muitas diferenças, que quando as há normalmente não são coisa boa.
Pronto, o Natal está mesmo aí, anuncia-se em todo lado (quer dizer, todo não porque há sítios onde, bem, se decidiu poupar nas luzes e afins), mas há que tentar esquecer essas distrações porque há trabalho urgente na escola, há uma tese que tem de acelerar velocidade e outros trabalhos para concluir, e... parece-me que me falta qualquer coisa... o que tenho eu mais que não me dá descanso? - Ah pois... também há a política.
Enfim, sem surpresa, que o que tem de ser tem de ser, lá por Lisboa já se aprovou o Orçamento. Por cá, bom... Dezembro nem sempre é um mês tão frio como parece..
Visão e capacidade, ter e não ter.
Depois de inovar em vários aspectos a que muitos chamariam desperdícios ou loucuras, outros como eu chamam visão e coragem, como o Observatório do Centro Ciência Viva ou o Parque Ambiental de Santa Margarida, com resultados bem visíveis para quem conhece, a vila de "Constância vai ter um borboletário", noticia O Templário online.
Em Tomar, como é costume, também...
página do Município de Constância (e já agora comparar com a actualidade da do município de Tomar...)
Em Tomar, como é costume, também...
página do Município de Constância (e já agora comparar com a actualidade da do município de Tomar...)
estranhas decisões
Lembro-me sempre do projecto para um lar na antiga discoteca Excêntrica que alegadamente não foi em frente porque a Câmara exigiu no projecto 200 lugares de estacionamento. Há aliás outros projectos que não avançaram ou ficaram e ficam ainda condicionados por resquícios desse tempo.
Já para o previsto hotel no cruzamento da antiga Aral, com 101 quartos, ginásio, lojas... só se exigiram 48. No tempo de Antonio Paiva, esse que alguns ainda teimam contra todas as evidências ter sido bom presidente de câmara, tomavam-se decisões muito estranhas....
notícia n' O Templário Online
Já para o previsto hotel no cruzamento da antiga Aral, com 101 quartos, ginásio, lojas... só se exigiram 48. No tempo de Antonio Paiva, esse que alguns ainda teimam contra todas as evidências ter sido bom presidente de câmara, tomavam-se decisões muito estranhas....
notícia n' O Templário Online
quinta-feira, novembro 25, 2010
no time to waste time
Sim, sim, já voltei, mas agora não tenho tempo para escrever... e se calhar paciência.
Este blogue segue dentro de momentos... ou dias.
domingo, novembro 14, 2010
ny
Sem escola, sem política, sem mestrado, sem computador, sem internet, sem email´s, sem telemóvel...Férias são férias - há coisas boas em Agosto, há outras melhores no resto do ano.
Nos próximos dias, se alguém me quiser encontrar vai ter de procurar muito!
Mas eu dou uma ajuda, embora apenas pesquisa prévia é possível que possa estar algures neste roteiro... ou não.
http://www.iloveny.com/
http://www.novayork.com/
Big Aple Hostel
New York Philharmonic
Carnegie Hall
http://www.newyorktheatreguide.com/whatson/index.htm
Mapa dos teatros da Broadway
http://www.theaddamsfamilymusical.com/
(MET) The Metropolitan Museam of Art
(MoMA) The Modern Museam of Art
Mapa do MetroTempo
Dicas
Electronic System for Travel Authorization
sábado, novembro 13, 2010
33
"DIA 13 ............ DIA DA PERÍCIA
O nativo deste dia é meticuloso, autoritário, sistemático, prático, econômico, trabalhador incansável, sempre lutando em prol dos seus objetivos, não poupando esforços para atingi-los. Como o nome do dia sugere (dia da Perícia), é tremendamente hábil em reformas, em transformações e mudanças, quando estas são de seu interesse.
Ousado e dinâmico, prefere fazer acontecer a esperar. É hábil em trabalhos manuais (consertos e reparos), mesmo que estes exijam conhecimentos técnicos, pois com simples observação consegue adquirir a capacidade técnica para os consertar. É alegre e talentoso, podendo se sair bem em profissões artísticas ou de entretenimento.. É justo, bondoso e fica muito chateado quando pressente ou constata que alguém foi injustiçado e também se revolta com as competições desleais ou quando alguém é enganado.
É muito amoroso, mas encontra certa dificuldade em expressar seus sentimentos. É prestativo, dedicado, bom amigo, mas quase nunca expressa essas emoções, parecendo isto sim, indiferente, frio, materialista e calculista, reprimindo seus sentimentos, sejam eles de dor, decepções ou mesmo de alegria.
Não sabe viver sem amor, carinho e afeto. Porém, como não expressa esses sentimentos, poucos o compreendem e o conhecem realmente.
A sua vida é pautada pelos negócios, pela dedicação à profissão (de preferência em indústrias de grande porte, construção civil ou administração pública), pois sendo íntegro, organizado, honesto e eficiente, rapidamente consegue um lugar de destaque nesses campos. Contrariedades e decepções, principalmente com parentes e amigos, podem lhe causar dores de cabeça, problemas na fala e no sistema respiratório; porém, consegue superar esses inconvenientes de modo admirável."
Já não sei quem me enviou isto, como se eu ligasse alguma a esta coisa dos signos, mas como isto parece sempre escrito à medida...
Como esta, que, à parte o autoritário (ainda que alguns o afirmem de mim, eu até acho que o deveria ser às vezes, mas acho que nunca o fui) e particularmente a da "vida pautada pelos negócios" que saiu completamente ao lado, tudo o resto, numa auto análise, parece ter sido escrito para mim.
"Poucos o compreendem e o conhecem realmente" chega a ser quase um lema de vida.
O nativo deste dia é meticuloso, autoritário, sistemático, prático, econômico, trabalhador incansável, sempre lutando em prol dos seus objetivos, não poupando esforços para atingi-los. Como o nome do dia sugere (dia da Perícia), é tremendamente hábil em reformas, em transformações e mudanças, quando estas são de seu interesse.
Ousado e dinâmico, prefere fazer acontecer a esperar. É hábil em trabalhos manuais (consertos e reparos), mesmo que estes exijam conhecimentos técnicos, pois com simples observação consegue adquirir a capacidade técnica para os consertar. É alegre e talentoso, podendo se sair bem em profissões artísticas ou de entretenimento.. É justo, bondoso e fica muito chateado quando pressente ou constata que alguém foi injustiçado e também se revolta com as competições desleais ou quando alguém é enganado.
É muito amoroso, mas encontra certa dificuldade em expressar seus sentimentos. É prestativo, dedicado, bom amigo, mas quase nunca expressa essas emoções, parecendo isto sim, indiferente, frio, materialista e calculista, reprimindo seus sentimentos, sejam eles de dor, decepções ou mesmo de alegria.
