domingo, janeiro 01, 2006

Sexo puro e duro...

...com fotos, vídeos, louras, morenas, japonesas, indianas, orgias, bissexuais, bacanais, velhas, novas, casadas e solteiras, e mais muito mais...
Querias!!!
este post é só uma experiência, para ver o contador de usuários a disparar!

sábado, dezembro 31, 2005

Feliz 2006

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Que tenham uma grande noite e cuidado com os excessos!

Se as coisas falassem

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contribuição da Susana Martins, certamente surripado ao objectos.blogspot.com

2005 - In memorium

Publicado no jornal Cidade de Tomar de 30.12.2005

Este ano que agora se extingue, teve naturalmente momentos principais, foi ano de eleições autárquicas, e estes anos são sempre marcantes para a vida de um concelho.
A cidade viu abrir mais um pavilhão desportivo, e do qual efectivamente precisava, o Pavilhão Jácome Ratton, sito ao lado da Escola com o mesmo nome, e que para além de servir esta escola, serve também a comunidade e muito em particular o Sporting de Tomar. É aliás um exemplo de como deve ser feita a gestão de equipamentos e infra-estruturas; aqui, através da parceria entre a autarquia e o Ministério da Educação.
Fica por inaugurar, embora tenha já sido utilizado, o outro, o Municipal junto ao rio, e que ao contrário deste, é o exemplo de tudo o que não deve ser feito.
Soubemos já que o custo do estacionamento no parque que encerra por debaixo, será ao preço da chuva, mas a chuva poderá ser também o factor a determinar para quando vamos verdadeiramente ter o primeiro aquário subterrâneo para veículos automóveis, coisa certamente única neste ou noutro país.
Este ano foi também o ano do Parque de Estacionamento atrás da Câmara, outra excepcional obra de engenharia colocada ao serviço dos cidadãos tomarenses, e que mais não seja, deve provar que não há falta de estacionamento em Tomar, ou não estivesse ele sempre vazio. Excepção feita, ao que consta, nos dias de casamentos, em que a afluência às fotografias no jardim da várzea pequena, e por ser dia de festa, justificará os 80 cêntimos por hora.
Trânsito é enfim, algo que está sempre presente em Tomar, e este ano apesar de mais algumas obras, todas elas cuidadosamente planeadas e executadas, estou certo – como algumas novas rotundas, ou a sementeira de lombas que tanta polémica têm originado – o trânsito continua o caos que tem sido com tendência a agravar-se. E tal poder-nos-ia parecer estranho, numa terra que perde habitantes e que não tem grandes empresas, mas em verdade, seguramente, deve-nos é encher de orgulho, pois nós aqui podemos ser pequeninos e provincianos, mas temos trânsito ao nível das melhores capitais!
E porque continuamos no trânsito e nas estradas, há igualmente que assinalar algumas renovadas e ansiadas vias nas freguesias rurais. E 2005 é também o ano que marca o início do que resta do IC3 para que fiquemos ligados à Auto-estrada. Esperemos então que 2006, como estou certo, seja o ano da inauguração. Faltam no entanto, os bons acessos do IC3 à cidade.
Vimos também lá pelos inícios de Setembro aparecer as carrinhas vermelhas aí pela urbe, às quais se convencionou chamar de transportes urbanos, e os tomarenses tiveram a oportunidade de passear à borla durante 4 meses. Vejamos agora em Janeiro, quando supostamente passará a ser pago, como fica a afluência...
O Verão de 2005 foi também ano de incêndios. Tomar, mais uma vez foi um concelho bastante afligido, e por isso esperamos que em relação ao próximo ano algo esteja já a ser feito. Enfim, nesta época festiva, podemos desejar coisas bonitas...
2005 foi também mais ano em que diversos atletas tomarenses, em diversas modalidades, e em representação de vários clubes ou associações, granjearam títulos e admiração, o que vai provando que o que Tomar tem de melhor ainda são as pessoas. Mas às vezes...
Tomar, e o Convento de Cristo em particular, voltaram a ser palco de produções várias, mas Tomar e os tomarenses, continuam nas várias asserções da palavra, como meros figurantes.
Por falar em cinema e afins, este ano que termina, marcou também o fecho da única sala de cinema em Tomar, o cinema Templários, o que, no meu entender, também é sinónimo de como vai o cada vez mais fraco pulsar da vida tomarense. Ainda assim, a autarquia, e bem, prontamente colmatou a falha, sendo que começou já a passar cinema no Cine-Teatro Paraíso, que também se diga, não serve para muito mais que isso. Vamos ver se isso ao menos, ultrapassada a primeira e fracassada experiência, corre bem.
Enfim, 2005 não foi, no global, um ano bom para Tomar, os principais problemas do concelho ter-se-ão acentuado: a falta de desenvolvimento económico, a escassez de emprego, o preço da habitação, a burocracia e morosidade de muitos dos serviços que a autarquia presta, o custo da vida em Tomar, e a qualidade desta, que ao contrário do que se apregoa, e com efectivos casos pontuais, é no global, cada vez menor.
Ainda assim, porque além de tomarenses, somos portugueses, a par do pessimismo temos sempre o optimismo da esperança, ainda que este último dificilmente o confessemos, mas no fundo, sempre esperançados esperamos. Que o poder autárquico mude muito da sua postura, que ouça, que decida em consensos se os conseguir, que saiba respeitar o sentir e o viver nabantino. Que a autarquia passe a ser um ente facilitador, moderador, impulsionador
Que a oposição trabalhe como real oposição, mas trabalhe coerente, séria e responsavelmente. Que a política não seja um circo. O PS fá-lo-á.
E a todos nós cidadãos também cabe, como sempre, comprometimento. Que saibamos assumir as escolhas que fizemos; que saibamos ver e analisar, por entre os ruídos dos mitos e das falácias; que saibamos criticar e intervir, com seriedade, com acutilância, com inteligência. Que saibamos ser atentos, participativos, e coerentes, e percebamos que a responsabilidade pelas decisões acerca dos locais onde vivemos também é nossa. Tomar é a nossa terra, e não abdiquemos de sobre ela, ajudar a decidir. Todos assim ganharemos.
Em nome do Partido Socialista em Tomar faço votos sinceros, de um favorável 2006 para todos nós, pleno de sucessos e realizações.

