Pessoalmente gosto mais da Toyota, mas a Honda tem de facto grandes anúncios.
Vejam este!
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Ribatejo Digital
Depois de ter sido capa do Público, o projecto Ribatejo Digital da Comunidade Urbana da LezÃria do Tejo foi referenciado pela Microsoft.
Aqui pelo norte do distrito, do Médio Tejo Digital nem sinal. Será porque o Presidente da Comunidade Urbana é o mesmo daquela autarquia onde ainda não há página na internet?
Aqui pelo norte do distrito, do Médio Tejo Digital nem sinal. Será porque o Presidente da Comunidade Urbana é o mesmo daquela autarquia onde ainda não há página na internet?
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Há tempo.
Há tempo de escrever, há tempo de ler.
Há tempo de sair, há tempo de ficar.
Há tempo de concordar, há tempo de contestar.
Há tempo de amar, há tempo de odiar.
Há tempo bom, há tempo mau.
Há tempo esquisito, há tempo infinito.
Não tenho tempo.
(e depois de repetir quinze vezes a palavra tempo, o que é tempo afinal?)
Há tempo de sair, há tempo de ficar.
Há tempo de concordar, há tempo de contestar.
Há tempo de amar, há tempo de odiar.
Há tempo bom, há tempo mau.
Há tempo esquisito, há tempo infinito.
Não tenho tempo.
(e depois de repetir quinze vezes a palavra tempo, o que é tempo afinal?)
domingo, janeiro 29, 2006
Sentir-me velho
Ontem depois de assistir ao derby (algo por si já raro, assistir a um jogo de futebol, enfim, mais pelo convÃvio e pelo petisco), estive até algum tempo da noite no ParaÃso, o nosso centenário e eclético café, e a determinada altura olhei à volta e senti que todos eram mais novos que eu. Não é uma sensação muito boa... Só não consegui bem refelctir se me sentia ainda mais, ou não, velho que a minha idade biológica.
Bem, porque o ParaÃso não bastava, e embora preferisse o Casablanca, fui no entanto "levado" até ao Tertúlia, outro espaço onde há muito não entrava, e onde as minhas dúvidas se dissiparam por completo: já não mora ninguém da minha idade cá na urbe.
Felizmente, e porque hoje de manhã havia responsabilidades, resisti aos encantos de sereia que me chamavam para o Rio Bar, onde estou certo, o julgamento seria o mesmo.
Prevejo anos difÃcieis para os trintões nabantinos resistentes em extinção.
Há, pois, eu ainda não tenho trinta anos...
Bem, porque o ParaÃso não bastava, e embora preferisse o Casablanca, fui no entanto "levado" até ao Tertúlia, outro espaço onde há muito não entrava, e onde as minhas dúvidas se dissiparam por completo: já não mora ninguém da minha idade cá na urbe.
Felizmente, e porque hoje de manhã havia responsabilidades, resisti aos encantos de sereia que me chamavam para o Rio Bar, onde estou certo, o julgamento seria o mesmo.
Prevejo anos difÃcieis para os trintões nabantinos resistentes em extinção.
Há, pois, eu ainda não tenho trinta anos...
Provavelmente
O Sporting ganhou ao Benfica e hoje nevou, pelo que pela ordem das coisas improváveis, o melhor mesmo é jogar no Euromilhões esta semana.
sexta-feira, janeiro 27, 2006
Zezé&Totó
- Ó Zezé ouviste anteontem o Presidente da Comissão Europeia a falar nas fragilidades da economia portuguesa e da necessidade das reformas? Este senhor não é aquele que foi Primeiro-Ministro há uns tempos?
- Ó Totó esse era o Durão Barroso! Este agora é o José Barroso, e como daqui a três anos há legislativas, se calhar ainda vamos conhecer o Manuel Barroso!
- Ó Totó esse era o Durão Barroso! Este agora é o José Barroso, e como daqui a três anos há legislativas, se calhar ainda vamos conhecer o Manuel Barroso!
quinta-feira, janeiro 26, 2006
Dicas
Desde que instalei um sistema de filtragem nos comentários aqui ao sÃtio, os disparates e assim como algumas coisas de mau gosto ou mesmo de alguma má formação, deixaram de estar por aqui, o que não quer dizer que os comentários de alguns desses senhores não cheguem cá à mesma, de forma mais ou menos, ou ao menos aqui, militante.
De forma geral continua a parvoÃce, a dor de cotovelo, a pura mesquinhez ou a baixeza de valores, ainda assim, de quando em vez, um desses senhores faz um comentário donde algo se pode extrair.
É por um desses que escrevo este post, um em que por entre algumas algarviadas se comenta o facto da letra aqui no espaço ser pequena. É uma opção, que poderei alterar quando e se um dia destes tiver tempo para fazer uma mudança de visual aqui ao sÃtio. No entanto, quem efectivamente achar que a letra está pequena tem bom remédio, ali mesmo em cima, na barra de ferramentas clica no Ver (ou View) e depois no Tamanho do Texto (ou Text Size) e pronto, é só escolher.
De forma geral continua a parvoÃce, a dor de cotovelo, a pura mesquinhez ou a baixeza de valores, ainda assim, de quando em vez, um desses senhores faz um comentário donde algo se pode extrair.
É por um desses que escrevo este post, um em que por entre algumas algarviadas se comenta o facto da letra aqui no espaço ser pequena. É uma opção, que poderei alterar quando e se um dia destes tiver tempo para fazer uma mudança de visual aqui ao sÃtio. No entanto, quem efectivamente achar que a letra está pequena tem bom remédio, ali mesmo em cima, na barra de ferramentas clica no Ver (ou View) e depois no Tamanho do Texto (ou Text Size) e pronto, é só escolher.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Leituras fáceis....
... e eventualmente fruto de generalizações simplistas e não necessariamente ordenadas, de opiniões que podem não ser de todos mas são minhas, relativamente às eleições de ontem e outras que tantas.
A comunicação social é, não o 1º poder, mas a melhor arma para o manter ou obter. É cada vez mais a comunicação social que ganha eleições.
Cada vez mais se prova que, em eleições, contra mitos e preconceitos não há argumentos.
As pessoas votam com o coração e não com a razão.
Será importante analisar se as sondagens reflectem a realidade, ou se a realidade reflecte as sondagens, e seria importante perceber até que ponto é necessária, ou mesmo suportável, a divulgação pública das mesmas.
Em campanha deve-se dizer o menos possÃvel sobre coisas concretas, falar por chavões que entrem no ouvido, dar-se ares de arrogante ou mesmo petulante e criar a imagem de que se é uma espécie de enviado do qual os outros necessitam. O português gosta dessa imagem, gosta das "excelências" e gosta da bajulação à s ditas.
O português gosta também da imagem do coitadinho, na polÃtica também há "Zé Marias" e para os portugueses, os partidos são os "Marcos" que agridem os "Zé Marias".
O povo é soberano.
Mas esqueceu-se já do valor da liberdade e da democracia. Esses valores que implicam a aceitação e o cumprimento de regras estão cada vez mais em causa. E a pior ditadura é aquela da qual não nos apercebemos.
Felizes os que desconhecem da sua condição de escravos obedientes.
Cada vez mais assistimos a fenómenos de culto da personalidade, e cada vez mais se perde a importância do colectivo.
As pessoas gostam de se rever nesta ou naquela individualidade, por processos de transmutação de personalidade ou de dessapessoamento esquecem-se do valor de si mesmos, e do valor da sua individualidade, e da contribuição que podem e devem dar para o sucesso do colectivo que será também o seu.
Ainda assim, sempre foram minorias que conduziram maiorias.
O pessimismo e o negativismo são cada vez mais um culto.
Em Portugal não se discute.
Está-se a favor, ou está-se contra. Ponto.
Mesmo assim, a maioria não se apercebe se está contra ou a favor. Esperou, sem que disso se apercebesse, que alguém lhe dissesse.
Em Portugal, a direita é militante, a esquerda é discordante.
Ou, existe um maior sentimento de "defesa dos seus" nos partidários da direita, ao contrário da esquerda onde reina um culpabilizar e um contrariar permanente e talvez excessivo.
Existe uma enorme crise de valores que é há muito tempo óbvia.
Mas também de ideologias e de causas.
A imagem decadente e pouco convincente da polÃtica poderá ser o reflexo duma sociedade em crise, e de valores e responsabilidades democráticas muito abaladas. Os portugueses não sentem causas pelas quais lutar, além das ufanas necessidades do "eu".
Naturalmente, uma sociedade de ditadura subliminar cria mecanismos de atrofiação e de contÃnuas novas necessidades, que na realidade apenas distraem do que é importante.
Pão e circo.
Ainda assim, os portugueses gostam da ideia romanesca da luta de causas, e por isso aprovam quem lhes agite essa bandeira, mesmo que esta em verdade nada represente, a não ser o sonho dessa dita luta.
Afinal, os heróis que "lutam contra o sistema", são também eles criação do próprio sistema que deles necessita, como equilÃbrio contrário e agitação suficiente que esconda a banalidade evidente das vivências dos indÃviduos na sua globalidade.
Nada de novo afinal, já o vimos no Matrix.
Enfim, daqui a nada começa um novo ciclo, e vivemos isto tudo outra vez... ou não.
A comunicação social é, não o 1º poder, mas a melhor arma para o manter ou obter. É cada vez mais a comunicação social que ganha eleições.
Cada vez mais se prova que, em eleições, contra mitos e preconceitos não há argumentos.
As pessoas votam com o coração e não com a razão.
Será importante analisar se as sondagens reflectem a realidade, ou se a realidade reflecte as sondagens, e seria importante perceber até que ponto é necessária, ou mesmo suportável, a divulgação pública das mesmas.
