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sexta-feira, março 06, 2009

vikings e animais


Para que não se pense que só nós é somos maus, e que todos os outros são mais evoluídos que nós, aqui ficam as imagens duma qualquer "festa" (matança!, isso sim) tradicional algures na Dinamarca. Por muito que reprove as touradas, isto de facto parece bem pior.

humana contribuição da Elsa Lobo.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

sorrir, é carnaval

































É porventura a pior altura para se ser professor numa qualquer escola do Ensino Básico deste país, mas já que é prenúncio de três dias de ar fresco enfim, celebre-se. É Carnaval, aquela altura do ano que se diz ter mais dias que a vida...
E à falta de melhor este ano, ficam lembranças dos sorrisos do ano passado, em Venezia.

domingo, dezembro 14, 2008

algures em Liverpool


A 8 de Dezembro passado, assinalaram-se 28 anos sobre o assinato de John Lennon. Nesse dia, um tomarense deixou o seu nome entre os milhares de outros por lá, no mítico Cavern Club em Liverpool, onde os Beattles "nasceram".

sábado, novembro 08, 2008

rua dos moínhos

A Rua dos Moínhos no centro histórico - ou "cidade velha" como prefiro - de Tomar no site Portugal 360º.
Pertinente mas em breve desactualizada em relação à calçada da rua, que em Tomar quem de direito não gosta de história nem memória nem identidade. Falta de gosto, bom senso, e respeito pela herança recebida, que deveríamos guardar para os que hão de vir.

http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Santarem.VR/Patrimonio/Tomar/RuaMoinhos.html

sábado, novembro 01, 2008

folhas de Outono


Os dias têm corrido céleres ainda que inteiramente recheados. Outubro foi um mês comprido, exaustivo, e sem grandes tempos para navegações na net e tomar melhor conta deste espaço. De Novembro aliás, a única diferença que para já se prevê é o dia a menos…

E tanto tem havido para dizer neste mês das primeiras chuvas. Outubro em Tomar é mês de Feira de Santa Iria, este ano a “melhor de sempre”, anunciou-se… Deve-me ter escapado alguma coisa.A feira que se tentou realizar num baldio em marmelais, o que não aconteceu essencialmente por recusa dos feirantes, e que agora, pelo que li ontem transversalmente das declarações do vereador ao Cidade de Tomar, está para ficar no lugar em está – e onde sempre esteve. Quem tinha razão sobre as experimentações avulsas e irreflectidas?
Acabou por haver uma alteração na feira este ano, a passagem da “feira das passas” da Rua dos Arcos para a Praça da República. Não deixa de ser um truque, uma forma artificial de dar a ideia de mais visitantes, ao colocá-la num sítio de maior passagem ao fim-de-semana e à noite. Mas é um truque que se aceita e é pouco relevante, afinal a verdadeira feira das passas ou frutos secos, como tanta coisa em Tomar, há muito que migrou para Torres Novas.
Há outros pormenores que me afligem por vezes até mais porque demonstram mentalidades. Pequenos pormenores, como transportar músicos pimba de limusina para os concertos da feira. Provincianismo pedante do mais bacoco que se encontra. Quero lá saber se for exigência de contrato, não seria eu a assinar tal coisa. Quem é que paga estes disparates?!

Por falar no vereador Ivo Santos, ontem ao chegar a Tomar e ligando o rádio para ouvir notícias da terra, apercebo-me que este divide na rádio Hertz um espaço de opinião e comentário (espaço que já ocupei, diga-se) de duas horas semanais com repetição com o já assumido, (ou assumido à pressa na semana em que o PS decidiu o seu) “obviamente candidato” Pedro Marques.
Hum,… não?!, estão a achar estranho um assumido candidato a presidente de câmara ter tal palco num órgão de comunicação social?! Só se não forem de Tomar ou totalmente desatentos…
São as tais questões da transparência e da hipocrisia. Noutros países nestas coisas mais evoluídos, como a França ou os EUA, cada orgão de comunicação social assume divulgando, e bem, qual o candidato que apoia, não se faz de conta nem se tenta ludibriar os cidadãos.
Por cá, não acontecendo isso, há quem se esqueça dos mais elementares princípios de bom senso, da Democracia e já agora mesmo sabendo que há quem lhe ligue pouco, da Lei.