Não sabe viver sem amor, carinho e afeto. Porém, como não expressa esses sentimentos, poucos o compreendem e o conhecem realmente.
A sua vida é pautada pelos negócios, pela dedicação à profissão (de preferência em indústrias de grande porte, construção civil ou administração pública), pois sendo íntegro, organizado, honesto e eficiente, rapidamente consegue um lugar de destaque nesses campos. Contrariedades e decepções, principalmente com parentes e amigos, podem lhe causar dores de cabeça, problemas na fala e no sistema respiratório; porém, consegue superar esses inconvenientes de modo admirável."
Já não sei quem me enviou isto, como se eu ligasse alguma a esta coisa dos signos, mas como isto parece sempre escrito à medida...
Como esta, que, à parte o autoritário (ainda que alguns o afirmem de mim, eu até acho que o deveria ser às vezes, mas acho que nunca o fui) e particularmente a da "vida pautada pelos negócios" que saiu completamente ao lado, tudo o resto, numa auto análise, parece ter sido escrito para mim.
"Poucos o compreendem e o conhecem realmente" chega a ser quase um lema de vida.
quinta-feira, novembro 11, 2010
valha-me deus por ser ateu
"Americana congelada ressuscita dois dias depois", diz essa referência do jornalismo que é o Correio da Manhã
adeus, senhor do adeus
Faleceu o "senhor do adeus" (João Manuel Serra), a carismática figura que quem vive em Lisboa ou lá se desloca de forma regular conhecia certamente. Praticamente todos os dias, há muitos anos, ali estava junto ao Saldanha a acenar a quem passava. Eu, que tenho fascínio por tais figuras, não só também o cumprimentava quando por ali passava, com falei com ele duas ou três vezes quando por lá estava mais tempo.
Era realmente uma figura muito peculiar, que julgo ter até já servido de inspiração para alguns escritores, mas quem achar que era simplesmente um maluco pode saber mais sobre ele no blogue de que era co-autor (http://senhordoadeus.blogs.sapo.pt/).
A vida em sociedade também se faz destas figuras que acabam por dar um outro colorido às existências dos outros.
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Era realmente uma figura muito peculiar, que julgo ter até já servido de inspiração para alguns escritores, mas quem achar que era simplesmente um maluco pode saber mais sobre ele no blogue de que era co-autor (http://senhordoadeus.blogs.sapo.pt/).
A vida em sociedade também se faz destas figuras que acabam por dar um outro colorido às existências dos outros.
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terça-feira, novembro 09, 2010
Contentor do ATL da Linhaceira...
| ... é notícia no Público, escreve O Templário Online. Pois, se as prioridades dos gastos públicos fossem as certas, ou pelo menos claras e bem explicadas, talvez coisas destas não acontecessem. A começar em algumas Juntas de Freguesia que gastam os orçamentos em almoços e passeios de idosos! A Política e a boa gestão pública é saber que não chegando os recursos para tudo, é preciso definir prioridades. |
domingo, novembro 07, 2010
pura economia
Teoricamente isto saiu no Financial Times. Não creio que seja verdade. Ainda assim, talvez pela hora, parece-me muito inteligente. Os pássaros já chilreiam lá fora, talvez seja hora de ir dormir.
E-mail duma rapariga ao jornal:
Sou uma rapariga linda de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Pretendo casar-me com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas indicações?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão fazer-me morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! Não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que fez ela e que eu não fiz? Qual a estratégia correcta? Como posso eu chegar ao nível dela?
"(Raphaella S.)"
Resposta do editor do jornal:
Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou a tomar o seu tempo à toa.
Posto isto, considero os factos da seguinte forma :
"Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio. Eis porquê: deixando os floreados de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas, isto é, você entra com a beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas tem um problema. Com toda a certeza, com o tempo, a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará a aumentar. Assim, em termos económicos, você é um activo a sofrer depreciação e eu sou um activo a render dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre também uma depreciação progressiva, ou seja, sempre a aumentar!
Explicando melhor: você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano que passa. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que se tornou num caco. Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada. Usando a linguagem de Wall Street, quem a tiver hoje deve mantê-la como "trading position" (posição para comercializar) e não como "buy and hold" (compre e retenha), que é o que você oferece.
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um "buy and hold") com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a pensar é namorar.
Mas, já a pensar e para certificar-me do quão "articulada", com classe e maravilhosamente linda você é, eu, na condição de provável futuro locatário dessa "máquina", quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio. Podemos marcar?"
dedicado a todos os meus amigos economistas que não tem a culpa do estado da dita
E-mail duma rapariga ao jornal:
Sou uma rapariga linda de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Pretendo casar-me com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas indicações?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão fazer-me morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! Não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que fez ela e que eu não fiz? Qual a estratégia correcta? Como posso eu chegar ao nível dela?
"(Raphaella S.)"
Resposta do editor do jornal:
Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou a tomar o seu tempo à toa.
Posto isto, considero os factos da seguinte forma :
"Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio. Eis porquê: deixando os floreados de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas, isto é, você entra com a beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas tem um problema. Com toda a certeza, com o tempo, a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará a aumentar. Assim, em termos económicos, você é um activo a sofrer depreciação e eu sou um activo a render dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre também uma depreciação progressiva, ou seja, sempre a aumentar!
Explicando melhor: você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano que passa. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que se tornou num caco. Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada. Usando a linguagem de Wall Street, quem a tiver hoje deve mantê-la como "trading position" (posição para comercializar) e não como "buy and hold" (compre e retenha), que é o que você oferece.
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um "buy and hold") com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a pensar é namorar.
Mas, já a pensar e para certificar-me do quão "articulada", com classe e maravilhosamente linda você é, eu, na condição de provável futuro locatário dessa "máquina", quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio. Podemos marcar?"
dedicado a todos os meus amigos economistas que não tem a culpa do estado da dita
sexta-feira, novembro 05, 2010
"O mundo não gira à tua volta. E se gira, estás bêbedo."
É uma daquelas que eu gostava que fosse de minha autoria, mas infelizmente não é. Acho que a li ou ouvi, assim qualquer coisa parecida com isto, algures. Era para dedicar novamente aos opinantes políticos nabantinos do facebook e dos blogues, particularmente os anónimos, mas dar protagonismo a quem não o merece também tem limites.
Mais vale dedicar à malta amiga lembrando que hoje... hoje meus amigos, é sexta-feira!
É uma daquelas que eu gostava que fosse de minha autoria, mas infelizmente não é. Acho que a li ou ouvi, assim qualquer coisa parecida com isto, algures. Era para dedicar novamente aos opinantes políticos nabantinos do facebook e dos blogues, particularmente os anónimos, mas dar protagonismo a quem não o merece também tem limites.