Em campanha deve-se dizer o menos possÃvel sobre coisas concretas, falar por chavões que entrem no ouvido, dar-se ares de arrogante ou mesmo petulante e criar a imagem de que se é uma espécie de enviado do qual os outros necessitam. O português gosta dessa imagem, gosta das "excelências" e gosta da bajulação à s ditas.
O português gosta também da imagem do coitadinho, na polÃtica também há "Zé Marias" e para os portugueses, os partidos são os "Marcos" que agridem os "Zé Marias".
O povo é soberano.
Mas esqueceu-se já do valor da liberdade e da democracia. Esses valores que implicam a aceitação e o cumprimento de regras estão cada vez mais em causa. E a pior ditadura é aquela da qual não nos apercebemos.
Felizes os que desconhecem da sua condição de escravos obedientes.
Cada vez mais assistimos a fenómenos de culto da personalidade, e cada vez mais se perde a importância do colectivo.
As pessoas gostam de se rever nesta ou naquela individualidade, por processos de transmutação de personalidade ou de dessapessoamento esquecem-se do valor de si mesmos, e do valor da sua individualidade, e da contribuição que podem e devem dar para o sucesso do colectivo que será também o seu.
Ainda assim, sempre foram minorias que conduziram maiorias.
O pessimismo e o negativismo são cada vez mais um culto.
Em Portugal não se discute.
Está-se a favor, ou está-se contra. Ponto.
Mesmo assim, a maioria não se apercebe se está contra ou a favor. Esperou, sem que disso se apercebesse, que alguém lhe dissesse.
Em Portugal, a direita é militante, a esquerda é discordante.
Ou, existe um maior sentimento de "defesa dos seus" nos partidários da direita, ao contrário da esquerda onde reina um culpabilizar e um contrariar permanente e talvez excessivo.
Existe uma enorme crise de valores que é há muito tempo óbvia.
Mas também de ideologias e de causas.
A imagem decadente e pouco convincente da polÃtica poderá ser o reflexo duma sociedade em crise, e de valores e responsabilidades democráticas muito abaladas. Os portugueses não sentem causas pelas quais lutar, além das ufanas necessidades do "eu".
Naturalmente, uma sociedade de ditadura subliminar cria mecanismos de atrofiação e de contÃnuas novas necessidades, que na realidade apenas distraem do que é importante.
Pão e circo.
Ainda assim, os portugueses gostam da ideia romanesca da luta de causas, e por isso aprovam quem lhes agite essa bandeira, mesmo que esta em verdade nada represente, a não ser o sonho dessa dita luta.
Afinal, os heróis que "lutam contra o sistema", são também eles criação do próprio sistema que deles necessita, como equilÃbrio contrário e agitação suficiente que esconda a banalidade evidente das vivências dos indÃviduos na sua globalidade.
Nada de novo afinal, já o vimos no Matrix.
Enfim, daqui a nada começa um novo ciclo, e vivemos isto tudo outra vez... ou não.
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Soares: velhice ou preconceito?
artigo publicado hoje no jornal Cidade de Tomar
Fosse eu alguém diferente, fosse eu cidadão de outra sociedade qualquer, tivesse eu nascido noutro tempo, e talvez não acreditasse que são os preconceitos que ditam as escolhas da maioria, e são os mitos ao invés dos factos o que as motiva.
Mas este é o mundo em que vivemos, e nele acontece com frequência o parecer valer mais que o ser, e o que conta não é o que se vale, mas o que se tem.
Poder-se-ia aqui falar de muitas outras coisas, hoje, falamos de idade. Sim, os da minha idade bem deviam saber o que é ser descriminado em função dela, mas se para muitas coisas somos supostamente jovens demais, a outras parece que velho também não convém ser.
Não é essa afinal, a grande questão que se esconde por detrás desta campanha, o preconceito da idade? Saber afinal quem é menos velho? Que Soares é velho, é sim senhor, não tenhamos medo das palavras, mas pensava eu que ser velho era algo ao qual se atribuir mérito, que não chegam lá todos, e dos que chegam nem todos bem. Mas Soares posso afiançar-vos está melhor que muitos de nós. O fÃsico poderá já não ser o melhor, mas quem de nós não tem umas dores nas costas ocasionalmente?
E o intelecto, só quem estiver distraÃdo, não poderá perceber a visão e a sabedoria de um homem, que apesar de ter já dado toda a sua vida a contribuir para o desenvolvimento de Portugal e do mundo, tem ainda opiniões fortes e válidas sobre isso mesmo, e uma força e uma garra, que certamente só poderá ter quem sofreu os martÃrios que pertencem também já a outro tempo. Só prestando pouca atenção, não se poderá distinguir entre aquele que fala com conteúdo, do que fala por chavões já gastos e que pouco dizem, ou do que pouco fala, para que se não perceba que pouco tem a dizer.
Votar em Soares nestas eleições, é mesmo votar contra o preconceito, o da idade, como já vimos, mas também o da polÃtica. É moda falar mal da polÃtica e dos polÃticos, e dizer que nada se quer dos partidos. Pois alguns candidatos estão a aproveitar essa moda, esse populismo barato, que só pode convencer aqueles que tenham andado distraÃdos nos últimos anos e não saibam o que estes senhores, sempre foram: polÃticos. Pois mais uma vez Soares pugna pela diferença, igual a si próprio, Soares é o que sempre foi e sem vergonhas ou hipocrisias, mostra-se o polÃtico, o excelente polÃtico que continua a dar lições, assim as queiramos aceitar, assim queiramos quem realmente fala por si mesmo, e não por aquilo que lhe aconselham a dizer.
Por isso eu não tenho dúvidas em quem votar no próximo domingo, vou votar num velho sim, vou votar num homem que não tem medo de falar, que diz o que pensa, que pensa muito, e que obviamente, já nada tem a ganhar para si mesmo, mas abandona a pacatez duma “boa vidaâ€� por que um imperativo de consciência lhe diz que ele, dos que se apresentam disponÃveis, ainda é o melhor. E eu concordo com ele.
Há quem ache que Soares devia ficar ter ficado em casa, talvez se sintam incomodados pela vivacidade que esse tal velho consegue ter em comparação com tantos que mais novos parecem velhos. Por mim, acho que o paÃs precisava era de muitos “soaresâ€�, é que são de modelos como este que o paÃs carece, e se há coisa que um Presidente da República deve ser, é um exemplo.
Mas acima de tudo, votar mais que um direito é um dever pelo qual Soares e muitos outros lutaram, e alguns morreram. Por isso, votem em quem votarem, não esqueçam da vossa quota de responsabilidade, não atribuam sempre a outros as culpas, não deixem de ir votar.
Fosse eu alguém diferente, fosse eu cidadão de outra sociedade qualquer, tivesse eu nascido noutro tempo, e talvez não acreditasse que são os preconceitos que ditam as escolhas da maioria, e são os mitos ao invés dos factos o que as motiva.
Mas este é o mundo em que vivemos, e nele acontece com frequência o parecer valer mais que o ser, e o que conta não é o que se vale, mas o que se tem.
Poder-se-ia aqui falar de muitas outras coisas, hoje, falamos de idade. Sim, os da minha idade bem deviam saber o que é ser descriminado em função dela, mas se para muitas coisas somos supostamente jovens demais, a outras parece que velho também não convém ser.
Não é essa afinal, a grande questão que se esconde por detrás desta campanha, o preconceito da idade? Saber afinal quem é menos velho? Que Soares é velho, é sim senhor, não tenhamos medo das palavras, mas pensava eu que ser velho era algo ao qual se atribuir mérito, que não chegam lá todos, e dos que chegam nem todos bem. Mas Soares posso afiançar-vos está melhor que muitos de nós. O fÃsico poderá já não ser o melhor, mas quem de nós não tem umas dores nas costas ocasionalmente?
E o intelecto, só quem estiver distraÃdo, não poderá perceber a visão e a sabedoria de um homem, que apesar de ter já dado toda a sua vida a contribuir para o desenvolvimento de Portugal e do mundo, tem ainda opiniões fortes e válidas sobre isso mesmo, e uma força e uma garra, que certamente só poderá ter quem sofreu os martÃrios que pertencem também já a outro tempo. Só prestando pouca atenção, não se poderá distinguir entre aquele que fala com conteúdo, do que fala por chavões já gastos e que pouco dizem, ou do que pouco fala, para que se não perceba que pouco tem a dizer.
Votar em Soares nestas eleições, é mesmo votar contra o preconceito, o da idade, como já vimos, mas também o da polÃtica. É moda falar mal da polÃtica e dos polÃticos, e dizer que nada se quer dos partidos. Pois alguns candidatos estão a aproveitar essa moda, esse populismo barato, que só pode convencer aqueles que tenham andado distraÃdos nos últimos anos e não saibam o que estes senhores, sempre foram: polÃticos. Pois mais uma vez Soares pugna pela diferença, igual a si próprio, Soares é o que sempre foi e sem vergonhas ou hipocrisias, mostra-se o polÃtico, o excelente polÃtico que continua a dar lições, assim as queiramos aceitar, assim queiramos quem realmente fala por si mesmo, e não por aquilo que lhe aconselham a dizer.
Por isso eu não tenho dúvidas em quem votar no próximo domingo, vou votar num velho sim, vou votar num homem que não tem medo de falar, que diz o que pensa, que pensa muito, e que obviamente, já nada tem a ganhar para si mesmo, mas abandona a pacatez duma “boa vidaâ€� por que um imperativo de consciência lhe diz que ele, dos que se apresentam disponÃveis, ainda é o melhor. E eu concordo com ele.
