domingo, julho 10, 2005
Novela Independente parte III
Mas sobre o assunto. É fácil retirar coisas do contexto e fazer passar uma ideia que não é a correcta.
Agradeço ao António Godinho a campanha que tem feito em meu torno nos últimos dias, mas seria mais honesto que o fizesse explicando o contexto.
Os independentes a que me refiro no texto que escrevi, são os da suposta lista de independentes à Câmara que não ata nem desata, tendo bem presente alguns desses eventuais "independentes", e algumas das eventuais razões.
Considero-me uma pessoa coerente, e nunca seria coerente não concordar com independentes e ir numa lista em que estivessem independentes, como acontece. Não seria coerente, sendo dirigente no PS e tendo em muitas das listas, pessoas independentes, muitos deles com a minha indicação, como acontece.
O texto que escrevi, parte de um contexto bem definido e localizado, mas isso não o explicou António Godinho.
Depois, falo do conceito de ser independente e que isso não pode ser reduzido ao não pagamento de quotas de um partido, mas parece que isso não interessa. Então tenho que voltar a questionar, existe alguém verdadeiramente independente?
Estou habituado a ser atacado, e parece que é o que acontece quando se emite opiniões. Talvez algumas pessoas gostem de ter o exclusivo da opinião, mas comigo isso não vai acontecer, pois enquanto tiver vontade, não me coibirei de emitir opiniões, interessem a quem interessarem, doam a quem doerem, e tudo bem, interpretem como quiserem interpretar.
Como disse, estou a habituado a ser atacado, estou habituado a que distorçam o que disse, sei que às vezes incomodo.
Não o esperava de facto vindo do António Godinho, mas enfim, pessoas são pessoas. Mas confesso que preferia, parece-me mais ético, que se problemas houvesse, mos colocasse cara a cara como alguns já fizerem, e parece que a falarmos, é mesmo possÃvel entendermo-nos. Mas tudo bem, para mim nada mudou. Tenho plena consciência do que escrevi, sei as intenções com que o fiz, e sei que o que disse não pode ofender ninguém bem intencionado ou esclarecido.
E eu cá continuarei, para esclarecer o que for de esclarecer.
quinta-feira, julho 07, 2005
1º Aniversário

quarta-feira, julho 06, 2005
Agora sou neonazi!
Sim foi uma mudança radical, eu considerava-me bastante de esquerda e estava convencido que era aà que se situavam os meus ideiais, mas afinal não, percebi que sou mais como o Alberto João, não gosto de chineses, indianos, africanos e borrego assado.
Ainda não rapei o cabelo porque quero fazer disso uma grande cerimónia, até já combinei com uns amigos e nessa noite vamos sair para a rua, partir umas montras e malhar uns outros ex-amigos pretos.
Já encomendei uma enorme bandeira com uma suástica para pôr no tecto do meu quarto, e estou eu próprio a esculpir um busto do hitler que é agora o meu guru...
Caro António Godinho,
por quem, ainda que sem termos relações próximas, nutro respeito, se por mais não for, porque somos colegas de profissão, e porque tem um espaço onde não só tenta informar, como assume as suas opiniões, para além de que é um dos cidadãos activos que tenta de facto agitar esta comunidade amorfa que somos.
Não percebo, honestamente, essa reacção ao meu post, que me parece bem explÃcito e onde não encontro as atitudes de que me acusa.
Aliás, acho que sou extremamente explÃcito quando digo que a questão de ser independente não pode ser reduzida ao facto de se pagar ou não quotas para um partido, não é um cartão que nos faz ou deixa de fazer independentes! E reafirmo-o veementemente, não há ninguém verdadeiramente independente.
Parece, da forma como reagiu, que tomou o post como ataque pessoal. Não vejo como possa ter sentido isso.
Aliás, não percebo sequer aquela confusão inicial entre eu e o Hugo Costa, seria fácil confirmar, ou não costuma passar por aqui?
O que sou não escondo, e o que digo, quando sinto que o devo dizer, assumo-o.
Penso que é o que faz também.
Felicidades para o novo blog.
terça-feira, julho 05, 2005
Independentes
É que esta coisa dos independentes parece aqueles foleiros anúncios televisivos a detergentes - ninguém os grama, mas continuam a fazê-los!
Sempre que há eleições lá aparece o fantasma dos independentes, e só podem ser mesmo fantasmas, porque ninguém os vê!
Depois, eu gostava que me explicassem afinal o que é isso de ser independente, por dois motivos:
Primeiro, eu não acredito muito em pessoas que se proclamam independentes; nas várias situações que vamos encontrando ao longo da vida é preciso tomar posições, e quem não as toma normalmente é por cobardia, comodismo, ou simples incompetência.
Segundo, a avaliar pelos nomes que vão sendo ventilados, eles são tudo menos independentes! Ora!, não podemos reduzir o termo ao não pagamento de quotas a um partido, isso é um pouco demagógico para não dizer hipócrita! Os nomes que vão sendo ventilados são em alguns aspectos até muito dependentes, e outros, apesar de se fazerem importantes e desejados, são apenas o restolho que os partidos rejeitaram (pelo menos o meu!).
Depois, o essencial é algo que todos sabem, e que não é preciso ser muito inteligente para perceber - qualquer lista que apareça além da do PS serve apenas para diluir votos e reforçar a posição do senhor António Paiva e os seus moços de recados do PSD - Isto não é um facto? Ainda para mais quando, ao que tudo indica, o CDS não apresentará lista.
