... num vídeo muito interessante (mesmo que eu não vá para lá morar), para que se veja como se faz produção e marketing a sério, à moda do ti Belmiro.
contribuição da Sandra Praia
sábado, setembro 23, 2006
sexta-feira, setembro 22, 2006
Informaram-me mal ou...
... o parque subterrâneo do Pavilhão Municipal de Tomar meteu água logo às primeiras chuvas?
Ando triste...
... porque um dos meus mais fiéis comentaristas de seu nome Shaitan, Shaitanito para os amigos, nunca mais cá apareceu.
Como é que uma pessoa consegue dormir ao saber que perdeu tão estimado fã?
Ó Shaitan onde estiveres volta, prometo que até deixo passar um dos comentários de vez em quando!!
Como é que uma pessoa consegue dormir ao saber que perdeu tão estimado fã?
Ó Shaitan onde estiveres volta, prometo que até deixo passar um dos comentários de vez em quando!!
segunda-feira, setembro 18, 2006
Difícil de aprender.
Terei eu lido mal, ou o vereador Carlos Carrão na entrevista desta semana ao Cidade de Tomar, em referência à situação do mercado fala de um parque de estacionamento subterrâneo?
Parque subaquático parte 2 - O regresso do disparate?
Parque subaquático parte 2 - O regresso do disparate?
A fragilidade
A vida é de facto algo muito precioso, e nem sempre, ou muitas vezes, tantas vezes não lhe damos esse valor no sentido de vivermos dessa forma, vivermos a vida como algo inestimável.
E recorrentemente nos apercebemos disso apenas em função de algo menos bom, ou bastante mau, ou mesmo uma tragédia.
Alertamo-nos para essa inquestionável verdade em função de um acontecimento como o 11 de Setembro que afecta e choca milhares, ou quando alguém que nos é próximo, ou mesmo que não tanto, parte de forma mais prematura.
Ontem foi o Sérgio, 49 anos, muito cedo.
O Sérgio era colega professor, em momentos partilhámos pontualmente actividades sindicais, e camarada também das lides políticas, ainda que há algum tempo se tivesse afastado um pouco.
O Sérgio tinha ainda muito para dar, mas a vida é assim e é bom que disso tenhamos consciência.
Cada minuto é insubstituível.
Porque é que nos custa tanto a fazer com que cada minuto valha a pena?
E recorrentemente nos apercebemos disso apenas em função de algo menos bom, ou bastante mau, ou mesmo uma tragédia.
Alertamo-nos para essa inquestionável verdade em função de um acontecimento como o 11 de Setembro que afecta e choca milhares, ou quando alguém que nos é próximo, ou mesmo que não tanto, parte de forma mais prematura.
Ontem foi o Sérgio, 49 anos, muito cedo.
O Sérgio era colega professor, em momentos partilhámos pontualmente actividades sindicais, e camarada também das lides políticas, ainda que há algum tempo se tivesse afastado um pouco.
O Sérgio tinha ainda muito para dar, mas a vida é assim e é bom que disso tenhamos consciência.
Cada minuto é insubstituível.
Porque é que nos custa tanto a fazer com que cada minuto valha a pena?
Expliquem-me lá como se eu fosse...
Se o papa não subscreve as citações do texto mediaval que leu, porque é que o fez?
Não antevia as reacções?
Não antevia as reacções?
sexta-feira, setembro 15, 2006
Ponte do Flecheiro: uma obsessiva teimosia
Bom, o carácter do nosso ainda Presidente da Câmara António Paiva, penso ser já sobejamente conhecido, essa obstinação com largos laivos de teimosia, que levam a que toda a ideia saída da mente do edil, independentemente da sensibilidade dos tomarenses, da opinião pública, dos agentes políticos e do próprio partido que supostamente apoia Paiva, não esteja verdadeiramente sujeita a discussão e avance renitentemente como até aqui temos presenciado.
Mas honestamente confesso, que após recorrentes polémicas por obras que se vêm a confirmar erradas, e estando já Paiva na fase decadente da sua gestão, que relativamente a este disparate da ponte a 50 metros de outra, o engenheiro, com a intelecção que apesar dos falhanços lhe reconheço, tivesse quanto a isto, sem grandes ondas, esquecido convenientemente a ideia numa qualquer gaveta de má memória.
Engano. Abissal engano meu e de muitos. Paiva volta à carga com esta ponte que, mesmo não sendo eu engenheiro, me parece contrária a tudo o que é bom senso.
Já por outras ocasiões manifestei a minha visão sobre a “coisa”. Mas não posso deixar de focar novamente os porquês.
Tomar tem o trânsito caótico que lhe conhecemos, trânsito que se agravou com uma (caprichosa, não planeada, não sustentada, não discutida, como habitual) decisão errada da autarquia, que foi o fecho de um dos sentidos de trânsito na ponte velha sem estarem criadas quaisquer alternativas.
E o problema de trânsito em Tomar, cidade de média dimensão sem grandes indústrias, ou quaisquer outros factores que levem a grandes congestionamentos, claramente se deve a uma má orientação do trânsito e de insuficientes vias de escoamento, uma vez que nesta cidade meia dúzia de carros originam engarrafamento.
Todo o trânsito se centra na cidade, todos os fluxos convergem ao centro e em concreto à rotunda do “tanque luminoso” (também ele exemplo de uma obra bem planeada, enquadrada, financeiramente viável, e mais uma vez, fruto de bom senso).
E agora expliquem-me, uma ponte a 50 metros da existente resolve o problema? Julgo que um livre e capaz raciocínio diz que não. Porque a questão não é a necessidade de uma nova ponte, essa necessidade é óbvia, o problema é a sua localização.
Mas agora veja-se o revés da implantação na ponte no Flecheiro, antecipem-se os problemas que ela criará: uma ponte a subir junto ao mercado e a largar todo o trânsito junto ao Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria, Casa Mortuária. A ir para onde? Escola Secundária Jácome Ratton, CIRE, e toda a aquela zona (Escola Secundária Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, Centro de Formação, Biblioteca, S.F. Gualdim Pais, e outras entidades).
Esta é apenas a zona da cidade de maior vivência cívica, onde estão as principais escolas e equipamentos públicos de maior acesso por parte dos cidadãos; esta é tão só a zona de maior concentração de pessoas, de maiores fluxos de trânsito já assim, em muitos momentos do dia como aliás qualquer um pode constatar; esta é também uma zona residencial, e cujas vias não têm possibilidade de ser alargadas, e estão já muito condicionadas.
Mais, nas cidades desenvolvidas é hoje política de desenvolvimento afastar os carros do centro das cidades não só para criar mais segurança, mas como para evitar maior degradação de utilização dos vários equipamentos, e demais qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e os gases tóxicos.
Mas em Tomar pelo contrário, a aposta é em puxar para o centro mesmo os que disso não tinham necessidade e o fazem apenas por falta de alternativa, criando assim uma falsa sensação de vitalismo de uma cidade que há muito a perdeu. Em Tomar tudo parece que está em permanente movimento e agitação – trânsito, obras - mas a verdade é que tudo isso é inconsequente e ilusório.
Um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros – sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas. Não é o que temos em perspectiva que venha a acontecer.
Não há qualquer estudo credível que diga que aquela ponte é correcta. Os parceiros sociais com responsabilidades na zona de influência, como as Comissões Executivas dos Agrupamentos Escolares, as Associações de Pais e Estudantes, e outros, não foram ouvidos.
Posto tudo isto resta perguntar: Será novamente gasto um rio de dinheiro numa obra polémica e de benefícios dúbios? Será mais uma vez acrescida a já difícil situação financeira da autarquia, em nome de uma insistência pessoal com a qual poucos concordam? Em nome dum projecto que é contrário à lógica, ao sentir da cidade, e pelo que foi exposto ao bom uso dos dinheiros públicos? Baseado em quê? Em que Projecto de Cidade? Em que Plano de Desenvolvimento? Em que Plano de Mobilidade?
Claro que, sejamos coerentes, com o cheque em branco que os tomarenses passaram ao eleger um Presidente de Câmara que nem programa eleitoral apresentou, Paiva pode em verdade, pelo menos acreditar, que pode fazer o que entender.