Há quem ache que Soares devia ficar ter ficado em casa, talvez se sintam incomodados pela vivacidade que esse tal velho consegue ter em comparação com tantos que mais novos parecem velhos. Por mim, acho que o paÃs precisava era de muitos “soaresâ€�, é que são de modelos como este que o paÃs carece, e se há coisa que um Presidente da República deve ser, é um exemplo.
Mas acima de tudo, votar mais que um direito é um dever pelo qual Soares e muitos outros lutaram, e alguns morreram. Por isso, votem em quem votarem, não esqueçam da vossa quota de responsabilidade, não atribuam sempre a outros as culpas, não deixem de ir votar.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Túneis&redes
Em pleno acto, ela diz:
- Pareces um telemóvel!
Ele pergunta:
- Vibro muito, não é ? ...
Ela responde
- Não, ao entrar no túnel, perdes rede ....
contribuição da Ana Rita Melo
...e com rede ou sem rede, já era tempo deste blogue entrar em 2006.
Mas para já, só dá para isto.
- Pareces um telemóvel!
Ele pergunta:
- Vibro muito, não é ? ...
Ela responde
- Não, ao entrar no túnel, perdes rede ....
contribuição da Ana Rita Melo
...e com rede ou sem rede, já era tempo deste blogue entrar em 2006.
Mas para já, só dá para isto.
domingo, janeiro 01, 2006
Sexo puro e duro...
...com fotos, vídeos, louras, morenas, japonesas, indianas, orgias, bissexuais, bacanais, velhas, novas, casadas e solteiras, e mais muito mais...
Querias!!!
este post é só uma experiência, para ver o contador de usuários a disparar!
Querias!!!
este post é só uma experiência, para ver o contador de usuários a disparar!
sábado, dezembro 31, 2005
2005 - In memorium
Publicado no jornal Cidade de Tomar de 30.12.2005
Este ano que agora se extingue, teve naturalmente momentos principais, foi ano de eleições autárquicas, e estes anos são sempre marcantes para a vida de um concelho.
A cidade viu abrir mais um pavilhão desportivo, e do qual efectivamente precisava, o Pavilhão Jácome Ratton, sito ao lado da Escola com o mesmo nome, e que para além de servir esta escola, serve também a comunidade e muito em particular o Sporting de Tomar. É aliás um exemplo de como deve ser feita a gestão de equipamentos e infra-estruturas; aqui, através da parceria entre a autarquia e o Ministério da Educação.
Fica por inaugurar, embora tenha já sido utilizado, o outro, o Municipal junto ao rio, e que ao contrário deste, é o exemplo de tudo o que não deve ser feito.
Soubemos já que o custo do estacionamento no parque que encerra por debaixo, será ao preço da chuva, mas a chuva poderá ser também o factor a determinar para quando vamos verdadeiramente ter o primeiro aquário subterrâneo para veÃculos automóveis, coisa certamente única neste ou noutro paÃs.
Este ano foi também o ano do Parque de Estacionamento atrás da Câmara, outra excepcional obra de engenharia colocada ao serviço dos cidadãos tomarenses, e que mais não seja, deve provar que não há falta de estacionamento em Tomar, ou não estivesse ele sempre vazio. Excepção feita, ao que consta, nos dias de casamentos, em que a afluência às fotografias no jardim da várzea pequena, e por ser dia de festa, justificará os 80 cêntimos por hora.
Trânsito é enfim, algo que está sempre presente em Tomar, e este ano apesar de mais algumas obras, todas elas cuidadosamente planeadas e executadas, estou certo – como algumas novas rotundas, ou a sementeira de lombas que tanta polémica têm originado – o trânsito continua o caos que tem sido com tendência a agravar-se. E tal poder-nos-ia parecer estranho, numa terra que perde habitantes e que não tem grandes empresas, mas em verdade, seguramente, deve-nos é encher de orgulho, pois nós aqui podemos ser pequeninos e provincianos, mas temos trânsito ao nÃvel das melhores capitais!
E porque continuamos no trânsito e nas estradas, há igualmente que assinalar algumas renovadas e ansiadas vias nas freguesias rurais. E 2005 é também o ano que marca o inÃcio do que resta do IC3 para que fiquemos ligados à Auto-estrada. Esperemos então que 2006, como estou certo, seja o ano da inauguração. Faltam no entanto, os bons acessos do IC3 à cidade.
Vimos também lá pelos inÃcios de Setembro aparecer as carrinhas vermelhas aà pela urbe, à s quais se convencionou chamar de transportes urbanos, e os tomarenses tiveram a oportunidade de passear à borla durante 4 meses. Vejamos agora em Janeiro, quando supostamente passará a ser pago, como fica a afluência...
O Verão de 2005 foi também ano de incêndios. Tomar, mais uma vez foi um concelho bastante afligido, e por isso esperamos que em relação ao próximo ano algo esteja já a ser feito. Enfim, nesta época festiva, podemos desejar coisas bonitas...
2005 foi também mais ano em que diversos atletas tomarenses, em diversas modalidades, e em representação de vários clubes ou associações, granjearam tÃtulos e admiração, o que vai provando que o que Tomar tem de melhor ainda são as pessoas. Mas à s vezes...
Tomar, e o Convento de Cristo em particular, voltaram a ser palco de produções várias, mas Tomar e os tomarenses, continuam nas várias asserções da palavra, como meros figurantes.
Por falar em cinema e afins, este ano que termina, marcou também o fecho da única sala de cinema em Tomar, o cinema Templários, o que, no meu entender, também é sinónimo de como vai o cada vez mais fraco pulsar da vida tomarense. Ainda assim, a autarquia, e bem, prontamente colmatou a falha, sendo que começou já a passar cinema no Cine-Teatro ParaÃso, que também se diga, não serve para muito mais que isso. Vamos ver se isso ao menos, ultrapassada a primeira e fracassada experiência, corre bem.
Enfim, 2005 não foi, no global, um ano bom para Tomar, os principais problemas do concelho ter-se-ão acentuado: a falta de desenvolvimento económico, a escassez de emprego, o preço da habitação, a burocracia e morosidade de muitos dos serviços que a autarquia presta, o custo da vida em Tomar, e a qualidade desta, que ao contrário do que se apregoa, e com efectivos casos pontuais, é no global, cada vez menor.
Ainda assim, porque além de tomarenses, somos portugueses, a par do pessimismo temos sempre o optimismo da esperança, ainda que este último dificilmente o confessemos, mas no fundo, sempre esperançados esperamos. Que o poder autárquico mude muito da sua postura, que ouça, que decida em consensos se os conseguir, que saiba respeitar o sentir e o viver nabantino. Que a autarquia passe a ser um ente facilitador, moderador, impulsionador
Que a oposição trabalhe como real oposição, mas trabalhe coerente, séria e responsavelmente. Que a polÃtica não seja um circo. O PS fá-lo-á.
E a todos nós cidadãos também cabe, como sempre, comprometimento. Que saibamos assumir as escolhas que fizemos; que saibamos ver e analisar, por entre os ruÃdos dos mitos e das falácias; que saibamos criticar e intervir, com seriedade, com acutilância, com inteligência. Que saibamos ser atentos, participativos, e coerentes, e percebamos que a responsabilidade pelas decisões acerca dos locais onde vivemos também é nossa. Tomar é a nossa terra, e não abdiquemos de sobre ela, ajudar a decidir. Todos assim ganharemos.
Em nome do Partido Socialista em Tomar faço votos sinceros, de um favorável 2006 para todos nós, pleno de sucessos e realizações.
Este ano que agora se extingue, teve naturalmente momentos principais, foi ano de eleições autárquicas, e estes anos são sempre marcantes para a vida de um concelho.
A cidade viu abrir mais um pavilhão desportivo, e do qual efectivamente precisava, o Pavilhão Jácome Ratton, sito ao lado da Escola com o mesmo nome, e que para além de servir esta escola, serve também a comunidade e muito em particular o Sporting de Tomar. É aliás um exemplo de como deve ser feita a gestão de equipamentos e infra-estruturas; aqui, através da parceria entre a autarquia e o Ministério da Educação.
Fica por inaugurar, embora tenha já sido utilizado, o outro, o Municipal junto ao rio, e que ao contrário deste, é o exemplo de tudo o que não deve ser feito.
Soubemos já que o custo do estacionamento no parque que encerra por debaixo, será ao preço da chuva, mas a chuva poderá ser também o factor a determinar para quando vamos verdadeiramente ter o primeiro aquário subterrâneo para veÃculos automóveis, coisa certamente única neste ou noutro paÃs.
Este ano foi também o ano do Parque de Estacionamento atrás da Câmara, outra excepcional obra de engenharia colocada ao serviço dos cidadãos tomarenses, e que mais não seja, deve provar que não há falta de estacionamento em Tomar, ou não estivesse ele sempre vazio. Excepção feita, ao que consta, nos dias de casamentos, em que a afluência às fotografias no jardim da várzea pequena, e por ser dia de festa, justificará os 80 cêntimos por hora.
Trânsito é enfim, algo que está sempre presente em Tomar, e este ano apesar de mais algumas obras, todas elas cuidadosamente planeadas e executadas, estou certo – como algumas novas rotundas, ou a sementeira de lombas que tanta polémica têm originado – o trânsito continua o caos que tem sido com tendência a agravar-se. E tal poder-nos-ia parecer estranho, numa terra que perde habitantes e que não tem grandes empresas, mas em verdade, seguramente, deve-nos é encher de orgulho, pois nós aqui podemos ser pequeninos e provincianos, mas temos trânsito ao nÃvel das melhores capitais!