Então como é que certos senhores que dizem querer correr com o senhor Paulino com toda aquela áurea de importantes, pode ser levada a sério? De lendas, mitos e sebastiões, tem Tomar sido vítima durante muito tempo.
O que Tomar precisa não é de iluminados muito bons e importantes, mas que à primeira chamada fogem como o diabo da cruz! Percebo toda a máquina, o tal polvo que existe, mas ainda assim, não consigo perceber o medo que tantos têm ao senhor Paiva. É absolutamente incrível, dizem as piores coisas em surdina, mas em público perdem o pio, e dar a cara nem pensar nisso, a não ser que seja em pretensos projectos alternativos que na realidade só serviriam de muleta ao ditador.
Portanto, resumindo, uma lista de independentes feita de quê? De excluídos, de frustrados, de mitos, de cobardes, de gente movida pelo ódio, ou por interesses particulares, uma eventual série de gente que nada tem em comum a não ser o facto de dizerem uma coisa e praticarem outra.
Não é disto, afirme-se mais uma vez, que Tomar precisa. Acima de tudo, o que Tomar precisa é de novos protagonistas, movidos por outros interesses, e que acima de tudo, tenham como principais predicados, a coragem, a inteligência, e o amor a esta terra.
É isso, por mais que alguns esperneiem e gritem e tentem boicotar, no PS estamos a fazer. Mas era bom que toda a comunidade o fizesse, o que infelizmente não vejo acontecer.
Nas colectividades, nos outros partidos, nos comentadorzinhos da realidade local (real apenas na cabeça deles!), sempre as mesmas caras, sempre os mesmos pseudo-bons, tantos deles responsáveis por tanta da "coisa" criticada, tantos outros responsáveis por coisa nenhuma porque coisa nenhuma foi o que sempre souberam fazer.
Haja paciência e haja vontade, Tomar há-de mudar.
É que alguns esquecem-se do mais elementar, ninguém é insubstituível, ninguém é imortal. Quando muito, a imortalidade mede-se em função do que se fez em vida e do que se influenciou a comunidade e as pessoas com que se viveu, é por isso que os pseudo-bons passam depressa a pó do tempo... aliás muitos deles, já esquecidos em vida, bem tentam fazer-se lembrar...
segunda-feira, julho 04, 2005
Urticária
É o tipo de urticária que ataca seres frustrados, habituados a todo o tipo de esquemas e intrigas, às vezes cegos pelo ódio, outras porque não conseguem ver além do umbigo, que mudam de cara consoante a temperatura, rastejam contorcendo-se muito em busca do lugar mais quente, e habituados a coçar sempre no sentido do bolso.
Chateia-lhes imenso que tenhamos arranjado um repelente para estes parasitas, e no desespero da loucura, usam dos mais absurdos, ou talvez simplesmente estúpidos, usos ou argumentos, para tentar confundir consigo, os que a eles abominam. Não sabem esses pobres de espÃrito, que esta urticária não se pega a quem aos seus princÃpios seja fiel, e se desloque sempre na vertical e a olhar em frente.
Enfim, atacando quem ataca, este tipo de urticária só pode ser bom sinal, e por isso, está para durar. Aguentem-se.
Dias que passam
O calor aperta e isso faz-me sentir falta de acampar, sentir falta de areia, sentir falta de coisas simples como vestir os calções e andar despenteado (mais que o costume) o dia todo, sentir falta de estar longe, num sÃtio sem rede e sem computadores; mas enfim, com um pouco de sorte hei-de saciar a vontade um dia destes.
Infelizmente, com o calor vêm os fogos, parece que hoje andou ou anda, um aà algures em Tomar. Espero que não seja nada de grave.
quinta-feira, junho 30, 2005
Talhos e música
É que diz o Templário desta semana e é verdade. Cá está o site dos talhos O Jaime
Linda linda é a nova letra "Fico Assim sem você" para a música da Adriana Calcanhoto que aparece no mesmo jornal dedicada ao Presidente da CM Tomar, e que se eu tiver tempo e vontade, ainda vou transcrever para aqui.
"Monises"



terça-feira, junho 28, 2005
E-mail's
Com o Sócrates no Governo, o Barroso na Comissão Europeia, e o Guterres na "Comissão dos Refugiados"
- Nós fugimos para onde?
Contribuição da Clara Lopes
Workshop em Desobediência Civil...
Mas mesmo para o Bloco, isto é um bocadinho demais ou não?
"Workshop do Bloco de Esquerda explica como fazer «boicotes», «ocupar espaços públicos», «resistir a uma agressão policial» e como agir numa manifestação"
Homenagens
Na Madeira também é assim...
domingo, junho 26, 2005
Procuram-se os habitantes de Tomar
É que uma pessoa tenta fazer campanha, mas assim é difÃcil!...
sábado, junho 25, 2005
Parque T apresenta queixa contra Paiva
O jogo do empurra continua ali nas traseiras da Câmara Municipal, e a história já é tão longa que as crianças do concelho já inventam nas suas brincadeiras lengalengas a elas dedicadas.
Como esta
Empurra empurra
leva leva
eu tenho um segredo que não posso contar
e bem podes querer que tu também não
era bem capaz de nos tramar
e agora quem nos tira desta situação
leva leva
empurra empurra
(repete muitas vezes)
Pressupostos de um Projecto
Depois de esclarecidos (alguns d)os nomes, que infelizmente cativam mais as pessoas que as ideias, é tempo de falar destas.
