sábado, dezembro 09, 2006
"A curva"
Mais de 1 milhão já o terão visto. Prodígios da internet.
Não quero estragar o encanto, mas é apenas mesmo um filme.
Deportar portugueses
Vale a pena ver.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Opinião e Responsabilidade vs Insinuação e Cobardia
Hoje, publiquei um comentário no blogue da moda cá em Tomar, o condado do flecheiro, e que entretanto achei que aqui devia replicar...
.... mais um vez nesta matéria.
"De facto, por mais que tente, não consigo simplesmente ignorar-vos.
Nada tenho a esconder, a minha vida é pública quanto baste e muito mais que muitos, e não aceito que me tentem arrastar para a vossa chafúrdia com insinuações medíocres.
Até porque, a dimensão dos ataques tíbios com que me (e a outros) tentam atingir, será sempre proporcional à extensão da vossa anónima cobardia.
Sou Professor desde 1999, excluíndo já o ano de estágio, e outras experiências de ensino.
Sou Professor do Quadro de Zona Pedagógica de Lisboa, desde 2002, actualmente colocado na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa (ainda que em comissão de serviço noutras funções).
Se entrei para o quadro, foi porque sou Licenciado, Profissionalizado, e tive classificação de curso para tal, naquele que é provavelmente, por ser o mais mediático, o concurso mais vigiado, controlado e transparente, o Concurso Nacional de Professores.
Enquanto profissional, nunca tive qualquer falta injustificada, nunca tive um dia de baixa, nunca faltei para fazer "formações de crochet", e até hoje fiz um dia de greve.
Deixei amigos em todas as escolas, especialmente entre os alunos, e em todas as escolas dei mais do que o que me foi pedido, participando e sendo solicitado para actividades e projectos extra-curriculares, também aqui muitas vezes, a pedido dos próprios alunos, que são para mim quem mais conta.
Nunca em qualquer dos locais onde já trabalhei, escola e outros, o meu trabalho ou a minha postura foi posta em causa, pelo contrário.
Seria bom se alguns dos que aqui ou por aí se escondem no anonimato, pudessem dizer o mesmo.
Se se deixassem de criancices e mesquinhices, e soubessem assumir as vossas opiniões e serem claros quando e se alguém se pretende acusar, saberiam talvez o que é o real uso da Cidadania, conheceriam o verdadeiro gosto da Democracia e da Liberdade.
Infelizmente, por maldade ou cobardia, ou porque esses sejam valores que a alguns não agradam, são poucos os que nestes espaços se movimentam, que embora os usem no discurso, os apliquem na realidade.
Hugo Cristóvão
Cidadão Livre, mas de Causas e Opinião assumida. "
segunda-feira, dezembro 04, 2006
à porta, ao domicílio, à paciência...
Será que não se organizam a ponto de não passarem várias pessoas pela mesma casa, ou será alguma técnica de vendas esquisita?
De qualquer forma, eu não tenho sequer telefone em casa!
Já me chegam os três telemóveis que, podendo eu, não teria nenhum.
De qualquer forma, longe vão os tempos em que, estando mais por casa, e durante o dia, cá vinham os mormons, e as jeovás, e os escuteiros a vender não sei o quê, mais uns miúdos e uns livros para o Natal, e uma toxicodependente aqui da zona a perguntar se a senhora da casa lhe podia dar alguma coisa para comer usando da sempre igual frase que decorara, e o vendedor de aspiradores, e mais não sei quantas companhias de telefone, e mais isto e mais aquilo...
Viver num rés-do-chão é obra!
Agora é verdade que, por chegar sempre por estas, ou mais altas horas, me livro de tudo isso mas...
não é que tenho saudades das velhotas a tentar explicar-me que o reino dos céus vem aí, e que a perdição do Homem já começou!
segunda-feira, novembro 27, 2006
O novo "Cidade de Tomar"
Apesar de haver sempre algo que poderia ser feito de forma diferente, o jornal está agora "mais leve", menos denso na forma, mais apelativo à leitura.