Bom, agora sobre coisas sérias, pelo mundo, está tudo à espera dos resultados das eleições da próxima terça-feira nos USA, e já agora, que efeitos isso tem na crise. Por mim, já o disse e não estranho, venha Obama, mas ganhe quem ganhar terá sempre um problema: será sempre um americano.

Por cá, diz que também há crise, mas pelo menos por Lisboa continuo a ver restaurantes cheios, pessoas carregadas de sacos das compras, e miúdos com ASE (apoio social escolar) mas a quem não falta o (ou os) telemóvel, entre outros tantos sinais.
Além dos habituais, como os meus colegas professores, quem diz que está agora muito descontente são os militares. Parece que também dizem que a crise não pode ser sempre para os mesmos – curioso como certas frases de ordem conseguem colar tão bem língua portuguesa!
Ontem cerca de 100 graduados juntaram-se, ao jantar suponho, depois do ex-chefe de Estado Maior Loureiro dos Santos ter insinuado que podia vir aí uma revolução, e ontem mesmo o “capitão de Abril" Vasco Lourenço agora coronel bateu na mesma tecla. A ideia da revolução é engraçada, trazia alguma animação à coisa, mas do que conheço dos quartéis, não sei se a coisa vai lá com super bock’s e playstations.

Bom, não se pense que não simpatizo com a sua causa, se há coisa onde o Governo em nome de todos nós deve investir é nas Forças Armadas que tanta falta fazem ao país, e de facto, os oficiais que tanto trabalham, que se reformam tão tarde e ganham tão mal, boas razões têm para se queixar…

E por agora – conforme o caso, noite longa de Bruxedos, ou alvorada de dia de todos os santos, precedência por isso da tarde de São Nunca – a prosa vai longa, e já se ganhou apetite para o pequeno almoço, talvez seja hora de ir aos bolinhos. Bom fim de semana.

quarta-feira, outubro 01, 2008

fotolândia

Bom, hoje há greve, e já se sabe, quando há greve de funcionários, as escolas em Lisboa só raramente atingim os mínimos para estar abertas. Não foi como é costume, o caso da minha.
De jeito que até há uns minutinhos para vir à net.
Ora, não me apetecendo falar de coisas sérias, e mais para chatear aqueles dois ou três "anónimos" que acham que eu viajo muito (como se fosse verdade) e que não percebem como tenho tempo (arranjem um organizer!), tenho de lembrar a galeria de fotos ali ao lado, disponível desde o início desta versão 3 do algures, mas para a qual não havia ainda chamado a atenção.
Ali, sem pretensões de "artista" mas mais para meu arquivo, estão algumas fotos de alhures, às quais outras com tempo irão sendo adicionadas.




domingo, agosto 31, 2008

os olhares do vereador

O vereador da Câmara de Tomar, Carlos Silva, como eu um apaixonado da fotografia, é um dos utilizadores do reputado site 'olhares'. Lá é possível encontrar "olhares" seus, maioritariamente sobre Tomar mas também sobre outras paragens. São já vários e a aumentar todos os dias.

aqui: www.olhares.com/carlospiedadesilva1

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Verona e sulla Amor

Verona é uma pequena cidade italiana, que poderíamos comparar a Tomar. Engraçada, com um ambiente interessante e muito bem cuidada, a cidade vive no entanto, imagine-se, à conta de uma varanda. Sim, aquela ali em cima.
É o que acontece quando se sabe aproveitar o que se tem. Para quem conhece e se lembra, Verona é a cidade que Shakespeare coloca como cenário para o seu Romeu e Julieta, e embora as personagens sejam ficcionadas, a casa dos Capuletos existe mesmo e aquela varanda, escreve o “Camões inglês”, é onde Julieta é romanticamente cortejada por Romeu, o que faz de Verona uma espécie de cidade do amor eterno. E fatal, acrescentaria eu.
Ora, se há coisa que os italianos têm, ao contrário dumas certas cidades num certo país que conheço, é "olho para o negócio" em tudo o que tem a ver com turismo, e nesta aparentemente pequena e sem outros especiais motivos de interesse, há mais exemplos.
Por exemplo, um esperto qualquer lembrou-se de começar a vender cadeados com nomes dos apaixonados casais que por ali passassem, e agora por tudo o que é sítio se encontram às dezenas, das mais variadas cores e tamanhos. Logo, imagine-se lá qual é o objecto turístico mais vendido nesta cidade?