Para se preparar um projecto, para se planear uma acção, é sempre necessário fazer um diagnóstico da situação, perceber donde e como partimos, ou seja, no caso concreto, analisar a autarquia que temos, para podermos evoluir para a que queremos.
Em poucas palavras, para não me alongar em considerações que são crÃticas, e porque estas mesmas crÃticas, as consegue fazer (e faz) qualquer cidadão minimamente esclarecido, direi que o diagnóstico da actual autarquia é o seguinte:
- Uma autarquia afastada dos problemas das pessoas, que não ouve os seus cidadãos e que pretende impor-lhes a sua vontade, como a um rebanho que é preciso pastorar.
- Uma autarquia que esqueceu a sua zona rural, e que cuja polÃtica de acção é a do “canteiro e do candeeiroâ€�, ou seja, a execução de fachada que faz obras supostamente bonitas ou facilmente visÃveis e que por isso conquistam votos, mas onde os problemas estruturais e muito mais difÃceis de resolver são esquecidos.
Que problemas estruturais são estes? Os que em verdade demonstram da viabilidade (ou falta dela) de um concelho e da sua esperança num futuro, ou seja, desenvolvimento económico com criação de emprego e riqueza, fixação dos jovens e cativação de novos habitantes, para as quais contribui também a habitação, seja no preço no espaço urbano, seja nas demoradas e complicadas burocracias para a construção no espaço rural. E ainda as acessibilidades. É preciso não esquecer que a IC3 que temos foi conquista de outra Câmara, e que só agora quase oito anos depois, finalmente se completa a ligação do Moinho Novo com a A23. Isto demonstra que ao contrário do que alguns afirmam, o actual poder autárquico tomarense não tem sido capaz de influenciar decisões ao nÃvel do poder central.
Sabendo isto, é então necessário saber onde queremos chegar de forma a sabermos em que pressupostos se baseará o nosso plano de acção, ou no caso, a agenda, o projecto que poremos à votação dos Tomarenses, e que avaliarão ser ou não o que mais corresponde aos seus interesses, ao interesse de todos.
Que autarquia queremos então? Uma autarquia que promova a acção, que estimule, e que não entrave as iniciativas, os projectos, as ideias dos seus cidadãos, quer individuais, quer agrupados em, por exemplo, empresas.
Um poder autárquico (na câmara como nas juntas) centrado nas pessoas, no aumento da sua qualidade de vida, da sua liberdade de escolha, na sua liberdade de decisão e actuação.
Uma autarquia próxima dos seus cidadãos, e para isso, também as juntas de freguesia tem um muito importante papel, ao qual a Câmara deve corresponder. As juntas não podem servir apenas para passar a licença do cão e o cartão de eleitor.
Porque há-de um cidadão deslocar-se das Olalhas a Tomar por causa da água, da luz ou do pedido duma caderneta predial por exemplo? Faz isto sentido no momento de cada vez maior capacidade tecnológica e de comunicação em que vivemos? Mas para que isso se modifique, é preciso apetrechar melhor as juntas, protocolar com elas, dar-lhes mais poderes efectivos.
Protocolar mais com as juntas é dar-lhes mais responsabilidades e ampará-las nessas competências, por exemplo nos jardins, nos arranjos exteriores, e em muitos dos serviços de “secretariaâ€�: licenças, certidões, pagamento de contas, entre outros. Cada junta deve ser um braço da Câmara, uma embaixada desta que chega quase à porta de cada um. Uma verdadeira polÃtica de proximidade.
Em resumo, estes são os pressupostos ou a concepção genérica e de suporte do projecto, da agenda que queremos apresentar: dar liberdade aos cidadãos, permitir a iniciativa individual e colectiva destes, ser essencialmente um apoio, um estÃmulo aos projectos dos Tomarenses. Ter uma autarquia que ouça, que recomende, que incentive, que auxilie, que colabore.
Ter um plano estratégico sim, um plano de acção, mas que não atrofie, faça frustrar ou fugir os Tomarenses, que faça sim surgir neles o seu melhor, as suas ideias, os seus projectos, a vontade de investir e realizar obra nesta terra.
E para tal é preciso ter na autarquia uma equipa disponÃvel, multifacetada, equilibrada, enérgica, determinada.
Dessa equipa fazem parte o Presidente e a Vereação, a Assembleia Municipal, as Juntas, os técnicos, os funcionários.
Porque se o concelho de Tomar quer sobreviver, quer emergir do buraco onde vai caindo, quer ter futuro, aquilo que precisa é de uma grande equipa orientada sobre o mesmo propósito, uma equipa de gente que ame esta terra, que não fuja quando o projecto terminar, uma equipa com uma missão.
Uma Equipa, para Um Projecto de Todos.
Hugo Cristóvão
quinta-feira, junho 23, 2005
E novidades, não há?
"A decisão do actual presidente foi demorada, por "razões pessoais", e devido à s negociações que estavam a decorrer entre o autarca e o PSD. A decisão foi tomada durante o último fim-de-semana, numa reunião entre António Paiva, Miguel Relvas e Carlos Carrão e foi anunciada aos militantes na comissão polÃtica concelhia dos social-democratas nabantinos, realizada na última segunda-feira." (no Templário online)
Gosto especialmente do "foi anunciada aos militantes na comissão polÃtica", três senhores negoceiam, decidem, e anunciam, e depois no PS é que não há democracia!
quarta-feira, junho 22, 2005
Opiniões
A sua conveniente mostra de desconhecimento do programa socialista e óbvio apoio à CDU poderia parecer estranho, visto ter ele mesmo, como muitos outros, sido convidado a participar na elaboração do mesmo.
