quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Paternidade
Os que estiverem fora do contexto vão ter que fazer um esforço, desculpem lá.
"Caro Fernando Oliveira,
e aos demais,
Devo dizer que estranho e me diz pouco esta questão da paternidade do referendo local. (embora não duvide da sua, certamente muita, pertinência política)
Estranhei de facto quando, talvez há duas horas atrás, uma jornalista me telefona a indagar sobre o assunto, isto depois de outros telefonemas pessoais ao longo do dia.
Dou como disse, pouca importância ao assunto, mas depois de ser informado e de verificar que, tanto pessoalmente como o partido que represento aqui somos referidos, entendo dever dizer o seguinte:
Sobre o referendo local à construção da ponte do flecheiro, já em 2004 o PS levantou a ideia, (o que é fácil confirmar para quem tem andado pela política ou minimamente atento), e só não a levou mais à frente por diversas razões de ordem política que não entendo serem agora relevantes, nem carecerem de pertinente discussão neste fórum.
Segundo, já em 2006, e em especial nas últimas semanas do corrente ano o PS voltou, desta vez apenas em discussões internas e com conversas casuais com personalidades exteriores ao partido, a reflectir sobre a hipótese do referendo à ponte, sendo que nas últimas semanas essa ideia se colocava por oposição ao referendo ao mercado.
Lembro que o referendo para poder ser viável só pode conter uma questão.
A decisão recaiu na segunda hipótese de referendo, e as razões dessa decisão reservo-me a discuti-las pessoalmente com os líderes dos outros partidos e grupos, o que espero venha a ocorrer breve, se assim forem desse entendimento.
O facto de só termos anunciado essa ideia no passado sábado, dia em que agendáramos um debate público, tem a ver com o facto de, ao contrário do PSD na autarquia, não “adjudicarmos decisões” antes de ouvirmos opiniões.
Caro Fernando Oliveira, apesar de, de qualquer forma, não o ter ouvido defender nenhum referendo, mas apenas invocar tenuemente essa hipótese na Assembleia Municipal; e apesar de tudo o que antes referi, e de poder ser eu a acusá-lo de querer "assumir os filhos dos outros"; se está tão obstinado a ser o “Professor Marcelo” do referendo em Tomar, por mim, que seja.
Reafirmo no entanto, e isso é que julgo importante, a disponibilidade, permanente, pessoal e do PS, para discutir tudo o que, duma forma séria e profícua seja a bem de Tomar e dos Tomarenses.
E à margem, aproveito para duas notas finais:
Primeiro, se fizer o favor, não nos acuse de divisionistas, porque a inteligência facilmente demonstra quem o é.
Segundo, era tempo de vocês que tanto gostam de se denominar de independentes, parassem de tentar interferir nas questões internas do PS.
O PS não é nenhum grupo personalizado e a prazo, é uma instituição com história e com regras. Entre outras coisas, continuar sub-repticiamente a tentar colocar em causa os órgãos legitimamente eleitos com cerca de 70% dos militantes eleitores não só é de uma inconsequência extraordinária, como mais uma vez não é abonatório de inteligência, ou do apregoado desprendimento, rigor, e verdade.
Ao dispor, cumprimenta
Hugo Cristóvão
Presidente do PS Tomar "
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Melhores dias...
Mais tempo e mais paciência.
Igualmente melhores dias se esperam na visualização do mesmo.
Algumas pessoas têm comentado que o blogue está a aparecer numa "linguagem estranha".
Se for esse o seu caso deve ir ali a cima ao menu e clicar em "Ver - Codificação - Unicode (UTF-8)"
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
"Salvar o mercado de Tomar"
"Como outras coisas na nossa terra, o mercado de Tomar é mais uma vítima do mau ou da falta, de planeamento desta Câmara, (...) Não se pode esperar que caiba no mesmo saco, o que antes só cabia em dois.
Todos sabemos que a solução para o mercado não é fácil, mas criar mais problemas do que os que existiam, ou pura e simplesmente acabar com as coisas, como parece ser política desta Câmara, não me parece ser a forma mais correcta de actuar.
(...)
E porque é importante salvar este mercado?
Em primeiro, porque ele é ainda a fonte de algum rendimento de muitos cidadãos que praticam uma agricultura de subsistência, e que através da venda de alguns excedentes conseguem juntar mais alguns trocos, que para a maioria desses pequenos vendedores que se deslocam a Tomar, muito representam.
Estes produtos, de cultura artesanal e de certa forma por isso, mais ecológica, são o garante de quem os compra, de consumirem artigos com qualidade acrescida e uma “denominação de origem” que não podem assegurar noutro local.
Muitos destes são também comprados pela restauração, pelo que os estabelecimentos locais podem assim, apresentar melhores e genuínas ofertas da região a quem nos visita, sendo uma mais valia para o turismo.
Mais valia para o turismo é também o próprio mercado, uma vez que este é, como é fácil verificar, um chamariz para os turistas estrangeiros que nos visitam. Aliás, é simples aferir que quase tudo o que é cidade ou vila deste país que se diga voltada para o turismo, tem o seu mercado de frescos.
Ele é além disso, um reforço da (já débil) posição de centralidade de Tomar em relação aos concelhos vizinhos, pois muitos são os que, para comprar ou para vender, se deslocam ao nosso mercado vindos de fora do concelho, o que acaba sempre por ter influência noutros sectores.
