Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, dezembro 14, 2012

chuva


Esta música já me acompanhou em muitas viagens.
E é perfeita para o dia de hoje. Amo!

quinta-feira, dezembro 13, 2012

o mestre do zen


Ravi Shankar, desde jovem mestre incontestado da cítara, faleceu ontem aos 92 anos.
O génio influenciou décadas de músicos e tocou com muitas figuras lendárias, tocou em Woodstock, escreveu bandas sonoras como "Ghandi", ganhou 4 Grammys e está nomeado novamente para a edição de 2013.

É pai, entre mais, da Anoushka com quem toca acima, e da atriz e cantora de jazz Norah Jones, de quem este vosso amigo também é grande fã.
Apreciem a obra.

domingo, dezembro 09, 2012

na capital do império falido


Se nada de estranho me ocorrer na vida, e apesar da muita vontade que por vezes a mentalidade e realidade nabantina provoca, a minha morada física será sempre igual à espiritual. Tomar.
Mas gosto de Lisboa, especialmente nos domingos de sol. Como hoje.

Bom domingo!

quinta-feira, dezembro 06, 2012

zombies


Em dezembro de 1982 os mortos vivos de Thriller invadiram rádios, tv's, walkmans, e os leitores de cd's que também surgiram nesse ano.
O albúm Thriller de Michael Jackson, onde se inclui este fantástico single com o mesmo nome, foi "um disco que mudou para sempre a indústria do entretenimento, redefinindo o que é isso de ser estrela pop, ao mesmo tempo que influenciou gerações sucessivas. Foi há 30 anos. E ainda hoje é o álbum mais vendido de sempre." ler mais no Público.

(Hoje que todos comentam nas redes a morte do genial Óscar Niemeyer, parece-me apropriado lembrar outro defunto imortal)

Bom dia de chuva!!

sexta-feira, novembro 30, 2012

everybody hurts


Uma das que estará sempre no receituário da minha playlist (um original dos R.E.M que marcou a minha adolescência), aqui na versão dos irlandeses Corrs (que eram presença assídua nas maratonas, ora de cartas, ora de snooker, sempre acompanhadas de audição e discussão musical, que um grupo largo de amigos faziam até o clarear da madrugada, num tempo que parece longínquo, na cave de uma associação nabantina...).

Tomar com moderação em dias de chuva ou noites demasiado longas.

quinta-feira, outubro 18, 2012

embalar


P'ró relax, e esquecer as agruras do dia a dia, Schumann e o seu concerto para piano, aqui nas mãos de Nelson Freire acompanhado pela Orquestra Filarmónica de Roterdão.


sábado, outubro 13, 2012

a cultura manifesta-se


Hoje, na capital do império falido, muitos artistas mostram que os melhores são os que intervêm.
Arte é em primeiro lugar cidadania.

E eu com muita pena, tive de vir a Tomar este fim de semana.

domingo, outubro 07, 2012

somos jovens


Para descontrair numa manhã dominical. Muito bons os Pentatonix, grandes vozes! Há muito mais deles na web, vale a pena navegar um pouco com o seu som.

Bom domingo

segunda-feira, outubro 01, 2012

hoje é dia mundial...


....da música.
E que melhor para sentar no sofá e afastar o cansaço, que as suites de Bach para violoncelo pelas mãos do grande Yo-Yo Ma?
(aqui apenas o prelúdio da suite nº1, eventualmente a mais conhecida. são seis)

Tenho de trazer estes cd's para Lisboa...


sexta-feira, setembro 21, 2012

acordai, gentes que dormis...


Hoje é dia de Conselho (não, não é do "conselho de coordenação da coligação", vale-lhes nossa senhora das asneiras!), hoje é dia de Conselho de Estado e mais logo, pelas 18:30 bem junto ao Palácio de Belém vai-se ouvir o magnífico e quase hino "Acordai", saído das letras de José Gomes Ferreira e das notas e acordes do nabantino Fernando Lopes Graça.
Vamos lá ver se o ouvem lá dentro... Gosto desta onda revolucionária, pacífica e intelectual que está a infetar os portugueses. Haja alguma coisa de positivo no meio disto tudo!