Mas a questão é caro concidadão tomarense, que tamanho tinha afinal esse cheque? Concorda ou não, com a localização que o presidente pretende dar à nova ponte?
E acha ou não importante tomar uma posição acerca disso? É dos que se importa com o que se passa à sua volta, ou deixa que decidam tudo por si?
artigo publicado hoje no jornal Cidade de Tomar
Mas honestamente confesso, que após recorrentes polémicas por obras que se vêm a confirmar erradas, e estando já Paiva na fase decadente da sua gestão, que relativamente a este disparate da ponte a 50 metros de outra, o engenheiro, com a intelecção que apesar dos falhanços lhe reconheço, tivesse quanto a isto, sem grandes ondas, esquecido convenientemente a ideia numa qualquer gaveta de má memória.
Engano. Abissal engano meu e de muitos. Paiva volta à carga com esta ponte que, mesmo não sendo eu engenheiro, me parece contrária a tudo o que é bom senso.
Já por outras ocasiões manifestei a minha visão sobre a “coisa”. Mas não posso deixar de focar novamente os porquês.
Tomar tem o trânsito caótico que lhe conhecemos, trânsito que se agravou com uma (caprichosa, não planeada, não sustentada, não discutida, como habitual) decisão errada da autarquia, que foi o fecho de um dos sentidos de trânsito na ponte velha sem estarem criadas quaisquer alternativas.
E o problema de trânsito em Tomar, cidade de média dimensão sem grandes indústrias, ou quaisquer outros factores que levem a grandes congestionamentos, claramente se deve a uma má orientação do trânsito e de insuficientes vias de escoamento, uma vez que nesta cidade meia dúzia de carros originam engarrafamento.
Todo o trânsito se centra na cidade, todos os fluxos convergem ao centro e em concreto à rotunda do “tanque luminoso” (também ele exemplo de uma obra bem planeada, enquadrada, financeiramente viável, e mais uma vez, fruto de bom senso).
E agora expliquem-me, uma ponte a 50 metros da existente resolve o problema? Julgo que um livre e capaz raciocínio diz que não. Porque a questão não é a necessidade de uma nova ponte, essa necessidade é óbvia, o problema é a sua localização.
Mas agora veja-se o revés da implantação na ponte no Flecheiro, antecipem-se os problemas que ela criará: uma ponte a subir junto ao mercado e a largar todo o trânsito junto ao Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria, Casa Mortuária. A ir para onde? Escola Secundária Jácome Ratton, CIRE, e toda a aquela zona (Escola Secundária Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, Centro de Formação, Biblioteca, S.F. Gualdim Pais, e outras entidades).
Esta é apenas a zona da cidade de maior vivência cívica, onde estão as principais escolas e equipamentos públicos de maior acesso por parte dos cidadãos; esta é tão só a zona de maior concentração de pessoas, de maiores fluxos de trânsito já assim, em muitos momentos do dia como aliás qualquer um pode constatar; esta é também uma zona residencial, e cujas vias não têm possibilidade de ser alargadas, e estão já muito condicionadas.
Mais, nas cidades desenvolvidas é hoje política de desenvolvimento afastar os carros do centro das cidades não só para criar mais segurança, mas como para evitar maior degradação de utilização dos vários equipamentos, e demais qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e os gases tóxicos.
Mas em Tomar pelo contrário, a aposta é em puxar para o centro mesmo os que disso não tinham necessidade e o fazem apenas por falta de alternativa, criando assim uma falsa sensação de vitalismo de uma cidade que há muito a perdeu. Em Tomar tudo parece que está em permanente movimento e agitação – trânsito, obras - mas a verdade é que tudo isso é inconsequente e ilusório.
Um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros – sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas. Não é o que temos em perspectiva que venha a acontecer.
Não há qualquer estudo credível que diga que aquela ponte é correcta. Os parceiros sociais com responsabilidades na zona de influência, como as Comissões Executivas dos Agrupamentos Escolares, as Associações de Pais e Estudantes, e outros, não foram ouvidos.
Posto tudo isto resta perguntar: Será novamente gasto um rio de dinheiro numa obra polémica e de benefícios dúbios? Será mais uma vez acrescida a já difícil situação financeira da autarquia, em nome de uma insistência pessoal com a qual poucos concordam? Em nome dum projecto que é contrário à lógica, ao sentir da cidade, e pelo que foi exposto ao bom uso dos dinheiros públicos? Baseado em quê? Em que Projecto de Cidade? Em que Plano de Desenvolvimento? Em que Plano de Mobilidade?
Claro que, sejamos coerentes, com o cheque em branco que os tomarenses passaram ao eleger um Presidente de Câmara que nem programa eleitoral apresentou, Paiva pode em verdade, pelo menos acreditar, que pode fazer o que entender.
Mas a questão é caro concidadão tomarense, que tamanho tinha afinal esse cheque? Concorda ou não, com a localização que o presidente pretende dar à nova ponte?
E acha ou não importante tomar uma posição acerca disso? É dos que se importa com o que se passa à sua volta, ou deixa que decidam tudo por si?
artigo publicado hoje no jornal Cidade de Tomar
quarta-feira, setembro 13, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
11 de Setembro de 2001
É impossível hoje não falar deste assunto.
Apesar das verdades que venhamos ainda a descobrir sobre o que foi afinal o ataque ao World Trade Center, que nos americanos nunca se confia, a verdade é que ele representa a mais inquietante confirmação da insegurança e da precaridade da condição humana face à manutenção do seu modo de vida e da vida ela própria.
Novos factos, novas ou velha teorias, como as que ontem descreveu um inquietante comentário no canal 1 da RTP do qual vi apenas um bocado final, mostram que como habitual, a história é relativa, é sujeita a mudanças, e depende da perspectiva de quem a conta, ou de que quem a escreveu.
A verdade pode muito bem ser uma mentira muito bem contada.
Dos americanos esperamos tudo, e se é quase certo que o homem não foi à Lua, talvez venha a ser também certo que o ataque à América foi feito pela própria América, mas ainda é cedo para esta tese ter um acolhimento alargado, chocados que ainda estamos, com a memória fresca das torres a cair, e com elas milhares de vidas humanas.
Independentemente do como e do porquê, aquelas torres marcaram certamente por alguns anos todo o mundo ocidental, e com uma ferida das que saram muito lentamente os americanos em especial.
Que todos estejamos a salvo de algo semelhante.
quarta-feira, setembro 06, 2006
A ambição
A ambição é uma das mais agridoce características humanas.
Se alguém sem ambição é como uma embarcação sem rota, demasiada ambição pode levar-nos a ignorar as características do caminho para o destino a que queremos chegar. Pouca ambição torna-nos insosos, demasiada ambição pode cegar-nos.
Portanto a ambição é talvez das mais perigosas características. É como um veneno que temos de saber dosear, para não corrermos o risco de com ele nos atingirmos.
E ao longo da minha, quero acreditar que ainda curta vida, tenho visto muito de ambição desmedida a envenar o espírito do seu detentor. E os tipos de ambição podem ser tantos como distintas as personalidades.
Muitos não olham a meios para alcançar os seus desígnios, mas como tudo na vida, há como que uma certa ordem das coisas que mais tarde ou mais cedo faz a situação equilibrar-se, normalizar-se, e mesmo que alguns até cheguem por algum tempo a onde desejam, acontece que o caminho para lá chegar foi tão tortuoso que rapidamente se perdem; outros subiram tanto que que se esqueceram do que os segurava, e extiguiram-se na queda.
Portanto a ambição é talvez das mais perigosas características. É como um veneno que temos de saber dosear, para não corrermos o risco de com ele nos atingirmos.
E ao longo da minha, quero acreditar que ainda curta vida, tenho visto muito de ambição desmedida a envenar o espírito do seu detentor. E os tipos de ambição podem ser tantos como distintas as personalidades.
Muitos não olham a meios para alcançar os seus desígnios, mas como tudo na vida, há como que uma certa ordem das coisas que mais tarde ou mais cedo faz a situação equilibrar-se, normalizar-se, e mesmo que alguns até cheguem por algum tempo a onde desejam, acontece que o caminho para lá chegar foi tão tortuoso que rapidamente se perdem; outros subiram tanto que que se esqueceram do que os segurava, e extiguiram-se na queda.