Mas na realidade não é nada estranho, é que quando muitos deitam mãos à obra, por mais difÃceis que sejam as circunstâncias, e dão o melhor de si, independentemente de virem ou não a ser recompensados desse trabalho, outros preocupam-se apenas com o que lhes dá jeito, e no resto do tempo, andam de facto entretidos com "brincadeiras de cachopos".
96 cêntimos
O que não percebi bem é o preço, é que pelo que ouvi na rádio Hertz, as crianças vão pagar 96 cêntimos...
Não havia um número mais complicado não?
Recenseamento
É um processo fácil que passa por uma deslocação à Junta de Freguesia que consta do Bilhete de Identidade e, no caso de ser uma transferência, fazer-se igualmente acompanhar do Cartão de Eleitor. Preenchem-se meia dúzia de campos num impresso que nos entregam e a coisa está feita.
Lembrem-se, votar não é só um direito, é acima de tudo um dever, especialmente para com aqueles que nos antecederam e que lutaram, muitas vezes com a vida para que pudéssemos realizar esse acto.
"Batatada na festa dos Casais"...
Estranharia se não conhecesse a pessoa e se fosse a primeira vez, mas assim...
Também é preciso dar um desconto, o senhor anda nervoso, está a sentir a Junta a fugir-lhe...
O ataque ao Pentágono
http://www.pentagonstrike.co.uk/pentagon_bp.htm#Main
segunda-feira, junho 20, 2005
A estratégia da CDU
Eu percebo a estratégia, mas não é de demagogia que Tomar precisa, nem de projectos mancos decalcados de outros.
Até talvez seja bom continuarem por esse caminho, porque as pessoas já mostraram noutras ocasiões o como gostam desse discurso, é no entanto pena, porque o futuro de Tomar tinha mais a ganhar com a contribuição de todos.
Mas enfim, o que há a dizer sobre uma candidatura que se diz um espaço alternativo, mas onde alinham candidatos que, uns publicamente, outros nem tanto, defendem a actuação do senhor Paulino?
Talvez a razão seja afinal clara, é que não é preciso ser grande matemático para o saber, qualquer voto na CDU é um voto indirecto nesse mesmo senhor.
Leia-se para que fique claro, votar em Tomar na CDU, ou em qualquer outra lista à esquerda do PS, é, sem demagogias, votar na continuação do senhor Paiva e os seus moços de recados, ou seja, votar para que tudo fique na mesma.
Sem tÃtulo
Mas é a justificação que me faz falar deste assunto, é que como justificação para a morte infeliz e polémica duma jovem do nosso concelho, dizia há dias para outro, um conhecido cidadão desta terra que gosta tanto de mim como eu de borrego assado, que a razão eram coisas como as festas da Juventude Socialista, em que iam discutir estas coisas para os bares!!
Ódio, coisa terrÃvel que és, que cegas os espÃritos e gelas os corações, e fazes de gente pequena grandes palermas.
Quanto ao assunto em causa, esse sim importante, e do qual só conheço o que li nos jornais e ouvi por aÃ, o que deve ser ressalvado é que é graças à hipocrisia reinante e à deficiente formação deste povo que somos, que impede a resolução de assuntos como a IVG e que muitas destas situações que podiam ser evitadas continuam a acontecer, tendo infelizmente como consequências muitas vezes, a perda de vidas humanas.
Quando, mas quando, é que abrimos os olhos?
Festas
Só em Tomar temos que nos contentar com as organizadas por esta ou aquela aldeia, porque em Tomar Tomar, parece que não há nada para festejar...
terça-feira, junho 14, 2005
E por falar em parques...
Já para o parque subterrâneo sob o Pavilhão Municipal, que há-de ser inaugurado entre agora e Outubro, prevejo que realmente possa encher... basta que chova bastante no próximo Inverno.
Cidade Jardim
Em Tomar, com todas as excelentes possibilidades que temos, o mais parecido que se fez nos últimos tempos, foi o encerramento do parque de campismo...
Promoções de Verão...
NÃO!, não há crise em Tomar, é tudo um mar de rosas! (ou melhor, de laranjas!)
é um lugar onde:
- a polÃcia é britânica
- os cozinheiros são franceses
- os mecânicos são alemães
- os amantes são portugueses
- e tudo é organizado pelos suÃços
O QUE É O INFERNO?
é um lugar onde:
- a polÃcia é alemã
- os cozinheiros são ingleses
- os mecânicos são franceses
- os amantes são suÃços
- e tudo é organizado pelos portugueses
contribuição da Sofia Lopes
segunda-feira, junho 13, 2005
Eugénio de Andrade (1923-2005)

As Amoras
O meu paÃs sabe a amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu paÃs,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu paÃs, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu paÃs o céu é azul.
Eugénio de Andrade ("O Outro Nome da Terra")
quinta-feira, junho 09, 2005
Mano pequeno, mano grande
Os pequenos partidos da esquerda portuguesa tem este estigma de mano pequeno que se quer fazer maior que o grande, e por isso adoram tentar bater no PS, muito mais que nos partidos da direita.