Mais vale dedicar à malta amiga lembrando que hoje... hoje meus amigos, é sexta-feira!
para que conste
Este texto foi escrito privadamente a alguém no facebook, mas como na breve resposta, a personagem em causa provou a minha tese, mostrando não perceber ou não querer perceber, e pior ainda, numa atitude típica dos fracos e sem argumentos, acusando os outros daquilo que é sim a sua prática, aqui fica agora para minha memória futura, e para que conste:
Sr..........
É evidente que é alguém ligado ao PSD, e alguém que vê a política de forma clubística.
Tenho pena que uma boa parte dos dirigentes políticos, e até muitos cidadãos em geral tenham essa postura. Não é a minha, e noutros países mais evoluídos que o nosso a generalidade das pessoas não age assim.
Felizmente conheço muitas pessoas no meu partido e noutros que não agem assim, e com essas é um prazer discutir os diferentes pontos de vista, opinião, ideologia. Prezo aliás muito quem tem opinião concreta, fundamentada, e a assume, e se é igual à minha ou diferente não é o que importa. Não tenho nada a provar a ninguém, muito menos a quem nem a identidade assume, mas é fácil verificar que já muitas vezes elogiei publicamente pessoas de outros partidos da mesma forma que critiquei pessoas ligadas ao meu. Isso sim, é ser sério em política.
Em todo caso, por essa atitude clubística que demonstra, bem sei que nunca vai concordar, fazendo mesmo por desvirtuar tudo o que eu diga. Bem atestando aliás a justeza dum lema que normalmente sigo e que só em momentos de menor paciência ou tolerância como no presente, acabo por olvidar: "Nunca te justifiques, os amigos não precisam, os inimigos nunca aceitarão".
Apesar disso tenho de dizer: não sou incoerente, o que afirmo pratico, onde é que verdadeiramente me viu tratar mal as pessoas e as suas opiniões? Acha que repor a verdade é tratar mal alguém? Acha que dizer que aquilo que alguns tentam fazer passar por factos não o são, é desrespeitar opiniões?
Acha que chamar palhaçada ou disparate ao circo montado por pessoas ligadas ao PSD e outras forças, algumas com muita responsabilidade, em torno do episódio "Lobo Antunes" que nada tem que ver com política é ofender alguém?
Política senhor, a tal política séria, é tratar dos assuntos que afectam as pessoas, aquelas matérias que verdadeiramente as preocupam. Tudo o resto são novelas para entreter meia dúzia de desocupados com muito tempo para gastar em frente ao computador, mas que nada dizem a quem vive no mundo real.
Esta é a verdade, por mais que lhe doa, por mais que a ignore, por mais que a tente mascarar de outra coisa qualquer.
E já agora uma nota pessoal: não pense que me deixo arrastar para a lama. Quem tem coluna vertebral e dorme de consciência tranquila, anda sempre de cara limpa e sem medo.
Um dia, talvez perceba que é isso que as pessoas esperam dos políticos.
Sr..........
É evidente que é alguém ligado ao PSD, e alguém que vê a política de forma clubística.
Tenho pena que uma boa parte dos dirigentes políticos, e até muitos cidadãos em geral tenham essa postura. Não é a minha, e noutros países mais evoluídos que o nosso a generalidade das pessoas não age assim.
Felizmente conheço muitas pessoas no meu partido e noutros que não agem assim, e com essas é um prazer discutir os diferentes pontos de vista, opinião, ideologia. Prezo aliás muito quem tem opinião concreta, fundamentada, e a assume, e se é igual à minha ou diferente não é o que importa. Não tenho nada a provar a ninguém, muito menos a quem nem a identidade assume, mas é fácil verificar que já muitas vezes elogiei publicamente pessoas de outros partidos da mesma forma que critiquei pessoas ligadas ao meu. Isso sim, é ser sério em política.
Em todo caso, por essa atitude clubística que demonstra, bem sei que nunca vai concordar, fazendo mesmo por desvirtuar tudo o que eu diga. Bem atestando aliás a justeza dum lema que normalmente sigo e que só em momentos de menor paciência ou tolerância como no presente, acabo por olvidar: "Nunca te justifiques, os amigos não precisam, os inimigos nunca aceitarão".
Apesar disso tenho de dizer: não sou incoerente, o que afirmo pratico, onde é que verdadeiramente me viu tratar mal as pessoas e as suas opiniões? Acha que repor a verdade é tratar mal alguém? Acha que dizer que aquilo que alguns tentam fazer passar por factos não o são, é desrespeitar opiniões?
Acha que chamar palhaçada ou disparate ao circo montado por pessoas ligadas ao PSD e outras forças, algumas com muita responsabilidade, em torno do episódio "Lobo Antunes" que nada tem que ver com política é ofender alguém?
Política senhor, a tal política séria, é tratar dos assuntos que afectam as pessoas, aquelas matérias que verdadeiramente as preocupam. Tudo o resto são novelas para entreter meia dúzia de desocupados com muito tempo para gastar em frente ao computador, mas que nada dizem a quem vive no mundo real.
Esta é a verdade, por mais que lhe doa, por mais que a ignore, por mais que a tente mascarar de outra coisa qualquer.
E já agora uma nota pessoal: não pense que me deixo arrastar para a lama. Quem tem coluna vertebral e dorme de consciência tranquila, anda sempre de cara limpa e sem medo.
Um dia, talvez perceba que é isso que as pessoas esperam dos políticos.
quinta-feira, novembro 04, 2010
quase perfeito perfeito
Depois de um concerto sublime de Michael Bublé e sua banda (de facto, ter voz e saber cantar, ter uma banda de excelentes músicos, e saber montar um espectáculo de superior bom gosto, faz uma certa diferença no mundo artístico), nada como passar a noite a ler, que eu já durmo pouco, e fora de casa ainda menos.
De entre os livros que disponíveis aqui na casa alfacinha que hoje me deu albergue estava este O Bom Inverno, o último romance de um jovem autor português que já andava na minha lista de espera: João Tordo, o último vencedor do Prémio Saramago.
O livro foi de uma assentada, e cereja no bolo, amanhecer em Lisboa sem bateria no telemóvel nem ter como carregá-la.
Para ser mesmo mesmo perfeito, era hoje ser domingo. Mas não se pode ter tudo.

De entre os livros que disponíveis aqui na casa alfacinha que hoje me deu albergue estava este O Bom Inverno, o último romance de um jovem autor português que já andava na minha lista de espera: João Tordo, o último vencedor do Prémio Saramago.
O livro foi de uma assentada, e cereja no bolo, amanhecer em Lisboa sem bateria no telemóvel nem ter como carregá-la.