Poucos, muito poucos valha-nos isso, são os que pisando tudo e todos, se mantém a salvo por muito tempo.
E alguns, felizmente há sempre alguns, que mesmo tendo bebido demais do veneno, que mesmo tendo-se perdido, que mesmo tendo caido, souberam com isso aprender e arrepiar caminho. Porque felizmente aprender com o erro também é uma qualidade humana, pena é que muitas vezes pouco aproveitada.
E alguns, felizmente há sempre alguns, que mesmo tendo bebido demais do veneno, que mesmo tendo-se perdido, que mesmo tendo caido, souberam com isso aprender e arrepiar caminho. Porque felizmente aprender com o erro também é uma qualidade humana, pena é que muitas vezes pouco aproveitada.
E o mundo, mesmo aquele que nos está mais próximo, é um imenso cardápio donde retirar ensinamentos, felizes por isso os que sabem, ou querem, ou conseguem ver.
"Cada hora de tempo perdido na juventude, é um embrião de infelicidade no futuro"
Napoleão Bonaparte
É muito significativo o que com um pedido de comentário a uma afirmação, podemos descobrir ou aprender sobre alguém.
Hoje, com um grupo de pessoas, e por conta desta que fui tomar de empréstimo ao defunto imperador, pude comprovar essa interessante experiência .
segunda-feira, setembro 04, 2006
Terá acontecido?
Já por várias vezes aqui falei das dificuldades do jornalismo regional, mas mesmo assim não consigo evitar rir com o profundo rigor jornalístico que algumas vezes se consegue atingir.
Como o título duma notícia publicada na última página do Notícias do Entrocamento desta semana que diz: "Comissão parlamentar terá visitado o distrito".
Bom, se servir de ajuda, posso garantir com absoluta certeza que sim, visitaram mesmo.
Como o título duma notícia publicada na última página do Notícias do Entrocamento desta semana que diz: "Comissão parlamentar terá visitado o distrito".
Bom, se servir de ajuda, posso garantir com absoluta certeza que sim, visitaram mesmo.
quinta-feira, agosto 31, 2006
Coisas difíceis...
... de compreender... de explicar.
Estava há umas horas atrás a jantar com dois colegas, um deles de fora do concelho, no restaurante Tabuleiro na corredoura - que aliás diga-se, para além do local, prima pelo bom serviço, além de uma boa relação qualidade/preço, e por isso muitas vezes o escolho quando levo a jantar na cidade pessoas de fora - quando, dizia eu, sentimos alguma agitação lá fora, provocada por um carro cisterna dos serviços de limpeza que pela corredoura acima subia, obrigando ao desvio de algumas mesas da esplanada onde também pessoas jantavam.
Bom, caso isolado, o que anda aqui a fazer este a esta hora, e não terá mais sítio nenhum por onde passar?
Engano, não era acaso, quando saímos do restaurante andavam então em lavagem da Praça da República, em especial entre a igreja e a estátua, (chegando mesmo a andar de agulheta apontada ao pórtico da igreja, o que duvido seja muito aconselhável, pelo menos desta forma).
Claro que este disparate era comentado por muitos dos que passavam e mesmo por ali paravam, a tentar entender se aquilo seria algum espectáculo performativo de noite de verão.
Durou a função talvez umas três horas, e pelo menos mais uma vez um outro carro dos serviços subiu corredoura acima.
Será que uma noite de verão em que andavam algumas centenas de pessoas por ali, com turistas, com esplanadas montadas, é mesmo o melhor momento para fazer este serviço?
Não poderia ser feito, sei lá, pela manhã? Mas quem é que decide estas coisas na Câmara? E quem é que dirige estes trabalhadores?
E já agora, aqueles, não sei precisar, mas talvez uma dezena de funcionários, estavam a ganhar horas extraordinárias?
E depois quando dizemos que na Câmara de Tomar não há planeamento nem organização somos maldosos! É que na maioria das vezes bastava bom senso!
Estava há umas horas atrás a jantar com dois colegas, um deles de fora do concelho, no restaurante Tabuleiro na corredoura - que aliás diga-se, para além do local, prima pelo bom serviço, além de uma boa relação qualidade/preço, e por isso muitas vezes o escolho quando levo a jantar na cidade pessoas de fora - quando, dizia eu, sentimos alguma agitação lá fora, provocada por um carro cisterna dos serviços de limpeza que pela corredoura acima subia, obrigando ao desvio de algumas mesas da esplanada onde também pessoas jantavam.
Bom, caso isolado, o que anda aqui a fazer este a esta hora, e não terá mais sítio nenhum por onde passar?
Engano, não era acaso, quando saímos do restaurante andavam então em lavagem da Praça da República, em especial entre a igreja e a estátua, (chegando mesmo a andar de agulheta apontada ao pórtico da igreja, o que duvido seja muito aconselhável, pelo menos desta forma).
Claro que este disparate era comentado por muitos dos que passavam e mesmo por ali paravam, a tentar entender se aquilo seria algum espectáculo performativo de noite de verão.
Durou a função talvez umas três horas, e pelo menos mais uma vez um outro carro dos serviços subiu corredoura acima.
Será que uma noite de verão em que andavam algumas centenas de pessoas por ali, com turistas, com esplanadas montadas, é mesmo o melhor momento para fazer este serviço?
Não poderia ser feito, sei lá, pela manhã? Mas quem é que decide estas coisas na Câmara? E quem é que dirige estes trabalhadores?
E já agora, aqueles, não sei precisar, mas talvez uma dezena de funcionários, estavam a ganhar horas extraordinárias?
E depois quando dizemos que na Câmara de Tomar não há planeamento nem organização somos maldosos! É que na maioria das vezes bastava bom senso!
domingo, agosto 27, 2006
ainda o verão não acabou...
sexta-feira, agosto 25, 2006
"- Nesta linha temos procurado respeitar um princípio sagrado da complementaridade e integração que presidiu à constituição do Centro Hospitalar e que decorre da estratégia que lhe está subjacente: O princípio de que o Centro se estrutura complementarmente em três unidades e que tem como corolário fundamental o de que o desenvolvimento de qualquer unidade não pode fazer-se à custa do empobrecimento de outras" *
- como aliás, temos visto...
*Silvino Alcaravela, Presidente do Conselho de Administração do CHMT, no Templário de 24.08.06
- como aliás, temos visto...
*Silvino Alcaravela, Presidente do Conselho de Administração do CHMT, no Templário de 24.08.06
«Temos de nos proteger dos perigos do trabalho excessivo. Muitas preocupações podem tornar duros os nossos corações.»
Papa Bento XVI, na Visão de 24-08-2006
Realmente não sou nada católico... mas tenho pena!
segunda-feira, agosto 21, 2006
Excelente...
... é como se deve adjectivar o Festival Bons Sons decorrido este fim-de-semana em Cem Soldos, onde o Sport Clube mostrou mais uma vez porque é uma associação de referência.
Grupos de qualidade, barraquinhas, muitos jovens, muita animação, transformaram ao jeito do habitual, Cem Soldos - a noutros tempos apelidada de "aldeia vermelha" - numa aldeia realmente diferente, para não dizer única, no contexto regional.
E este festival que certamente continuará a realizar-se, poderá muito bem tornar-se no festival referência de verão que Tomar não tem.
Aplausos para os dirigentes e todos os colaboradores do Sport Clube Operário de Cem Soldos, aplausos para a aldeia, aplausos para a freguesia da Madalena.
Algumas associações de relevo suposto maior, assim como dirigentes e outros responsáveis, deviam estar por lá para aprender como se faz, com vontade e humildade, um excelente trabalho.
E assim evitava-se ouvir tanto disparate por aí...
Grupos de qualidade, barraquinhas, muitos jovens, muita animação, transformaram ao jeito do habitual, Cem Soldos - a noutros tempos apelidada de "aldeia vermelha" - numa aldeia realmente diferente, para não dizer única, no contexto regional.
E este festival que certamente continuará a realizar-se, poderá muito bem tornar-se no festival referência de verão que Tomar não tem.