Espera-se que não só o grafismo, por exemplo ao nível da fotografia possa ainda melhor, mas que também o conteúdo acompanhe esta nova fase.
A comunicação social tem a importância que todos (ou quase) lhe reconhecemos, e em Tomar esse peso é ainda maior, pelo que uma boa imprensa pode ser um excelente contributo para a melhoria colectiva da comunidade a vários níveis, e espera-se que os seus responsáveis sintam essa responsabilidade.
E já que em Tomar temos jornais de peso, pelo menos quando comparados com outros concelhos da região, um bocadinho de competitividade entre os dois também é salutar.
A noite em falta
Alguém nota aqui a falta de alguma coisa?
Será que ele simplesmente se esqueceu de Tomar? Ou será que não é só ele mas todos os "nossos vizinhos"?
E quando é que os tomarenses percebem?
terça-feira, novembro 21, 2006
Tomar é uma das 8% que...
Não podemos cansar de bater nesta tecla.
Segundo um estudo sobre a maturidade dos serviços de informação das autarquias do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa (ISEG) realizado entre Março e Junho do corrente, 92% das 308 autarquias já dispunham à data de páginas oficiais.
Sublinhe-se ainda que nos primeiros vinte e cinco do ranking dos melhores serviços (liderado por Pombal), estão 8 concelhos do distrito de Santarém.
e Tomar aqui tão perto...
domingo, novembro 19, 2006
Cantorias
O evento foi promovido pela câmara e integrado na abertura da Feira do Livro e na apresentação do Cartão Jovem Municipal.
Não pude ficar para ouvir todo o concerto, mas a julgar pela amostra, o coro está em forma, e os elogios na sua apresentação só podem deixar um tomarense orgulhoso.
Em Constância, como noutros concelhos, dá-se valor à cultura local.
Já noutros sítios...
Beijinhos doces de amargas bocas
Assim, e para melhor cultivar o meu tão aclamado culto da personalidade, aqui ficam alguns dos melhores adjectivos e expressões que já me dirigiram e que me deixam absolutamente comovido:marionete
vaidoso
narciso bichano
boy
presidente dos trolhas
profissional de sindicalismo de pacotilha
presidente fantoche
fulaninho
auto-convencido
"o sr. Cristóvão parece aqueles gajos que iam ao "Baile da Pinhata" na Nabantina nos anos sessenta."
"tem um blog em que só diz futilidades""falta de conteúdo da prosa"
O Amor, o Amor...
o que faríamos se não amássemos e amados não fossemos...
Bom, isto não ficaria completo sem as melhores prosas do defunto "Tomar a palavra", um blogue de duração curta, como curta era a seriedade e o nível nele empregue. Divinamente hilário...
"Hugar a Palavra é uma nova expressão. Então o que querem, deu-nos para isso. Criar na nossa luinterna, isto é na língua materna. Hugar pode significar, zarpar, fugir, meter o rabo entre as pernas, acobardar, não ter argumentos, ou então pura e simplesmente obedecer às ordens dos chefes, ou ainda não ''mijar muito fora do penico'', não vá voltar a ser preterido quando começar a escolha/votação para mais uma colocação ordenada numa lista. Com que então, então ... senhor Hugo Cristóbão, tanta ''tesão'' para a discussão, mas ao desafio de discussão política, caim ... caim ... ala que se faz tarde, e não passou da chamada ''tesão de mijo''.Vá venham de lá essas propostas políticas, se souber do que se trata. Afinal um potencial candidato a candidato e defensor dos outros candidatos a candidatos, mesmo que seja o **** não tem propostas políticas para o desenvolvimento (sustentável) do concelho. A propósito, explique lá o que é isso da sustentabilidade ... Já ouviu falar da agenda 21? Vamos centrar a nossa discussão por aí ou prefere ir ao metro de superfície? Estude V. essas coisas porque do **** , o máximo que podemos ouvir é ''eu tom bém sei disso''. Bom por agora fico à espera da sua ''cornada'' (afinal o senhor é ribatejano, portanto não se ofenda, porque isto é património linguístico-simbólico regional, desculpe lá se não percebe). Já agora satisfaça-me a curiosidade, para além de ''professor/sindicalista'' o seu curso é de que área? Se alguma vez for trabalhar para uma escola, dá que disciplinas e a que níveis ou escalões etários?