Para ser mesmo mesmo perfeito, era hoje ser domingo. Mas não se pode ter tudo.

segunda-feira, novembro 01, 2010
voz e swing
Nesta quarta à noite lá estarei no Pavilhão Atlântico a ouvir o sinatra dos nossos tempos, esperando que o Michael cante mais destas boas músicas, e menos daquelas coisas comerciais com que ele anda agora a vender discos a senhoras apaixonadas.
sexta-feira, outubro 29, 2010
debate
Hoje entre as 18 e as 20h, debate entre mim e o presidente do PSD de Tomar, José Delgado.
E os céus fecharam-se em cinzento e do alto arremessam copiosamente rios diluvianos que fustigam a terra poluta...
domingo, outubro 24, 2010
filosofias...
"Após o tremor de terra que destruíra três quartos de Lisboa, os sábios do país cogitaram que o meio mais eficaz para prevenir a ruína total da cidade consistia em dar ao povo um rico auto-de-fé. Fora decidido pela Universidade de Coimbra que o espectáculo de várias pessoas queimadas a fogo lento, com grande cerimonial, era um segredo infalível para impedir a terra de tremer.Tinham consequentemente aprisionado um biscainho, acusado de ter casado com a sua comadre, e dois portugueses que, ao comerem um frango, tinham deixado de lado o toucinho. Depois do jantar vieram amarrar o doutor Pangloss e o seu discípulo Cândido, um por ter falado, o outro por ter escutado com ares de aprovação. Ambos foram conduzidos em separado para compartimentos de extrema friagem, nos quais o sol nunca incomodava ninguém. Oito dias passados, ambos foram vestidos de sambenitos e adornaram-lhes as cabeças com mitras de papel. A mitra e o sambenito de Cândido estavam pintados com chamas caídas e diabos sem caudas nem garras; mas os diabos de Pangloss tinham garras e caudas, e as chamas eram direitas. Sairam em procissão assim vestidos, ouvindo ao mesmo tempo um sermão muito patético, e acompanhado de uma bela música em falsete baixo. Cândido foi açoitado ao ritmo da música do cântico: o biscainho e os dois homens que não comiam toucinho foram queimados, e Pangloss foi enforcado, contrariamente ao que se esperava. Nesse dia a terra voltou a tremer com fragor espantoso."
em Cândido, de Voltaire. Um dos meus livros favoritos, aqui com especial dedicatória a António Rebelo.
Nem só de optimismo ou pessimismo vive o homem....
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é domingo...
Enquanto não há Orçamento de Estado, tristezas não pagam dívidas e rir é o melhor remédio...
Uma contribuição do Armando F.
Uma contribuição do Armando F.
sábado, outubro 23, 2010
estou baralhado
Ora, parece que grande assunto da última reunião de câmara foi a discussão entre as vereadoras Graça Costa dos independentes (embora até às últimas autárquicas do PSD) e Rosário Simões do PSD, responsável pelo pelouro da Acção Social, a propósito do espectáculo degradante do sem abrigo que mora nas casas de banho públicas junto à Ermida de São Gregório, logo ali à entrada norte da cidade e do Hotel dos Templários.
Já o presidente da Junta de Freguesia de São João Batista, também independente (embora até às últimas autárquicas do PSD) refere também o assunto em todas as Assembleias Municipais.
Então mas, não foram os independentes (e também o PSD) que apresentaram na última sessão ordinária da AM uma moção de louvor ao trabalho da vereadora?!
Bom, parvoíces à parte, a resposta da vereadora em relação ao assunto continua a ser, tal como o Presidente, ah e tal temos muita pena do senhor, ah e tal através do diálogo, ah e tal não é fácil... blá, blá, blá, desculpas de mau pagador como diz a sabedoria popular.
Ó liderança, ó capacidade de decisão, ó determinação em resolver os problemas, onde andam que não vos vejo ali para aquelas bandas da maioria PSD?!
Com uma câmara a sério, com uma liderança segura, há muito teriam percebido que ter pena do senhor é querer verdadeiramente resolver o problema, e que aceitar o problema é entender a vergonha que aquilo é para a nossa cidade a começar na vergonha que deveria ser para quem nos (des)governa, e que quando os diálogos não funcionam há regras e leis, e uma coisa muito importante chamada interesse público! E pronto, decide-se, e resolve-se.
Se outro sítio não houver, há uma ala psiquiátrica no hospital onde estou certo que tratarão muito bem o senhor. Será que isto é que é ser desumano, ou manter tudo como está ad aeternum?
Já o presidente da Junta de Freguesia de São João Batista, também independente (embora até às últimas autárquicas do PSD) refere também o assunto em todas as Assembleias Municipais.
Então mas, não foram os independentes (e também o PSD) que apresentaram na última sessão ordinária da AM uma moção de louvor ao trabalho da vereadora?!
Bom, parvoíces à parte, a resposta da vereadora em relação ao assunto continua a ser, tal como o Presidente, ah e tal temos muita pena do senhor, ah e tal através do diálogo, ah e tal não é fácil... blá, blá, blá, desculpas de mau pagador como diz a sabedoria popular.
Ó liderança, ó capacidade de decisão, ó determinação em resolver os problemas, onde andam que não vos vejo ali para aquelas bandas da maioria PSD?!
Com uma câmara a sério, com uma liderança segura, há muito teriam percebido que ter pena do senhor é querer verdadeiramente resolver o problema, e que aceitar o problema é entender a vergonha que aquilo é para a nossa cidade a começar na vergonha que deveria ser para quem nos (des)governa, e que quando os diálogos não funcionam há regras e leis, e uma coisa muito importante chamada interesse público! E pronto, decide-se, e resolve-se.
Se outro sítio não houver, há uma ala psiquiátrica no hospital onde estou certo que tratarão muito bem o senhor. Será que isto é que é ser desumano, ou manter tudo como está ad aeternum?
quinta-feira, outubro 21, 2010
domingo, outubro 17, 2010
quinta-feira, outubro 14, 2010
Assembleia Municipal de Tomar
Sessão extraordinária da AM, hoje pelas 17h no salão nobre dos Paços do Concelho, para debater o estado económico e social do concelho.
Como passou a ser habitual, com transmissão rádio e online na rádio Hertz.
Como passou a ser habitual, com transmissão rádio e online na rádio Hertz.
fabuloso
Na voz de Miguel Guilherme com texto de Miguel Esteves Cardoso, até palavrões viram arte.
Mas talvez não seja boa ideia ouvir muito alto, não vá a malta que esteja à volta não ter sentido de humor...