Ele é também um espaço de encontro, de reunião, de convívio, pois muitos dos que vêm vender os poucos produtos que lhe sobram: o quilo de feijão, a dúzia de ovos – são normalmente mais idosos e/ou oriundos de classes mais desfavorecidas, pelo que para muitos o vir ao mercado é o único pretexto para se deslocarem à cidade e se encontrarem com outras pessoas.
O mercado representa o encontro de dois mundos, dois tempos: um deles o do passado, um tempo que já não é o nosso, em que estes mercados eram a única forma de comprar e vendar, e por isso existem alguns resquícios destes espaços mesmo pelas freguesias. Mas ele pode também representar o caminho a seguir, o futuro, a procura de produtos não “produzidos em série”, produtos de qualidade, oriundos de uma agricultura artesanal e de forte cariz ecológico como ela tem de passar a ser, o que pode representar um dos caminhos de desenvolvimento económico, social e ambiental para o nosso concelho e a nossa região, inserida naquilo que são, os pressupostos de desenvolvimento sustentável que por mais que alguns ridicularizem por desconhecimento, e outros minimizem por desinteresse, terá forçosamente que ser a estratégia a adoptar. O mercado não está bem e não é de agora, é preciso melhorar as instalações, as condições de higiene, é preciso melhorar os acessos, é preciso planear e aumentar a segurança quer do ponto de vista da Polícia de Segurança Pública, como da Protecção Civil (...)
O mercado não está bem, todos o sabemos, (...) vai de encontro à extinção, e este mercado é mais um símbolo concreto daquilo que vai acontecendo a Tomar.
E é preciso acabar com o silêncio, com a forma de actuar que esta Câmara vai efectuando e a quem todos criticam em surdina, mas poucos tem a coragem de assumir. E é preciso acabar com os silêncios dos mais responsáveis. O que têm dito os Presidentes de Junta, que sabem bem que muitos dos seus concidadãos precisam deste mercado, e de que ele funcione bem? E o que diz o Presidente da Junta de Santa Maria dos Olivais, ou mesmo de São João, a quem o mercado afecta directamente? Sobre este e outros assuntos, porque se calam? Por incompetência ou por conivência?
Tomar, é cada vez mais uma miragem à qual nem os arranjos exteriores conseguem tornar mais real. O Futuro, o Desenvolvimento e o Progresso, cada vez passam mais longe daqui. O tempo urge, é preciso encontrar outros rumos, ou um rumo que seja, outras soluções, e inevitavelmente, outros protagonistas."
Espero ter tempo para em breve voltar ao tema.
Tomar na televisão
"Quem não tem tempo...
Outros melhores virão, talvez.
sábado, janeiro 27, 2007
Saídas da saúde
Um acto que era bom que se tornasse hábito, fundamentalmente como fomento da participação e interesse dos cidadãos na discussão das causas públicas, e talvez com o tempo estes eventos viessem a originar consequências.
Em todo o caso não é por isso que escrevo este post, mas porque quero agradecer publicamente o elogio que me fez o Presidente da dita Assembleia e Deputado da República, Miguel Relvas.
É que Miguel Relvas disse duas os três vezes que não gosta de "bater" nos fracos, e como só a mim (e ao Luís Ferreira) ele "bateu", eu concluo portanto que...
Eu devo confessar que me sinto até envergonhado porque recebo esse elogio depois de o ter importunado a tal ponto que ele abdicou da sua postura de não fazer política partidária (confesso que desconhecia) e ter que intervir para defender a Câmara.
Agradeço não ter feito qualquer demagogia em resposta àquilo que foi claramente a minha, e por isso aqui ficam as minhas desculpas. Eu até poderia prometer mudar de atitude mas... não consigo. É que lamento mesmo ter ajudado a estragar aquele clima tão saudável de suposta impunidade da Câmara em relação à matéria, mas que hei-de fazer? Sou inoportuno!
Também é certo que, e devo mencioná-lo, a referência que fez aos cargos e às nomeações políticas foi um pouco "baixa", mas usando as suas palavras vou considerar que foi “um momento menos feliz”, e deixe lá... também ninguém repara nisso.
E, final feliz, fiquei muito contente com a afirmação convicta de António Paiva, de que está para defender os interesses de Tomar e que se for preciso vai à luta, mas que é preciso é dar tempo para que as coisas aconteçam! Só que eu, que não sou tão inteligente como Miguel Relvas diz, não sei bem o tempo destas coisas... Paiva e o PSD estão na Câmara desde 97, o Plano Funcional do Centro Hospitalar é de 98, nós estamos em 2007... Será que falta muito?!
O estudo é que diz!
Sim, rebentaram foguetes e ares de júbilo, e dos lados da Câmara veio uma espécie de “vêm, eu bem dizia…”.