Vá vamos lá, participe na brega!"
"Tomar a Palavra pensa ...
que os ''corajosos'' que cospem para cima, arriscam-se ... pois é Hugo Cristóvão, pesquisei na net e ... cheguei a alguresaqui.blogspot.com e afinal o rapaz puro, cândido, íntegro, cai por terra com os seus escritos, alguns ''nojentos'' quer na crítica que faz a quem se sujeitou ao veredicto democrático e exerce as suas funções públicas de pleno direito, quer a críticos aos seus escritos no seu referido blog. (...)"
segunda-feira, novembro 13, 2006
terça-feira, novembro 07, 2006
sábado, novembro 04, 2006
IPT'ezices
Afirmação ou pretensão que a assim ser merece, no mínimo dos mínimos, este comentário:
- Mas que GRANDE LATA!!
sexta-feira, novembro 03, 2006
Incoerência
Sobre essa escolha ímpar da Câmara nabantina podia agora discorrer muito, mas como não me apetece também se pode exprimir numa palavra: disparate.
Certo, em duas: desastre.
Ok, três: desperdício.
Pronto, uma série delas: duvidoso, estranho, suspeito, conveniente, inconsistente, megalómano, irresponsável, inconsequente, pedagogicamente errado, contrário ao desenvolvimento fisico e psicológico da criança.
(desculpem lá mas hoje estou de mau humor!)
Em todo caso não era a isso que me queria referir, o que queria assinalar é a estranheza que deve sentir alguém menos entendido das inconsistências da nossa Câmara, e que depois de ler esta frase, lhe fosse dito que esta mesma Câmara é umas das poucas do país, e uma das duas do distrito, que não tem sequer uma página, por rudimentar que fosse, na internet.
Parece algo incoerente não?
quarta-feira, novembro 01, 2006
Tomar esotérica
Li o livro há algum tempo, e na altura pensei em transcrever algumas passagens, mas o tempo que é sempre curto foi passando. A oportunidade que ressurge agora, já quase que de novo se esquecia!
Aqui fica uma das passagens, para mim a melhor, em que este autor de qualidade reconhecida internacionalmente, se refere ao Convento de Cristo. Espero que incentive à sua leitura, vale a pena!
"Se eu conseguia imaginar um castelo templário, assim era Tomar. Sobe-se por uma estrada fortificada que bordeja os bastiões exteriores, de seteiras em forma de cruz, e respira-se uma atmosfera cruzada desde o primeiro instante. Os Cavaleiros de Cristo tinham prosperado durante séculos naquele lugar: a tradição pretende que tanto o infante D. Henrique como Cristóvão Colombo eram dos deles, e com efeito haviam-se dedicado à conquista dos mares - fazendo a riqueza de Portugal. A longa e feliz existência de que aí tinham gozado fez com que o castelo tenha sido reconstruído e ampliado em diferentes séculos, pelo que à sua parte mediaval se acrescentam alas renascentistas e barrocas. Comovi-me ao entrar na igreja dos Templários, com a sua rotunda octogonal que reproduz a do Santo Sepulcro. Encheu-me de curiosidade o facto de na igreja, conforme a zona, as cruzes templárias serem de forma diferente (...)