E porque continuamos no trânsito e nas estradas, há igualmente que assinalar algumas renovadas e ansiadas vias nas freguesias rurais. E 2005 é também o ano que marca o inÃcio do que resta do IC3 para que fiquemos ligados à Auto-estrada. Esperemos então que 2006, como estou certo, seja o ano da inauguração. Faltam no entanto, os bons acessos do IC3 à cidade.
Vimos também lá pelos inÃcios de Setembro aparecer as carrinhas vermelhas aà pela urbe, à s quais se convencionou chamar de transportes urbanos, e os tomarenses tiveram a oportunidade de passear à borla durante 4 meses. Vejamos agora em Janeiro, quando supostamente passará a ser pago, como fica a afluência...
O Verão de 2005 foi também ano de incêndios. Tomar, mais uma vez foi um concelho bastante afligido, e por isso esperamos que em relação ao próximo ano algo esteja já a ser feito. Enfim, nesta época festiva, podemos desejar coisas bonitas...
2005 foi também mais ano em que diversos atletas tomarenses, em diversas modalidades, e em representação de vários clubes ou associações, granjearam tÃtulos e admiração, o que vai provando que o que Tomar tem de melhor ainda são as pessoas. Mas à s vezes...
Tomar, e o Convento de Cristo em particular, voltaram a ser palco de produções várias, mas Tomar e os tomarenses, continuam nas várias asserções da palavra, como meros figurantes.
Por falar em cinema e afins, este ano que termina, marcou também o fecho da única sala de cinema em Tomar, o cinema Templários, o que, no meu entender, também é sinónimo de como vai o cada vez mais fraco pulsar da vida tomarense. Ainda assim, a autarquia, e bem, prontamente colmatou a falha, sendo que começou já a passar cinema no Cine-Teatro ParaÃso, que também se diga, não serve para muito mais que isso. Vamos ver se isso ao menos, ultrapassada a primeira e fracassada experiência, corre bem.
Enfim, 2005 não foi, no global, um ano bom para Tomar, os principais problemas do concelho ter-se-ão acentuado: a falta de desenvolvimento económico, a escassez de emprego, o preço da habitação, a burocracia e morosidade de muitos dos serviços que a autarquia presta, o custo da vida em Tomar, e a qualidade desta, que ao contrário do que se apregoa, e com efectivos casos pontuais, é no global, cada vez menor.
Ainda assim, porque além de tomarenses, somos portugueses, a par do pessimismo temos sempre o optimismo da esperança, ainda que este último dificilmente o confessemos, mas no fundo, sempre esperançados esperamos. Que o poder autárquico mude muito da sua postura, que ouça, que decida em consensos se os conseguir, que saiba respeitar o sentir e o viver nabantino. Que a autarquia passe a ser um ente facilitador, moderador, impulsionador
Que a oposição trabalhe como real oposição, mas trabalhe coerente, séria e responsavelmente. Que a polÃtica não seja um circo. O PS fá-lo-á.
E a todos nós cidadãos também cabe, como sempre, comprometimento. Que saibamos assumir as escolhas que fizemos; que saibamos ver e analisar, por entre os ruÃdos dos mitos e das falácias; que saibamos criticar e intervir, com seriedade, com acutilância, com inteligência. Que saibamos ser atentos, participativos, e coerentes, e percebamos que a responsabilidade pelas decisões acerca dos locais onde vivemos também é nossa. Tomar é a nossa terra, e não abdiquemos de sobre ela, ajudar a decidir. Todos assim ganharemos.
Em nome do Partido Socialista em Tomar faço votos sinceros, de um favorável 2006 para todos nós, pleno de sucessos e realizações.
terça-feira, dezembro 27, 2005
Zezé&Totó
- Ó Zezé, então já viste aquela da Assembleia Municipal aprovar uma recomendação à CP para a criação de um serviço que já existe?
- Ó Totó, então e depois isso é de admirar? Ou por acaso tu achas que eles andam de comboio?
- Ó Totó, então e depois isso é de admirar? Ou por acaso tu achas que eles andam de comboio?
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Parece que...
... é Natal, caso ainda alguém não tenha dado por isso.
É certo que é a mais hipócrita das desculpas, das tantas que o Homem inventou para festejar. Mas também é certo que o espÃrito não deixa de ser envolvente, e no mÃnimo tem o condão de nos devolver aos sonhos e fantasias da criança que fomos, e que algures reside certamente em cada um de nós.
Ainda assim, não vou aqui desejar Bom Natal, que o Natal é um dia que mais ou menos filhós, não deixa de ser apenas mais um dia.
DifÃcil sim é um ano inteiro, e por isso o que importa ambicionar, é por um grande 2006 para todos nós.
Assim consigamos que seja.
É certo que é a mais hipócrita das desculpas, das tantas que o Homem inventou para festejar. Mas também é certo que o espÃrito não deixa de ser envolvente, e no mÃnimo tem o condão de nos devolver aos sonhos e fantasias da criança que fomos, e que algures reside certamente em cada um de nós.
Ainda assim, não vou aqui desejar Bom Natal, que o Natal é um dia que mais ou menos filhós, não deixa de ser apenas mais um dia.
DifÃcil sim é um ano inteiro, e por isso o que importa ambicionar, é por um grande 2006 para todos nós.
Assim consigamos que seja.
quinta-feira, dezembro 22, 2005
Parece que...
... as sessões de cinema recomeçaram hoje em terras nabantinas.
Esperemos que a varinha mágica do Harry dos óculos à cromo agora cool com que a tela ressurgiu para a vida, ajude a que a coisa se mantenha por longo tempo.
Esperemos que a varinha mágica do Harry dos óculos à cromo agora cool com que a tela ressurgiu para a vida, ajude a que a coisa se mantenha por longo tempo.
domingo, dezembro 18, 2005
Ouvi algures...
... que devemos rir pelo menos trinta vezes por dia, é que além de exercitarmos sei lá quantos músculos, estamos a contribuir para prolongarmos por mais tempo a nossa juventude.
Assim, contribuindo também eu, e muito menos do que este blogue que agora recomendo, que é quem realmente teve o trabalho, não posso deixar de aconselhar uma passagem por lá.
Se há algo em que o protuguês é bom é a rir de si mesmo, por isso, clique no arioplano.
Assim, contribuindo também eu, e muito menos do que este blogue que agora recomendo, que é quem realmente teve o trabalho, não posso deixar de aconselhar uma passagem por lá.
Se há algo em que o protuguês é bom é a rir de si mesmo, por isso, clique no arioplano.
sexta-feira, dezembro 16, 2005
Aqui Posto de Informação
Meus caros amigos, jovens ainda sem rumo certo - o dinheiro não está fácil, mas estão fartos da casa dos pais, e os amigos estão fartos que ocupem a casa deles?
Fácil, estão disponÃveis (aqui) as candidaturas ao IAJ (incentivo ao arrendamento por jovens)
Porque os blogues também servem para isto.
E não, isto não é nenhuma indirecta ao magote de gente que me ocupa a casa, em especial quando lá não estou (que é como quem diz, quase sempre).
Fácil, estão disponÃveis (aqui) as candidaturas ao IAJ (incentivo ao arrendamento por jovens)
Porque os blogues também servem para isto.
E não, isto não é nenhuma indirecta ao magote de gente que me ocupa a casa, em especial quando lá não estou (que é como quem diz, quase sempre).
quarta-feira, dezembro 14, 2005
QI
Mais uma daquelas com que me inundam o e-mail, mas pronto, como hoje estou de bom humor...
O famoso cientista Albert Einstein foi a uma festa.
Lá chegando foi ao encontro de uma pessoa e perguntou-lhe:
- Qual é o seu Q.I.?
- Ah, o meu Q.I. é 280, respondeu esta pessoa.
Então Einstein começou a falar sobre fisica quântica, biologia aplicada, etc.
Logo depois aproximou-se outra pessoa, e Einstein perguntou-lhe:
- Qual é o seu Q.I.?
O meu Q.I. é 150, respondeu-lhe este.
Então Einstein começou a conversar sobre administração, economia, e afins...
AÃ, chegou uma terceira pessoa, e Einstein também perguntou:
E você, qual é o seu Q.I.?
E o sujeito respondeu: o meu Q.I. é 20.
Então Einsten falou:
Ah, então e como vão as coisas pela polÃtica??!...
não digo quem enviou esta, para não envergonhar a senhora
O famoso cientista Albert Einstein foi a uma festa.
Lá chegando foi ao encontro de uma pessoa e perguntou-lhe:
- Qual é o seu Q.I.?
- Ah, o meu Q.I. é 280, respondeu esta pessoa.
Então Einstein começou a falar sobre fisica quântica, biologia aplicada, etc.
Logo depois aproximou-se outra pessoa, e Einstein perguntou-lhe:
- Qual é o seu Q.I.?
O meu Q.I. é 150, respondeu-lhe este.
Então Einstein começou a conversar sobre administração, economia, e afins...
AÃ, chegou uma terceira pessoa, e Einstein também perguntou:
E você, qual é o seu Q.I.?
E o sujeito respondeu: o meu Q.I. é 20.
Então Einsten falou:
Ah, então e como vão as coisas pela polÃtica??!...
não digo quem enviou esta, para não envergonhar a senhora
sábado, dezembro 10, 2005
A todos aqueles...
... que me parabenizaram nos últimos dias, relativamente à minha nova situação na polÃtica tomarense, o meu obrigado.
No entanto, não é para mim pessoalmente que devem desejar votos de sucesso, mas sim para o nosso concelho que amamos e que queremos ver melhor do que temos visto. Desejo sucesso sim, para todos e cada um de nós.