Aplausos para os dirigentes e todos os colaboradores do Sport Clube Operário de Cem Soldos, aplausos para a aldeia, aplausos para a freguesia da Madalena.
Algumas associações de relevo suposto maior, assim como dirigentes e outros responsáveis, deviam estar por lá para aprender como se faz, com vontade e humildade, um excelente trabalho.
E assim evitava-se ouvir tanto disparate por aí...
sexta-feira, agosto 18, 2006
Sindicato de interesses
O governo anuncia a compreensível intenção de acabar com tarefeiros e avençados nos serviços da Administração Pública, dando aos serviços trinta dias para convencer os respectivos ministros da necessidade de qualquer desses profissionais.
Resposta dos sindicatos: impensável, de efeito duvidoso, e contrapõem com a integração desses profissionais nos quadros da função pública.
Realmente com sindicatos destes vamos lá. Para a necessidade de redução responde-se com acréscimo.
Mas quem é que ainda acredita que os sindicatos, ou pelos menos os mais mediáticos e pouco isentos (todos sabemos as ligações a que respondem os sindicatos), estão realmente interessados em defender os trabalhadores?
Será que ainda não se aperceberam do estado do país? Será que estagnaram há trinta anos atrás quando se tornaram sindicalistas? Será que ainda representam alguém além dos próprios dirigentes e aqueles a quem respondem?
Resposta dos sindicatos: impensável, de efeito duvidoso, e contrapõem com a integração desses profissionais nos quadros da função pública.
Realmente com sindicatos destes vamos lá. Para a necessidade de redução responde-se com acréscimo.
Mas quem é que ainda acredita que os sindicatos, ou pelos menos os mais mediáticos e pouco isentos (todos sabemos as ligações a que respondem os sindicatos), estão realmente interessados em defender os trabalhadores?
Será que ainda não se aperceberam do estado do país? Será que estagnaram há trinta anos atrás quando se tornaram sindicalistas? Será que ainda representam alguém além dos próprios dirigentes e aqueles a quem respondem?
quinta-feira, agosto 17, 2006
Para navegar, e comparar...
... aqui deixo os links para as 19 Câmaras Municipais do nosso distrito que já têm (há tempo) página oficial. Faltam Sardoal e claro, Tomar.
Deixo ainda alguns outros links de outras entidades do distrito
CM Abrantes * CM Alcanena * CM Almeirim * CM Alpiarça * CM Benavente * CM Cartaxo * CM Chamusca * CM Constância * CM Coruche * CM Entroncamento * CM Ferreira do Zêzere * CM Golegã * CM Mação * CM Ourém * CM Rio Maior * CM Salvaterra de Magos * CM Santarém * CM Torres Novas * CM Vila Nova da Barquinha
Deixo ainda alguns outros links de outras entidades do distrito
Telas em Abrantes
A jovem pintora tomarense Engrácia Cardoso continua a mostrar o que vale, desta vez com uma exposição intitulada "Ontem vi-vos" na Galeria Muncipal de Arte, em Abrantes. mais aqui
Leis do mundo
Agosto, chove lá fora, bom tempo para tentar limpar as centenas de e-mail's acumuladas, onde pelo meio se encontra um ou outro interessante. Como este:
No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas tem que ser fêmeas. Relações sexuais com machos é punível com a morte.
**
No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitalia feminina, mas para ele, é proibido olhar directamente para ela durante o exame. Pode apenas olhar através de um espelho...
**
Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária. Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira.
**
A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação.
**
Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e desflorar virgens, as quais pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: pelas leis de Guam, é proibido a virgens casarem. (!!!???)
**
Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a amante pode ser morta de qualquer outra maneira.
**
Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido, e a primeira vez que isso ocorre, a sua mãe deve estar no quarto para testemunhar o acto.
contribuição do César Diogo
No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas tem que ser fêmeas. Relações sexuais com machos é punível com a morte.
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No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitalia feminina, mas para ele, é proibido olhar directamente para ela durante o exame. Pode apenas olhar através de um espelho...
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Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária. Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira.
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A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação.
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Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e desflorar virgens, as quais pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: pelas leis de Guam, é proibido a virgens casarem. (!!!???)
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Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a amante pode ser morta de qualquer outra maneira.
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Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido, e a primeira vez que isso ocorre, a sua mãe deve estar no quarto para testemunhar o acto.
contribuição do César Diogo
terça-feira, agosto 15, 2006
Aniversário
O Templário distribuiu esta semana em conjunto com a edição normal do jornal, uma revista comemorativa do 18º aniverário. O Templário atingiu a maioridade.
Nesta revista podemos não só conhecer um pouco dos projectos e ambições do grupo jornal Templário e rádio Hertz, como também a equipa. Jovem, dinâmica, empenhada.
Eu tenho alguma tendência para ser crítico com a comunicação social, em especial a regional, mas isso não impede como aqui já o afirmei, de perceber as dificuldades deste trabalho que muito tem de voluntarismo por vezes. Talvez o facto de ser crítico se deva a que um dos meus muitos sonhos de criança e adolescente fosse exactamente ser jornalista, e por isso achar que estes muitas vezes poderiam fazer coisas mais interessantes que algumas banalidades ou simples conformismos. Ou porque se é mais ou menos parcial, ou mais ou menos subjectivo.
Por tudo isto não posso deixar de sentir simpatia pelo Templário, porque se sente que se tentam ultrapassar dificuldades, e porque se tenta chegar mais longe e melhor, com rubricas interessantes, tentando ir além do espaço fácil e confortável do estabelecido, tentando encontrar novos espaços e novos públicos.
Parabéns Templário, continuem a chegar mais longe.
Nesta revista podemos não só conhecer um pouco dos projectos e ambições do grupo jornal Templário e rádio Hertz, como também a equipa. Jovem, dinâmica, empenhada.
Eu tenho alguma tendência para ser crítico com a comunicação social, em especial a regional, mas isso não impede como aqui já o afirmei, de perceber as dificuldades deste trabalho que muito tem de voluntarismo por vezes. Talvez o facto de ser crítico se deva a que um dos meus muitos sonhos de criança e adolescente fosse exactamente ser jornalista, e por isso achar que estes muitas vezes poderiam fazer coisas mais interessantes que algumas banalidades ou simples conformismos. Ou porque se é mais ou menos parcial, ou mais ou menos subjectivo.
Por tudo isto não posso deixar de sentir simpatia pelo Templário, porque se sente que se tentam ultrapassar dificuldades, e porque se tenta chegar mais longe e melhor, com rubricas interessantes, tentando ir além do espaço fácil e confortável do estabelecido, tentando encontrar novos espaços e novos públicos.
Parabéns Templário, continuem a chegar mais longe.
Os vinhos da adega
Comecei há alguns dias a ver por aí a nova imagem dos vinhos Capítulo da Adega Cooperativa de Tomar.
As garrafas são bonitas e a imagem está bem conseguida.
André Samouco e os outros elementos da direcção estão de parabéns. Esperemos agora que as vendas, a qualidade, e a imagem generalizada deste nosso vinho também mudem para melhor.
As garrafas são bonitas e a imagem está bem conseguida.
André Samouco e os outros elementos da direcção estão de parabéns. Esperemos agora que as vendas, a qualidade, e a imagem generalizada deste nosso vinho também mudem para melhor.
segunda-feira, agosto 14, 2006
Restaurantes nabantinos
Domingo à noite, 13 de Agosto, recebo um amigo em Tomar a fim de tratarmos de alguns assuntos. Vamos jantar.
Bom, Tomar tem alguma tendência para me deixar envergonhado.
Porquê desta vez? Seis ou sete portas fechadas, e uma volta à cidade depois, só mesmo a velhinha Sereia do Nabão, por todos conhecida simplesmente como A Marisqueira, parece ter vontade de trabalhar.
Comentário do tal amigo: - Cá em Tomar deve ser tudo rico!
Alguém que explique o que deveria eu ter respondido, porque eu já não tenho argumentos.
Bom, Tomar tem alguma tendência para me deixar envergonhado.
Porquê desta vez? Seis ou sete portas fechadas, e uma volta à cidade depois, só mesmo a velhinha Sereia do Nabão, por todos conhecida simplesmente como A Marisqueira, parece ter vontade de trabalhar.