Volto a dizer, não devia falar disto, porque nas próprias palavras da candidata da CDU, a candidatura destes à Câmara cá do burgo é "sem grandes expectativas" (citação do Templário), e a preocupação do PS é sim com projectos e com as pessoas, e por isso com quem está no poder, e manda e desmanda neste concelho como se fosse um feudo ou um jogo particular do senhor Paulino.
Mas a CDU esqueceu-se disso, e acreditar no que vem transcrito no Cidade de Tomar, começa o seu manifesto a atacar o PS quando este não está na autarquia desde 97! Mesmo discurso se ouviu ao candidato à Assembleia Municipal na apresentação pública.
Isto não será a prova da total vacuidade deste projecto?
Fusões e extinções
terça-feira, junho 07, 2005
Arde
O mais que previsÃvel acontece, algures algo arde arrebatadoramente.
E até quando vamos brincar à s fogueiras no nosso paÃs?
Se calhar a solução encontrada pelo senhor Paiva para os canteiros das árvores junto à inteligÃvel quasi rotunda do ex-anexo do hospital tem alguma razão de ser, porque não alcatroar o paÃs todo?
Para quando vamos ter vigias a sério nas nossas florestas?
E quando, bombeiros realmente profissionais, leia-se, a tempo inteiro?
E quando é que as nossas forças armadas que nem armadas são, vão servir para alguma coisa, e ter meios aéreos PÚBLICOS para que não haja suspeitas, a fazer alguma coisa?
E quando é que os proprietários que não limpam as suas propriedades vão ser responsabilizados? E expropriados se não cumprirem, e for provado que tinham meios para o fazer?
E quando é que vão existir equipas de desmatação rápida como nalguns paÃses 'sub-desenvolvidos' da América do Sul? Lembram-se dos columbianos (ou argentinos?) que morreram há dois anos em Portugal? Tiveram que vir cá fazer o serviço!
Espero que estas e outras medidas não demorem a sair da pena do governo que ajudei a eleger, porque há de facto prioridades, e o défice não é a única.
Leis do tempo da outra senhora

contribuição do Pedro Antunes
ilustrem-me lá, o que será "aquilo atrás daquilo"?
sexta-feira, junho 03, 2005
ainda sobre a candidata da CDU
É esse grito de revolta a que parece apelar que há tempo também eu apelo, e não tem aqui a ver com ideologias, mas sim com atitudes e com mentalidades que é preciso alterar.
É a mentalidadezinha dos crÃticos de mesa de café que é preciso acabar, bem como os "divinamente iluminados" analistas polÃtico locais a que se refere a SÃlvia. Repito, não é uma questão de ideologia partidária, mais importante que isso, é uma reacção à inacção, que quem gosta desta terra precisa fazer, e infelizmente parece-me que a geração que à nossa apelidou de rasca, esquecendo-se que era ela a responsável pelo o que quer que fossemos, já não tem capacidade para essa reacção.
À excepção de um ou outro ponto, que por razões óbvias não posso apoiar, como o seja o subentendido apelo ao voto na CDU, posso assinar por baixo?
quinta-feira, junho 02, 2005
Candidatos
terça-feira, maio 31, 2005
Aviso à navegação
Já avisei que podem inventar, aldrabar, especular, caluniar, e tudo o mais tentar para denegrir a minha imagem, que é para o lado que durmo melhor. A minha consciência é por vós inviolável.
Mas volto a avisar: tentar usar o mesmo método para neste espaço atingir outras pessoas, ainda por cima com o intuito mesquinho de dar a entender que todos chafurdamos na mesma lama, usando-os a eles, para me atacarem a mim, de forma alguma o permitirei.
Mais quando tentam, como no comentário colocado hoje no post anterior e que evidentemente apagei, atacar uma pessoa por quem tenho grande estima, e sei possuir, dentro dos defeitos que naturalmente todos temos, qualidades de um grande Ser Humano, e espÃrito muito mais elevado do que aqueles que o criticam.
Lama e trafulhice não entrarão aqui, porque o que desejo para este espaço é Luz, e é triste que algumas ovelhas negras que infelizmente existem em todos os rebanhos, evergonhem as "vestes" que usam ou já usaram, sejam elas quais forem.
Neste espaço, tudo o que escrevo é assumido, assim como o faço sempre nos vários locais onde exerço a minha Liberdade em Direitos e Deveres de Cidadania. E em Democracia, e pela Ética Republicana que defendo, os Homens Livres assumem os seus actos e as suas palavras.
Os que aqui, e noutros lados, falam e tentam denegrir-me e a outros, não são apenas cobardes por não assumirem as suas crÃticas, são imbecis porque em verdade não criticam, são maldosos porque mentem, são criminosos porque tentam destruir.
terça-feira, maio 24, 2005
domingo, maio 22, 2005
Será do perfil?
Ora, se a alguns desses crÃticos, basta o seu próprio perfil, para que qualquer crÃtica que façam se vire contra eles, ou no mÃnimo perca razão, já a outros, mais anónimos, mais “comunsâ€�, importa talvez analisar as razões inerentes a essa afirmação, essa suposta falta de perfil.