Depois o nosso guia levou-nos a ver a janela manuelina, a janela por excelência, uma passagem, uma colagem de achados marinhos e submarinos, algas, conhchas, âncoras, amarras e correntes, em celebração dos fastos dos Cavaleiros sobre os oceanos. Mas dos dois lados da janela, a encerrar como que dentro de uma muralha as duas torres que a enuqadravam, viam-se esculpidas as insígnias da Jarreteira. O que estava a fazer o símbolo de uma ordem inglesa naquiele mosteiro fortificado português? O guia não soube dizer, mas pouco depois, de outro lado, creio que de noroeste, mostrou-nos as insígnias do Tosão de Ouro. Eu não podia deixar de pensar no subtil jogo de alianças que ligava a jarreteira ao Tosão de Ouro, este aos Argonautas, os Argonautas ao Graal, e o Graal aos Templários. (...) Tive um sobressalto quando o nosso guia nos levou a visitar uma sal secundária, de tecto coberto em fechos de abóboda, Eram pequenas rosetas, mas algumas tinham esculpidas uma cara barbuda e vagamente caprina. O Baphomet...
Descemos a uma cripta. Ao fim de sete degraus, uma pedra nua leva à ábside, em que poderia aparecer uma altar ou o cadeirão do grão-mestre. Mas chega-se, passando por baixo de sete fechos de abóboda, todos em forma de rosa e cada um maior que o anterior, e o último, mais expandido, por cima de um poço. A cruz e a rosa, e num mosteiro templário, e numa sala certamente construída antes dos primeiros manisfestos rosa-crucianos... Fiz algumas perguntas ao guia que sorriu: " Se soubesse quantos estudiosos de ciências ocultas vêm aqui em peregrinação... Diz-se que esta era a sala de iniciação...."
Penetrando por acaso acaso numa sala ainda não restaurada, ocupada com poucos móveis poeirentos, encontrei o chão repleto de caixotes de cartão. Revistei-os ao acaso, e vieram parar-me às mãos restos de volumes em hebraico, presumivelmente do século XVII. O que fazim os judeus em Tomar? O guia disse-me que os Cavaleiros mantinham boas relações com a comunidade judaica local. Fez-me assomar à janela e mostrou-me um jardim à francesa, estruturado como um pequeno e elegante labirinto. Obra, disse-me ele, de um arquitecto judeu setecentista, Samuel Schwartz."

saiba mais sobre Umberto Eco:
http://www.themodernword.com/eco/
http://www.levity.com/corduroy/eco.htm
ou sobre o livro:
http://www.difel.pt/catalog/product_info.php?products_id=457
segunda-feira, outubro 30, 2006
Valter Lemos em Tomar
Auditório da Biblioteca Municipal de Tomar
31 de Outubro de 2006, terça-feira, pelas 21H30
Oradores
Docente da Escola Superior de Educação de Santarém – Dr.ª Sílvia Madeira
Influência dos inexistentes
Acontece que estas personalidades tem em comum uma característica pertinente - nunca existiram.
veja em http://www.101influential.com/
Política e honestidade
Bolas, alguém não foi honesto comigo. É que ninguém me avisou!
Será que o tal professor não estará a fazer um pouquinho de política nas suas aulas?
E já agora, será que alguém define duma vez por todas o que quer dizer "política"? É que para mim quer dizer bem mais que militar num partido.
terça-feira, outubro 24, 2006
algures perto de Madrid
quarta-feira, outubro 18, 2006
Chove, muito
E agora que são quase três da manhã, e chove, agora de súbito um pouco menos, sabendo que daqui a poucas horas parto de novo para longe, e parecendo-me que já não vou dormir, apetece-me talvez pedir emprestado um poema a uma das almas do mestre, que sendo Pessoa não era pessoa qualquer.
Fica aqui ele a falar por mim por uns dias.
Álvaro de Campos
sms
citação livre de Al Pacino, em O Advogado do Diabo
Para quem sabe ler nas entrelinhas.
quarta-feira, outubro 11, 2006
na Capital do Império
De Tomar parece que há novidades no flecheiro, serão preparos para as obras da ponte da discórdia?
Ali mais ao lado, uma televisão transmite o jogo da selecção, mas também não estou com pachorra para o futebol.