Comentário do tal amigo: - Cá em Tomar deve ser tudo rico!
Alguém que explique o que deveria eu ter respondido, porque eu já não tenho argumentos.
Humanos, esses animais.
Cenas da vida real.
Chegando a Tomar na sexta passada, corto como habitual na ponte de
Marianaia (a ponte de uma só faixa), por conveniência de caminho e evitando o trânsito do interior da cidade.
Mas este automatizado percurso ia ter hoje uma novidade. Chegando à dita ponte com que cena me deparo? A meio dela, uma carrinha e um carro em sentidos opostos, parados, sem que nenhum se convencesse a recuar, e assim se mantendo por cerca de cinco minutos.
Passado este tempo, e já com fila atrás de mim, e também do outro lado da ponte, o condutor do carro sai do veículo a fim de trocar umas opiniões com o da carrinha, e de forma bem expressiva, sobre significados de sinais de trânsito, regras e coisas assim.
A coisa a ficar feia, até porque um deles parecia conhecer bem a mãe do outro pela forma afectuosa como a ela se referia, lá passaram mais uns cinco minutos, até que o do carro, que apesar de tudo teria razão, se decide a recuar o automóvel para fora da ponte, deixando a outra excelência atravessar a dita, até que, depois de trocarem mais uns mimos, lá voltámos todos às nossas vidas.
Cena digna do mais estúpido filme cómico.
Como é que dizia o filósofo? "Todos possuímos razão, não está é igualmente distribuída"
Chegando a Tomar na sexta passada, corto como habitual na ponte de
Marianaia (a ponte de uma só faixa), por conveniência de caminho e evitando o trânsito do interior da cidade.
Mas este automatizado percurso ia ter hoje uma novidade. Chegando à dita ponte com que cena me deparo? A meio dela, uma carrinha e um carro em sentidos opostos, parados, sem que nenhum se convencesse a recuar, e assim se mantendo por cerca de cinco minutos.
Passado este tempo, e já com fila atrás de mim, e também do outro lado da ponte, o condutor do carro sai do veículo a fim de trocar umas opiniões com o da carrinha, e de forma bem expressiva, sobre significados de sinais de trânsito, regras e coisas assim.
A coisa a ficar feia, até porque um deles parecia conhecer bem a mãe do outro pela forma afectuosa como a ela se referia, lá passaram mais uns cinco minutos, até que o do carro, que apesar de tudo teria razão, se decide a recuar o automóvel para fora da ponte, deixando a outra excelência atravessar a dita, até que, depois de trocarem mais uns mimos, lá voltámos todos às nossas vidas.
Cena digna do mais estúpido filme cómico.
Como é que dizia o filósofo? "Todos possuímos razão, não está é igualmente distribuída"
Publicidade 2
Aquela que é uma das mais dinâmicas associações do concelho de Tomar, e mesmo do distrito de Santarém, o Sport Clube Operário de Cem Soldos, realiza no próximo fim-de-semana mais uma grande actividade, com participações de elevada qualidade.
Mais pormenores em www.bonssons.com
A não perder.
domingo, agosto 13, 2006
algures aos poucos
Bom, com alguns imprevistos à mistura que estão a ser resolvidos à boa maneira de Agosto, lentamente, o algures retoma o seu dinamismo habitual - ou seja, incerto.
Quanto à crítica de que este novo layout tem demasiadas fotos minhas, o que deixa "um certo perfume narcisista e de culto da personalidade", enfim, é uma opinião, e que já esperava diga-se.
Não concordo no entanto com ela, não me considero nada disso, além do mínimo que dessas características todos possuímos, e acho que quem me conhece o sabe. Além disso, todas as fotos que de alguma forma adornam este espaço, estão colocadas de forma a nelas só me reconhecer quem de facto já me conhece, todos os outros passarão na rua sem me identificar.
Quanto à crítica de que este novo layout tem demasiadas fotos minhas, o que deixa "um certo perfume narcisista e de culto da personalidade", enfim, é uma opinião, e que já esperava diga-se.
Não concordo no entanto com ela, não me considero nada disso, além do mínimo que dessas características todos possuímos, e acho que quem me conhece o sabe. Além disso, todas as fotos que de alguma forma adornam este espaço, estão colocadas de forma a nelas só me reconhecer quem de facto já me conhece, todos os outros passarão na rua sem me identificar.
segunda-feira, agosto 07, 2006
Assim vai o mundo
Pois foi um mês de ausência do espaço virtual, e naturalmente que em um mês muito se passa no mundo, e no mundinho nabantino igualmente.Por fora, uns centímetros mais para um lado, uns centímetros mais para o outro, contínua a guerra lá para os lados do costume. O petróleo já se sabe, escasseia logo aumenta. As taxas de juro sobem na Alemanha, e os euros descem-nos na carteira. E os Estados Unidos, mesmo sem saberem bem como é o mundo, lá vão mandando como podem.
Por cá é Agosto, e em verdade nada se passa, a não ser o escaldão e a chapa na piscina, as festas da aldeia, um ou outro incêndio, e os desatinos do Paiva, assim se diz, a dar espectáculo aí pelos cafés da terra - ou seja, nada de novo.
Terminou há pouco o primeiro fim-de-semana da festa da cerveja do União de Tomar, este ano a estrear um novo espaço, para que os tomarenses possam apreciar bem o pavilhão (dito da escola) Jácome Ratton, o que para o meu Tobias é bom, porque tem uma desculpa acrescida para ronronar horas seguidas à janela. Não percebo é o porquê do aparato policial, então não sabem que o Presidente está de férias? Não havia risco de ele cá aparecer...
Quem também desapareceu, da chefia de gabinete entenda-se, foi em menos de um ano Ivo Santos. Parece que o apelo do retorno à docência foi mais forte... pois. Eu também acho que para aturar cachopices e teimosias, de facto se está melhor na escola.
Também as obras do IC9 continuam na berra, com a malta da Quercus ao barulho, e o Presidente da Junta do Casais, doutorado nesses assuntos, os do berro e do barulho naturalmente, responde plagiando a tese da correria à pedrada. Também aqui nada de novo. Para os lados da Câmara parece que alguém se esqueceu de entregar um telemóvel, e quem disso se lembrou foi quem se esqueceu de fechar a torneira, logo se fazendo a associação que os culpados são outros que em verdade nada têm com isso.
E eu pois, que falo sempre bem da comunicação social, e que fique feio e gordo se isto for mentira, lá fui acusado por um jornal regional de querer protagonismo, ainda para mais com base em coisas que não são exactamente assim. Mais uma vez, nada de novo.
Novidade assim que valha a pena, são mesmo os meus cinco diazinhos de férias que aí vêm, num sítio sem televisão, sem jornais, e de pouca rede no telemóvel.
MARAVILHA!!
Por cá é Agosto, e em verdade nada se passa, a não ser o escaldão e a chapa na piscina, as festas da aldeia, um ou outro incêndio, e os desatinos do Paiva, assim se diz, a dar espectáculo aí pelos cafés da terra - ou seja, nada de novo.
Terminou há pouco o primeiro fim-de-semana da festa da cerveja do União de Tomar, este ano a estrear um novo espaço, para que os tomarenses possam apreciar bem o pavilhão (dito da escola) Jácome Ratton, o que para o meu Tobias é bom, porque tem uma desculpa acrescida para ronronar horas seguidas à janela. Não percebo é o porquê do aparato policial, então não sabem que o Presidente está de férias? Não havia risco de ele cá aparecer...
Quem também desapareceu, da chefia de gabinete entenda-se, foi em menos de um ano Ivo Santos. Parece que o apelo do retorno à docência foi mais forte... pois. Eu também acho que para aturar cachopices e teimosias, de facto se está melhor na escola.
Também as obras do IC9 continuam na berra, com a malta da Quercus ao barulho, e o Presidente da Junta do Casais, doutorado nesses assuntos, os do berro e do barulho naturalmente, responde plagiando a tese da correria à pedrada. Também aqui nada de novo. Para os lados da Câmara parece que alguém se esqueceu de entregar um telemóvel, e quem disso se lembrou foi quem se esqueceu de fechar a torneira, logo se fazendo a associação que os culpados são outros que em verdade nada têm com isso.
