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quarta-feira, fevereiro 08, 2012

câmara, para que te quero?

"TOMAR – Canto Firme lamenta falta de acção da Câmara para o apoio ao movimento associativo", diz-nos a rádio Hertz.
E quem o diz é tão só o presidente dessa que é uma das principais coletividades do concelho, irmão de alguém de quem agora não estou a lembrar, António Corvêlo de Sousa...

Felizmente que cada vez mais dizem aquilo que eu e outros dizemos há muito tempo. O associativismo não é apenas uma questão de cultura, desporto, ocupação de tempos livres, lazer ou qualquer outra atividade, o associativismo é um importante potenciador de desenvolvimento económico e de criação de postos de trabalho.
E num concelho cada vez mais espoliado de tudo, só mesmo quem tão mal tem gerido os destinos do concelho nos últimos 15 anos é que ainda não percebeu a enorme potencialidade que existe em Tomar e que é das poucas coisas que ainda nos distingue de muitos outros concelhos.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

os desconcertos da CMT

Estive no domingo à tarde a assistir na Igreja de São João ao concerto de natal da banda da SF Gualdim Pais, que uns dias antes tinha também realizado o espetáculo de natal das escolas de música e dança no auditório do IPT.

Eu não me recordo se aquela ideia absurda da Câmara Municipal de Tomar em cobrar a utilização do Cine-teatro e outros espaços está já em execução (pelo menos na AM não foi nada aprovado, mas também não era a primeira vez) mas a resposta está aí.

Será assim tão difícil na CMT perceberem a razoabilidade lógica e prática das "ideias" que lhes atravessam o vácuo espírito, e deixam de fazer gestão contabilística (provado está que nem essa sabem fazer) passando sim a fazer gestão público/política com tudo o que isso implica (planeamento, estratégia, definição de objetivos e prioridades,...)?
E depois talvez percebessem que nenhuma opção, nenhuma medida pode ser avulsa, mas tem de estar integrada, tem de ser coerente com a estratégia definida.

No caso concreto, não se pode estar permanentemente a dizer que se quer apostar na cultura e na vertente de criação de eventos como um dos pilares de desenvolvimento, e depois cobrar a quem localmente produz e promove a cultura e os eventos (cria públicos, cria ofertas, cria postos de trabalho...) a utilização dos espaços que ainda por cima, não servem para grande coisa mais.
É óbvio que é preciso encontrar formas de financiar a manutenção, e particularmente os recursos humanos desses espaços. Mas não pode ser a cobrar às associações, política não é matemática!
Até porque como é evidente para qualquer testa que funcione, as associações simplesmente deixarão de utilizar os espaços - ou então, como algumas têm feito noutros casos, "ficam em pagar"....

Quando é que na CMT percebem que não são as associações, particularmente as que efetivamente trabalham, que estão ao serviço da CMT, mas sim a CMT que está ao serviço das associações, da generalidade das instituições e dos cidadãos do seu concelho?

Tudo isto são questões de simples bom senso...
mas bom senso é coisa que falta muito ali pela Praça da República!

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sexta-feira, dezembro 16, 2011

as desculpas que saem na rifa

A rádio Hertz e o jornal O Templário, noticiam hoje que Corvêlo de Sousa se demitiu da presidência da mesa da Assembleia Geral da Misericórdia de Tomar porque, vejam bem, alega que essa função é incompatível com a de Presidente de Câmara!

Ora, cada vez estou mais abismado com as palermices que se dizem nesta terra.
É que não só não há incompatibilidade nenhuma como nem é bem certo que ele ainda seja efetivamente presidente de câmara. Mas vá, suponhamos que existia de facto uma incompatibilidade...
Então e só se lembrou disso agora!!! Há quantos anos é que ocupa a função?!


Ele não é ou foi também presidente da AG da Canto Firme? E António Paiva não era presidente da AG do CALMA?

quarta-feira, novembro 23, 2011

drama&beiço em concerto

É já no próximo sábado dia 26 pelas 21:30h, no auditório da Canto Firme em Tomar, que a Fanfarra Drama&Beiço nos oferece concerto integrado no Ciclo Cantar Natal que aquela associação promove.

É verdade que é dia de derby alfacinha, mas mesmo que queiram ver o jogo ainda vão a tempo que eles vão atrasar seguramente o início. A não perder, é do melhor que nos dias que correm se faz musicalmente pelas margens do nabão.

quarta-feira, agosto 17, 2011

ter e não ter

E já que no post anterior toquei no assunto IPJ, é de dizer mais qualquer coisa. Na verdade haveria tanto a dizer... mas não me quero alargar muito que sofro de azia...
Apenas que esta anunciada fusão com o Instituto Português do Desporto é um abissal disparate*. Aliás, não poderia ser melhor forma de concluir o Ano Internacional da Juventude...
Infelizmente é a materialização daquilo que foram as actuações de todos os Governos desde Durão Barroso (incluíndo e muito o Governo PS): a total subalternização das políticas de Juventude ao Desporto (muitas vezes, pouco mais que futebol e uma ou outra modalidade olímpica).
*Já a extinção da FDTI e dissolução da Movijovem (embora esta com reticências dependendo de quem vier gerir as Pousadas de Juventude - deveria ser o IPJ) não só está correta como tardava. Faltou coragem ao anterior Governo /Secretário de Estado.