Eu não sei de facto qual é o perfil certo para se ser Presidente de Câmara, nem sei se está escrito nalgum lado. Parece-me que como em muitas coisas, se trata de uma questão subjectiva, do foro apenas do sentimento de cada um. Mas parece-me que os traços desse perfil deveriam passar pela Disponibilidade demonstrada, pela Vontade em fazer, pela Capacidade em ouvir e de Trabalhar com os outros, pelo Desprendimento de interesses pessoais, pelo Amor à causa e neste caso à terra. Mas posso estar enganado, se calhar não é isto o correcto...
Veja-se então o caso mais concreto e mais próximo, o actual Presidente de Câmara, eleito na premissa de ser um técnico, tendo até feito parte da sua campanha a apresentação da sua tese de Mestrado onde se especializava em PDM’s, apresentando o caso concreto de Tomar. Ora, essa foi, já no primeiro mandato, uma das suas principais e maiores promessas, a revisão do PDM, algo que em muito entrava o desenvolvimento de Tomar.
Aconteceu? Agora que vamos já no final do segundo, alguém sabe alguma coisa dessa revisão? O perfil técnico do Presidente foi aqui uma mais valia?
E têm-no sido na gestão da Câmara, onde manifestamente existe uma falta de planeamento, nas obras que se fazem e se desfazem e se refazem? Nos projectos que começam como remodelações e acabam como construções, nas obras que se planeiam custar 10, e acabam a custar 100. O perfil técnico não era para evitar isso?
O fecho da ponte velha a um sentido de trânsito sem criar alternativas, a substituição da relva natural por sintética no estádio municipal. A fonte cibernética. A proliferação de rotundas. A cidade polvilhada de passadeiras “sobe e desce�. A destruição do Cine-Esplanada, tudo “excelentes� opções técnicas, e decididas por quem? E atenção, um Presidente de Câmara com um perfil técnico não pode desculpar-se com os técnicos da autarquia.
E afinal o que é que tem sido mais marcante no seu “reinadoâ€�, o seu perfil técnico, ou as suas caracterÃsticas pessoais?
Ora, em contrário, não é difÃcil vermos exemplos de casos de sucesso onde não existe esse perfil técnico no Presidente da Câmara, basta só um e já é grande: Torres Novas. Lembram-se do que era aquela “aldeiaâ€� há uns anos atrás? Vêm o que é hoje? E não se diga que é apenas pela A23 até porque também isso joga a favor do Presidente de Torres Novas.
Está visto que esta história do perfil técnico não faz qualquer sentido, mas então porquê esse discurso?
Muito deste sentimento advém daquela formação um pouco elitista e salazarista, e que ainda remanesce muito na nossa terra, de achar que só os “doutoresâ€� podem estar num determinado sÃtio. Quem é comum a nós, quem veio do mesmo sÃtio, quem nasceu em berço igual, não vale nada. Só quem vem de longe, ou quem tem um tÃtulo, ou quem é “superiorâ€� pode fazer, ou ser, ou dizer o que quer que seja.
Deixemo-nos de hipocrisias, este é claramente o sentimento inerente à maioria das mentalidades ainda reinantes na nossa sociedade. A ainda presente bajulação e adoração ao “senhor doutor� e ao “senhor engenheiro�.
Ora, a questão não acaba por aqui. Existe um provérbio popular que diz que “aos olhos da inveja todo o sucesso é crimeâ€�. Pois parece-me que muitos daqueles que falam na tal “falta de perfilâ€�, o fazem baseados nessa inveja, baseados no facto de interiormente se acharem melhores, e de terem o desejo de eles próprios, sem o afirmarem textualmente, ou terem feito algo por isso, estarem nesse lugar desejado que é o de concorrer à nobre Câmara de Tomar. Mas se assim é, assumam-se, afirmem-se disponÃveis, façam trabalho para isso, ou vivemos numa sociedade de cobardes?
Quanto a mim, e quanto ao PS que em boa hora escolheu o Carlos Silva para candidato, achamos ser tempo de mudar a forma de fazer polÃtica, a forma de estar nos cargos públicos.
Em primeiro lugar, estar para servir, sentir-se disponÃvel para quem em qualquer momento precise, saber ouvir, respeitar as opiniões dos outros, saber e querer trabalhar em equipa, amar esta terra, querer o melhor para ela e para TODOS os que cá vivem.
Querer um concelho desenvolvido sem o descaracterizar, Tomar moderna, sem deixar de ser o que sempre foi, Tomar de todos, por todos, e não a tal “Vilamoura do Ribatejo� em que muitos desejam que se transforme.
Ter um desejo para este concelho, ter um projecto, ter uma vontade.
É por isso que tenho que perguntar: Será mesmo uma questão de perfil? E então que perfil será realmente necessário?
É que os perfis por onde escolher estão lançados, dum lado Carlos Silva o tomarense que todos conhecem, do outro, supostamente, António Paiva, o engenheiro.
Estas são as duas escolhas possÃveis, e em eleições não há resultados antecipados, e quem decide, é quem por fim sairá vencedor ou derrotado: os tomarenses.
Ora, se uns tentam passar o discurso do “não é possÃvel ganhar ao Paivaâ€�, porque não acreditam, ou porque tudo querem manter igual, eu por outro lado, como muitos, e como sei, cada vez mais, ACREDITO, porque acredito na Democracia, e porque sei que em Outubro, Por Amor a Tomar, os tomarenses vão decidir pela mudança.
quinta-feira, maio 19, 2005
Dias que correm...
quinta-feira, maio 12, 2005
Opiniões
"É urgente a criação de um pavilhão multiusos"
"Eu penso que uma lacuna que temos em Tomar é a falta de um espaço fechado para a realização de eventos deste e de outro nÃvel"
Pergunta o jornalista: "Se a lacuna está identificada, porque é que não se executa?" (pavilhão multiusos)
"Sobretudo, porque não houve ao longo dos anos a percepção por parte dos polÃticos da necessidade imperiosa deste tipo de equipamento existir."