terça-feira, dezembro 27, 2005

Zezé&Totó

- Ó Zezé, então já viste aquela da Assembleia Municipal aprovar uma recomendação à CP para a criação de um serviço que já existe?

- Ó Totó, então e depois isso é de admirar? Ou por acaso tu achas que eles andam de comboio?

sexta-feira, dezembro 23, 2005

Parece que...

... é Natal, caso ainda alguém não tenha dado por isso.
É certo que é a mais hipócrita das desculpas, das tantas que o Homem inventou para festejar. Mas também é certo que o espírito não deixa de ser envolvente, e no mínimo tem o condão de nos devolver aos sonhos e fantasias da criança que fomos, e que algures reside certamente em cada um de nós.
Ainda assim, não vou aqui desejar Bom Natal, que o Natal é um dia que mais ou menos filhós, não deixa de ser apenas mais um dia.
Difícil sim é um ano inteiro, e por isso o que importa ambicionar, é por um grande 2006 para todos nós.
Assim consigamos que seja.

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Parece que...

... as sessões de cinema recomeçaram hoje em terras nabantinas.
Esperemos que a varinha mágica do Harry dos óculos à cromo agora cool com que a tela ressurgiu para a vida, ajude a que a coisa se mantenha por longo tempo.

domingo, dezembro 18, 2005

Ouvi algures...

... que devemos rir pelo menos trinta vezes por dia, é que além de exercitarmos sei lá quantos músculos, estamos a contribuir para prolongarmos por mais tempo a nossa juventude.
Assim, contribuindo também eu, e muito menos do que este blogue que agora recomendo, que é quem realmente teve o trabalho, não posso deixar de aconselhar uma passagem por lá.

Se há algo em que o protuguês é bom é a rir de si mesmo, por isso, clique no arioplano.

sexta-feira, dezembro 16, 2005

Aqui Posto de Informação

Meus caros amigos, jovens ainda sem rumo certo - o dinheiro não está fácil, mas estão fartos da casa dos pais, e os amigos estão fartos que ocupem a casa deles?

Fácil, estão disponíveis (aqui) as candidaturas ao IAJ (incentivo ao arrendamento por jovens)

Porque os blogues também servem para isto.
E não, isto não é nenhuma indirecta ao magote de gente que me ocupa a casa, em especial quando lá não estou (que é como quem diz, quase sempre).

quarta-feira, dezembro 14, 2005

QI

Mais uma daquelas com que me inundam o e-mail, mas pronto, como hoje estou de bom humor...

O famoso cientista Albert Einstein foi a uma festa.
Lá chegando foi ao encontro de uma pessoa e perguntou-lhe:
- Qual é o seu Q.I.?
- Ah, o meu Q.I. é 280, respondeu esta pessoa.
Então Einstein começou a falar sobre fisica quântica, biologia aplicada, etc.
Logo depois aproximou-se outra pessoa, e Einstein perguntou-lhe:
- Qual é o seu Q.I.?
O meu Q.I. é 150, respondeu-lhe este.
Então Einstein começou a conversar sobre administração, economia, e afins...
Aí, chegou uma terceira pessoa, e Einstein também perguntou:
E você, qual é o seu Q.I.?
E o sujeito respondeu: o meu Q.I. é 20.
Então Einsten falou:
Ah, então e como vão as coisas pela política??!...

não digo quem enviou esta, para não envergonhar a senhora

sábado, dezembro 10, 2005

A todos aqueles...

... que me parabenizaram nos últimos dias, relativamente à minha nova situação na política tomarense, o meu obrigado.
No entanto, não é para mim pessoalmente que devem desejar votos de sucesso, mas sim para o nosso concelho que amamos e que queremos ver melhor do que temos visto. Desejo sucesso sim, para todos e cada um de nós.
E por isso, todos são chamados a contribuir para esta causa colectiva, todos somos poucos, todos somos importantes.

Venham daí, façamos juntos esta caminhada!