E por isso, todos são chamados a contribuir para esta causa colectiva, todos somos poucos, todos somos importantes.
Venham daÃ, façamos juntos esta caminhada!
No entanto, não é para mim pessoalmente que devem desejar votos de sucesso, mas sim para o nosso concelho que amamos e que queremos ver melhor do que temos visto. Desejo sucesso sim, para todos e cada um de nós.
E por isso, todos são chamados a contribuir para esta causa colectiva, todos somos poucos, todos somos importantes.
Venham daÃ, façamos juntos esta caminhada!
Formas de passar o tempo num Hipermercado
ou, formas subversivas de passar por idiota
1. Agarra em 24 caixas de preservativos e põe em varios carrinhos, aleatoriamente, quando a pessoa estiver distraÃda.
2. Programa os despertadores para tocarem de 5 em 5 minutos.
3. Vai ao apoio a clientes e pergunta se te podem reservar um pacote de M&Ms.
4. Monta uma tenda na secção de campismo, diz aos outros clientes que vais passar a noite por la. Convence as pessoas a trazerem almofadas da secção textil e a juntarem-se a ti.
5. Quando um funcionario te perguntar se precisas de ajuda, começa a chorar e grita: 'Porque é que vocês não me deixam em paz?!?!!?!?'
6. Encontra uma câmara de vigilância e usa-a como espelho enquanto tiras macacos do nariz.
7. Procura uma faca de trinchar bem afiada. Leva-a contigo durante todo o percurso das compras e vai perguntando aos funcionários se ali vendem anti-depressivos.
8. Desliza pela loja com um ar suspeito, enquanto cantas o tema da 'Missão ImpossÃvel' .
9. Esconde-te atrás da roupa que está exposta em cabides e quando alguém estiver a ver os artigos grita 'ESCOLHE-ME! LEVA-ME PARA CASA!'
10. Quando alguém anunciar seja o que for no altifalante, deita-te no chão, em posição fetal, e grita: 'NÃOOOOO! As vozes! Outra vez as vozes!'
E, por fim: Vai ao provador de roupa. Fecha a porta, aguarda um minuto e depois grita:
'Onde é que está o papel higiénico????!'
contribuição da Bia Miguel
1. Agarra em 24 caixas de preservativos e põe em varios carrinhos, aleatoriamente, quando a pessoa estiver distraÃda.
2. Programa os despertadores para tocarem de 5 em 5 minutos.
3. Vai ao apoio a clientes e pergunta se te podem reservar um pacote de M&Ms.
4. Monta uma tenda na secção de campismo, diz aos outros clientes que vais passar a noite por la. Convence as pessoas a trazerem almofadas da secção textil e a juntarem-se a ti.
5. Quando um funcionario te perguntar se precisas de ajuda, começa a chorar e grita: 'Porque é que vocês não me deixam em paz?!?!!?!?'
6. Encontra uma câmara de vigilância e usa-a como espelho enquanto tiras macacos do nariz.
7. Procura uma faca de trinchar bem afiada. Leva-a contigo durante todo o percurso das compras e vai perguntando aos funcionários se ali vendem anti-depressivos.
8. Desliza pela loja com um ar suspeito, enquanto cantas o tema da 'Missão ImpossÃvel' .
9. Esconde-te atrás da roupa que está exposta em cabides e quando alguém estiver a ver os artigos grita 'ESCOLHE-ME! LEVA-ME PARA CASA!'
10. Quando alguém anunciar seja o que for no altifalante, deita-te no chão, em posição fetal, e grita: 'NÃOOOOO! As vozes! Outra vez as vozes!'
E, por fim: Vai ao provador de roupa. Fecha a porta, aguarda um minuto e depois grita:
'Onde é que está o papel higiénico????!'
contribuição da Bia Miguel
sábado, dezembro 03, 2005
Zezé&Totó
- Ó Zezé, já sabes que a Câmara de Tomar vai gastar mais de 30 mil euros no sistema de rega da rotunda dos bombeiros?
- Ó Totó, e isso é alguma admiração? Mais que isso tem gasto na rega da cibernética que nem relva tem!
- Ó Totó, e isso é alguma admiração? Mais que isso tem gasto na rega da cibernética que nem relva tem!
quinta-feira, novembro 24, 2005
Uma história de espÃrito natalÃcio
A História do Anjinho da �rvore de Natal!
Há muitos anos véspera de Natal, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada. Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo. Como se tudo isto não bastasse, a mulher avisa-o que a sogra ia passar o Natal lá a casa. O Pai Natal passou-se!
No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Com a pressa de abrir a porta, tropeça, bate com a cabeça numa esquina da mesa e começa a sangrar abundantemente. Já verde de raiva, abre a porta e dá de caras um Anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta �rvore de Natal. Onde é que queres que a meta?
Foi a partir daà que todas as �rvores de Natal passaram a ter um Anjinho no topo ...
contribuição da Dina Lopes
domingo, novembro 13, 2005
ANIVERS�RIO
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a famÃlia,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-provÃncia,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui --- ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho...)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo fÃsico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafÃsica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça,com mais copos,
O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado---,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
�lvaro de Campos, 15-10-1929
É, parece que hoje neste domingo cinzento e com ameaças de chuva, envelheci mais um ano.
É a vida...
terça-feira, novembro 08, 2005
Assim vai...
A infanta Leonor já nasceu, já mostrou cara, já é famosa.
Ser famoso é uma profissão, ser polÃtico não.
Alguns famosos como o Marco Paulo foram à missa a Fátima. Acho que o Abrunhosa não foi porque diz que está aqui, mas devia de ir, que lá é que cantam bem.
Quem canta de galo é o Braga, já o Sporting habilita-se a recuperar a tradição de não cantar os reis.
Já não tem reis, mas tem rainhas do Carnaval, o Brasil, onde os portugueses estão em força a comprar casas. É a crise.
No Brasil ardem os bolsos de suborno e qualquer dia o Lula, em França ardem carros e qualquer dia o Chirac.
Lá pela França é obrigatório recolher, mas as galinhas mesmo com gripe ainda escapam, já não vão é ao mercado.
Na Serra da Estrela não há mercado, e galinhas só às vezes, mas já há neve.
1ª Companhia é que já não há - e é uma pena, não das aves, mas das outras, penas de penar. E agora, com que penas se deitam os portugueses sem a companhia da 1ª?, é esperar pela 2ª!
Santa TVI que não nos faltes, e dai-nos sempre a maravilha do teu entretenimento, mesmo se virares espanhola.
Não é espanhol mas quase, Saramago tem livro novo de morte intremitente.
Livro novo tem BaÃa e nada de Selecção.
E com esta selecção pequena, assim vai, grande Portugal e o Mundo assim-assim.
Ser famoso é uma profissão, ser polÃtico não.
Alguns famosos como o Marco Paulo foram à missa a Fátima. Acho que o Abrunhosa não foi porque diz que está aqui, mas devia de ir, que lá é que cantam bem.
Quem canta de galo é o Braga, já o Sporting habilita-se a recuperar a tradição de não cantar os reis.
Já não tem reis, mas tem rainhas do Carnaval, o Brasil, onde os portugueses estão em força a comprar casas. É a crise.
No Brasil ardem os bolsos de suborno e qualquer dia o Lula, em França ardem carros e qualquer dia o Chirac.
Lá pela França é obrigatório recolher, mas as galinhas mesmo com gripe ainda escapam, já não vão é ao mercado.
Na Serra da Estrela não há mercado, e galinhas só às vezes, mas já há neve.
1ª Companhia é que já não há - e é uma pena, não das aves, mas das outras, penas de penar. E agora, com que penas se deitam os portugueses sem a companhia da 1ª?, é esperar pela 2ª!
Santa TVI que não nos faltes, e dai-nos sempre a maravilha do teu entretenimento, mesmo se virares espanhola.
Não é espanhol mas quase, Saramago tem livro novo de morte intremitente.
Livro novo tem BaÃa e nada de Selecção.
E com esta selecção pequena, assim vai, grande Portugal e o Mundo assim-assim.
sexta-feira, novembro 04, 2005
segunda-feira, outubro 31, 2005
Sinais dos Tempos.
Já sei, já sei... sou pessimista, sou incorrecto, sou maldoso e maledicente, sou tudo tudo o que me quiserem chamar, mas...
Será que não quer dizer qualquer coisa, quando uma cidade como Tomar*, ao que parece até sem cinema vá ficar? Sim, é já a partir de Dezembro que se quisermos ir ao cinema temos que ir a grandes urbes como Ferreira do Zêzere ou ao Sardoal.
Em Tomar não, em Tomar um dia destes, distracção só na missa, e não convém ser muito optimista que até os padres vão embora...
* "quando uma cidade como Tomar" - Quando uma cidade como Tomar, o quê? Está visto que ainda nos achamos qualquer coisa, e na própria linguagem (todos) temos tiques de superioridade. Ora, são exactamente esses tiques que nos matam.
Está visto por que caminhos anda a "nossa superioridade". E, no entanto, há qualquer coisa que me diz sempre cá dentro, apesar do raciocÃonio em contrário: - Hugo, esta é a tua terra e nela és feliz!, e encho-me de orgulho de ser tomarense.
Bolas, o ser humano é um bicho estúpido!
Será que não quer dizer qualquer coisa, quando uma cidade como Tomar*, ao que parece até sem cinema vá ficar? Sim, é já a partir de Dezembro que se quisermos ir ao cinema temos que ir a grandes urbes como Ferreira do Zêzere ou ao Sardoal.
Em Tomar não, em Tomar um dia destes, distracção só na missa, e não convém ser muito optimista que até os padres vão embora...