Mas talvez não seja boa ideia ouvir muito alto, não vá a malta que esteja à volta não ter sentido de humor...
tomarices
Noticia O Templário online que o cartaz da Feira de Santa Iria, que começa amanhã em Tomar, está a ser alvo de críticas (embora não se diga por parte de quem...) porque a imagem lembra uma mulher muçulmana.
Há certamente muito a criticar, desde logo por só ontem o cartaz ter começado a ser distribuído o que nos leva a perguntar para quê gastar esse dinheiro se na prática já não vai divulgar grande coisa;
mas essencialmente na feira em si, na forma como é organizada, nas ilegalidades todas que são cometidas, e globalmente, no como uma feira que como tanto mais em Tomar era referência na região, se tornou numa coisa banal igual a todo o lado ou em muitos casos pior.
Agora, criticar a estética do cartaz... só mesmo numa terra onde há muita gentinha sem mais nada para fazer que passa a vida a falar mal dos outros mas sem realmente saber criticar construtivamente o que possa merecer verdadeira crítica.
O gosto é sempre subjectivo, há aliás um filme francês muito interessante que gira à volta do assunto. "O gosto dos outros", vale a pena ver.
Acontece que na minha opinião, e eu tenho obrigação de perceber alguma coisa do assunto, os técnicos de artes gráficas do município já aqui o escrevi, nem sei quem são mas são do melhor que por aí há nas autarquias.
Este cartaz até pode não ser dos melhor conseguidos, mas a mim, a senhora tanto me parece uma muçulmana como uma qualquer pastorinha de Fátima.
Em todo o caso, a quem foi buscar essa da muçulmana, talvez fosse bom explicar que até acontece que a lenda de Santa Iria é uma lenda moura. Aliás, o fenómeno de "fátima" também nasce nessas paragens.
A história e a cultura sempre mostraram servir para alguma coisa, nem que mais não seja, perceber quando se deve estar calado.
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Há certamente muito a criticar, desde logo por só ontem o cartaz ter começado a ser distribuído o que nos leva a perguntar para quê gastar esse dinheiro se na prática já não vai divulgar grande coisa;
mas essencialmente na feira em si, na forma como é organizada, nas ilegalidades todas que são cometidas, e globalmente, no como uma feira que como tanto mais em Tomar era referência na região, se tornou numa coisa banal igual a todo o lado ou em muitos casos pior.
Agora, criticar a estética do cartaz... só mesmo numa terra onde há muita gentinha sem mais nada para fazer que passa a vida a falar mal dos outros mas sem realmente saber criticar construtivamente o que possa merecer verdadeira crítica.
O gosto é sempre subjectivo, há aliás um filme francês muito interessante que gira à volta do assunto. "O gosto dos outros", vale a pena ver.
Acontece que na minha opinião, e eu tenho obrigação de perceber alguma coisa do assunto, os técnicos de artes gráficas do município já aqui o escrevi, nem sei quem são mas são do melhor que por aí há nas autarquias.
Este cartaz até pode não ser dos melhor conseguidos, mas a mim, a senhora tanto me parece uma muçulmana como uma qualquer pastorinha de Fátima.
Em todo o caso, a quem foi buscar essa da muçulmana, talvez fosse bom explicar que até acontece que a lenda de Santa Iria é uma lenda moura. Aliás, o fenómeno de "fátima" também nasce nessas paragens.
A história e a cultura sempre mostraram servir para alguma coisa, nem que mais não seja, perceber quando se deve estar calado.
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terça-feira, outubro 12, 2010
vozes sábias
Excelente programa ontem, o Prós&Contras na RTP.É um prazer ouvir os três ex-presidentes (não porque são muito melhores que o actual, isso não é novidade nenhuma) pela capacidade oratória, pela lucidez de pensamento e capacidade de ver o país e o mundo, mas acima de tudo pela visão optimista de quem sabe que não é com pessimismos que se fazem mudanças, que se caminha para o progresso, que se melhora o país e o mundo.
E depois andamos a ser impingidos por tudo o que é comunicação social, por figuras cinzentas que na verdade pouco de bom alguma vez fizeram e que de tanto dizer mal e nada de bom apontar acabam por cair no ridículo, papagaios falantes aos quais ninguém liga, com jeito para o drama e o humor negro. Figuras hoje que têm como símbolo maior Medina Carreira, o paladino do pessimismo,figuras que só lembram aquele "ser" português para sempre imortalizado por Camões na figura do velho do Restelo. Aqueles que farão com que quem ouvidos lhes der, jamais parta a navegar, jamais descubra nova terra, jamais faça "fortuna" ou do seu país um império.
E não é disso que o país precisa, felizmente que há muito quem vá à luta todos os dias, quem não desita com os obstáculos, quem veja além das condicionantes do momento e das vozes agoirentas e com o seu labor tenha os olhos postos no futuro. Sempre foi assim, provavelmente sempre será. Há os que fazem, há os que não fazem, e há os que comentam.
segunda-feira, outubro 11, 2010
1º Aniversário da AAA Liceu/ESSMO Tomar
Ainda não é desta que consigo ir, vou ter de estar por Benavente, no Congresso Distrital do PS.
Para todos os outros ex-alunos, aconselha-se a participação nas actividades do 1º ano da Associação dos Antigos Alunos do Liceu/ESSMO de Tomar.
Seis anos que já foram há tanto tempo.
Entre mais, não perder a exposição da Engrácia Cardoso, artista plástica de vulto nacional, e também ela ex-aluna, ainda para mais da melhor turma de artes que já passou naquela escola: a minha :)
As inscrições deverão ser feitas para: antigosalunosliceuessmotom ar@gmail.com
(clicar na imagem para ampliar)
Para todos os outros ex-alunos, aconselha-se a participação nas actividades do 1º ano da Associação dos Antigos Alunos do Liceu/ESSMO de Tomar.
Seis anos que já foram há tanto tempo.
Entre mais, não perder a exposição da Engrácia Cardoso, artista plástica de vulto nacional, e também ela ex-aluna, ainda para mais da melhor turma de artes que já passou naquela escola: a minha :)
As inscrições deverão ser feitas para: antigosalunosliceuessmotom
(clicar na imagem para ampliar)
domingo, outubro 10, 2010
sacrilégio :)
Res Publica
(artigo publicado a 8 do presente no jornal Cidade de Tomar. Embora escrito há mais tempo.)
Com influência anterior da Grécia antiga, vem dos romanos a expressão que dá título a este texto. Quer dizer algo como “coisa pública” ou “coisa do povo” e anda normalmente de mãos dadas com outro termo muito importante: a Democracia.
Com influência anterior da Grécia antiga, vem dos romanos a expressão que dá título a este texto. Quer dizer algo como “coisa pública” ou “coisa do povo” e anda normalmente de mãos dadas com outro termo muito importante: a Democracia.