E eu pois, que falo sempre bem da comunicação social, e que fique feio e gordo se isto for mentira, lá fui acusado por um jornal regional de querer protagonismo, ainda para mais com base em coisas que não são exactamente assim. Mais uma vez, nada de novo.
Novidade assim que valha a pena, são mesmo os meus cinco diazinhos de férias que aí vêm, num sítio sem televisão, sem jornais, e de pouca rede no telemóvel.
MARAVILHA!!
Re-inauguração
Pois é, estas obras nunca mais acabavam!
Bom, finalmente, e ainda que a precisar de um ou outro retoque - já sabemos como é que são isto de obras, fica sempre a faltar alguma coisa, ou alguma coisa que tem de ser emendada - ele ai está, o novo look do algures.
A demora foi de facto grande, mas isto é como nas obras, os empreiteiros dizem que sim a tudo, e depois demoram eternidades a cumprir a tarefa. Assim fui eu, o tempo não chega para tudo, e isto de brincar aos blogues custa mais do que se pensa.
Mas pronto, ele aí está, alvo fácil para os vossos comentários, e uma vez que me vou embora daqui a pouco para cinco dias de retiro espiritual, que eu também mereço, ele aí fica disponível para os primeiros embates.
Bom, finalmente, e ainda que a precisar de um ou outro retoque - já sabemos como é que são isto de obras, fica sempre a faltar alguma coisa, ou alguma coisa que tem de ser emendada - ele ai está, o novo look do algures.
A demora foi de facto grande, mas isto é como nas obras, os empreiteiros dizem que sim a tudo, e depois demoram eternidades a cumprir a tarefa. Assim fui eu, o tempo não chega para tudo, e isto de brincar aos blogues custa mais do que se pensa.
Mas pronto, ele aí está, alvo fácil para os vossos comentários, e uma vez que me vou embora daqui a pouco para cinco dias de retiro espiritual, que eu também mereço, ele aí fica disponível para os primeiros embates.
quarta-feira, julho 05, 2006
Este blogue faz no próximo dia 7 dois anos.
Por isso, entendeu a gerência providenciar uma mudança de imagem.
Estão pedidas as maquetas aos designers, os orçamentos aos empreiteiros, os subsídios às várias entidades estatais, e o contabilista está a tratar dos incentivos fiscais.
Este blogue está portanto a partir de agora EM OBRAS.
Avisamos desde já que não indemnizamos os senhores frequentadores por menor ou pior serviço prestado, nem nos responsabilizamos por acidentes ocorridos neste espaço.
Por isso, entendeu a gerência providenciar uma mudança de imagem.
Estão pedidas as maquetas aos designers, os orçamentos aos empreiteiros, os subsídios às várias entidades estatais, e o contabilista está a tratar dos incentivos fiscais.
Este blogue está portanto a partir de agora EM OBRAS.
Avisamos desde já que não indemnizamos os senhores frequentadores por menor ou pior serviço prestado, nem nos responsabilizamos por acidentes ocorridos neste espaço.
Não prometemos ser breves.
Obrigado
A Gerência
terça-feira, julho 04, 2006
"Os lobos não se comem uns aos outros"
Eu não sei se sou "chefe de alcateia", mas de qualquer forma, e por muito suspeito que possa parecer, acho que o artigo de título homónimo ao em epígrafe, de Jorge Franco esta semana no Cidade de Tomar, é dotado de uma boa análise do que é a nossa sociedade, e não apenas na política como talvez o autor pretendesse afirmar, mas no todo global da mesma.
Uma sociedade de "lobos" onde estes, só, não se comem.
E eu acrescento - às vezes...
Uma sociedade de "lobos" onde estes, só, não se comem.
E eu acrescento - às vezes...
domingo, julho 02, 2006
Serviço Público?
A RTP, do pouco de televisão que vejo, parece-me ser aquela que ainda tem alguma qualidade, mas de qualquer forma, mesmo "no melhor pano cai a nódoa".
Aconteceu há apenas alguns minutos, quando no telejornal subliminarmente se elevou aquele que se diz ser Pedrito de Portugal a herói, e a forma como na Moita se fez uma corrida de solidariedade para ajudar a pagar uma coima por ter morto um toiro na arena em 2001.
*"pode imaginar a felicidade das pessoas nessa altura" - O toureiro falando de quando matou o toiro em 2001
*"foi uma tomada de posição perante a justiça portuguesa" - sobre a tal corrida de hoje.
*"É uma pena, só Portugal é uma excepção" - sobre a proibição de toiros de morte.
Triste, vergonhoso, a televisão pública contribuindo não só para a promoção da toirada, como "condenando" também a justiça por fazer cumprir a lei.
Aconteceu há apenas alguns minutos, quando no telejornal subliminarmente se elevou aquele que se diz ser Pedrito de Portugal a herói, e a forma como na Moita se fez uma corrida de solidariedade para ajudar a pagar uma coima por ter morto um toiro na arena em 2001.
*"pode imaginar a felicidade das pessoas nessa altura" - O toureiro falando de quando matou o toiro em 2001
*"foi uma tomada de posição perante a justiça portuguesa" - sobre a tal corrida de hoje.
*"É uma pena, só Portugal é uma excepção" - sobre a proibição de toiros de morte.
Triste, vergonhoso, a televisão pública contribuindo não só para a promoção da toirada, como "condenando" também a justiça por fazer cumprir a lei.
Selecção
Embora eu não esteja a gostar muito do estilo de jogo, e ontem tenha visto apenas a partir da segunda parte, acho que já posso de qualquer forma dizer: VIVA A SELECÇÃO! VIVA PORTUGAL!
Pronto, este foi mais um post sobre futebol.
Pronto, este foi mais um post sobre futebol.
quinta-feira, junho 29, 2006
Antoine de Saint-Exupêry
Hoje, há 106 anos atrás, nasceu um grande pensador, combatente, Homem Livre, e que deu ao mundo uma das maiores obras primas da Humanidade, disfarçada num sorriso loiro de criança: O Principezinho
"O essencial, é invisível para os olhos"
E que tal relê-lo hoje?
terça-feira, junho 27, 2006
Pormemores que (me) escapam
Na Assembleia Municipal de Tomar falou-se ontem muito de novas tecnologias. Ora há pormenores muito curiosos nesta matéria, é que a autarquia que não tem página na internet mas agora se lembrou (sabe-se lá porquê) que a robótica é que é o novo paradigma para Tomar, devia acertar primeiro pormenores mais simples, daqueles que ninguém repara.
Como este: a A.M. tem um relógio/cronómetro para medir as intervenções dos vários partidos e da própria Câmara. Ora, não é que dos seis há um que anda mais devagar em cerca de metade do tempo, e não é que, coincidência das coincidências, é exactamente o cronómetro do tempo para as intervenções da Câmara, que é como quem diz, do Presidente Paiva?
Pormenores ou não, ter um relógio a contar 1 minuto, enquanto outro conta apenas 30 segundos, no total da Assembleia dá uma certa diferença não?
E como a situação se mantém há algum tempo, pode ser que agora que falei nisso, assim por acaso, para a próxima a coisa esteja resolvida...
Como este: a A.M. tem um relógio/cronómetro para medir as intervenções dos vários partidos e da própria Câmara. Ora, não é que dos seis há um que anda mais devagar em cerca de metade do tempo, e não é que, coincidência das coincidências, é exactamente o cronómetro do tempo para as intervenções da Câmara, que é como quem diz, do Presidente Paiva?
Pormenores ou não, ter um relógio a contar 1 minuto, enquanto outro conta apenas 30 segundos, no total da Assembleia dá uma certa diferença não?
E como a situação se mantém há algum tempo, pode ser que agora que falei nisso, assim por acaso, para a próxima a coisa esteja resolvida...
Desculpe ?!...
"... e se os meus filhos não tiverem aulas de informática e robótica não serão cidadãos do mundo, apenas de Tomar."
Sandra Mata, Assembleia Municpal de Tomar, 26.6.06
Como eu não sei comentar esta afirmação, aceito sugestões.