* "quando uma cidade como Tomar" - Quando uma cidade como Tomar, o quê? Está visto que ainda nos achamos qualquer coisa, e na própria linguagem (todos) temos tiques de superioridade. Ora, são exactamente esses tiques que nos matam.
Está visto por que caminhos anda a "nossa superioridade". E, no entanto, há qualquer coisa que me diz sempre cá dentro, apesar do raciocÃonio em contrário: - Hugo, esta é a tua terra e nela és feliz!, e encho-me de orgulho de ser tomarense.
Bolas, o ser humano é um bicho estúpido!
sexta-feira, outubro 28, 2005
Para descontrair...
ERA UMA VEZ...
Quatro funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas...
contribuição da Susana Martins
Quatro funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas...
contribuição da Susana Martins
terça-feira, outubro 25, 2005
Como vai o mundo?
O mundo que temos como real tem-me levado tanto do tempo e da paciência, que ocorrência é o virtual algures andar aqui parado, suspenso como bicho hibernado ainda que não adormecido, e eu bem que queria aproveitar este raro momento nos momentos de agora, para por agora dizer qualquer coisa útil e pertinente, ciente no entanto que tudo o que me ocorre é como à guarda das redes, três normalmente tantos, podem afinal ser pouco mais que pouco...
Pronto, este é o meu post sobre futebol.
Pronto, este é o meu post sobre futebol.
segunda-feira, outubro 17, 2005
E agora Tomar?
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 14.10.2005
O resultado das eleições autárquicas foi o que sabem. Assim o quiseram os tomarenses.
O Partido Socialista perdeu, largamente, e saberá respeitar isso.
Ficaram bem expressas nestas eleições, de forma geral pelo paÃs, qual é o perfil de autarca que os portugueses preferem.
Fico no entanto triste, quando oiço muitos queixarem-se como se não fossem igualmente responsáveis. Meus senhores, todos são responsáveis, e se há algo que estas eleições (falemos aqui só de Tomar) nos podem ensinar, é sobre essa responsabilidade: dos partidos, dos contestatários dos partidos, dos supostos independentes, das instituições, da comunicação social, dos cidadãos em geral, ou seja todos, quer os mais, quer os menos intervenientes na sociedade, têm responsabilidade nas escolhas e na direcção das escolhas, e por isso, responsabilidade nas consequências dessas escolhas.
É preciso que aceitem duma vez por todas que os polÃticos são o reflexo da sociedade em que vivem e não o contrário, é preciso que entendam que os actos dos polÃticos são legitimados por quem os escolhe, ainda mais quando o fazem repetidamente.
A democracia pode estar a atravessar um mau bocado, mas são os cidadãos que assim o querem.
Não considero no entanto que o projecto em que estive (e estou!) inserido saÃsse derrotado. Quem está certo do caminho, não se deixa abater por qualquer obstáculo.
O PS fez em Tomar um trabalho sério, apostou num excelente quadro de novos candidatos, apostou na renovação e na juventude, na formação, na entrega às causas e aos projectos. Foram cerca de 350 pessoas, militantes ou não, que acreditaram numa equipa e num projecto e deram a cara por eles.
O PS apresentou um trabalho aplicado, uma proposta capaz para o futuro de Tomar e quanto a nós correcta, para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Os tomarenses não viram ou não quiseram isso, mas não é isso que nos faz desistir. A história não se faz dos desistentes e quem se julga certo não desiste, ou sequer abranda. Tomar precisa de todos, e certamente precisa dum PS forte e coeso. Esse PS existe novamente em Tomar, apesar dos desaguisados que já se adivinham, e cá estaremos para provar quem tinha razão.
Depois, o PS é a segunda maior força polÃtica do nosso concelho, é preciso que não se esqueça, com 52 autarcas eleitos, e com representantes em todas as juntas à excepção da Pedreira. O PS tem assim 30% dos autarcas eleitos.
Por isso, o PS sai destas eleições de cabeça erguida, porque os que se apresentaram sob o seu sÃmbolo e os ideais que representa, o fizeram dando o seu melhor, e apresentado propostas e rumos novos, e novas formas de estar na polÃtica e de servir os outros. Não o quiseram os tomarenses.
Os tomarenses decidiram apostar novamente em quem nem sequer projecto apresentou – é que desculpem, mas alguém encontrou o programa do PSD? Mas se calhar é o PSD que está correcto, para quê apresentar um programa eleitoral, se isso nada interessa aos cidadãos? A prova é que até dão a vitória a quem não o faz e portanto com nada se compromete. Caros tomarenses, tenham a consciência que nada podem exigir ao PSD e a António Paiva, pois eles não apresentaram uma linha escrita de qualquer intenção. Mas claro, a culpa é dos polÃticos!
Depois, mostraram ainda os tomarenses, confiar mais que num projecto consistente, em projectos cheios de nada, e baseados no mito de um nome resguardado sob outro, colados pelo cuspo dos interesses, e que ruirá como um castelo de cartas como se provará. Mas claro, os polÃticos é que são maus.
Ainda assim, e apesar de já pouco crédulo, pedia algo simples: não venham depois dizer que não votaram, que não quiseram, que não suportam, que não entendem – cidadãos de Tomar, assumam as vossas responsabilidades, foi de todos nós a escolha!
Eu e outros entregámos as nossas disponibilidades, fÃsicas, mentais, temporais, financeiras, por uma alternativa séria, por uma mudança possÃvel. Apresentámos candidatos cuja premissa essencial era a sua disponibilidade, a sua lealdade, a sua seriedade e honestidade, a sua transparência. Visto está que não são essas as primeiras qualidades que os portugueses procuram nos polÃticos. Mas claro os polÃticos é que são maus!
Enfim, diz-se às vezes que cada um tem o que merece…
Muito bem, resta cumprimentar todos os eleitos, e os não eleitos que deram de si para um trabalho por todos, tanto nas listas do PS como nas outras. E não posso deixar de homenagear alguém em particular, alguém que se mostrou disponÃvel quando outros “supostamente melhoresâ€� não estiveram; que mostrou coragem, quando outros mostraram cobardia; que mostrou ânimo quando outros mostraram desinteresse; que foi à luta independentemente da certeza do êxito; que mostrou força e verticalidade, mesmo quando lhe davam “aquelasâ€� pancadinhas nas costas; que mostrou a lealdade, a seriedade e a honestidade que defendo como essenciais para quem está na vida pública e polÃtica.
Se no dia 9 alguém perdeu, não foi certamente Carlos Silva, esse foi até bastante vitorioso, é que, como se dizia numa mensagem que corria nesse dia, nem todos precisam de votos para ter amigos.
O Partido Socialista perdeu, largamente, e saberá respeitar isso.
Ficaram bem expressas nestas eleições, de forma geral pelo paÃs, qual é o perfil de autarca que os portugueses preferem.
Fico no entanto triste, quando oiço muitos queixarem-se como se não fossem igualmente responsáveis. Meus senhores, todos são responsáveis, e se há algo que estas eleições (falemos aqui só de Tomar) nos podem ensinar, é sobre essa responsabilidade: dos partidos, dos contestatários dos partidos, dos supostos independentes, das instituições, da comunicação social, dos cidadãos em geral, ou seja todos, quer os mais, quer os menos intervenientes na sociedade, têm responsabilidade nas escolhas e na direcção das escolhas, e por isso, responsabilidade nas consequências dessas escolhas.
É preciso que aceitem duma vez por todas que os polÃticos são o reflexo da sociedade em que vivem e não o contrário, é preciso que entendam que os actos dos polÃticos são legitimados por quem os escolhe, ainda mais quando o fazem repetidamente.
A democracia pode estar a atravessar um mau bocado, mas são os cidadãos que assim o querem.
Não considero no entanto que o projecto em que estive (e estou!) inserido saÃsse derrotado. Quem está certo do caminho, não se deixa abater por qualquer obstáculo.
O PS fez em Tomar um trabalho sério, apostou num excelente quadro de novos candidatos, apostou na renovação e na juventude, na formação, na entrega às causas e aos projectos. Foram cerca de 350 pessoas, militantes ou não, que acreditaram numa equipa e num projecto e deram a cara por eles.
O PS apresentou um trabalho aplicado, uma proposta capaz para o futuro de Tomar e quanto a nós correcta, para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Os tomarenses não viram ou não quiseram isso, mas não é isso que nos faz desistir. A história não se faz dos desistentes e quem se julga certo não desiste, ou sequer abranda. Tomar precisa de todos, e certamente precisa dum PS forte e coeso. Esse PS existe novamente em Tomar, apesar dos desaguisados que já se adivinham, e cá estaremos para provar quem tinha razão.
Depois, o PS é a segunda maior força polÃtica do nosso concelho, é preciso que não se esqueça, com 52 autarcas eleitos, e com representantes em todas as juntas à excepção da Pedreira. O PS tem assim 30% dos autarcas eleitos.
Por isso, o PS sai destas eleições de cabeça erguida, porque os que se apresentaram sob o seu sÃmbolo e os ideais que representa, o fizeram dando o seu melhor, e apresentado propostas e rumos novos, e novas formas de estar na polÃtica e de servir os outros. Não o quiseram os tomarenses.
Os tomarenses decidiram apostar novamente em quem nem sequer projecto apresentou – é que desculpem, mas alguém encontrou o programa do PSD? Mas se calhar é o PSD que está correcto, para quê apresentar um programa eleitoral, se isso nada interessa aos cidadãos? A prova é que até dão a vitória a quem não o faz e portanto com nada se compromete. Caros tomarenses, tenham a consciência que nada podem exigir ao PSD e a António Paiva, pois eles não apresentaram uma linha escrita de qualquer intenção. Mas claro, a culpa é dos polÃticos!