Em Portugal, a Implantação da República cujo centenário comemoramos no próximo dia 5, resultou do golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português com forte influência e participação de outras forças progressistas como a Maçonaria ou a Carbonária, pondo assim fim ao sistema de Monarquia Constitucional então existente.
Além de razões ideológicas, várias eram as questões políticas e da governação que impeliram as vontades dos revolucionários e fizeram colapsar esse regime. A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos (a célebre questão do “mapa cor de rosa”, que veio a dar origem ao poema A Portuguesa, depois usado em parte para o hino da República); os gastos elevados da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social com a sucessão de governos fracos e que viria a findar na breve ditadura de João Franco que durou quase até ao fim da monarquia.
A República apresentava-se então como o regime que seria capaz de voltar a dar a Portugal algum do prestígio há muito perdido e um caminho de progresso que até então fugia ao país. É dificilmente contestável para quem analise a história, o facto de que foram as últimas décadas da monarquia, a par com os mais recentes quase cinquenta anos do regime salazarista, aqueles que mais atrasaram o país e o afastaram da frente de desenvolvimento europeu.
A passagem da monarquia para a República marca uma mudança essencial na filosofia da existência do ser humano: a passagem da condição de súbdito de alguém, tendo esse alguém adquirido essa condição de soberano apenas por ter “nascido rei”, para a condição de cidadão igual aos demais perante o Estado, em direitos e deveres, em liberdades e garantias – a filosofia difundida com a revolução francesa, em que todos os homens nascem livres e iguais. É verdade que esse caminho não foi imediato, várias têm sido as conquistas ao longo dos anos, algumas só já nos fins do século 20: a igualdade de género, por exemplo nas questões laborais ou mesmo entre cônjuges; a universalidade do direito de voto, a laicização do Estado.
E esse é um caminho em permanente construção, tal como a Liberdade não pode ser nunca entendida como uma verdade adquirida, mas como uma conquista que permanentemente deve ser defendida. Especialmente no que toca aos direitos e garantias de grupos minoritários, sempre mais difíceis de transmitir à maioria os cidadãos e que a todo o momento vão sendo alargados. Basta lembrar por exemplo, que só recentemente todos os cidadãos independentemente da sua orientação sexual, passaram a ser iguais perante a Lei no que toca ao casamento. Ou que para ter direito ao divórcio, basta que um dos cônjuges o deseje – o que a mim sempre me pareceu evidente, mas para a Lei não era.
É por isso e mais que todos sabemos ou deveríamos saber, que nos nossos 100 anos de República nem todos foram verdadeiramente de Democracia, nem todos foram de progresso. Foram conturbados os primeiros anos do século 20 português, também influenciados pelo que pelo mundo se passou: as guerras mundiais; a grave crise económica e social de 1929 (a Grande Depressão), a maior até à que agora vivemos; como foram conturbados os primeiros anos do pós 25 de Abril, especialmente durante o PREC. E temos de recordar que metade do século republicano que agora comemoramos foram vividos numa espécie de ditadura – e digo “espécie” porque para se fazer uma avaliação justa não poderemos dizer que tudo foi mau, admitindo que ao menos nos primeiros anos da governação de Salazar houve aspectos positivos, na estabilização económica do país por exemplo.
A centenária República do nosso já quase milenar país, esteve assim longe de ser perfeita. Mas é verdade que muito se passou nestes 100 anos e devemos lembrá-lo. No acesso universal à educação, à saúde, aos direitos laborais, no direito à reforma, no direito ao ócio ou lazer, no acesso à cultura, na liberdade religiosa, na qualidade de vida em geral. Claro que poderá ter havido alguns exageros, a todo o momento é preciso criar equilíbrios no sistema, é difícil pensar em alguns direitos se não houver dinheiro para comer. O Estado somos todos.
Talvez por isso, talvez por nada, os pessimistas do costume e um certo negativismo português dirá: isto está é cada vez pior, ganhamos mal, trabalhamos muito, reformamo-nos tarde, etc. Mas qualquer análise isenta mostrará que não é assim, basta a qualquer um de nós olhar à volta e reflectir, pensar como viviam os nossos pais, os nossos avós. Como eram as suas casas e o que lá tinham, o que comiam, o que vestiam, o que sabiam do mundo; quantas crianças morriam à nascença, quantos morriam por doenças estúpidas, quantos morriam em guerras que não entendiam; qual era a esperança média de vida; como eram as suas profissões, quantas horas trabalhavam, o que faziam nos (poucos) tempos livres, e por aí fora.
Há evidentemente muito a fazer, como redescobrir o papel de Portugal no mundo. Abandonar esta posição de periferia em que sistematicamente nos colocamos – durante a ditadura “orgulhosamente sós” a querer ser grandes com as colónias esquecendo o resto do mundo; depois de 1974 a querer muito ser europeus e só para aí voltados.
Esquecemos tantas vezes as lições da história, por exemplo que só fomos minimamente “grandes” quando fomos um dos centros do mundo, quando no tempo áureo das descobertas éramos porto de chegadas e partidas. Só o movimento produz algo. O mesmo podemos aplicar a qualquer região, cidade, aldeia. Como a Tomar, que por várias razões perdeu a sua centralidade e chegou ao século 21 numa espécie de periferia onde as pessoas se deslocam como a um museu. Felizmente parecem começar a existir a vários níveis, ainda ténues é certo, mas alguns sinais de mudança. Ou ao menos a consciência da necessidade de mudar. E assim é também no país, que não quer deixar de ser europeu, mas que cada vez mais tenta ser uma porta da velha Europa para África e para a América brasileira, tirando partido deste grande espaço mundial que é o da Língua Portuguesa.
Por tanto mais, a República deve ser comemorada, estimulada. “E pur si mouve”, diria Galileu, “e no entanto ela move-se”. Assim é com a nossa sociedade, lentamente, umas vezes mais que outras, mas o progresso existe.
Será sempre preciso defender a República, a Democracia, a Liberdade. Por vezes de ameaças veladas, mascaradas, como os que querem transformar direitos que devem ser de todos, em regalias que variam consoante a conta bancária. Basta ver o que alguns agora propõem para alterações na nossa lei fundamental, a Constituição.
Ou como algumas tendências demagógicas baseadas em populismo boçal, que pretendem fazer esquecer coisas essenciais: em Democracia somos governados por representantes eleitos – não por técnicos, não por conselhos de administração, não por homens providenciais, não por regras de mercados desregulados.