Lisboa à noite parece que foi invadida por ingleses e espanhóis, facto só contrariado por uma ou outra manada de caloiros que agitam as ruas estreitas do Bairro Alto e do Chiado, com os seus cânticos regados de álcool e hormonas tardias da puberdade, orquestrados por um ou outro trajado estudante.
Que saudades...
Por outro lado, Lisboa é cada vez mais a confusão das obras permanentes, do excesso de carros, e da pressa das gentes que a todo o lado vão a correr com olhares vazios de vidas mecanizadas. Como eu gosto de Tomar! Mesmo com todas as condicionantes que quem lá vive conhece. E mesmo não tendo eu a vida calma que o concelho oferece.
O tempo aqui parece que é ainda mais curto, e estas linhas para agora vão ter que chegar.
E parece que Portugal já perde.
até...
quinta-feira, outubro 05, 2006
Visita virtual
Uma espectacular visita a não perder. É só clicar.
informação surripada no Tomar de Leonel Vicente
Música(s)
Vem conhecer outros estilos de terras nabantinas aqui »» http://www.myspace.com/thomartmr.
segunda-feira, outubro 02, 2006
A entrevista
"Sempre entendi que a melhor forma de exercer as funções de presidente era representando Tomar fora dos limites do concelho." - Hum... então porque não concorre a um reality show da TVI?
"A minha actividade em Bruxelas beneficia Tomar" - Certo, mas já agora... assim em concreto, beneficia Tomar... em quê?
"Não participar na concepção das coisas durante muito tempo para mim é desgastante. E, por vezes pouco motivante." - Pois, podia ser que se as coisas em Tomar acontecessem com um pouco mais de planeamento, já não sentisse isso.
"Muitas vezes se fala de Torres Novas e Abrantes mas estes concelhos levam-nos um mandato de avanço,... " - Então mas, lá o 25 de Abril foi mais cedo?!
"Então como idealiza o seu futuro quando sair da Câmara? A ser útil aos outros."- Pois, há até quem diga que quanto mais depressa sair mais útil se torna. Pronto... estou a ser mauzinho...
Entrevista 2
"PS Tomar - descoordenação" - De facto não tem andado muito por cá pois não?
"Flecheiro - desafio para vencer " - Que frase mais cheia de nada.
"Preço da habitação em Tomar - reflexo da qualidade de vida comparativa." - Mas quem é que julga que ainda acredita nisso?
"Tomar em 2013 - Uma das cidades médias do país mais interessantes para viver." - Certo, mas se nessa altura for só vila, pode ser interessante à mesma?
Queijo de Tomar
sábado, setembro 30, 2006
curiosas..
[em relação a propostas e ideias de outros] "a minha postura tem sido a de abertura."
"a construção da ponte do flecheiro é a conclusão da rede urbana, e tenho a certeza que é defendida por muitos"
"olhemos para o espelho antes de abrir a boca"
estas duas são simplesmente hilariantes
"Tomar tem um centro histórico dinâmico"
"Não acredito em projectos megalómanos, acredito em projectos que sirvam as populações."
com afirmações tão ricas nem me atrevo a comentar
Gira, a nossa língua.
quinta-feira, setembro 28, 2006
Certezas, ou talvez não.
Eles por lá...
fonte semanário O Mirante, hoje, pág.24
"Abrantes Município Digital" é o nome do projecto.
Em Tomar, tudo a ver com isso é mesmo apenas virtual...
"Câmaras nos jardins"
"... Corvêlo de Sousa [Vice-presidente da autarquia] afirma estar convicto de que todos os procedimentos legais foram acautelados, apesar de adiantar que as obras foram conduzidas pela TomarPolis ... O director executivo da TomarPolis, Rui Monteiro, disse a O Mirante não estar habilitado a falar sobre o assunto, remetendo os esclarecimentos para a câmara."
fonte semanário O Mirante, ontem, pág. 4
Portanto quando forem para os lados do Pavilhão Municipal não se esqueçam de sorrir!