Depois, mostraram ainda os tomarenses, confiar mais que num projecto consistente, em projectos cheios de nada, e baseados no mito de um nome resguardado sob outro, colados pelo cuspo dos interesses, e que ruirá como um castelo de cartas como se provará. Mas claro, os polÃticos é que são maus.
Ainda assim, e apesar de já pouco crédulo, pedia algo simples: não venham depois dizer que não votaram, que não quiseram, que não suportam, que não entendem – cidadãos de Tomar, assumam as vossas responsabilidades, foi de todos nós a escolha!
Eu e outros entregámos as nossas disponibilidades, fÃsicas, mentais, temporais, financeiras, por uma alternativa séria, por uma mudança possÃvel. Apresentámos candidatos cuja premissa essencial era a sua disponibilidade, a sua lealdade, a sua seriedade e honestidade, a sua transparência. Visto está que não são essas as primeiras qualidades que os portugueses procuram nos polÃticos. Mas claro os polÃticos é que são maus!
Enfim, diz-se às vezes que cada um tem o que merece…
Muito bem, resta cumprimentar todos os eleitos, e os não eleitos que deram de si para um trabalho por todos, tanto nas listas do PS como nas outras. E não posso deixar de homenagear alguém em particular, alguém que se mostrou disponÃvel quando outros “supostamente melhoresâ€� não estiveram; que mostrou coragem, quando outros mostraram cobardia; que mostrou ânimo quando outros mostraram desinteresse; que foi à luta independentemente da certeza do êxito; que mostrou força e verticalidade, mesmo quando lhe davam “aquelasâ€� pancadinhas nas costas; que mostrou a lealdade, a seriedade e a honestidade que defendo como essenciais para quem está na vida pública e polÃtica.
Se no dia 9 alguém perdeu, não foi certamente Carlos Silva, esse foi até bastante vitorioso, é que, como se dizia numa mensagem que corria nesse dia, nem todos precisam de votos para ter amigos.
sexta-feira, outubro 14, 2005
Vamos lá a ver...
... se nos entendemos.
O sósia que "O Templário" arranjou como foto para acompanhar a notÃcia "Aluguer de quartos: mais oferta que procura", na sua edição de ontem, tem realmente umas semelhanças MAS NÃO SOU EU!!!!
(embora eu próprio tenha ficado confuso!)
acabem lá com as mensagens s.f.f....
o que é que eu tenho a ver com procura de quartos, a A.E. do IPT, ou "aquela" t-shirt?
O sósia que "O Templário" arranjou como foto para acompanhar a notÃcia "Aluguer de quartos: mais oferta que procura", na sua edição de ontem, tem realmente umas semelhanças MAS NÃO SOU EU!!!!
(embora eu próprio tenha ficado confuso!)
acabem lá com as mensagens s.f.f....
o que é que eu tenho a ver com procura de quartos, a A.E. do IPT, ou "aquela" t-shirt?
quinta-feira, outubro 13, 2005
3
Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão a lenha para fazer o almoço para sua famÃlia. Cortando o galho de uma árvore tombada, o seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que a ajudasse.
Ele apareceu e perguntou: - Por que choras?
A mulher respondeu que o seu machado tinha caÃdo no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado com cabo de ouro, e perguntou:
- É este o teu machado?
A nobre mulher respondeu: - Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de prata:
- É este o teu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e perguntou:
- É este o teu machado?
- Sim, respondeu a nobilÃssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados como presente.
Um dia, a mulher e seu amantÃssimo marido passeavam no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda.
Ele apareceu e perguntou: - Mulher, porque choras?
A mulher respondeu que o seu esposo caÃra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou, tirou o Brad Pitt, e perguntou:
- É este o seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus enfureceu-se.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor ia tirar o George Clooney do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido; e quando eu dissesse que sim, o Senhor mandar-me-ia ficar com os três.
Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia...
Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdou.
MORAL DA HISTÓRIA:
As mulheres mentem duma maneira que até deus acredita! :) :) :)
Contribuição da SÃlvia Marques
Ele apareceu e perguntou: - Por que choras?
A mulher respondeu que o seu machado tinha caÃdo no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado com cabo de ouro, e perguntou:
- É este o teu machado?
A nobre mulher respondeu: - Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de prata:
- É este o teu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e perguntou:
- É este o teu machado?
- Sim, respondeu a nobilÃssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados como presente.
Um dia, a mulher e seu amantÃssimo marido passeavam no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda.
Ele apareceu e perguntou: - Mulher, porque choras?
A mulher respondeu que o seu esposo caÃra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou, tirou o Brad Pitt, e perguntou:
- É este o seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus enfureceu-se.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor ia tirar o George Clooney do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido; e quando eu dissesse que sim, o Senhor mandar-me-ia ficar com os três.
Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia...
Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdou.
MORAL DA HISTÓRIA:
As mulheres mentem duma maneira que até deus acredita! :) :) :)
Contribuição da SÃlvia Marques
segunda-feira, outubro 10, 2005
E agora TOMAR?
Assim quiseram, assim tiveram, é assim a democracia.
Espero que não comecem a queixar-se já daqui a pouco, e que não recusem a responsabilidade do voto que atribuiram, ou que não quiseram atribuir, ou que não acharam importante atribuir.
Responsáveis não são os polÃticos, somos todos.
Espero que não comecem a queixar-se já daqui a pouco, e que não recusem a responsabilidade do voto que atribuiram, ou que não quiseram atribuir, ou que não acharam importante atribuir.
Responsáveis não são os polÃticos, somos todos.
quinta-feira, outubro 06, 2005
PROCURA-SE!!!
Concorre neste mui nobre e esplendoroso concelho de Tomar, certo partido que até já é poder, mas que pelo caminho perdeu algo que lhe deveria fazer muita falta: o programa eleitoral.
Alguém o encontrou, ou estão a passar cheques em branco?
segunda-feira, outubro 03, 2005
Hoje é dia Mundial da Arquitectura
Que em Portugal é comemorado como o dia nacional da lomba e da rotunda, e da "barraquinha" na duna da praia...
domingo, outubro 02, 2005
Os debates locais
Ontem ouvi na cidade o debate entre cabeças de lista à Assembleia Municipal promovido pela rádio Cidade de Tomar.
À tarde ouvi também na rádio Hertz o debate entre cabeças de lista à Câmara. Aliás estive mesmo na biblioteca, pois o debate era público, mas não consegui estar muito mais que cinco minutos naquela feira de vaidades em que estava transformada a assistência.
Não vou comentar o conteúdo nem as posturas, nem rigorosamente nada em relação aos candidatos, tenho sim que comentar os moldes dos debates, em primeiro porque se deviam chamar monólogos.
As rádios têm que repensar os modelos para uma próxima vez, porque ter durante 3 horas 6 pessoas a falar, alguns 10 ou 15 minutos seguidos, é absolutamente desinteressante, e muito pouco contributivo para o esclarecimento dos cidadãos.
À tarde ouvi também na rádio Hertz o debate entre cabeças de lista à Câmara. Aliás estive mesmo na biblioteca, pois o debate era público, mas não consegui estar muito mais que cinco minutos naquela feira de vaidades em que estava transformada a assistência.
Não vou comentar o conteúdo nem as posturas, nem rigorosamente nada em relação aos candidatos, tenho sim que comentar os moldes dos debates, em primeiro porque se deviam chamar monólogos.
As rádios têm que repensar os modelos para uma próxima vez, porque ter durante 3 horas 6 pessoas a falar, alguns 10 ou 15 minutos seguidos, é absolutamente desinteressante, e muito pouco contributivo para o esclarecimento dos cidadãos.
O que elas fazem...
... para nos desencorajar.
ELE: Posso pagar-lhe uma bebida ?
ELA: A bem dizer, prefiro que me dê o dinheiro.
ELE: Viva. Não nos encontrámos já uma ou duas vezes ?
ELA: Só pode ter sido uma. Eu nunca cometo o mesmo erro duas vezes.
ELE: Onde é que foi buscar tanta beleza ?
ELA: Devem-me ter dado a sua parte.
ELE: Quer sair comigo no próximo sábado ?
ELA: Lamento. Vou estar com dores de cabeça.
ELE: Essa carinha deve dar a volta a muitas cabeças.
ELA: E essa deve dar a volta a muitos estômagos.
ELE: Vá, não seja tÃmida. Peça-me para dar uma volta.
ELA: Está bem: vá dar uma volta.
ELE: Acho que eu a podia fazer muito feliz.
ELA: Como ? Vai-se embora ?
ELE: Que me diria se eu lhe pedisse para casar comigo?
ELA: Nada. Não consigo falar e rir ao mesmo tempo.
ELE: Pode dar-me o seu nome ?
ELA: Porquê ? Não lhe deram já um ?
ELE: Por onde tem andado, que só agora a conheci?
ELA: A esconder-me de si.
ELE: Não nos encontrámos já num lugar qualquer ?
ELA: Já. É por isso que nunca mais lá fui.
ELE: Esse lugar está vago ?
ELA: Está. E se você se sentar, este também.
ELE: O seu corpo é como um templo.
ELA: Lamento, hoje não há missa.
ELE: Se eu pudesse vê-la nua, morria de felicidade.
ELA: Se eu o visse nu, morria de riso.
contribuição da Ana Rita Melo
ELE: Posso pagar-lhe uma bebida ?
ELA: A bem dizer, prefiro que me dê o dinheiro.
ELE: Viva. Não nos encontrámos já uma ou duas vezes ?
ELA: Só pode ter sido uma. Eu nunca cometo o mesmo erro duas vezes.