Formas de passar o tempo num Hipermercado

ou, formas subversivas de passar por idiota

1. Agarra em 24 caixas de preservativos e põe em varios carrinhos, aleatoriamente, quando a pessoa estiver distraída.
2. Programa os despertadores para tocarem de 5 em 5 minutos.
3. Vai ao apoio a clientes e pergunta se te podem reservar um pacote de M&Ms.
4. Monta uma tenda na secção de campismo, diz aos outros clientes que vais passar a noite por la. Convence as pessoas a trazerem almofadas da secção textil e a juntarem-se a ti.
5. Quando um funcionario te perguntar se precisas de ajuda, começa a chorar e grita: 'Porque é que vocês não me deixam em paz?!?!!?!?'
6. Encontra uma câmara de vigilância e usa-a como espelho enquanto tiras macacos do nariz.
7. Procura uma faca de trinchar bem afiada. Leva-a contigo durante todo o percurso das compras e vai perguntando aos funcionários se ali vendem anti-depressivos.
8. Desliza pela loja com um ar suspeito, enquanto cantas o tema da 'Missão Impossível' .
9. Esconde-te atrás da roupa que está exposta em cabides e quando alguém estiver a ver os artigos grita 'ESCOLHE-ME! LEVA-ME PARA CASA!'
10. Quando alguém anunciar seja o que for no altifalante, deita-te no chão, em posição fetal, e grita: 'NÃOOOOO! As vozes! Outra vez as vozes!'
E, por fim: Vai ao provador de roupa. Fecha a porta, aguarda um minuto e depois grita:
'Onde é que está o papel higiénico????!'

contribuição da Bia Miguel

sábado, dezembro 03, 2005

Zezé&Totó

- Ó Zezé, já sabes que a Câmara de Tomar vai gastar mais de 30 mil euros no sistema de rega da rotunda dos bombeiros?

- Ó Totó, e isso é alguma admiração? Mais que isso tem gasto na rega da cibernética que nem relva tem!

quinta-feira, novembro 24, 2005

Pertinente

Se o porco tem 4 pernas... de onde virá o fiambre da perna extra?!...

Pergunta simples...

Qual destas aves é a fêmea?
contribuição do Pedro Antunes

Uma história de espírito natalício

A História do Anjinho da �rvore de Natal!

Há muitos anos véspera de Natal, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada. Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo. Como se tudo isto não bastasse, a mulher avisa-o que a sogra ia passar o Natal lá a casa. O Pai Natal passou-se!
No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Com a pressa de abrir a porta, tropeça, bate com a cabeça numa esquina da mesa e começa a sangrar abundantemente. Já verde de raiva, abre a porta e dá de caras um Anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta �rvore de Natal. Onde é que queres que a meta?
Foi a partir daí que todas as �rvores de Natal passaram a ter um Anjinho no topo ...
contribuição da Dina Lopes

Imagem explosiva

Tem tudo para ser uma imagem "politicamente incorrecta", mas que fazer, gostamos de rir da desgraça alheia.

domingo, novembro 13, 2005

ANIVERS�RIO
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.

Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui --- ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho...)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça,com mais copos,
O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado---,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...

Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...

�lvaro de Campos, 15-10-1929

É, parece que hoje neste domingo cinzento e com ameaças de chuva, envelheci mais um ano.
É a vida...

terça-feira, novembro 08, 2005

"Se queres que te compreendam bem, mantem-te assim calado"
citação dum Aníbal que conheço e não é esse, mas podia ser...

Assim vai...

A infanta Leonor já nasceu, já mostrou cara, já é famosa.
Ser famoso é uma profissão, ser político não.
Alguns famosos como o Marco Paulo foram à missa a Fátima. Acho que o Abrunhosa não foi porque diz que está aqui, mas devia de ir, que lá é que cantam bem.
Quem canta de galo é o Braga, já o Sporting habilita-se a recuperar a tradição de não cantar os reis.
Já não tem reis, mas tem rainhas do Carnaval, o Brasil, onde os portugueses estão em força a comprar casas. É a crise.
No Brasil ardem os bolsos de suborno e qualquer dia o Lula, em França ardem carros e qualquer dia o Chirac.
Lá pela França é obrigatório recolher, mas as galinhas mesmo com gripe ainda escapam, já não vão é ao mercado.
Na Serra da Estrela não há mercado, e galinhas só às vezes, mas já há neve.
1ª Companhia é que já não há - e é uma pena, não das aves, mas das outras, penas de penar. E agora, com que penas se deitam os portugueses sem a companhia da 1ª?, é esperar pela 2ª!
Santa TVI que não nos faltes, e dai-nos sempre a maravilha do teu entretenimento, mesmo se virares espanhola.
Não é espanhol mas quase, Saramago tem livro novo de morte intremitente.
Livro novo tem Baía e nada de Selecção.
E com esta selecção pequena, assim vai, grande Portugal e o Mundo assim-assim.

sexta-feira, novembro 04, 2005

"Não somos uma sociedade de informação, porque não somos uma sociedade de informados."
José Saramago, SIC Notícias, 3.11.05

segunda-feira, outubro 31, 2005

Sinais dos Tempos.