A todo o momento, sublinho, deve cada um de nós, no seio das nossas comunidades, nos nossos locais de trabalho, estimular a República e a Democracia, e só assim manteremos vivos e actuantes os ideais de 5 de Outubro de 1910, os da Liberdade, da Igualdade, da Fraternidade, na demanda do timbre da Justiça e da Verdade, da Honra e do Progresso. E sonhando com o futuro, sempre, porque “sempre que o Homem sonha, o mundo pula e avança”.
quinta-feira, outubro 07, 2010
a tão pedida responsabilidade
Acabei de escrever este comentário no facebook dirigido ao PSD Tomar e em particular ao vice-presidente Ricardo Lopes, e fica aqui para memória futura:
Ó Ricardo, eu não gosto de discutir assuntos sérios neste tipo de espaços, mas começa a ser demais. Francamente esperava mais de vocês, pensava que trouxessem uma lufada de ar fresco ao PSD, quando afinal estão a fazer pior do que estava.
Se se deixassem de palhaçada e quisessem assumir as responsabilidades com seriedade.
Há um ano que o PS espera que o PSD cumpra aquilo com que se comprometeu quando convidou o PS para trabalhar em conjunto: discutir, mediar, trabalhar.
Mas até hoje, da parte da direcção política do PSD em Tomar veio ZERO.
Talvez devessem ler o acordo que pediram e assinaram, está na página do PS.
Que direcção política são vocês que até para dialogar com os vossos autarcas têm constantemente de mandar recados via comunicação social? Estão mesmo convencidos que é assim que se faz política séria? Que vão chegar a bom porto?
Estão-se a meter num beco sem saída é o que é. E a responsabilidade é exclusiva da direcção do PSD de Tomar.
Se não estão interessados em cumprir com aquilo a que se comprometeram, e em ver além das disputas e das divergêngias, mas se estão interessados apenas em jogos de política menor, pronto, é problema vosso e arcarão com as consequências.
Mas ao menos assumam as coisas, com responsabilidade, com coragem, e sem meias palavras.Os tomarenses e a causa pública merecem outra atitude e outro respeito. Porque ganhar eleições queremos todos, mas isso é outro assunto.
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Ó Ricardo, eu não gosto de discutir assuntos sérios neste tipo de espaços, mas começa a ser demais. Francamente esperava mais de vocês, pensava que trouxessem uma lufada de ar fresco ao PSD, quando afinal estão a fazer pior do que estava.
Se se deixassem de palhaçada e quisessem assumir as responsabilidades com seriedade.
Há um ano que o PS espera que o PSD cumpra aquilo com que se comprometeu quando convidou o PS para trabalhar em conjunto: discutir, mediar, trabalhar.
Mas até hoje, da parte da direcção política do PSD em Tomar veio ZERO.
Talvez devessem ler o acordo que pediram e assinaram, está na página do PS.
Que direcção política são vocês que até para dialogar com os vossos autarcas têm constantemente de mandar recados via comunicação social? Estão mesmo convencidos que é assim que se faz política séria? Que vão chegar a bom porto?
Estão-se a meter num beco sem saída é o que é. E a responsabilidade é exclusiva da direcção do PSD de Tomar.
Se não estão interessados em cumprir com aquilo a que se comprometeram, e em ver além das disputas e das divergêngias, mas se estão interessados apenas em jogos de política menor, pronto, é problema vosso e arcarão com as consequências.
Mas ao menos assumam as coisas, com responsabilidade, com coragem, e sem meias palavras.Os tomarenses e a causa pública merecem outra atitude e outro respeito. Porque ganhar eleições queremos todos, mas isso é outro assunto.
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informar em tempos de poupança
Na última Assembleia Municipal o PS apresentou por minha voz a proposta de extinguir o Boletim Informativo, a que a rádio Hertz agora faz eco, no momento em que é lançado a edição de Outubro, focando ainda o facto de todas as outras bancadas terem votado contra (dá que pensar!) com os argumentos que conseguiram inventar.

A questão fundamental nem tem que ver com quem aparece ou deixa de aparecer no boletim, ou se ele serve para propaganda política ou não, como o PSD tentou alegar. Basta ler a proposta para ver que nada disso se lá refere.
A questão é muito simples, de dedução lógica, e tem que ver coms princípios que devem ser subjacentes à Administração Pública e à boa e moderna gestão: Eficácia, Eficiência, Economia.
Ora, não parece evidente que a publicação de uma página de responsabilidade da autarquia nos dois jornais locais serve melhor estes três princípios? Será que não é mais eficaz e eficiente (não, em termos técnicos não são a mesma coisa) e sai mais barato, com a vantagem paralela de ajudar duas pequenas empresas locais?
A mim parece-me óbvio, e só mesmo Victor Gil e o PSD é que podem ver truques onde eles não existem.
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A questão fundamental nem tem que ver com quem aparece ou deixa de aparecer no boletim, ou se ele serve para propaganda política ou não, como o PSD tentou alegar. Basta ler a proposta para ver que nada disso se lá refere.
A questão é muito simples, de dedução lógica, e tem que ver coms princípios que devem ser subjacentes à Administração Pública e à boa e moderna gestão: Eficácia, Eficiência, Economia.
Ora, não parece evidente que a publicação de uma página de responsabilidade da autarquia nos dois jornais locais serve melhor estes três princípios? Será que não é mais eficaz e eficiente (não, em termos técnicos não são a mesma coisa) e sai mais barato, com a vantagem paralela de ajudar duas pequenas empresas locais?
A mim parece-me óbvio, e só mesmo Victor Gil e o PSD é que podem ver truques onde eles não existem.
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terça-feira, outubro 05, 2010
nas ondas da rádio
A quem interesse, a partir de amanhã, quinzenalmente às quartas, a nota do dia da rádio Hertz tem a minha voz.
disparates
Acabei de fazer a minha pausa anti-stress, que é como quem diz, este exercício que às vezes faço, que é passar os olhos pelos comentários dos blogues tomarenses, que é como quem diz, de uma assentada passar os olhos pelos comentários de vários dias do "Tomar a dianteira" que é o único local onde ainda há comentários desta índole. O que é pena, porque rir é o melhor remédio e não há como ler disparates escritos por profissionais dos mesmos. Profissionais porque há anos que blogue atrás de blogue andam nisto e ainda não aprenderam.
Eu sei que ninguém acredita, mas é mesmo das melhoras receitas anti-stress ler tais dislates, especialmente quando alguns dos autores são bem conhecidos, tal como é a sua cobardia em assinar o que escrevem.
Ora, podia cair na vontade básica de comentar aqueles disparates de gente que ainda não percebeu que a vida real não está na internet, nem nada passa a ser verdade só porque o escrevem muitas vezes, assinado ou não, com o mesmo nome ou com outro. Como já há quase uma década digo: gente que em vida já foi esquecida, e que iludida julga aí encontrar um sítio onde lhe dão valor. Mas se nem assinam...