Nós, cada um à sua maneira, regozijamos de tal contentamento que esquecemos o preço das casas, das taxas, dos serviços, da água; esquecemo-nos das obras mal feitas e mal planeadas, do constante estaleiro que Tomar aparenta ser como se muita coisa estivesse a ser feita, da confusão do trânsito, da falta de investimento. Eu não sei como é convosco mas eu ando inchado de orgulho, e nem percebo como é que Tomar não está pelo menos no pódio…
Bom, é natural que aqueles que olhem para estudo com olhos de análise fiquem logo baralhados com o facto de sermos décimo segundo estando quinze cidades à nossa frente, mas isso são pormenores de pouca importância. Na verdade o estudo é muito elucidativo e traz-nos novidades que nós claramente desconhecíamos, como aquela de termos acessibilidades iguais a Santarém e a Abrantes e melhores que Torres Novas! Tão enganados que andávamos... mas pronto, se o estudo diz... até porque os outros têm o quê, a auto-estrada à porta?!
Nós já sabíamos que em património estávamos melhor, sim aí não foi novidade para nós, e se temos aí umas coisas a cair, Convento de Santa Iria e outros que tais, são questões meramente passageiras que se resolvem com o tempo... a partir do momento em que estiverem no chão já ninguém se lembra disso, assim tipo, cine-esplanada.
E mesmo assim, aquele monumentozito que temos lá em cima do monte e ao qual não ligamos nenhuma está muito mal aproveitado, o que é que interessa isso do Património Mundial?! Aquilo dava ali era um bom centro comercial, com umas lojas de roupa espanhola e diversão a sério. Já viram o que seria a malta a comer uns hambúrgueres na sala do capítulo depois de umas voltas no comboio fantasma instalado em torno do Claustro de D.João II? O homem até já morreu, acham que se importa?! Aquilo com uns holofotes giratórios, muitos neons coloridos, e o jet set nacional… éramos imparáveis!
E isso das empresas e tal… essa malta de Santarém ou de Abrantes deve pensar que têm lá uma zona industrial com grandes coisas… ora, para quê? A nossa não tem lá quase nada e o Expresso diz que o nosso desenvolvimento económico é melhor! Ora embrulhem! Claro que nós também não sabíamos, andávamos mesmo equivocados acreditando que o desenvolvimento económico era um dos nossos principais problemas, mas, claro está, isso é porque somos modestos...
Já descobri também porque Tomar foi o último concelho do distrito a criar a Rede Social, e tem lógica, se, diz o estudo, nós somos os que estamos melhor a nível de equipamentos sociais – até porque, todos sabemos, o aspecto social é talvez a primeira prioridade da autarquia...
E a malta que gosta de dar umas voltas à noite? Queixam-se de quê? Tomar está muito bem! Pronto é verdade que Torres Novas tem duas discotecas que são mesmo discotecas, e mais uns bares, e Abrantes tem lá uns espaços todos modernos e onde se vêm muitos tomarenses, mas isso é porque são uns ingratos! Então se o Expresso diz que nós estamos melhor, porque havemos de ir “laurear a pevide” para outros concelhos?
E depois essa malta que sai daqui para ir às compras ou ao cinema a Torres Novas?! Mal-agradecidos! É a única explicação possível, mal agradecidos que têm prazer mórbido em gastar combustível.
Pronto, correu-nos mal o estudo na parte da governança e cidadania, mas isso é facilmente explicável, então se isto está tudo tão bom, para que é que é preciso que a Câmara governe bem ou a malta seja mais crítica e interveniente?
E o presidente António Paiva tem toda a razão “isto é um prémio para o trabalho feito por todos os tomarenses”, é sim senhor! Em especial para o que fez estudo, porque das duas uma, ou quem fez o estudo o fez sentado num gabinete em Lisboa, ou então só pode ser mesmo tomarense, mas daqueles que vivem fora...
Em todo o caso que ninguém duvide, se o estudo diz é porque é justo, somos a décima segunda cidade do país e acabou-se. E caminhamos visivelmente para ser a primeira, caminhamos é devagarinho que a malta quando chega a certo estatuto já não se quer cansar muito, ou não é verdade?
Hugo Cristóvão
Presidente do PS da décima segunda melhor cidade do país.
artigo publicado no Cidade de Tomar de ontem
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Livros com "cheirinho"...
A saltar mais alto
É mais um justo reconhecimento para alguém que depois de já ter sido campeã nacional e europeia em diferentes modalidades de trampolins, tem também já o seu lugar assegurado nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008.
Parabéns! Lá estarei para aplaudir.
De mencionar que no ano transato Nuno Merino recebeu a versão masculina do mesmo prémio, e que Carlos Carvalheiro recebeu o prémio de personalidade cultural do ano. Tomar está em grande.
De referir também o mérito desta iniciativa d'O Mirante que promove assim figuras da região em diferentes áreas.
E as moscas?
Em Tomar muito agradecemos à restauração e afins, porque senão... as moscas eram os nossos principais turistas.
... e mesmo assim...
quarta-feira, janeiro 17, 2007
QREN
Juventude é prioridade nº1 no Quadro de Referência Estratégico Nacional 2007Segundo as suas palavras, a 1ª Prioridade passa por "preparar os jovens para o futuro e modernizar o nosso ensino".
Das 10 prioridades elencadas pelo Primeiro-Ministro, a juventude surge como prioridade, nomeadamente ao nível da reforma da educação e da aposta na formação profissional dos jovens, possibilitando que 'metade dos jovens tenham a oportunidade de frequentar um curso profissionalizante ou tecnológico'.