Para o Fernando Santos.
Em resposta ao comentário ao post "Óculos de cabedal II", e a quem interessar.
Caro Fernando,
Em primeiro lugar o âmbito deste blogue está bem expresso no topo do mesmo. É exclusivamente pessoal.
Sabe, porque me conhece ao menos um pouco, que não tenho qualquer pejo em exprimir as minhas opiniões, sobre e quando entenda útil, e sem receio de estas serem muitas vezes impopulares ou de difícil "digestão". O que me aflige são os que calam.
Segundo, o argumento que usa da associação deste blogue com a página do PS Tomar é, desculpe-me, absurdo. Nesta página tenho links para muitas outras páginas, algumas de reconhecidas personalidades, e de vários quadrantes políticos e da vida social. Estarão também elas obrigadas por o que quer que aqui eu escreva?
Terceiro, não confunda "democracia musculada" com o exercício mínimo de regras. Para mim não há Liberdade sem regras, e aqui elas existem. Se não deixo passar alguns comentários, é por entender que são eticamente reprováveis, ou que atingem de forma menos correcta terceiros, ou porque simplesmente são maldosos, não identificados, com o único fim de destruir. O que não impede que me divirta à brava a lê-los. De qualquer forma, aqueles que aqui gostariam que eu publicasse todos os disparates que muitas vezes escrevem, têm uma solução muito fácil, criar a sua própria página e lá dizerem o que bem entenderem. Os blogues são a expressão absoluta da democratização do espaço virtual. No que tem de bom, e no que tem de mau.
Depois Fernando, acho que não percebeu bem o que eu queria dizer no referido texto. De qualquer forma, é bem vindo a este espaço, e se passa por cá de vez em quando, saberá que não tenho qualquer problema com quem defende ideias diferentes das minhas, pelo contrário. Estimo quem defende ideias, e de forma alguma ao contrário de outros, tenho rancor ou ódio por quem não está do meu lado. É da discussão que nasce a sabedoria, é a discutir, ordeira e com mútuo respeito, que evoluímos e trilhamos novos e melhores caminhos.
Pena é que nem todos aceitem esta filosofia de vida, e que para alguns, quem está mesmo que ocasionalmente, numa posição contrária, seja visto como inimigo e alvo a destruir.
Todos nos esquecemos do essencial: tudo é uma passagem, tudo é efémero, e no todo, todos contamos tão pouco, todos somos tão pequenos.
Caro Fernando,
Em primeiro lugar o âmbito deste blogue está bem expresso no topo do mesmo. É exclusivamente pessoal.
Sabe, porque me conhece ao menos um pouco, que não tenho qualquer pejo em exprimir as minhas opiniões, sobre e quando entenda útil, e sem receio de estas serem muitas vezes impopulares ou de difícil "digestão". O que me aflige são os que calam.
Segundo, o argumento que usa da associação deste blogue com a página do PS Tomar é, desculpe-me, absurdo. Nesta página tenho links para muitas outras páginas, algumas de reconhecidas personalidades, e de vários quadrantes políticos e da vida social. Estarão também elas obrigadas por o que quer que aqui eu escreva?
Terceiro, não confunda "democracia musculada" com o exercício mínimo de regras. Para mim não há Liberdade sem regras, e aqui elas existem. Se não deixo passar alguns comentários, é por entender que são eticamente reprováveis, ou que atingem de forma menos correcta terceiros, ou porque simplesmente são maldosos, não identificados, com o único fim de destruir. O que não impede que me divirta à brava a lê-los. De qualquer forma, aqueles que aqui gostariam que eu publicasse todos os disparates que muitas vezes escrevem, têm uma solução muito fácil, criar a sua própria página e lá dizerem o que bem entenderem. Os blogues são a expressão absoluta da democratização do espaço virtual. No que tem de bom, e no que tem de mau.
"A Liberdade sem virtudes nem sabedoria é o maior de todos os males." - Edmund Burkes
Depois Fernando, acho que não percebeu bem o que eu queria dizer no referido texto. De qualquer forma, é bem vindo a este espaço, e se passa por cá de vez em quando, saberá que não tenho qualquer problema com quem defende ideias diferentes das minhas, pelo contrário. Estimo quem defende ideias, e de forma alguma ao contrário de outros, tenho rancor ou ódio por quem não está do meu lado. É da discussão que nasce a sabedoria, é a discutir, ordeira e com mútuo respeito, que evoluímos e trilhamos novos e melhores caminhos.
Pena é que nem todos aceitem esta filosofia de vida, e que para alguns, quem está mesmo que ocasionalmente, numa posição contrária, seja visto como inimigo e alvo a destruir.
Todos nos esquecemos do essencial: tudo é uma passagem, tudo é efémero, e no todo, todos contamos tão pouco, todos somos tão pequenos.
segunda-feira, junho 26, 2006
domingo, junho 25, 2006
Centro Comercial de ar livre
É um conceito que não inventei certamente, mas que há muito defendo, e que foi aliás vertido no programa do PS Tomar às últimas autárquicas, para o centro histórico de Tomar - cidade velha, como eu gosto de chamar.
Soube há dias que Abrantes já publicitou e se prepara para avançar com esse conceito para o seu, já muito mais dinâmico que o nosso, centro histórico.
Fiquei feliz. É sinal que a ideia é boa, e Abrantes está de parabéns.
Tomar... bom, em Tomar, vamos vendo as nuvens passar.
E o investimento, e o desenvolvimento, e os turistas, e o comércio, e as pessoas...
Naturalmente que, um pouco na linha do post anterior, não são apenas os políticos, ou a autarquia neste caso, que tem a culpa. Todos, e no caso da cidade velha, os comerciantes muito em particular, têm a sua quota parte.
Bem, seja como for, é notório que depois da importante, nada polémica, bem planeada e pouco despendiosa, construção do parque de estacionamento atrás da Cãmara, a situação no centro histórico melhorou muito!...
Certamente um dos hits do reinado Paiva.
Soube há dias que Abrantes já publicitou e se prepara para avançar com esse conceito para o seu, já muito mais dinâmico que o nosso, centro histórico.
Fiquei feliz. É sinal que a ideia é boa, e Abrantes está de parabéns.
Tomar... bom, em Tomar, vamos vendo as nuvens passar.
E o investimento, e o desenvolvimento, e os turistas, e o comércio, e as pessoas...
Naturalmente que, um pouco na linha do post anterior, não são apenas os políticos, ou a autarquia neste caso, que tem a culpa. Todos, e no caso da cidade velha, os comerciantes muito em particular, têm a sua quota parte.
Bem, seja como for, é notório que depois da importante, nada polémica, bem planeada e pouco despendiosa, construção do parque de estacionamento atrás da Cãmara, a situação no centro histórico melhorou muito!...
Certamente um dos hits do reinado Paiva.
Óculos de cabedal II
Sobre o outro post com este nome, e os porquês do marasmo nabantino, conversava com um amigo.
Afinal porque estaremos assim, parados no tempo, a construir obras inúteis e dispendiosas, e a deixar fugir oportunidades?
E como enquadrar isto na tese que eu sempre defendo, que a culpa não é exclusivamente, ou mesmo não é maioritariamente dos políticos? Afinal alguém os elege, e muitas vezes reelege.
Logo, será que este problema tomarense é de toda uma comunidade, andará esta comunidade na sua maioria, de óculos de cabedal ao rosto?
A tese desse amigo é que a maioria das pessoas não está preocupada, não quer saber.
Pois eu acho, que a maioria de facto não se apercebe. A maioria de facto acha, que Tomar é uma das sete maravilhas do mundo, ou então, está presa ao sentimento enraizado ao longo de décadas, que em Tomar não é preciso ser empreendedor, que em Tomar somos tão bons, que os outros vêm até nós. Em Tomar não temos que fazer pela vida, porque só o facto de cá vivermos habilita-nos para o necessário. Essencialmente, vive ainda enraizada, exponenciada por esse alargar a toda a sociedade, o sentimento profundo e latente, de que alguém vai decidir por nós. Que cabe a alguém, a dois ou três iluminados e predestinados, a condução dos nossos destinos.