Ora bolas! É óbvio que assim é, mas porque é que não pensaram nisso antes de torrarem o dinheiro no elefante branco junto ao rio, que existe apenas para justificar o disparate do parque de estacionamento que tem por baixo?
Todos sabem, porque ao contrário do que pensam, as pessoas não são parvas, que aquele pavilhão "remodelado" foi um imenso disparate, um imenso desperdÃcio de dinheiro, porquanto um pavilhão desportivo com melhores condições que aquele, feito num local decente, custaria quando muito, metade, e isto é avaliar por cima. E não é preciso ir muito longe, veja-se o projecto que a Gualdim Pais tem para o seu pavilhão, com muito melhores condições, e veja-se o que está previsto gastar.
Depois, qualquer pessoa com dois palmos de testa percebe, que um concelho como Tomar, pela posição geográfica que tem, pela sua natural inclinação para o Turismo, e pelas suas muitas valências, por exemplo, ao nÃvel associativo, que o que faz falta em Tomar é um pavilhão multiusos.
Mas como somos governados por um déspota que assim que terminar o saque faz malas e vai embora, aquilo que é feito, acontece não em função dos interesses do concelho e dos que cá vivem, mas em função sim de outras situações, quanto mais não sejam, as que derivam da sua teimosia e da visão elitista que tem para o concelho.
Porque era necessário um estacionamento subterrâneo por baixo do pavilhão, porque era necessário acabar com o parque de campismo, porque era necessário substituir a relva sintética do estádio municipal, e mandar de lá embora o União?
Assim como outras coisas, como a conivência com o atentado no açude de pedra, ou os entraves à construção nas Avessadas, por exemplo...
Será tão difÃcil perceber isto?
O Planeamento que não se vê, ou que parece não existir, é na realidade muito simples, e volto a repetir o conceito: Tomar, a Vilamoura do Ribatejo. Ficam cá os que podem, vêm para cá os que têm dinheiro. É claramente isto que está na mente do Presidente da Câmara e em tudo aquilo que tem sido feito, ele próprio o confirmou, ao insinuar no debate sobre o Investimento Privado, que não havia problema em o custo de vida em Tomar ser caro, pois estavam a ser efectuados investimentos que justificavam esse custo de vida!
Por tudo isto lamento por parte do vereador Ivo Santos, a quem eu reconheço trabalho (e em quem vejo à partida uma vantagem em relação a António Paiva, não julgo que vá fugir depois de sair da Câmara), esse apoio inequÃvoco ao seu Presidente, que não deixa de ser compreensÃvel no tal universo das conivências, mas ainda assim lamentável, ainda para mais com esta justificação:
"Enquanto tomarense e pessoa que me importo com Tomar acho que seria muito prejudicial para o concelho caso o Engº António Paiva não avançasse. Estamos a meio de uma intervenção do Programa Polis, temos um novo Quadro Comunitário de apoio a partir de 2007..."
Ora por favor, é exactamente por ser tomarense e por se importar com Tomar que não devia ser conivente com o senhor Paulino! Quanto aos Quadros Comunitários, exactamente por vir aà o novo é que era altura ideal para que fosse outra equipa a conduzir esse processo, até porque para usar fundos como têm sido usados.... e depois, o POLIS?!
O POLIS é exactamente o argumento que eu acho que mais devem usar, pois ele só funciona contra a actuação da Câmara, na medida em que subverteram totalmente o espÃrito do Programa, não fizeram nada daquilo que realmente era imperioso resolver, como o flecheiro por exemplo, e aà não chega ter trazido a comunidade cigana para vender do lado de cá do rio, era exactamente isso que eles queriam; bem como tudo aquilo que foi feito no âmbito do POLIS, é disparate atrás de disparate, e já aqui os enunciei: a construção do Pavilhão naquele local, a substituição da relva natural por sintética, a destruição do parque de campismo e do Cine-Esplanada...
... e mais o que se tenciona fazer, como a construção do Centro Comercial disfarçado de fórum no local do actual mercado municipal, como também refere na entrevista, indo contra tudo o que é bom senso e norma de actuação em cidades que se querem desenvolvidas e modernas, que ainda por cima se dizem apostar no Turismo... não era preciso pensar muito, era só abrir os olhos!
E por tudo isso, não posso deixar de concordar com a última frase da entrevista: "importa estar atento e estes novos fenómenos, ser actuante, criativo e ousar desafiar o instituÃdo."
E o instituÃdo, mesmo que muitos o neguem, ou apenas o sussurrem, está a vista!
segunda-feira, maio 09, 2005
quarta-feira, maio 04, 2005

segunda-feira, maio 02, 2005
Engana-me que eu gosto...
Tomar está muito bem, e os tomarenses devem de estar orgulhosos pela situação económica e social do concelho.
Não há problema no facto da habitação ser tão cara, assim como as taxas e licenças o serem igualmente, porque se estão a construir equipamentos, como o “remodelado� pavilhão municipal, que justificam o preço de vida em Tomar.