"As vias profissionalizantes são um bom instrumento de combate ao abandono escolar e ao desemprego juvenil. Porque os jovens ganham preparação para trabalhar mas também para continuarem a estudar. Porque a diversificação das ofertas de formação é a única forma de lidar com a diversidade dos grupos juvenis", referiu José Sócrates.
"A requalificação do nosso parque escolar" também foi apontada como uma das prioridades.
terça-feira, janeiro 16, 2007
Contentores preservados

Marketing 'à la mode'
Não só não sabia que a Câmara de Tomar já havia decidido isso, o que em todo o caso já não surpreende que se anuncie coisas que não foram ainda discutidas ou que não venham sequer a acontecer, mas confesso no entanto que não percebi o propósito da dita nota.
Será que é para mandar mensagem a alguém?
Governar
domingo, janeiro 14, 2007
Novidades de 2007 II
E lá pelo meio diz mais umas coisas interessantes sobre António Paiva como "a competência tem sido comprovada, assim como a capacidade." - Palmas!
e segue: "Não houve nenhum presidente de câmara que realizasse obra semelhante." - Ovação em pé!
e conclui: "Penso que não se pode exigir mais ao presidente de câmara." - pois, nem ao presidente do partido...
Novidades de 2007
Pois aí está a Sílvia Serraventoso a regressar aos artigos no jornal, aproveitando a noite de cantar de reis como mote para a crónica. De facto a noite embora fria foi engraçada, e até o Presidente deu cinco minutos da sua graça.
Mas voltando ao artigo da Sílvia, fico feliz em saber que já concorda comigo ao afirmar que a culpa do que quer que seja não é só dos políticos, ao contrário duma saudável discussão que em tempos tivémos num programa da rádio Hertz, quando agora diz "graças à fraca capacidade de discernimentos e baixo grau de exigência da maioria da população que acaba por ter de viver com o que escolheu, lamentado-se só entre amigos."
Confesso que não percebi a do "brincar aos políticos", e também não sei se a Silvia já considera ou não que também faz política. Espero que sim.
Totói

sábado, janeiro 13, 2007
Hipocrisia ou Liberdade, a consciência da escolha
Ser hipócrita é ser falso, dissimulado, defender uma coisa e praticar outra, ter um desmedido e despropositado interesse nas aparências, mas ser diferente na realidade.
Assim é também o problema do aborto.
Algo é absolutamente certo e todos o sabemos, o aborto existe e vai continuar a existir, seja qual for o resultado do referendo do dia 11 de Fevereiro.
Por isso, aquilo que em Consciência cada um de nós deve decidir, é se acha que como dizem alguns, a Lei não deve ser mudada mesmo que depois não seja cumprida, “ninguém quer prender mulheres mas o aborto não pode acontecer”, ou se, por outro lado, as Leis devem corresponder à realidade e ao melhor interesse da sociedade.
E o que corresponde ao melhor interesse, que mulheres continuem a fazer abortos em “vãos de escada” pondo em risco a sua vida? Que só as com mais dinheiro vão a Espanha, ou melhor ainda a Inglaterra, onde a Lei é diferente e o podem fazer em segurança, criando assim uma Desigualdade e Injustiça Social, onde quem tem dinheiro pode fugir à Lei, além de ter melhores cuidados de saúde?
Esse não é o país que defendo, esse não é o país que quero acreditar que somos.
Acredito sim num país mais Justo, mais Equilibrado, mais Progressista, mais Desenvolvido, onde todos são tratados de igual perante a Lei, e onde a Liberdade Individual de escolha é um direito valorizado.
E esse é um país que a todos nos compete ajudar a construir, o que se pode fazer com pequenos gestos de Cidadania e Participação, como não ficar em casa no dia 11 de Fevereiro.
É preciso que se entenda, que esta é também uma questão de saúde pública, e que votar SIM no referendo é também querer acabar com as mulheres que sofrem problemas graves, ou mesmo morrem, depois de abortos mal feitos, e na maioria das vezes escondidos.
Votar SIM, não é como se diz demagogicamente, abrir caminho à libertinagem, ou ser contrário aos valores da vida, pelo contrário, é defender uma vida com valores e condições mínimas como o nascermos para um mundo que nos deseja e tem condições para nos acolher. Dizer SIM à Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) até às dez semanas não é em todo o caso abrir caminho a tudo, continuarão a existir regras rigorosas, que vão desde o profissionalismo e Ética deontológica dos médicos, à consciência da mãe que por difíceis circunstâncias se vê obrigada a abortar.
E reflicta comigo, não conhece nenhuma mulher que tivesse já abortado? Não conhece ou não ouviu falar em ninguém que fizesse uns “desmanchos”? Acha que isso vai acabar? E acha que essa é a melhor forma, ou que as coisas devem ser feitas às claras e com condições de segurança e saúde?
Que sociedade, que país prefere? O que esconde os seus problemas, ou o que os enfrenta e os tenta resolver?
Esta decisão compete-nos a todos, e por isso dia 11 de Fevereiro, eu vou dizer SIM.
E você, fica em casa?
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 12 de Janeiro
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Juventude*
A juventude é um tema abrangente e fulcral para o progresso e desenvolvimento do país, mas raras vezes é prioritário na nossa sociedade, e mais raras ainda debatido seriamente.