Já sei, já sei... sou pessimista, sou incorrecto, sou maldoso e maledicente, sou tudo tudo o que me quiserem chamar, mas...
Será que não quer dizer qualquer coisa, quando uma cidade como Tomar*, ao que parece até sem cinema vá ficar? Sim, é já a partir de Dezembro que se quisermos ir ao cinema temos que ir a grandes urbes como Ferreira do Zêzere ou ao Sardoal.
Em Tomar não, em Tomar um dia destes, distracção só na missa, e não convém ser muito optimista que até os padres vão embora...

* "quando uma cidade como Tomar" - Quando uma cidade como Tomar, o quê? Está visto que ainda nos achamos qualquer coisa, e na própria linguagem (todos) temos tiques de superioridade. Ora, são exactamente esses tiques que nos matam.

Está visto por que caminhos anda a "nossa superioridade". E, no entanto, há qualquer coisa que me diz sempre cá dentro, apesar do raciocíonio em contrário: - Hugo, esta é a tua terra e nela és feliz!, e encho-me de orgulho de ser tomarense.

Bolas, o ser humano é um bicho estúpido!

sexta-feira, outubro 28, 2005

Para descontrair...

ERA UMA VEZ...
Quatro funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.

Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas...

contribuição da Susana Martins

terça-feira, outubro 25, 2005

Como vai o mundo?

O mundo que temos como real tem-me levado tanto do tempo e da paciência, que ocorrência é o virtual algures andar aqui parado, suspenso como bicho hibernado ainda que não adormecido, e eu bem que queria aproveitar este raro momento nos momentos de agora, para por agora dizer qualquer coisa útil e pertinente, ciente no entanto que tudo o que me ocorre é como à guarda das redes, três normalmente tantos, podem afinal ser pouco mais que pouco...

Pronto, este é o meu post sobre futebol.

segunda-feira, outubro 17, 2005

E agora Tomar?

artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 14.10.2005

O resultado das eleições autárquicas foi o que sabem. Assim o quiseram os tomarenses.
O Partido Socialista perdeu, largamente, e saberá respeitar isso.
Ficaram bem expressas nestas eleições, de forma geral pelo país, qual é o perfil de autarca que os portugueses preferem.
Fico no entanto triste, quando oiço muitos queixarem-se como se não fossem igualmente responsáveis. Meus senhores, todos são responsáveis, e se há algo que estas eleições (falemos aqui só de Tomar) nos podem ensinar, é sobre essa responsabilidade: dos partidos, dos contestatários dos partidos, dos supostos independentes, das instituições, da comunicação social, dos cidadãos em geral, ou seja todos, quer os mais, quer os menos intervenientes na sociedade, têm responsabilidade nas escolhas e na direcção das escolhas, e por isso, responsabilidade nas consequências dessas escolhas.
É preciso que aceitem duma vez por todas que os políticos são o reflexo da sociedade em que vivem e não o contrário, é preciso que entendam que os actos dos políticos são legitimados por quem os escolhe, ainda mais quando o fazem repetidamente.
A democracia pode estar a atravessar um mau bocado, mas são os cidadãos que assim o querem.
Não considero no entanto que o projecto em que estive (e estou!) inserido saísse derrotado. Quem está certo do caminho, não se deixa abater por qualquer obstáculo.
O PS fez em Tomar um trabalho sério, apostou num excelente quadro de novos candidatos, apostou na renovação e na juventude, na formação, na entrega às causas e aos projectos. Foram cerca de 350 pessoas, militantes ou não, que acreditaram numa equipa e num projecto e deram a cara por eles.
O PS apresentou um trabalho aplicado, uma proposta capaz para o futuro de Tomar e quanto a nós correcta, para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Os tomarenses não viram ou não quiseram isso, mas não é isso que nos faz desistir. A história não se faz dos desistentes e quem se julga certo não desiste, ou sequer abranda. Tomar precisa de todos, e certamente precisa dum PS forte e coeso. Esse PS existe novamente em Tomar, apesar dos desaguisados que já se adivinham, e cá estaremos para provar quem tinha razão.
Depois, o PS é a segunda maior força política do nosso concelho, é preciso que não se esqueça, com 52 autarcas eleitos, e com representantes em todas as juntas à excepção da Pedreira. O PS tem assim 30% dos autarcas eleitos.