Virtual
É sempre de aplaudir os que exprimem e assumem as suas opiniões.
Bem vindo ao ciberespaço. Bons posts.
www.bancadadobloco.blogspot.com
sábado, setembro 23, 2006
Hum...
A nova tróia...
contribuição da Sandra Praia
sexta-feira, setembro 22, 2006
Informaram-me mal ou...
Ando triste...
Como é que uma pessoa consegue dormir ao saber que perdeu tão estimado fã?
Ó Shaitan onde estiveres volta, prometo que até deixo passar um dos comentários de vez em quando!!
segunda-feira, setembro 18, 2006
Difícil de aprender.
Parque subaquático parte 2 - O regresso do disparate?
A fragilidade
E recorrentemente nos apercebemos disso apenas em função de algo menos bom, ou bastante mau, ou mesmo uma tragédia.
Alertamo-nos para essa inquestionável verdade em função de um acontecimento como o 11 de Setembro que afecta e choca milhares, ou quando alguém que nos é próximo, ou mesmo que não tanto, parte de forma mais prematura.
Ontem foi o Sérgio, 49 anos, muito cedo.
O Sérgio era colega professor, em momentos partilhámos pontualmente actividades sindicais, e camarada também das lides políticas, ainda que há algum tempo se tivesse afastado um pouco.
O Sérgio tinha ainda muito para dar, mas a vida é assim e é bom que disso tenhamos consciência.
Cada minuto é insubstituível.
Porque é que nos custa tanto a fazer com que cada minuto valha a pena?
Expliquem-me lá como se eu fosse...
Não antevia as reacções?
sexta-feira, setembro 15, 2006
Ponte do Flecheiro: uma obsessiva teimosia
Mas honestamente confesso, que após recorrentes polémicas por obras que se vêm a confirmar erradas, e estando já Paiva na fase decadente da sua gestão, que relativamente a este disparate da ponte a 50 metros de outra, o engenheiro, com a intelecção que apesar dos falhanços lhe reconheço, tivesse quanto a isto, sem grandes ondas, esquecido convenientemente a ideia numa qualquer gaveta de má memória.
Engano. Abissal engano meu e de muitos. Paiva volta à carga com esta ponte que, mesmo não sendo eu engenheiro, me parece contrária a tudo o que é bom senso.
Já por outras ocasiões manifestei a minha visão sobre a “coisa”. Mas não posso deixar de focar novamente os porquês.
Tomar tem o trânsito caótico que lhe conhecemos, trânsito que se agravou com uma (caprichosa, não planeada, não sustentada, não discutida, como habitual) decisão errada da autarquia, que foi o fecho de um dos sentidos de trânsito na ponte velha sem estarem criadas quaisquer alternativas.
E o problema de trânsito em Tomar, cidade de média dimensão sem grandes indústrias, ou quaisquer outros factores que levem a grandes congestionamentos, claramente se deve a uma má orientação do trânsito e de insuficientes vias de escoamento, uma vez que nesta cidade meia dúzia de carros originam engarrafamento.
Todo o trânsito se centra na cidade, todos os fluxos convergem ao centro e em concreto à rotunda do “tanque luminoso” (também ele exemplo de uma obra bem planeada, enquadrada, financeiramente viável, e mais uma vez, fruto de bom senso).
E agora expliquem-me, uma ponte a 50 metros da existente resolve o problema? Julgo que um livre e capaz raciocínio diz que não. Porque a questão não é a necessidade de uma nova ponte, essa necessidade é óbvia, o problema é a sua localização.
Mas agora veja-se o revés da implantação na ponte no Flecheiro, antecipem-se os problemas que ela criará: uma ponte a subir junto ao mercado e a largar todo o trânsito junto ao Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria, Casa Mortuária. A ir para onde? Escola Secundária Jácome Ratton, CIRE, e toda a aquela zona (Escola Secundária Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, Centro de Formação, Biblioteca, S.F. Gualdim Pais, e outras entidades).