quinta-feira, fevereiro 07, 2008

algures em veneza

Ma, anche con un dolce dolore, sempre di ritorno verso il luogo dove mi appartengono.



segunda-feira, outubro 29, 2007

algures em Brugges







Mais umas fotos para colorir o espaço, da última incursão pela Bélgica. Brugges, com os seus belos edifícios, o imenso verdejar, e os canais que lhe transmitem uma ambiente similar à próxima Amesterdão, é uma pequena mas bonita cidade no norte da Bélgica que vale a pena visitar. Bem diferente da cinzenta bruxelas.

domingo, março 18, 2007

Auschwitz-Birkenau

Quando se elegem as novas 7 maravilhas do mundo, deveríamos também eleger os piores locais.
Este seria certamente o primeiro. E não se pode ler em qualquer papel ou ver em qualquer filme o que se sente e descobre neste espaço. É apenas arrepiante.


'Arbeit Macht Frei' - O Trabalho Liberta-te
escrito no portão de entrada do campo de concentração (matadouro sem eufemismos), exemplo da grande aposta dos nazis na propaganda.

O pátio dos fuzilamentos para os presos políticos (não judeus, pois com esses normalmente não se gastavam balas), depois de "julgados" no edíficio ao lado. A parede tem um revestimento especial para silenciar as balas. Nem sempre o veredicto era fuzilamento, mas sempre era a morte. Por todo o campo encontramos várias sádicas formas de levar alguém a ela.

Tudo era aproveitado e despachado para vários fins. Do que ficou dos últimos dias antes da chegada dos soviéticos, e que os nazis não haviam ainda despachado e não tiveram tempo de destruir, sobram entre muitas outras coisas, por exemplo 80000 pares de sapatos e 2 toneladas de cabelo. Repito, SÓ dos últimos dias. Se estão intrigados com o que faziam ao cabelo... tapetes.

Neste crematório, o único que sobrou, eram gaseados numa pequena sala com aparência de balneário (a água nunca chegou a ser ligada aos duches) 700 judeus à vez e posteriormente queimados, não sem antes lhes ser retirado o que ainda possuissem de útil (cabelo, dentes de ouro, próteses de várias espécies,...)
Na fase mais "aperfeiçoada", o gás utilizado demorava meia hora a alcançar o efeito desejado. E chegou a esta fase depois de sucessivas tentativas de melhoramento da fórmula, sendo que no início as pessoas demoravam dias a morrer ('enlatados' na tal sala). Muitos eram queimados ainda vivos.

Esta é a entrada de comboio para o campo de Birkenau, ou Auschwitz 2. Aqui chegavam comboios atulhados de judeus de todas as partes da Europa e da bacia do Mediterrâneo. De alguns países, derivado à campanha nazi, os judeus vinham livremente pagando o seu bilhete, por acreditarem que vinham para uma nova terra prometida.

O campo de Birkenau, todo em madeira e incendiado pelos nazis em fuga, foi construido propositadamente a poucos quilómetros de Auschwitz, por este já não ter capacidade de acolhimento e de mais rápida matança. Nos crematórios deste novo campo eram gaseadas 2000 pessoas de cada vez.
Na foto que abrange apenas uma porção da zona norte do campo, podemos ter uma ideia do que seria a sua dimensão se verificarmos que cada chaminé pertencia a uma barraca.

Em cada uma das barracas de madeira, contruidas por base em estábulos alemães, dormiam entaladados cerca de 400 judeus. A maioria era morta à chegada e não chegaria a usar estas instalações. Eram poupados apenas aqueles que tivessem à chegada condições para trabalhar (nos campos e nas fábricas das redondezas). Destes, a maioria morreria nos primeiros dias. Os poucos 'mais felizes', aguentavam em média três meses.


Nenhuma destas fotos ou do que escrevi, pode realmente descrever o que sentimos no local.