Por isso, o PS sai destas eleições de cabeça erguida, porque os que se apresentaram sob o seu símbolo e os ideais que representa, o fizeram dando o seu melhor, e apresentado propostas e rumos novos, e novas formas de estar na política e de servir os outros. Não o quiseram os tomarenses.
Os tomarenses decidiram apostar novamente em quem nem sequer projecto apresentou – é que desculpem, mas alguém encontrou o programa do PSD? Mas se calhar é o PSD que está correcto, para quê apresentar um programa eleitoral, se isso nada interessa aos cidadãos? A prova é que até dão a vitória a quem não o faz e portanto com nada se compromete. Caros tomarenses, tenham a consciência que nada podem exigir ao PSD e a António Paiva, pois eles não apresentaram uma linha escrita de qualquer intenção. Mas claro, a culpa é dos políticos!
Depois, mostraram ainda os tomarenses, confiar mais que num projecto consistente, em projectos cheios de nada, e baseados no mito de um nome resguardado sob outro, colados pelo cuspo dos interesses, e que ruirá como um castelo de cartas como se provará. Mas claro, os políticos é que são maus.
Ainda assim, e apesar de já pouco crédulo, pedia algo simples: não venham depois dizer que não votaram, que não quiseram, que não suportam, que não entendem – cidadãos de Tomar, assumam as vossas responsabilidades, foi de todos nós a escolha!
Eu e outros entregámos as nossas disponibilidades, físicas, mentais, temporais, financeiras, por uma alternativa séria, por uma mudança possível. Apresentámos candidatos cuja premissa essencial era a sua disponibilidade, a sua lealdade, a sua seriedade e honestidade, a sua transparência. Visto está que não são essas as primeiras qualidades que os portugueses procuram nos políticos. Mas claro os políticos é que são maus!
Enfim, diz-se às vezes que cada um tem o que merece…
Muito bem, resta cumprimentar todos os eleitos, e os não eleitos que deram de si para um trabalho por todos, tanto nas listas do PS como nas outras. E não posso deixar de homenagear alguém em particular, alguém que se mostrou disponível quando outros “supostamente melhores� não estiveram; que mostrou coragem, quando outros mostraram cobardia; que mostrou ânimo quando outros mostraram desinteresse; que foi à luta independentemente da certeza do êxito; que mostrou força e verticalidade, mesmo quando lhe davam “aquelas� pancadinhas nas costas; que mostrou a lealdade, a seriedade e a honestidade que defendo como essenciais para quem está na vida pública e política.
Se no dia 9 alguém perdeu, não foi certamente Carlos Silva, esse foi até bastante vitorioso, é que, como se dizia numa mensagem que corria nesse dia, nem todos precisam de votos para ter amigos.

sexta-feira, outubro 14, 2005

Vamos lá a ver...

... se nos entendemos.

O sósia que "O Templário" arranjou como foto para acompanhar a notícia "Aluguer de quartos: mais oferta que procura", na sua edição de ontem, tem realmente umas semelhanças MAS NÃO SOU EU!!!!
(embora eu próprio tenha ficado confuso!)

acabem lá com as mensagens s.f.f....
o que é que eu tenho a ver com procura de quartos, a A.E. do IPT, ou "aquela" t-shirt?

quinta-feira, outubro 13, 2005

3

Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão a lenha para fazer o almoço para sua família. Cortando o galho de uma árvore tombada, o seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que a ajudasse.
Ele apareceu e perguntou: - Por que choras?
A mulher respondeu que o seu machado tinha caído no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado com cabo de ouro, e perguntou:
- É este o teu machado?
A nobre mulher respondeu: - Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de prata:
- É este o teu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e perguntou:
- É este o teu machado?
- Sim, respondeu a nobilíssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados como presente.

Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido passeavam no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda.
Ele apareceu e perguntou: - Mulher, porque choras?
A mulher respondeu que o seu esposo caíra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou, tirou o Brad Pitt, e perguntou:
- É este o seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus enfureceu-se.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor ia tirar o George Clooney do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido; e quando eu dissesse que sim, o Senhor mandar-me-ia ficar com os três.
Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia...
Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdou.

MORAL DA HISTÓRIA:
As mulheres mentem duma maneira que até deus acredita! :) :) :)

Contribuição da Sílvia Marques

segunda-feira, outubro 10, 2005

E agora TOMAR?

Assim quiseram, assim tiveram, é assim a democracia.
Espero que não comecem a queixar-se já daqui a pouco, e que não recusem a responsabilidade do voto que atribuiram, ou que não quiseram atribuir, ou que não acharam importante atribuir.

Responsáveis não são os políticos, somos todos.

quinta-feira, outubro 06, 2005

PROCURA-SE!!!

Concorre neste mui nobre e esplendoroso concelho de Tomar, certo partido que até já é poder, mas que pelo caminho perdeu algo que lhe deveria fazer muita falta: o programa eleitoral.
Alguém o encontrou, ou estão a passar cheques em branco?

segunda-feira, outubro 03, 2005

Hoje é dia Mundial da Arquitectura

Que em Portugal é comemorado como o dia nacional da lomba e da rotunda, e da "barraquinha" na duna da praia...

domingo, outubro 02, 2005

Os debates locais

Ontem ouvi na cidade o debate entre cabeças de lista à Assembleia Municipal promovido pela rádio Cidade de Tomar.
À tarde ouvi também na rádio Hertz o debate entre cabeças de lista à Câmara. Aliás estive mesmo na biblioteca, pois o debate era público, mas não consegui estar muito mais que cinco minutos naquela feira de vaidades em que estava transformada a assistência.
Não vou comentar o conteúdo nem as posturas, nem rigorosamente nada em relação aos candidatos, tenho sim que comentar os moldes dos debates, em primeiro porque se deviam chamar monólogos.
As rádios têm que repensar os modelos para uma próxima vez, porque ter durante 3 horas 6 pessoas a falar, alguns 10 ou 15 minutos seguidos, é absolutamente desinteressante, e muito pouco contributivo para o esclarecimento dos cidadãos.

O que elas fazem...