Bom dia, é quase fim de semana!

sábado, setembro 15, 2012

ai Portugal...


«Companheiros:
Não vou poder estar convosco na mobilização de 15/9 porque tenho o privilégio de trabalhar nesse dia. Mobilizo-me à minha maneira e digo o que tenho a dizer, sobretudo através das canções que escrevo. É urgente estarmos unidos, cada vez mais, por todo o pais, dizer firmemente "NÃO" ao inaceitável. Tem de existir um limite para tanta injustiça, tanta arrogância, tanta impunidade e tanto sofrimento para esta maioria que não pode continuar
a ser tão silenciosa. Não vale a pena falar dos agravamentos bestiais que pessoalmente me afectam, a minha sobrevivência depende essencialmente do público e esse está aflitivamente a ficar sem meios de subsistência. Sei que o desemprego vai aumentar, o número de desalojados e falências também e sei que este povo tem de gritar bem alto e em uníssono "CHEGA!" - para não perecer.»
Jorge Palma, um dos grandes

«Tornou.se evidente que é preciso intervir, que é forçoso dizer que Portugal não podia ter tido pior sorte nas elites que elegeu. Não que a Democracia não funcione, mas porque temos sucessivamente acreditado que o Poder não corrompe Homens e Partidos. Recusamo.nos a crer que possam usar a benção do nosso voto contra nós próprios, em proveito de interesses privados obscuros em que ninguém votou. Este sistema baseado no Capital puro tem o maior desprezo pela Democracia que tanto nos custou a conquistar: estamos a aperceber-nos, tarde, que o Capitalismo já não precisa do sistema democrático para impor as suas furiosas regras. Um jogo sujo em que conquistam o Poder, não porque os esbirros tenham sido eleitos, mas porque se apropriam das barrigas de aluguer daqueles em quem, em boa fé, votamos.

Sucessivamente, e desde que se perderam valores e ideologias na vida política, Portugal tem sido saqueado uma e outra vez por governantes cegos às mais básicas ambições e necessidades das populações. Não é demagogia: os bens públicos, aqueles que todos pagámos com os nossos impostos, são consecutivamente assaltados, retalhados, vendidos a privados em manobras que escapam ao controle dos cidadãos.

Assim, o Sistema Nacional de Saúde, que sempre garantira constitucionalmente assistência médica gratuita a todos os portugueses, foi esvaziado, desinvestido, por forma a dar prejuízo nas contas públicas e justificar assim a sua venda. Sucessivas Administrações incompetentes de Hospitais Públicos, nomeados por igualmente incompetentes governos, colaboraram neste esquema tendo em vista a alienação de equipamentos, que são nossos por direito próprio, a privados que nos cobram para obtermos cuidados que tinham que ser grátis.

No Ensino Publico, a degradação das carreiras docentes, programas confusos e contraditórios, fizeram dos alunos cobaias durante décadas. Assim se destruiu a dignidade de professores e se depauperou a rede escolar, uma área, também ela constitucionalmente, de acesso universalmente gratuito. Ao mesmo tempo, ajudadas e financiadas pelos mesmos governos, pululam no país instituições de carácter privado que esvaziam o sector público com resultados muitas vezes equívocos ou fraudulentos.

Na Justiça ganha quem conseguir empatar o sistema. E consegue empatar o sistema quem tem dinheiro. Mais do mesmo. Não se privatizam os Juízes porque seria, para já, escandaloso. Mas o processo para lá caminha se não soubermos a tempo defender os nossos direitos. A promiscuidade entre poder político e poder judicial é um sintoma vergonhoso e indigno para um Estado de Direito democrático. É o grande sintoma da corrupção que grassa, há gerações, entre nós.

Agora, e em vez de um Serviço Publico de Televisão que sirva abnegadamente o País com uma gestão pública cuidadosa e rigorosa, entrega.se de mão beijada o nosso equipamento, as nossas instalações, o nosso dinheiro aos ' privados' de sempre, para cumprir promessas feitas nos bastidores pré.eleitorais às clientelas políticas.
Este é o Governo que temos. Um Governo que prometeu mudar. Um Governo em quem muitos de nós votámos. Mas poderia ter sido o anterior, ou anterior a esse. Na falência ideológica, hipotecaram os nossos anéis. E agora querem arrancar.nos os dedos.