Excelente exemplo também a postura dos jovens em sala, bem diferente de outros públicos bem mais "séniores" de outras vezes.
Por lá disseram-se algumas frases interessantes que vale a pena registar.
"Mais que o petróleo, mais que a água, o tempo é escasso"
"Os jovens hoje praticam uma cultura de celebração ao invés de constestação."
"Há milhares de jovens de hoje em dia que manifestam a suas opiniões em blogues."
"A juventude constrói-se a partir da infância."
"Esta é a geração melhor preparada de sempre."
"Sim, é verdade"
segunda-feira, janeiro 08, 2007
desporto e assim-a-assim
Por exemplo, à pergunta "Qual é na sua opinião, o melhor exemplo de política desportiva?" Paiva responde: "É o nosso. Podem dizer que Rio Maior também tem um projecto de desenvolvimento desportivo, mas o que devemos comparar é a quantidade de jovens que praticam desporto."
... e fazendo grande esforço para segurar a gargalhada, temos que desculpar esta afirmação ao senhor Presidente, que naturalmente não tem tempo para visitar o que existe em Rio Maior "Cidade do Desporto", que está anos luz à frente de Tomar. Mas pronto, uma viagem à zona desportiva de Abrantes não lhe ficava mal, talvez já aí percebesse algumas diferenças.
Bom, e já agora, que até fica a caminho do aeroporto, que tal comparar o pavilhão multiusos de Torres Novas (Palácio dos Desportos) com o atarracado pavilhão à beira do Nabão? Mas comparar a sério: qualidade, usabilidade, acessibilidades, versatilidade, valências, custos iniciais e de manutenção, e por aí fora...
Depois diz-nos sobre o pavilhão e a actual localização ao invés de outra que "No dia em que o tivéssemos feito diriam que abandonámos o centro histórico da cidade e que as pessoas entram e saem e não fazem compras na cidade. A maioria das pessoas que utilizam o Estádio Municipal vive na zona urbana ou perto dela. Se este tivesse nas Avessadas como é que as pessoas que moram no centro histórico iam para lá?"
Ora pois... certo... então, como é que as pessoas vão para as piscinas? Vão lá poucas então, como é longe...
E as compras e os restaurantes e tal... há números disso? Quantas pessoas depois do... hum, sei lá o que aconteça de evento no pavilhão, vão às compras depois?
Aliás, é ver por aí os comerciantes doidos de contentamento...
Além de que isso é muito coerente com o fecho do parque de campismo não é? É que os campistas não, esses não íam às compras nem aos restaurantes.
E quanto à utilização do pavilhão, o que é que aconte mesmo por lá? É que das vezes que lá vou, o que vejo são carrinhas a transportar pessoas para lá. Ora... para isso parece-me, posso estar enganado mas, não sei, parece-me, que se fosse para as Avessadas era melhor... não?
Bom, há uma série de outras coisas que merecem crítica (relembro que crítica tanto pode ser negativa como positiva) e reflexão no monólogo de Paiva, e não posso esquecer a ideia que se quer transmitir que quase parece que só há desporto a sério depois da sua eleição, o que naturalmente não corresponde à realidade. Há muito que se praticava desporto acima da média dos concelhos há volta, e há muito que Tomar formava campeões em várias áreas. É que estou quase a ouvir António Paiva a dizer que ele é que treinou o Nuno Merino!
O Presidente diz que Tomar tem política desportiva, eu como outros, acho que não tem. Tomar tem bons técnicos na autarquia, tem boas associações que fazem valoroso trabalho e a este nível tem boa dimensão, e tem experiência e saber acumulado. Mas não tem política desportiva, como não tem outras.
Fazer boa política de algo, como neste caso para o desporto, é definir objectivos, prioridades, planear estrategicamente, avaliar, enquadrar tudo o que se faz duma forma coerente e que crie dinâmica de crescimento e evolução. E essa política, essa estratégia tem de ser assumida e partilhada pelos vários agentes.
É isso que temos em Tomar? Fazem os vários agentes parte de um todo com vista a um conjunto de objectivos definidos para o concelho? E na evolução, quando comparamos com os concelhos vizinhos, tendo em atenção o ponto de partida e aquele em que nos encontramos, estamos a ganhar ou a perder?
Era tudo isto e mais que importava reflectir e debater, mas até o Expresso diz que Tomar, na "Governança e Cidadania", não é lá grande coisa.
Ora grande descoberta para uma terra onde alguns até sem programa eleitoral ganham eleições.
domingo, janeiro 07, 2007
A vida, uma vez mais.
Esperemos pelo menos que a equipa vá o mais longe possível, e assim leve também o trabalho do Hugo.
A equipa, fotos, o diário da corrida, e mais em www.templasport.com
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Democracia a cronómetro
Esteve mal hoje a Assembleia, e não é certamente com exemplos destes que se melhora a imagem dos políticos e se estimula a muito necessária participação, real, dos cidadãos.
É que por momentos breves dei por mim a concordar com o Manuel Monteiro!
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Esse grande e díspar Ribatejo...
Na mesma notícia, ficamos a saber que no Médio Tejo (sedeado em Tomar) apenas 3 de 11(Barquinha, Constância e Torres Novas) têm a situação regularizada.