... para nos desencorajar.

ELE: Posso pagar-lhe uma bebida ?
ELA: A bem dizer, prefiro que me dê o dinheiro.

ELE: Viva. Não nos encontrámos já uma ou duas vezes ?
ELA: Só pode ter sido uma. Eu nunca cometo o mesmo erro duas vezes.

ELE: Onde é que foi buscar tanta beleza ?
ELA: Devem-me ter dado a sua parte.

ELE: Quer sair comigo no próximo sábado ?
ELA: Lamento. Vou estar com dores de cabeça.

ELE: Essa carinha deve dar a volta a muitas cabeças.
ELA: E essa deve dar a volta a muitos estômagos.

ELE: Vá, não seja tímida. Peça-me para dar uma volta.
ELA: Está bem: vá dar uma volta.

ELE: Acho que eu a podia fazer muito feliz.
ELA: Como ? Vai-se embora ?

ELE: Que me diria se eu lhe pedisse para casar comigo?
ELA: Nada. Não consigo falar e rir ao mesmo tempo.

ELE: Pode dar-me o seu nome ?
ELA: Porquê ? Não lhe deram já um ?

ELE: Por onde tem andado, que só agora a conheci?
ELA: A esconder-me de si.

ELE: Não nos encontrámos já num lugar qualquer ?
ELA: Já. É por isso que nunca mais lá fui.

ELE: Esse lugar está vago ?
ELA: Está. E se você se sentar, este também.

ELE: O seu corpo é como um templo.
ELA: Lamento, hoje não há missa.

ELE: Se eu pudesse vê-la nua, morria de felicidade.
ELA: Se eu o visse nu, morria de riso.

contribuição da Ana Rita Melo

quarta-feira, setembro 28, 2005

algures em Paris II

Louvre, exterior







Sociedade de consumo

- Boa Tarde!
- Tarde....Diga
- Queria uma água com gás
- Fresca ou natural?
- Fresca.
- Com ou sem sabor?
- Pode ser de limão.
- Frieze limão, Castelo Bubbles, Carvalhelhos limão?
- Sei lá, traga-me uma qualquer...Frieze
- Frieze limão já acabou....Pode ser morango, tangerina ou maracujá?
- Esqueça...traga-me umas Pedras.....
- Fresca ou natural?
- Fresca.....
- Com ou sem limão?
- Sem
- Normal ou levíssima?
- Quem?
- Normal ou uma nova que saiu, que é mais leve....
- meu amigo, traga-me uma Bohemia e esqueça o resto....
- Sagres Bohemia não temos. Só temos normal, Preta e Zero
- Então traga uma Superbock
- Garrafa ou imperial?
- Garrafa.
- Superbock normal, Green, Twin ou Stout?
- Olhe... já perdi a sede....

contribuição do Duarte Pinto da Rocha

segunda-feira, setembro 26, 2005

... e ao pó voltarás.

Ontem foi dia Mundial do Coração.
Foi o coração que anteontem levou Fernando de Sousa, o vigoroso e empenhado candidato do PS à freguesia de Olalhas, Tomar.

Todos os dias a vida nos elucida sobre a sua fragilidade, e nós estamos normalmente, muito ocupados ou pouco interessados, para dela dar conta.

quinta-feira, setembro 22, 2005

.:Se de mim diverges não penses que me entristeces
pois na verdade, enriqueces-me:.



citação livre de
Antoine de Saint-Exupéry

quinta-feira, setembro 15, 2005

"O Gosto dos Outros"

(este post andou perdido, e agora, segunda 19, recolocado no seu devido lugar)

Enquanto esta Terça-feira comia uma sopa apertado num centro comercial de Santarém; enquanto um Elder se espalhava no chão deixando um rasto de batatas fritas em palitos e pedaços de frango por todo o lado; enquanto algumas teenageres ensaivavam desfiles imaginários a pensar certamente nos novos colegas do ano lectivo que começa; e três senhoras abastadas de idade de cremes e lacas e cigarros segredavam alto importantes informações do jet set local; um rapaz de vinte poucos anos falava efusivamente atrás de mim para uma jovem da mesma idade, sobre um tal concerto espectacular, que foi o melhor, uma coisa mirabolante, que tinha conseguido não sei quantos autógrafos, que foi demais, que tinha lá estado até às tantas, que nunca vira nada assim, que delirou, que, que, que...
15 minutos disto e eu a pensar: bem foi aos U2, ou a um daqueles festivais de verão, ou alguma coisa assim, grande.
Até que o rapaz depois daquele tempo todo menciona o nome da banda e diz: D'ZRT...
apeteceu-me virar para trás e espetar-lhe um par de estalos!
Ora, pois vinha eu ontem no carro a ouvir as notícias na rádio Hertz, e qual era uma das notícias em destaque, como se de algo muito importante se tratasse? O concerto a realizar ontem no Palácio dos Desportos em Torres Novas pelos... D'ZRT!

Será que estou velho?