Portugal atravessa uma das piores crises da sua História. Mas não é a crise económica ou financeira que me preocupa. É a tremenda crise de valores, de respeito, de dignidade. Aquela que tão patente está nesta ultima comunicação do Primeiro.Ministro, esse sim eleito e a quem devemos pedir satisfações.
Um Primeiro.Ministro que encabeça um Governo que anda a reboque dos mercados, seja lá o que isso for, que consecutivamente ataca os mais básicos direitos de quem trabalha, de quem produz, de quem cria emprego, taxando ainda mais os já míseros salários e regalias. Um Governo que prefere fazer pagar os mais fracos e desprotegidos, os reformados, os pensionistas, os desmpregados, os jovens, beneficiando despudoradamente quem mais tem e mais deveria pagar, que tem insistido na degradação da mão.de.obra, como se o País fosse ser mais competitivo quanto mais baixo fosse o valor do trabalho.
Este é o Governo do nosso descontentamento, da chinezização do tecido produtivo, da mercantilização da Economia. A sua total insensibilidade para a verdadeira crise social que ajudou a aprofundar será um dia julgada pela História.

Para já compete.nos não calar a revolta que nos cresce diariamente a cada malfeitoria.
Fomos tolerantes e passivos. Escutámos e acreditámos. Mas perante a ignomínia deste assalto descarado, a coberto da crise e acicatada pelos ' privados' a quem permitimos que o País fosse entregue, chegou o momento de mostrarmos que Portugal tem voz, tem Futuro, tem o mérito de ser produtivo, único, apaixonado, resistente, lutador, tem a capacidade de se erguer, de ousar Sonhar apesar da mediocridade das ' elites'' em quem confia, malfortunadamente, o seu destino.

Este Governo teve o beneplácito da maioria. E é escudado nesse argumento que, perante um Presidente autista e uma maioria conivente, acabou de dar a última machadada no nosso mais elementar direito: sermos Felizes na nossa terra. É aqui, em Portugal, que queremos que os nossos Filhos cresçam e encontrem, também eles, o caminho dos seus próprios Sonhos. E se partirem, que seja por vontade. Nunca por necessidade. Nos já pagámos Portugal. Este País é, portanto, nosso. Sejamos então nós a mandar. Sejamos nós a mudar.»
Pedro Abrunhosa


quarta-feira, setembro 05, 2012

sexta-feira, agosto 10, 2012

propostas de fim de semana

Eu e vários outros nabantinos lá estaremos hoje em Ansião nas suas festas do concelho, a ver Amor Electro, porque lá há boa gente e bom ambiente que recebe sempre bem.

Se estivesse por lá amanhã, estaríamos mais perto, certamente como muitos outros nabantinos, a ver Boss AC em Ferreira do Zêzere em mais uma edição do seu DePE.NiCar, este ano com omeletes gigantes a fazer render a ideia da capital do ovo.

Tomar, essa terra de cultura e turismo, continua a ser a única da região (e certamente das poucas do país) que não tem qualquer festa de verão concelhia na cidade.
(Não, a "cerveja" e o "frango assado" não contam para o totobola, desculpem os organizadores, mas são cópias más das festas das aldeias. Têm ainda pior música e ambiente).
E depois acham estranho que Tomar pareça na maior parte das noites de verão uma cidade abandonada. (Felizmente este é ano de Bons Sons e é já para a semana).

Tem, é verdade, as tais meia dúzia de festarolas por fim de semana em tudo o que é paróquia, onde (com raras exceções) apesar de todas as evidências, se continua a apostar na fórmula mais que gasta do pimba, pimbazinho e pimbazão regados a cerveja. E depois admiram-se que os "clientes" sejam cada vez menos e menos gastadores!
Não se desculpem com a crise, a crise até favorece as festas locais porque há menos gente a fazer férias longe. E o facto é que as festas que inovam, que acompanham os tempos, sobrevivem e crescem.