O Presidente desta Comunidade Urbana e da Câmara de Tomar, António Paiva, desvaloriza o assunto apontando para outras prioridades.
Algo de novo?
Ano novo, notícias velhas 2
O Cidade de Tomar de 22 de Dezembro relata-nos pertinente o caso dos jovens do Centro Profissional de Santarém que ao saberem que a Câmara de Tomar cortou a ração à Associação Protectora de Animais de Tomar, organizaram uma campanha para angariar géneros.
"Chapada de luva branca", ou pura indeferença de quem manda na autarquia nabantina?
Ano novo, notícias velhas
Será que se aceita que um director de programas ache normal colocar num telejornal um sujeito a ser enforcado? Será por ser um bom tópico para a conversa de família ao jantar?
Era de supor alguma diferença entre o Iraque e Portugal, mas às vezes...
sábado, dezembro 30, 2006
MMVI...MMVII
Por estas alturas é normal fazerem-se balanços e formularem-se desejos, como se por um qualquer motivo mágico, mudasse alguma coisa do dia 31 de Dezembro para o 1 de Janeiro.
Eu, não só sou pouco dado a desejos, como não acredito nestas invenções que o ser humano criou como desculpas para momentos de festa. Natal, passagem de ano, carnaval, páscoa, dias de um ou de todos os santos, ou mesmo das bruxas, da árvore do cão da minhoca... Todos e outros têm para mim pouco mais significado do que aquilo que no fundo todos eles valem: momentos de encontro e convívio entre as pessoas, momentos de diversão, de abstracção da realidade, de fuga à rotina. O Homem parece que não consegue fazer isso se não tiver uma justificação para tal, e vai inventando novos pretextos para o mesmo fim de sempre de acordo com o evoluir dos tempos. Por isso temos já lojas a vender bolos de divórcio, e no mundo ocidental cada vez mais se dá importância a uma coisa estranha chamada pedagogia do ócio.
Também é verdade que talvez esta análise comece a estar desactualizada. Com o andamento que levam as novas gerações, talvez cheguemos ao tempo em que a maioria das pessoas (que já assim são uma minoria) precise de encontrar alguns momentos de fuga da abstracção, para viver por instantes a realidade.
Mas filosofias à parte, a parte do balanço não deixa de ser um bom exercício, até porque cada um de nós deve encontrar momentos de avaliação e autoavaliação, e este é um bom momento.
2006 foi para mim um ano curto e corrido, com poucos ensejos do tal ócio, ou sequer dos meus hobbies para a tal evasão à realidade, como este, a escrita. Pouco cinema, pouca leitura, poucas viagens realmente viagens, e é possível viajar sem sair do lugar.
E se falasse de exercício, de contacto com a natureza, de vida saudável... seria ainda pior.
2007 portanto espero que seja o contrário disto. Em 2007, se a vida não me fugir, deixarei o mundo dos jovens, pois parece que é isso que está estipulado que aconteça quando completamos trinta circundações solares. 2007, dizem-me os astros, será então ano de mudanças e novidades.
Assim se verá, venha ele.
BOAS ENTRADAS E UM 2007 CHEIO DE SUCESSOS
Ano novo, dietas antigas
Não é necessário ser nenhum génio para calcular que, se o ser humano beber um copo de água gelada (200ml ou 200g), aproximadamente a 0°C, necessita de 200 calorias para aquecer em 1°C esta água. Para haver o equilíbrio térmico com a temperatura corporal, são necessárias então aproximadamente 7.400 calorias para que estes 200g de água alcancem os 37° C da temperatura corporal (200 g X 37°C).
E, para manter esta temperatura, o corpo usa a única fonte de energia disponível: a gordura corporal. Ou seja, ele precisa queimar gorduras para manter a temperatura corporal estável. A termodinâmica não nos deixa mentir sobre esta dedução. Assim, se uma pessoa beber um copo grande (aproximadamente 400 ml, à temperatura de 0°C) de cerveja, ela perde aproximadamente 14.800 calorias (400g x 37°C). Agora, não vamos esquecer de descontar as calorias da cerveja, aproximadamente 800 calorias para 400g.
Concluindo, tem-se que uma pessoa perde aproximadamente 14.000 calorias com a ingestão de um copo de cerveja gelado. Obviamente quanto mais gelada for a cerveja , maior será a perda destas calorias. Como deve estar claro a todos, isto é muito mais efectivo do que, por exemplo, andar de bicicleta ou correr, nos quais são queimadas apenas 1.000 calorias por hora.
Amigos, emagrecer é muito simples, basta beber cerveja bem gelada e em grandes quantidades, e deixarmos a termodinâmica cuidar do resto.
Conveniente contribuição do Rui Domingos, "sempre alerta para servir."
sábado, dezembro 23, 2006
o mel das abelhas da Quinta

Nem mais!
*post surripado ao Portal do Claúdio
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Maravilhas da capital
E como nos dá a perceber isso até nos mais pequenos pormenores.
Hoje, num centro comercial de Lisboa, e que nem é dos maiores, havia uma fila de mais de cinco metros para a casa de banho das senhoras, a ponto de nos perguntarmos (as senhoras, claro) se não se justificaria uma senha de chegada, e um placar com o tempo provável de espera.