23.9.2005 Adenda (para não dizer: "fazer o desenho"):

Sinto-me compelido a acrescentar estas linhas, depois de algumas das reacções recebidas, inclusive de pessoas que me conhecem muito bem, espantadas por eu estar a criticar o gosto de alguém.
Ter reacções é bom, é também para isso que escrevo, mas confesso que por vezes me espanto com algumas.
Evidentemente quem me fez essas críticas não percebeu o sentido do texto.
Tudo bem meus senhores, eu explico.

Naturalmente, que não era minha intenção tecer juízos de valor sobre este ou aquele gosto, quem sou eu para o fazer, ainda mais quando me habituei a ter gostos difíceis e muitas vezes incompreendidos?
Alusão imediata a isso é o título do post, "O Gosto dos Outros" citação que é título de um filme francês onde se aborda exactamente a diversidade dos gostos, para se chegar à conclusão, que todos somos livres de gostar do que entendermos, enquanto com isso não prejudicarmos a liberdade dos outros.
Exactamente o que penso.
Enfim, não é exigido que todos conheçam o filme, já ele destinado a pequenos públicos, e que portanto entendessem a mensagem deste título, mas o facto de estar entre aspas deveria alertar para o facto de ele não ser um simples título e querer dizer algo mais.
Todo o post é escrito numa forma irónica, com a descrição que é feita do cenário onde ocorre a conversa, e acho que isso também deveria ser indicativo do tom com o que escrevi.
Quando faço a comparação do "gosto do outro" com aquilo que supostamente deveria ser o seu gosto, uso inclusivamente um exemplo de que na realidade, embora reconhecendo o valor, até nem gosto, os U2.
E no fim, termino com uma frase que obviamente quer dizer muito mais do que aquilo que são as simples palavras. "Será que estou velho?" é a constatação do eterno generation gap, o conflito de gerações impossível de erradicar, e de que agora esta coisa de ser jovem, acabou. Pelo menos no sentido de que eu e os da minha idade deixámos de ser o fundo da hierarquia etária social, ou seja, atrás de nós existe, ou existem, já outras gerações com gostos, ideias, formas de estar próprias e diferentes das nossas.

O post é, não uma crítica à diferença, mas uma constatação da diferença, e a diferença é, naturalmente, o que nos enriquece enquanto humanidade.
Não posso no entanto ficar também um pouco surpreso (isto é ironia, convém explicar...) com essa súbita defesa das diferenças com que me criticam, como se essa cultura e progresso social até fosse comum nesta conservadora sociedade em que vivemos.

terça-feira, setembro 13, 2005

E o prémio para a melhor montra vai para...

Sim, sejamos justos, a sede de campanha mais interessante em Tomar, é sem dúvida a do CDS-PP. Ganha de duas formas, pela originalidade, e por ter posto a descoberto um edifício que há anos é exemplo de abandono na principal rua do centro histórico (ou cidade velha como eu gosto de lhe chamar), rua essa que agora é mais conhecida como a rua das sedes de campanha.

Mas o factor mais importante de tudo isto, é como de costume o que menos se fala.
Porque é que quase todos as candidaturas conseguem um espaço (e haveria mesmo espaço para todas se o quisessem), naquela que já foi a principal rua de comércio de Tomar?
Naturalmente porque o comércio tomarense de forma genérica, e na cidade velha em particular, faliu, e as lojas são, cada vez mais, espaços vazios há procura de um destino.

Convém consultar...

... o novo site do Parlamento Europeu.
Afinal, somos todos cidadãos da mesma Europa... mais ou menos.