Esta é apenas a zona da cidade de maior vivência cívica, onde estão as principais escolas e equipamentos públicos de maior acesso por parte dos cidadãos; esta é tão só a zona de maior concentração de pessoas, de maiores fluxos de trânsito já assim, em muitos momentos do dia como aliás qualquer um pode constatar; esta é também uma zona residencial, e cujas vias não têm possibilidade de ser alargadas, e estão já muito condicionadas.
Mais, nas cidades desenvolvidas é hoje política de desenvolvimento afastar os carros do centro das cidades não só para criar mais segurança, mas como para evitar maior degradação de utilização dos vários equipamentos, e demais qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e os gases tóxicos.
Mas em Tomar pelo contrário, a aposta é em puxar para o centro mesmo os que disso não tinham necessidade e o fazem apenas por falta de alternativa, criando assim uma falsa sensação de vitalismo de uma cidade que há muito a perdeu. Em Tomar tudo parece que está em permanente movimento e agitação – trânsito, obras - mas a verdade é que tudo isso é inconsequente e ilusório.
Um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros – sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas. Não é o que temos em perspectiva que venha a acontecer.
Não há qualquer estudo credível que diga que aquela ponte é correcta. Os parceiros sociais com responsabilidades na zona de influência, como as Comissões Executivas dos Agrupamentos Escolares, as Associações de Pais e Estudantes, e outros, não foram ouvidos.
Posto tudo isto resta perguntar: Será novamente gasto um rio de dinheiro numa obra polémica e de benefícios dúbios? Será mais uma vez acrescida a já difícil situação financeira da autarquia, em nome de uma insistência pessoal com a qual poucos concordam? Em nome dum projecto que é contrário à lógica, ao sentir da cidade, e pelo que foi exposto ao bom uso dos dinheiros públicos? Baseado em quê? Em que Projecto de Cidade? Em que Plano de Desenvolvimento? Em que Plano de Mobilidade?
Claro que, sejamos coerentes, com o cheque em branco que os tomarenses passaram ao eleger um Presidente de Câmara que nem programa eleitoral apresentou, Paiva pode em verdade, pelo menos acreditar, que pode fazer o que entender.
Mas a questão é caro concidadão tomarense, que tamanho tinha afinal esse cheque? Concorda ou não, com a localização que o presidente pretende dar à nova ponte?
E acha ou não importante tomar uma posição acerca disso? É dos que se importa com o que se passa à sua volta, ou deixa que decidam tudo por si?
artigo publicado hoje no jornal Cidade de Tomar
quarta-feira, setembro 13, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
11 de Setembro de 2001
É impossível hoje não falar deste assunto.
Apesar das verdades que venhamos ainda a descobrir sobre o que foi afinal o ataque ao World Trade Center, que nos americanos nunca se confia, a verdade é que ele representa a mais inquietante confirmação da insegurança e da precaridade da condição humana face à manutenção do seu modo de vida e da vida ela própria.
Novos factos, novas ou velha teorias, como as que ontem descreveu um inquietante comentário no canal 1 da RTP do qual vi apenas um bocado final, mostram que como habitual, a história é relativa, é sujeita a mudanças, e depende da perspectiva de quem a conta, ou de que quem a escreveu.
A verdade pode muito bem ser uma mentira muito bem contada.
Dos americanos esperamos tudo, e se é quase certo que o homem não foi à Lua, talvez venha a ser também certo que o ataque à América foi feito pela própria América, mas ainda é cedo para esta tese ter um acolhimento alargado, chocados que ainda estamos, com a memória fresca das torres a cair, e com elas milhares de vidas humanas.
Independentemente do como e do porquê, aquelas torres marcaram certamente por alguns anos todo o mundo ocidental, e com uma ferida das que saram muito lentamente os americanos em especial.
Que todos estejamos a salvo de algo semelhante.