ELE: Onde é que foi buscar tanta beleza ?
ELA: Devem-me ter dado a sua parte.
ELE: Quer sair comigo no próximo sábado ?
ELA: Lamento. Vou estar com dores de cabeça.
ELE: Essa carinha deve dar a volta a muitas cabeças.
ELA: E essa deve dar a volta a muitos estômagos.
ELE: Vá, não seja tÃmida. Peça-me para dar uma volta.
ELA: Está bem: vá dar uma volta.
ELE: Acho que eu a podia fazer muito feliz.
ELA: Como ? Vai-se embora ?
ELE: Que me diria se eu lhe pedisse para casar comigo?
ELA: Nada. Não consigo falar e rir ao mesmo tempo.
ELE: Pode dar-me o seu nome ?
ELA: Porquê ? Não lhe deram já um ?
ELE: Por onde tem andado, que só agora a conheci?
ELA: A esconder-me de si.
ELE: Não nos encontrámos já num lugar qualquer ?
ELA: Já. É por isso que nunca mais lá fui.
ELE: Esse lugar está vago ?
ELA: Está. E se você se sentar, este também.
ELE: O seu corpo é como um templo.
ELA: Lamento, hoje não há missa.
ELE: Se eu pudesse vê-la nua, morria de felicidade.
ELA: Se eu o visse nu, morria de riso.
contribuição da Ana Rita Melo
quarta-feira, setembro 28, 2005
Sociedade de consumo
- Boa Tarde!
- Tarde....Diga
- Queria uma água com gás
- Fresca ou natural?
- Fresca.
- Com ou sem sabor?
- Pode ser de limão.
- Frieze limão, Castelo Bubbles, Carvalhelhos limão?
- Sei lá, traga-me uma qualquer...Frieze
- Frieze limão já acabou....Pode ser morango, tangerina ou maracujá?
- Esqueça...traga-me umas Pedras.....
- Fresca ou natural?
- Fresca.....
- Com ou sem limão?
- Sem
- Normal ou levÃssima?
- Quem?
- Normal ou uma nova que saiu, que é mais leve....
- meu amigo, traga-me uma Bohemia e esqueça o resto....
- Sagres Bohemia não temos. Só temos normal, Preta e Zero
- Então traga uma Superbock
- Garrafa ou imperial?
- Garrafa.
- Superbock normal, Green, Twin ou Stout?
- Olhe... já perdi a sede....
contribuição do Duarte Pinto da Rocha
- Tarde....Diga
- Queria uma água com gás
- Fresca ou natural?
- Fresca.
- Com ou sem sabor?
- Pode ser de limão.
- Frieze limão, Castelo Bubbles, Carvalhelhos limão?
- Sei lá, traga-me uma qualquer...Frieze
- Frieze limão já acabou....Pode ser morango, tangerina ou maracujá?
- Esqueça...traga-me umas Pedras.....
- Fresca ou natural?
- Fresca.....
- Com ou sem limão?
- Sem
- Normal ou levÃssima?
- Quem?
- Normal ou uma nova que saiu, que é mais leve....
- meu amigo, traga-me uma Bohemia e esqueça o resto....
- Sagres Bohemia não temos. Só temos normal, Preta e Zero
- Então traga uma Superbock
- Garrafa ou imperial?
- Garrafa.
- Superbock normal, Green, Twin ou Stout?
- Olhe... já perdi a sede....
contribuição do Duarte Pinto da Rocha
segunda-feira, setembro 26, 2005
... e ao pó voltarás.
Ontem foi dia Mundial do Coração.
Foi o coração que anteontem levou Fernando de Sousa, o vigoroso e empenhado candidato do PS à freguesia de Olalhas, Tomar.
Todos os dias a vida nos elucida sobre a sua fragilidade, e nós estamos normalmente, muito ocupados ou pouco interessados, para dela dar conta.
Foi o coração que anteontem levou Fernando de Sousa, o vigoroso e empenhado candidato do PS à freguesia de Olalhas, Tomar.
Todos os dias a vida nos elucida sobre a sua fragilidade, e nós estamos normalmente, muito ocupados ou pouco interessados, para dela dar conta.
quinta-feira, setembro 22, 2005
quarta-feira, setembro 21, 2005
quinta-feira, setembro 15, 2005
"O Gosto dos Outros"
(este post andou perdido, e agora, segunda 19, recolocado no seu devido lugar)
Enquanto esta Terça-feira comia uma sopa apertado num centro comercial de Santarém; enquanto um Elder se espalhava no chão deixando um rasto de batatas fritas em palitos e pedaços de frango por todo o lado; enquanto algumas teenageres ensaivavam desfiles imaginários a pensar certamente nos novos colegas do ano lectivo que começa; e três senhoras abastadas de idade de cremes e lacas e cigarros segredavam alto importantes informações do jet set local; um rapaz de vinte poucos anos falava efusivamente atrás de mim para uma jovem da mesma idade, sobre um tal concerto espectacular, que foi o melhor, uma coisa mirabolante, que tinha conseguido não sei quantos autógrafos, que foi demais, que tinha lá estado até às tantas, que nunca vira nada assim, que delirou, que, que, que...
15 minutos disto e eu a pensar: bem foi aos U2, ou a um daqueles festivais de verão, ou alguma coisa assim, grande.
Até que o rapaz depois daquele tempo todo menciona o nome da banda e diz: D'ZRT...
apeteceu-me virar para trás e espetar-lhe um par de estalos!
Ora, pois vinha eu ontem no carro a ouvir as notÃcias na rádio Hertz, e qual era uma das notÃcias em destaque, como se de algo muito importante se tratasse? O concerto a realizar ontem no Palácio dos Desportos em Torres Novas pelos... D'ZRT!
Será que estou velho?
Enquanto esta Terça-feira comia uma sopa apertado num centro comercial de Santarém; enquanto um Elder se espalhava no chão deixando um rasto de batatas fritas em palitos e pedaços de frango por todo o lado; enquanto algumas teenageres ensaivavam desfiles imaginários a pensar certamente nos novos colegas do ano lectivo que começa; e três senhoras abastadas de idade de cremes e lacas e cigarros segredavam alto importantes informações do jet set local; um rapaz de vinte poucos anos falava efusivamente atrás de mim para uma jovem da mesma idade, sobre um tal concerto espectacular, que foi o melhor, uma coisa mirabolante, que tinha conseguido não sei quantos autógrafos, que foi demais, que tinha lá estado até às tantas, que nunca vira nada assim, que delirou, que, que, que...
15 minutos disto e eu a pensar: bem foi aos U2, ou a um daqueles festivais de verão, ou alguma coisa assim, grande.
Até que o rapaz depois daquele tempo todo menciona o nome da banda e diz: D'ZRT...
apeteceu-me virar para trás e espetar-lhe um par de estalos!
Ora, pois vinha eu ontem no carro a ouvir as notÃcias na rádio Hertz, e qual era uma das notÃcias em destaque, como se de algo muito importante se tratasse? O concerto a realizar ontem no Palácio dos Desportos em Torres Novas pelos... D'ZRT!
Será que estou velho?
23.9.2005 Adenda (para não dizer: "fazer o desenho"):
Sinto-me compelido a acrescentar estas linhas, depois de algumas das reacções recebidas, inclusive de pessoas que me conhecem muito bem, espantadas por eu estar a criticar o gosto de alguém.
Ter reacções é bom, é também para isso que escrevo, mas confesso que por vezes me espanto com algumas.
Evidentemente quem me fez essas crÃticas não percebeu o sentido do texto.
Tudo bem meus senhores, eu explico.
Naturalmente, que não era minha intenção tecer juÃzos de valor sobre este ou aquele gosto, quem sou eu para o fazer, ainda mais quando me habituei a ter gostos difÃceis e muitas vezes incompreendidos?
Alusão imediata a isso é o tÃtulo do post, "O Gosto dos Outros" citação que é tÃtulo de um filme francês onde se aborda exactamente a diversidade dos gostos, para se chegar à conclusão, que todos somos livres de gostar do que entendermos, enquanto com isso não prejudicarmos a liberdade dos outros.
Exactamente o que penso.
Enfim, não é exigido que todos conheçam o filme, já ele destinado a pequenos públicos, e que portanto entendessem a mensagem deste tÃtulo, mas o facto de estar entre aspas deveria alertar para o facto de ele não ser um simples tÃtulo e querer dizer algo mais.
Todo o post é escrito numa forma irónica, com a descrição que é feita do cenário onde ocorre a conversa, e acho que isso também deveria ser indicativo do tom com o que escrevi.
Quando faço a comparação do "gosto do outro" com aquilo que supostamente deveria ser o seu gosto, uso inclusivamente um exemplo de que na realidade, embora reconhecendo o valor, até nem gosto, os U2.
E no fim, termino com uma frase que obviamente quer dizer muito mais do que aquilo que são as simples palavras. "Será que estou velho?" é a constatação do eterno generation gap, o conflito de gerações impossÃvel de erradicar, e de que agora esta coisa de ser jovem, acabou. Pelo menos no sentido de que eu e os da minha idade deixámos de ser o fundo da hierarquia etária social, ou seja, atrás de nós existe, ou existem, já outras gerações com gostos, ideias, formas de estar próprias e diferentes das nossas.
O post é, não uma crÃtica à diferença, mas uma constatação da diferença, e a diferença é, naturalmente, o que nos enriquece enquanto humanidade.
Não posso no entanto ficar também um pouco surpreso (isto é ironia, convém explicar...) com essa súbita defesa das diferenças com que me criticam, como se essa cultura e progresso social até fosse comum nesta conservadora sociedade em que vivemos.
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