É preciso mudar o paradigma, é preciso mudar mentalidades, é preciso liderança que inspire. Esta nabantina terra "turística", já nem consegue fazer de conta!



Já agora, paralelamente, comparem lá (na estética, mas essencialmente na usabilidade, jargão informático) a página turística do concelho de Ansião e tentem comparar com esse concelho turístico cultural que é Tomar...
Ah... pois... Tomar só tem aquela coisa perra, mal feita e com informação "selecionada"....
(exceção feita quando durante a vereação socialista da cultura se avançou com um novo site turístico, entretanto desativado por quem não sabe mais, a governação PSD do município)

terça-feira, agosto 07, 2012

curtas

- Enquanto o Bons Sons não chega, um resumo do que foi o Músicas do Mundo em Sines (o principal do género no país e onde eu também deveria ter estado) feito pela mestre etnomusicóloga nabantina Sofia Lopes no seu Misurato. Para variar o espírito.

- De há uns tempos largos a esta parte, quase sempre que regresso a Tomar depois de umas andanças por outras terras lusas, por pequenas ou distantes que sejam, quase sempre pergunto a mim mesmo em retórica, mas que raio andou Tomar a fazer estes anos todos?! Porque é que do século 21, Tomar só tem as dívidas?!!

- Absolutamente de acordo com a opinião aqui escrita sobre Relvas e a absurda venda de um canal da RTP (ainda por cima o segundo canal). «Será a RTP a moeda de troca para a substituição de Relvas?», pergunta-se no blogue vai e vem.

- Muitas vezes a forma (aqui entendida como a prioridade, a escala, e a perspectiva como se transmite uma notícia), mas principalmente o conteúdo dos jornais nabantinos, para quem se dá ao trabalho de refletir e se preocupar com isso é, para ser simpático, enervante. Entre várias coisas sistemáticas (ou (de)sistemáticas), o destaque esta semana dado por ambos à retirada de um saco com ossos bovinos do rio é suficientemente exemplificativo. Não é preciso dizer mais nada sobre o que entendem por notícia ou o que acham que vai ajudar a vender...
Os jornais locais parecem sofrer do mesmo síndrome que sofrem muitos dos políticos, a incapacidade de perceber e/ou  aceitar o que a comunidade diz deles, as críticas que lhes fazem. E depois querem que os levem a sério.
E qual é o problema? Bom, lá virá o tempo em que a internet e as redes sociais substituirão completamente a imprensa local, mas enquanto esse futuro ainda distante não chega, a imprensa tem um papel muito importante na vivência e dinâmica de uma comunidade. Mas é preciso que faça por isso e cumpra esse papel!

segunda-feira, agosto 06, 2012

somebody that I still know


Sou um fã confesso desta música que corre atualmente nas rádios e discotecas, Somebody That I Use To Know de Gotye, umas daquelas músicas que rapidamente se transforma num clássico instantâneo.
Mas esta versão dos WaffnStomp, de ukelele tocado a doze mãos está fantástica!

Boa semana para os veraneantes e trabalhadores.

domingo, agosto 05, 2012

smile


uma das minhas favoritas, escrita por Charlie Chaplin, aqui cantada pela lusa Marisa.


De regresso a Tomar, hoje é dia de recobro, o que significa muitas horas de cinema e sofá. Bom domingo!

quinta-feira, agosto 02, 2012

ao som dos badalos

Lá estarei desde logo a ouvir os nabantinos Drama&Beiço, e nos próximos dias na continuação do estágio dos festivais até ao Bons Sons.
e pelo meio ainda vou apadrinhar uma cabra...


Festival Serranices 2012
em Unhais da Serra, Covilhã.




Mais em www.serranicesus.22web.org

quarta-feira, agosto 01, 2012

Festival Bons Sons - está quase!




Entrámos no mês dos Bons Sons, faltam 16 dias.
Eu conto lá estar todos os dias, até porque de todas as edições só falhei o último dia da primeira, em 2006.
(e não teve nada a ver com as caipirinhas que lá tinha bebido no dia anterior).



segunda-feira, julho 23, 2012

vamos brindar...



com este calor, um vinho verde fresquinho é que vinha mesmo a calhar.... :)