Bom, como a vontade de escrever não é já muita que o dia mesmo feriado foi longo, e ainda me esperam ao menos duas horas de leitura, mais vale deixar aqui uma daquelas preciosidades que me mandam para o mail, aberta ao acaso entre as centenas que não chegam a ser abertos (na verdade o meu email principal indica quase 5000 mail's não abertos). Disparate por disparate sempre se aprende mais com estes.
(clicar na imagem para alargar)
Eu sei que ninguém acredita, mas é mesmo das melhoras receitas anti-stress ler tais dislates, especialmente quando alguns dos autores são bem conhecidos, tal como é a sua cobardia em assinar o que escrevem.
Ora, podia cair na vontade básica de comentar aqueles disparates de gente que ainda não percebeu que a vida real não está na internet, nem nada passa a ser verdade só porque o escrevem muitas vezes, assinado ou não, com o mesmo nome ou com outro. Como já há quase uma década digo: gente que em vida já foi esquecida, e que iludida julga aí encontrar um sítio onde lhe dão valor. Mas se nem assinam...
Bom, como a vontade de escrever não é já muita que o dia mesmo feriado foi longo, e ainda me esperam ao menos duas horas de leitura, mais vale deixar aqui uma daquelas preciosidades que me mandam para o mail, aberta ao acaso entre as centenas que não chegam a ser abertos (na verdade o meu email principal indica quase 5000 mail's não abertos). Disparate por disparate sempre se aprende mais com estes.
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penacho
A Escola dos Templários homenageia Saramago, a 8 de Outubro, noticia a rádio Cidade de Tomar.
Eu sou um enorme fã de Saramago, já li mais de metade da sua obra e é o autor português ou estrangeiro que mais li. No entanto o espírito crítico é algo que devemos cultivar, e confesso que não percebo bem porque organiza uma escola de Primeiro Ciclo do Ensino Básico uma iniciativa sobre um escritor cujos livros, todos excepto um, só conseguem ser lidos a partir de uma idade bem mais avançada que a das crianças que frequentam essa escola.
Eu aceito a questão da abertura à comunidade mas ainda assim, será que por vezes não se esquecem as funções essenciais da escola, e se promovem outras coisas (ou outras pessoas...) que não os interesses das crianças/alunos?
Eu sou um enorme fã de Saramago, já li mais de metade da sua obra e é o autor português ou estrangeiro que mais li. No entanto o espírito crítico é algo que devemos cultivar, e confesso que não percebo bem porque organiza uma escola de Primeiro Ciclo do Ensino Básico uma iniciativa sobre um escritor cujos livros, todos excepto um, só conseguem ser lidos a partir de uma idade bem mais avançada que a das crianças que frequentam essa escola.
Eu aceito a questão da abertura à comunidade mas ainda assim, será que por vezes não se esquecem as funções essenciais da escola, e se promovem outras coisas (ou outras pessoas...) que não os interesses das crianças/alunos?
segunda-feira, outubro 04, 2010
outros tempos
Amanhã, enquanto comemoramos o Centenário da apesar de tudo, imberbe República Portuguesa, uma viagem no tempo na Praça da "dita" em Tomar.
A não perder!
mais em www.descobretomar.com/
A não perder!
mais em www.descobretomar.com/
info cultural
O amigo e camarada António Gameiro, Deputado da AR, e Luís Pereira lançam na próxima quinta-feira pelas 19h no ISCAD em Lisboa, a obra JusPrático - Laboral e Segurança Social 2010, com apresentação de José Pereira Forte, Inspector-geral do Trabalho.
Lá estarei.
(clicar na imagem para alargar)
Lá estarei.
(clicar na imagem para alargar)
sexta-feira, outubro 01, 2010
chícharo

A Assembleia Municipal já acabou há umas horas, mas só agora consegui chegar a casa, é o costume.
Daqui a umas horas saio para o Porto, com paragem prévia na Freixianda.
É que hoje é o Dia Mundial da Música, e os alunos da Freixianda vão até à Casa da Música ouvir concertos, aproveitando para visitar também o Museu de Serralves.
À noite a música continua. Os nabantinos drama&beiço actuam hoje pelas 22h30 no Festival Gastronómico do Chícharo em Alvaiázere, precedidos às 21h por Fernando Tordo. Lá estarei a provar umas iguarias.
acordeonar em Tomar
Este fim de semana há mais eventos em Tomar. Desta vez a 1ª Gala Internacional de Acordeão dos Templários.Para quem gostar, por exemplo, de um bom tango de Astor Piazzolla, sabe o que tem de fazer. É no Cine-teatro hoje e sábado.
E entre alguns dos melhores acordeonistas do mundo, estará o camarada e amigo Bruno Gomes. Abra horizontes e vá ouvir.
mais em http://www.descobretomar.com//
quarta-feira, setembro 29, 2010
Manuel Alegre
Aqui ficam a página distrital e a página nacional da candidatura de Manuel Alegre a Presidente da República.
terça-feira, setembro 28, 2010
nabantinos de qualidade
A jovem designer da Pedreira - Tomar, Rita Clara, vestiu as concorrentes da Miss Portugal Mundo (fatos de banho e vestidos de noite), tal como noticiou O Ribatejo, uma gala que ocorreu no Teatro Camões no Parque das Nações e foi transmitida pela SIC e SIC Internacional.
Rita Clara é uma jovem dinâmica, empresária e preocupada com a sua comunidade, e foi a mais jovem cabeça de lista do PS nas últimas autárquicas em Tomar, tendo concorrido à Junta de Freguesia da Pedreira.
Rita Clara é uma jovem dinâmica, empresária e preocupada com a sua comunidade, e foi a mais jovem cabeça de lista do PS nas últimas autárquicas em Tomar, tendo concorrido à Junta de Freguesia da Pedreira.
segunda-feira, setembro 27, 2010
desacordo ortográfico
Estava aqui a descarregar fotos do tlmv e dei com esta, duma minha ida recente às festas do Avelar (ando cá um festivaleiro!), onde encontrei esta preciosidade
Lá são muito ciosos com o seu lugar de estacionamento... com a Língua Portuguesa é que não.
Lá são muito ciosos com o seu lugar de estacionamento... com a Língua Portuguesa é que não.
sábado, setembro 25, 2010
o riso
Em Portugal fazem falta políticos que saibam rir e que o mostrem. Este ministro suíço, sem querer, mostra como é. O homem bem tenta falar de assuntos sérios...
quinta-feira, setembro 23, 2010
os poderzinhos e a mania de controlar
Em todo o caso a questão, que pode parecer um pormenor sem importância mas não é, é suficientemente pertinente para perguntar: Mas quem é que é a "paróquia de Santa Maria dos Olivais e São João Baptista" para proibir alguma coisa, particularmente naquilo que não é seu?
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