segunda-feira, setembro 12, 2005

10 de Outubro

publicado no jornal Cidade de Tomar de 9 de Setembro

O dia seguinte. Ontem foi dia de eleições autárquicas.
Hoje é dia de descanso da grande azáfama e adrenalina de ontem e dos dias, semanas, meses que se antecederam. É também dia já de preparação das novas equipas, que na Câmara e nas Freguesias vão aplicar os novos projectos sufragados, e tentar aplicar o seu esforço na melhoria de vida dos cidadãos desta terra.
Não sei quem ganhou, existiam várias listas em disputa.
Sei que quem quer que tenha sido vai justificar essa escolha. O Povo é soberano, e por isso terá escolhido bem.
Terá escolhido certamente em primeiro lugar pelos atributos que julgo serem mais importantes nos políticos: a seriedade, a honestidade, a disponibilidade sincera, no amor à sua terra e aos seus próximos, e a vontade em trabalhar por e com eles. Afinal os cidadãos conheciam bem os vários candidatos em disputa, ou como é costume dizer num certo partido, as pessoas conhecem os protagonistas.
Sei que por entre o folclore das cores, dos papeis, das bandeiras, por entre os boatos e as histórias mal contadas, por entre o que sabem agora e o que sempre souberam, por entre as intrigas, por entre os títulos ou a falta deles, por entre as ideias pré-concebidas, sob o amontoado de todo o lixo, as pessoas souberam ver, souberam sentir quem é verdadeiro, souberam acreditar e ter esperança, na sua vontade de algo novo, mas seriamente diferente, as pessoas souberam “ver com olhos de ver�.
Sei que as pessoas escolheram conscientemente, analisaram as equipas, sabendo que o conjunto das pessoas é importante, e não apenas este ou aquele, ou os rostos que se vêm primeiro. Analisaram os programas, os projectos, souberam distinguir os que visam os interesses do concelho e dos cidadãos, dos projectos eventualmente “mais pessoais�; perceberam os que são mais sérios, mais consistentes, coerentes, trabalhados, e vão certamente depois, exigir, criticar, condenar ou aplaudir, em função dessas promessas.
Estou certo que os eleitos, no poder ou na oposição, agirão de acordo com essa escolha, e de acordo com os resultados expressos quem ganhou saberá ouvir e reunir os consensos possíveis, sendo ainda assim firme na governação; e quem perdeu não fugirá, não abdicará do seu papel de oposição. Sei que todos sabem que é o que acontecerá…
Estou certo que a votação ontem foi em massa, que as pessoas não abdicaram do seu direito e dever de votar, não recusaram a co-responsabilidade da escolha, e dos efeitos dessa escolha na sua vida futura.
Às vezes diz-se que as sociedades têm o que merecem, e por isso sei, que ontem escolheram para merecer mais, para merecer melhor.
Sei que ao longo destes quatro anos seguintes não vão poder atacar os candidatos eleitos, nem fazer-lhes críticas como se não tivessem votado neles, porque sabem que foram também responsáveis pela sua eleição, quer tenham votado, quer não.
Estou muito expectante e optimista, porque sei que hoje começa uma nova história para Tomar, inicia-se um novo percurso, e Tomar vai recuperar o brilho e glória de outros tempos, Tomar vai novamente fazer parte do mapa, vai estar no trilho do desenvolvimento, da modernidade, mas também no lote dos concelhos de prestígio, das cidades emblemáticas e referenciais deste país. E todos nós vamos viver melhor.
Porque todos nós respondemos à chamada; soubemos, de jeito humilde e disponível, ser mais um elemento da equipa, e sentimos Tomar como um Projecto de Todos Nós. E por todos nós, soubemos escolher, de entre nós, os melhores.
E assim, diferente no que deve ser diferente, e igual ao que igual deve ser, Tomar vai ser melhor.

sexta-feira, setembro 09, 2005

"Unidos Por Tomar"?!!

Bem, o próprio slogan nos diz, das coisas "novas" que dali podemos esperar!
Se tiverem tanto engenho para os problemas do concelho, como para "inventar" slogans originais...

O Futuro de Paiva

A avaliar pelas fotos e posses com que Paiva nos vai brindando, (veja-se por exemplo a desta semana na última página do Cidade de Tomar) somos claramente levados a pensar que já tem uma nova carreira em mente.

quinta-feira, setembro 08, 2005

Bem sei...

... bem sei, isto anda um pouco parado.
Mas que querem, não há tempo!

Mas pronto, faz de conta que o algures está em obras,
O que é bom sinal, assim teremos seguramente inauguração em breve...

quinta-feira, setembro 01, 2005

Sondagem

No Templário desta semana é pela primeira vez tornada pública uma sondagem para as próximas autárquicas, a qual me sinto obrigado a criticar. Não a sondagem em si, mas a forma como é feita.
Será válida em Tomar uma sondagem feita com 150 entrevistas? E com 76% de mulheres? (nós já sabemos em quem as mulheres votam...)
E então o rácio etário? E o rácio por freguesia?

Há no entanto nesta sondagem algo que me anima, a característica que os cidadãos acham mais adequada para um Presidente da Câmara é de forma muito destacada, a seriedade.
Se de facto assim for...

quarta-feira, agosto 31, 2005

Assim o quiseram, assim o têm.

Porque certos senhores se dão mal com a liberdade, e não percebem que ela pressupõe um mínimo de regras, a partir de hoje, todos os comentários neste blog passam primeiro pelo lápis azul.

domingo, agosto 28, 2005

Projectos...

Falam falam, mas a verdade é que parece que o PS vai servindo de modelo.
Se uns se 'inspiraram' quase à letra na nossa Agenda para o Desenvolvimento de Tomar para fazer os seus manifestos, outros aproveitam agora os principais motes da campanha.
É estranho ouvir a palavra Equipa dita por António Paiva.
Já o Projecto parece que é agora a grande bandeira de todos, mas se quanto a uns é evidente que o não têm (ou é um projecto muito pessoal...), já o slogan de Paiva que é qualquer coisa como Um Projecto de Futuro, parece igualmente estranho.
Esse projecto não devia ter começado há oito anos atrás? É que se não começo a acreditar quando me dizem que o candidato António Paiva e o Presidente de Câmara António Paiva, não são a mesma pessoa!

Presos de luxo

83 funcionários para 10 presos no Presídio de Tomar (no Público via Templário)

já estive em bem piores hotéis...

A nacionalidade de Adão e Eva

Um alemão, um francês, um inglês e um português comentam sobre um quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão disse:
- Olhem que perfeição de corpos: ela esbelta e esguia, ele com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês reagiu:
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras... ela tão feminina... ele tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:
- Que nada! Notem... a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser Ingleses.
Depois de alguns segundos mais de contemplação, o português exclama:
- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma triste maçã para comer, não protestam e ainda pensam que estão no Paraíso.
Só podem ser Portugueses!!!!...........

contribuição da Sofia Lopes