Tomar está melhor ao nÃvel de emprego, que por exemplo, Torres Novas. Aqui também se constrói mais que lá. Bem como o movimento financeiro é maior.
Os responsáveis autárquicos anteriores a ele (António Paiva) não fizeram praticamente nada.
E todos sabemos que é assim, não é verdade? Temos de facto razão para estar orgulhosos...
‘Bora lá então, todos votar no Paiva outra vez. Ele é candidato, não é?
Senhor António Paiva, acha que os cidadãos de Tomar estão preocupados com gráficos, números e estatÃsticas? Essa é a sua verdade, mas verdade que as pessoas sentem e vivem no seu dia-a-dia é bem diferente e é impossÃvel escondê-la: comércios a fechar, empresas novas não vêm e as velhas vão-se embora, habitação carÃssima, pessoas atrás de pessoas que se mudam para concelhos nossos vizinhos.
É preciso ter lata para negar o que todos vêm e sentem!
As piores piadas do mundo!
Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados. Um morreu, o outro não, porquê?
- Por que um deles era Longa Vida (aii tristeza!)
Porque é que o elefante não pega fogo?
- Porque já é cinza (sem comentários)
O que é que a galinha foi fazer à igreja?
- Assistir à Missa do Galo. (ô ô ô)
Como é que as enzimas se reproduzem?
- Fica uma enzima da outra... (looooooooool)
Porque é que a Coca-Cola e a Fanta se dão muito bem?
- Porque se a Fanta quebra, a Coca-Cola! (cada uma mais triste que a outra!)
Porque é que o galo canta de olhos fechados?
- Porque ele já sabe a letra da música de cor (aaaahh!)
Porque é que o Batman colocou o batmóvel no seguro?
- Porque ele tem medo que Robin. (não, não, não...)
Como é que o Batman faz para que abram a bat-caverna?
- Ele bat-palmas. ( uauu... fantástico! )
Como se faz uma omelete de chocolate?
- Com ovos de páscoa! (q interessante!)
Por que na Argentina as vacas olham muito para o céu?
- Porque tem "Boi nos Ares"! (... esta está a ganhar)
Para que servem óculos verdes?
- Para verde perto...(compridos, preciso de comprimidos)
Para que servem óculos vermelhos?
- Para vermelhor.. (triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiste!)
Porque é que a mulher do Hulk se divorciou dele?
- Porque ela queria um homem mais maduro... ( he is green... get it?)
Já conheces a piada do fotógrafo? -
- Ainda nao foi revelada. (tao O R I G I N A L)
Como se diz top-less em chinês?
- Xem-chu-tian. (aii)
Sabes qual a diferença entre uma lagoa e uma padaria?
- Na lagoa há sapinho, e na padaria, assa pão. (naummmm)
O que é que um cromossoma diz a outro?
- Cromossomos bonitos! (ihihihhhh)
contribuição do Bernardo Neves
quinta-feira, abril 28, 2005
Jornalismo
Aplausos para a jornalista Sandra H. Costa. Jornalismo a sério.
Nostalgia

Extras
Pouco tempo depois, o director da Daimler-Benz AG comprou a este agricultor uma vaca para a sua casa de campo.
Eis a factura enviada pelo agricultor ao director:
Factura1 vaca (versão standard) preço base..............2.400 €
2 cores (preto/branco) mais-valia...............................................150 €
Revestimento em couro...............................................................100 €
Reservatório de leite p/ exploração verão/inverno.....................50 €
4 torneiras a 12,50€....................................................................50 €
2 para-choques, aplicação corneada a 17,50 €............................. 35 €
Enxota-moscas, semi-automático.................................................30 €
Dispositivo de Estrume (BIO).......................................................60 €
Cascos todo-terreno e todo-clima.................................................100 €
Sistema de travões 2 circuitos (patas tr+dt)..................................400 €
Buzina com vários sons..............................................................135 €
Faróis HALOGENIOS..................................................................150 €
Utilização Multi-Enchimento......................................................1.250 €
Total da Vaca segundo o orçamento:........................4.910 €
contribuição do Pedro Rosa
segunda-feira, abril 25, 2005

31 anos depois da revolução dos cravos, a nossa versão da Liberdade, Igualdade, Fraternidade, parece-me ainda incompleta.
O espÃrito de Salazar reside ainda demasiado nas mentes dos que com ele cresceram, e é demasiado desconhecido nas mentes dos que o não conheceram.
Abril ainda não se cumpriu, e talvez o prazo de validade desta revolução não seja suficiente para que se chegue a cumprir.
Sei bem que sem esse Abril não poderia talvez estar aqui a escrever estas palavras, da mesma forma que sei que não chegam as palavras para mudar o mundo.
Acções faltam ainda muitas, e no entanto, se calhar o mundo muda todos os dias, e bastava que conseguÃssemos mudar com ele. DÃficil tarefa, pois se há coisa a que o Homem é resistente, é à Mudança. Os exemplos prácticos vêmo e sentimo-los todos os dias.
quinta-feira, abril 21, 2005
E Tomar?
O autarca socialista afirmou que já estão criadas as condições para adjudicar o Centro de Ciência Viva de Torres Novas, uma vez que foi assinado a semana passada o contrato-promessa de permuta (da antiga central) com a EDP." Lusa
Não foi o Presidente da Câmara de Tomar que algures no inÃcio neste mandato fez muito alarido com o Ciência Viva nas antigas moagens da Mendes Godinho? Então, onde é que está?