Nós, gentes simples da província, temos de nos curvar perante tanta magnitude.
*entre a escrita e a publicação deste post decorreu um dia, por problemas no blogger
encontros imediatos de qualquer grau
Depois em História da Arte estudei-as, mas não acreditei nelas;
Mais tarde vi algumas no Museu Britânico de Londres, e também no Louvre em Paris, mas não me convenceram;
Ontem, enquanto jantava, estava por lá também a Lili Caneças, e finalmente enxerguei o que é uma múmia.
Só não percebo como tal obra antiga e tão restaurada, não entrou na competição das sete maravilhas de Portugal. Não há critérios.
*entre a escrita e a publicação deste post decorreu um dia, por problemas no blogger
domingo, dezembro 17, 2006
100 anos

Um vulto maior da música e da cultura portuguesa, figura de excepção pela sua vida e obra, perseguido e preso pelo regime, e exilado em Paris por algum tempo, o que lhe valeu dificuldades de várias ordens na sua vida profissional e artística.
Falecido a 24 de Novembro de 1994, nasceu em Tomar há cem anos atrás no dia de hoje.
Vida, obra, comemorações do centenário e muito mais, aqui: www.lopes-graca.com
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Ruínas - turismo para o século XXI
Pede-se desculpa pela imagem de má qualidade tirada por um telemóvel que por ser bom telefone, tira péssimas fotografias, que de forma alguma fazem juz à realidade.sábado, dezembro 09, 2006
As 7 maravilhas
De maneira que, tendo já a Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, confessado que para ela o melhor é o Convento de Cristo, fica-nos mal se não começarmos já a votar.
Os 21 nomeados, as votações, e mais infomações, aqui.
"A curva"
Mais de 1 milhão já o terão visto. Prodígios da internet.
Não quero estragar o encanto, mas é apenas mesmo um filme.
Deportar portugueses
Vale a pena ver.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Opinião e Responsabilidade vs Insinuação e Cobardia
Hoje, publiquei um comentário no blogue da moda cá em Tomar, o condado do flecheiro, e que entretanto achei que aqui devia replicar...
.... mais um vez nesta matéria.
"De facto, por mais que tente, não consigo simplesmente ignorar-vos.
Nada tenho a esconder, a minha vida é pública quanto baste e muito mais que muitos, e não aceito que me tentem arrastar para a vossa chafúrdia com insinuações medíocres.
Até porque, a dimensão dos ataques tíbios com que me (e a outros) tentam atingir, será sempre proporcional à extensão da vossa anónima cobardia.
Sou Professor desde 1999, excluíndo já o ano de estágio, e outras experiências de ensino.
Sou Professor do Quadro de Zona Pedagógica de Lisboa, desde 2002, actualmente colocado na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa (ainda que em comissão de serviço noutras funções).
Se entrei para o quadro, foi porque sou Licenciado, Profissionalizado, e tive classificação de curso para tal, naquele que é provavelmente, por ser o mais mediático, o concurso mais vigiado, controlado e transparente, o Concurso Nacional de Professores.
Enquanto profissional, nunca tive qualquer falta injustificada, nunca tive um dia de baixa, nunca faltei para fazer "formações de crochet", e até hoje fiz um dia de greve.
Deixei amigos em todas as escolas, especialmente entre os alunos, e em todas as escolas dei mais do que o que me foi pedido, participando e sendo solicitado para actividades e projectos extra-curriculares, também aqui muitas vezes, a pedido dos próprios alunos, que são para mim quem mais conta.
Nunca em qualquer dos locais onde já trabalhei, escola e outros, o meu trabalho ou a minha postura foi posta em causa, pelo contrário.
Seria bom se alguns dos que aqui ou por aí se escondem no anonimato, pudessem dizer o mesmo.
Se se deixassem de criancices e mesquinhices, e soubessem assumir as vossas opiniões e serem claros quando e se alguém se pretende acusar, saberiam talvez o que é o real uso da Cidadania, conheceriam o verdadeiro gosto da Democracia e da Liberdade.
Infelizmente, por maldade ou cobardia, ou porque esses sejam valores que a alguns não agradam, são poucos os que nestes espaços se movimentam, que embora os usem no discurso, os apliquem na realidade.
Hugo Cristóvão
Cidadão Livre, mas de Causas e Opinião assumida. "
segunda-feira, dezembro 04, 2006
à porta, ao domicílio, à paciência...
Será que não se organizam a ponto de não passarem várias pessoas pela mesma casa, ou será alguma técnica de vendas esquisita?
De qualquer forma, eu não tenho sequer telefone em casa!
Já me chegam os três telemóveis que, podendo eu, não teria nenhum.
De qualquer forma, longe vão os tempos em que, estando mais por casa, e durante o dia, cá vinham os mormons, e as jeovás, e os escuteiros a vender não sei o quê, mais uns miúdos e uns livros para o Natal, e uma toxicodependente aqui da zona a perguntar se a senhora da casa lhe podia dar alguma coisa para comer usando da sempre igual frase que decorara, e o vendedor de aspiradores, e mais não sei quantas companhias de telefone, e mais isto e mais aquilo...
Viver num rés-do-chão é obra!