Afinal, foi de facto assim durante muito tempo em Tomar. Três ou quatro empresários dominavam toda a economia, três ou quatro pessoas dominavam toda a sociedade, e ninguém tinha que pensar, fazer ou lutar, apenas seguir e não discutir.
E por cá a letargia é tão grande, e tão contagiante, que os poucos que lutam para mostrar a diferente realidade não conseguem sequer ter espaço de manobra, qual formiga debaixo de um elefante.
Afinal porque estaremos assim, parados no tempo, a construir obras inúteis e dispendiosas, e a deixar fugir oportunidades?
E como enquadrar isto na tese que eu sempre defendo, que a culpa não é exclusivamente, ou mesmo não é maioritariamente dos políticos? Afinal alguém os elege, e muitas vezes reelege.
Logo, será que este problema tomarense é de toda uma comunidade, andará esta comunidade na sua maioria, de óculos de cabedal ao rosto?
A tese desse amigo é que a maioria das pessoas não está preocupada, não quer saber.
Pois eu acho, que a maioria de facto não se apercebe. A maioria de facto acha, que Tomar é uma das sete maravilhas do mundo, ou então, está presa ao sentimento enraizado ao longo de décadas, que em Tomar não é preciso ser empreendedor, que em Tomar somos tão bons, que os outros vêm até nós. Em Tomar não temos que fazer pela vida, porque só o facto de cá vivermos habilita-nos para o necessário. Essencialmente, vive ainda enraizada, exponenciada por esse alargar a toda a sociedade, o sentimento profundo e latente, de que alguém vai decidir por nós. Que cabe a alguém, a dois ou três iluminados e predestinados, a condução dos nossos destinos.
Afinal, foi de facto assim durante muito tempo em Tomar. Três ou quatro empresários dominavam toda a economia, três ou quatro pessoas dominavam toda a sociedade, e ninguém tinha que pensar, fazer ou lutar, apenas seguir e não discutir.
E por cá a letargia é tão grande, e tão contagiante, que os poucos que lutam para mostrar a diferente realidade não conseguem sequer ter espaço de manobra, qual formiga debaixo de um elefante.
quinta-feira, junho 22, 2006
Em Tomar sinto falta...
Semana passada, quarta à noite véspera de feriado, fui jantar às festas de Abrantes, a convite de uma associação local que teve uma tasquinha na dita festa.
E por entre a conversa, um importante responsável do associativismo no distrito, que é de Abrantes mas há algum tempo mora no concelho de Tomar, partilhava connosco:"Em Tomar sinto falta de algumas coisas, por exemplo, festas do concelho, que mais não seja ajudam a criar uma identidade" (e a aproximar as pessoas, e a ajudar as associações, e a promover o concelho e o turismo, digo eu).
Quando são os outros que dizem estas coisas é porque a coisa está a ficar grave.
E de facto, aí está uma coisa à qual de facto não tinha ainda prestado atenção: - devemos, também, ser no distrito o único concelho sem festas do dito, propriamente.
E não me digam que são os Tabuleiros ou a festa da cerveja, que isso é mais uma vez falar de boca cheia e olhos tapados!
E por entre a conversa, um importante responsável do associativismo no distrito, que é de Abrantes mas há algum tempo mora no concelho de Tomar, partilhava connosco:"Em Tomar sinto falta de algumas coisas, por exemplo, festas do concelho, que mais não seja ajudam a criar uma identidade" (e a aproximar as pessoas, e a ajudar as associações, e a promover o concelho e o turismo, digo eu).
Quando são os outros que dizem estas coisas é porque a coisa está a ficar grave.
E de facto, aí está uma coisa à qual de facto não tinha ainda prestado atenção: - devemos, também, ser no distrito o único concelho sem festas do dito, propriamente.
E não me digam que são os Tabuleiros ou a festa da cerveja, que isso é mais uma vez falar de boca cheia e olhos tapados!
quarta-feira, junho 21, 2006
"Tomar está a ser ultrapassada por Abrantes, por Torres Novas. O que era Torres Novas ao pé de Tomar?"
João Salvador, ao Mirante, pág.23, hoje.
terça-feira, junho 20, 2006
A vigília...
... decorrida ontem em frente ao Hospital pela defesa do mesmo e em concreto dos serviços de pediatria deixa-me essencialmente duas notas:
Em primeiro lugar uma nota positiva para a mobilização dos tomarenses, em que, ainda que não tendo sido propriamente uma enchente, se conseguiu uma boa moldura humana, numa noite que até estava fria, e que se aguentou firme praticamente atá à meia-noite, mostrando que afinal os tomarenses ainda são capazes de se manifestar pelas suas causas.
Uma segunda nota, esta não tão positiva para aqueles que tendo os mesmos deveres e direitos de qualquer cidadão, têm depois o acréscimo da responsabilidade política pelos cargos que ocupam. É que, se ao cidadão comum, estas são boas formas de manifestar as suas opiniões, aos responsáveis políticos, não só estão disponíveis outros meios, como se exige que o façam primeiramente nos locais próprios, porque em caso contrário correm o risco de parecer menos sérios.
Ora, certo é que ontem estiveram muitos responsáveis políticos locais, que nos locais nos quais exercem obrigações políticas mandatados pelos cidadãos, como a Assembleia Municipal e a Câmara por exemplo, não têm mostrado preocupação pela situação do hospital. Lembro que só o PS já tomou publicamente e também nos locais próprios, posição sobre o assunto.
No entanto ontem, apareceram colados ao movimento originado e bem, na sociedade civil, como se, como qualquer outro, não tivessem essas obrigações suplementares,
Ao menos o executivo PSD da Câmara foi coerente. Mostrou o quanto está interessado no caso: não apareceu ninguém.
e sobre isto relembro ainda um meu comentário de 22 de Abril:
"Algo estranho se passa...
... com alguns partidos tomarenses (além dos ditos como independentes)
"[...] A mais discutida [das moções em Assembleia Municipal] foi o pedido de demissão ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, apresentada pelo PS. Esta proposta acabou no entanto por não ser aceite pela oposição, que foi unânme em recusá-a." O Templário
Ou seja, para o PSD que detem o poder na autarquia, assim como para todos os outros, fora o PS, tudo vai bem pelo Hospital. É bom saber..."
Em primeiro lugar uma nota positiva para a mobilização dos tomarenses, em que, ainda que não tendo sido propriamente uma enchente, se conseguiu uma boa moldura humana, numa noite que até estava fria, e que se aguentou firme praticamente atá à meia-noite, mostrando que afinal os tomarenses ainda são capazes de se manifestar pelas suas causas.
Uma segunda nota, esta não tão positiva para aqueles que tendo os mesmos deveres e direitos de qualquer cidadão, têm depois o acréscimo da responsabilidade política pelos cargos que ocupam. É que, se ao cidadão comum, estas são boas formas de manifestar as suas opiniões, aos responsáveis políticos, não só estão disponíveis outros meios, como se exige que o façam primeiramente nos locais próprios, porque em caso contrário correm o risco de parecer menos sérios.
Ora, certo é que ontem estiveram muitos responsáveis políticos locais, que nos locais nos quais exercem obrigações políticas mandatados pelos cidadãos, como a Assembleia Municipal e a Câmara por exemplo, não têm mostrado preocupação pela situação do hospital. Lembro que só o PS já tomou publicamente e também nos locais próprios, posição sobre o assunto.
No entanto ontem, apareceram colados ao movimento originado e bem, na sociedade civil, como se, como qualquer outro, não tivessem essas obrigações suplementares,
Ao menos o executivo PSD da Câmara foi coerente. Mostrou o quanto está interessado no caso: não apareceu ninguém.
e sobre isto relembro ainda um meu comentário de 22 de Abril:
"Algo estranho se passa...
... com alguns partidos tomarenses (além dos ditos como independentes)
"[...] A mais discutida [das moções em Assembleia Municipal] foi o pedido de demissão ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, apresentada pelo PS. Esta proposta acabou no entanto por não ser aceite pela oposição, que foi unânme em recusá-a." O Templário
Ou seja, para o PSD que detem o poder na autarquia, assim como para todos os outros, fora o PS, tudo vai bem pelo Hospital. É bom saber..."
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