Agora é verdade que, por chegar sempre por estas, ou mais altas horas, me livro de tudo isso mas...
não é que tenho saudades das velhotas a tentar explicar-me que o reino dos céus vem aí, e que a perdição do Homem já começou!
segunda-feira, novembro 27, 2006
O novo "Cidade de Tomar"
Apesar de haver sempre algo que poderia ser feito de forma diferente, o jornal está agora "mais leve", menos denso na forma, mais apelativo à leitura.
Espera-se que não só o grafismo, por exemplo ao nível da fotografia possa ainda melhor, mas que também o conteúdo acompanhe esta nova fase.
A comunicação social tem a importância que todos (ou quase) lhe reconhecemos, e em Tomar esse peso é ainda maior, pelo que uma boa imprensa pode ser um excelente contributo para a melhoria colectiva da comunidade a vários níveis, e espera-se que os seus responsáveis sintam essa responsabilidade.
E já que em Tomar temos jornais de peso, pelo menos quando comparados com outros concelhos da região, um bocadinho de competitividade entre os dois também é salutar.
A noite em falta
Alguém nota aqui a falta de alguma coisa?
Será que ele simplesmente se esqueceu de Tomar? Ou será que não é só ele mas todos os "nossos vizinhos"?
E quando é que os tomarenses percebem?
terça-feira, novembro 21, 2006
Tomar é uma das 8% que...
Não podemos cansar de bater nesta tecla.
Segundo um estudo sobre a maturidade dos serviços de informação das autarquias do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa (ISEG) realizado entre Março e Junho do corrente, 92% das 308 autarquias já dispunham à data de páginas oficiais.
Sublinhe-se ainda que nos primeiros vinte e cinco do ranking dos melhores serviços (liderado por Pombal), estão 8 concelhos do distrito de Santarém.
e Tomar aqui tão perto...
domingo, novembro 19, 2006
Cantorias
O evento foi promovido pela câmara e integrado na abertura da Feira do Livro e na apresentação do Cartão Jovem Municipal.
Não pude ficar para ouvir todo o concerto, mas a julgar pela amostra, o coro está em forma, e os elogios na sua apresentação só podem deixar um tomarense orgulhoso.
Em Constância, como noutros concelhos, dá-se valor à cultura local.
Já noutros sítios...
Beijinhos doces de amargas bocas
Assim, e para melhor cultivar o meu tão aclamado culto da personalidade, aqui ficam alguns dos melhores adjectivos e expressões que já me dirigiram e que me deixam absolutamente comovido:marionete
vaidoso
narciso bichano
boy
presidente dos trolhas
profissional de sindicalismo de pacotilha
presidente fantoche
fulaninho
auto-convencido
"o sr. Cristóvão parece aqueles gajos que iam ao "Baile da Pinhata" na Nabantina nos anos sessenta."
"tem um blog em que só diz futilidades""falta de conteúdo da prosa"
O Amor, o Amor...
o que faríamos se não amássemos e amados não fossemos...
Bom, isto não ficaria completo sem as melhores prosas do defunto "Tomar a palavra", um blogue de duração curta, como curta era a seriedade e o nível nele empregue. Divinamente hilário...
"Hugar a Palavra é uma nova expressão. Então o que querem, deu-nos para isso. Criar na nossa luinterna, isto é na língua materna. Hugar pode significar, zarpar, fugir, meter o rabo entre as pernas, acobardar, não ter argumentos, ou então pura e simplesmente obedecer às ordens dos chefes, ou ainda não ''mijar muito fora do penico'', não vá voltar a ser preterido quando começar a escolha/votação para mais uma colocação ordenada numa lista. Com que então, então ... senhor Hugo Cristóbão, tanta ''tesão'' para a discussão, mas ao desafio de discussão política, caim ... caim ... ala que se faz tarde, e não passou da chamada ''tesão de mijo''.Vá venham de lá essas propostas políticas, se souber do que se trata. Afinal um potencial candidato a candidato e defensor dos outros candidatos a candidatos, mesmo que seja o **** não tem propostas políticas para o desenvolvimento (sustentável) do concelho. A propósito, explique lá o que é isso da sustentabilidade ... Já ouviu falar da agenda 21? Vamos centrar a nossa discussão por aí ou prefere ir ao metro de superfície? Estude V. essas coisas porque do **** , o máximo que podemos ouvir é ''eu tom bém sei disso''. Bom por agora fico à espera da sua ''cornada'' (afinal o senhor é ribatejano, portanto não se ofenda, porque isto é património linguístico-simbólico regional, desculpe lá se não percebe). Já agora satisfaça-me a curiosidade, para além de ''professor/sindicalista'' o seu curso é de que área? Se alguma vez for trabalhar para uma escola, dá que disciplinas e a que níveis ou escalões etários?
Vá vamos lá, participe na brega!"
"Tomar a Palavra pensa ...
que os ''corajosos'' que cospem para cima, arriscam-se ... pois é Hugo Cristóvão, pesquisei na net e ... cheguei a alguresaqui.blogspot.com e afinal o rapaz puro, cândido, íntegro, cai por terra com os seus escritos, alguns ''nojentos'' quer na crítica que faz a quem se sujeitou ao veredicto democrático e exerce as suas funções públicas de pleno direito, quer a críticos aos seus escritos no seu referido blog. (...)"