O que esta malta não percebe ou não quer perceber, é que ao praticamente apagar a existência do IPJ estão por exemplo, a esquecer as milhares de associações (e a tendencialmente desrespeitar a Constituição - art. 70º) por esse país fora que trabalham com muitos outros milhares de jovens (e não só jovens), em diversas áreas de actuação que vão da cultura à acção social, do desporto ao voluntariado ou às mais distintas formas de ocupação de tempos livres. E depois admirem-se que quando essas associações deixarem de intervir na sociedade e ocupar cidadãos, que comecem a ocorrer cá (mais porque já os há) fenómenos como os que aconteceram recentemente no Reino Unido.

É que até para a boa imagem dum qualquer Governo e penetração junto de uma larguíssima franja de cidadãos, uma organização como o IPJ tem um potencial como poucas no contexto do Estado. Mas infelizmente desde um governante chamado António José Seguro, nunca mais ninguém percebeu nem quis perceber a base de trabalho que ali tinha.
Sensibilidade, capacidade e faro político, de facto tem quem quem, e os últimos governantes com responsabilidades em áreas como a juventude e o associativismo têm estado muito longe de as ter.
Faro político é evidente que Miguel Relvas tem, mas quanto ao resto, bom, nesta área da Juventude está a começar mal.
Quanto ao novo Secretário de Estado da Juventude, Alexandre Mestre, não faço ideia. Currículo não lhe falta... na área do Desporto claro. Eu esperava que fosse mais competente, ou com mais vontade de o ser que o seu antecessor... mas a iniciar assim parece-me que vai ser mais do mesmo.

segunda-feira, julho 18, 2011

no caminho certo

"Cine-Teatro Paraíso vai ter cinema extraordinário às quintas-feiras" noticia O Mirante Online.

O simples bom senso diz-nos que o Cine-Teatro Paraíso não tem no contexto atual do mercado e da realidade social nabantina, qualquer viabilidade enquanto espaço de cinema comercial.
Para o ter, seria necessário que fosse lançada uma campanha "agressiva" e pro-ativa de cativação de público e regresso dos espectadores à sala de cinema, além de ser absolutamente obrigatório que o espaço estivesse 100% dedicado a esse fim, o que além de ainda assim não ser uma garantia de sucesso, não me parecer o mais desejável para a comunidade. Tomar não tem uma verdadeira sala de espetáculos, aquela é assim o que mais com isso se parece e por isso o seu uso deve ser eclético e polivalente.

Por isso a utilização, bem como a manutenção daquele espaço deve cada vez mais acontecer por via de protocolos com as forças da comunidade, particularmente as associações que trabalham na área da cultura, como é o caso do “Plano Extraordinário - Clube de Cinema” que agora passa a garantir a exibição de cinema não comercial - ou "não convencial" como refere a notícia, ainda que eu não saiba o que isso quer dizer.

Claro que fica por resolver um problema de partida, que obriga a uma maior abertura e vontade de resolver a questão por parte da Câmara Municipal, e que tem que ver com as despesas de manutenção do espaço, particularmente dos recursos humanos a ele afectos.

sexta-feira, julho 15, 2011

critério

"Vereadores em desacordo com apoios a atribuir aos Aerocalminhas", noticia a rádio Hertz.

Totalmente de acordo, ou não o dissesse há muito tempo, com os vereadores José Vitorino e Pedro Marques sobre a falta de critério que existe na distribuição às associações do concelho das migalhas a que chamam apoios.
Mesmo que não estivéssemos em crise e o município não tivesse uma dívida que dificilmente conseguirá alguma vez pagar com meios próprios, na política e na gestão pública é preciso saber definir prioridades e critérios, naturalmente com princípios vários, um deles a transparência.

Ora, não me interessa agora em quanto se pensa susbsidiar os Aerocalminhas, para que fim, e se no passado já recebeu ou não. Quero é saber com base em quê é que esse apoio é feito, para alcançar que objectivos, com que definição de metas de desenvolvimento (associativo, cultural, desportivo, turístico ou outro) para o concelho. Isso é que é importante saber mas até hoje nunca foi feito.
O que não pode continuar é esta forma descricionária, totalmente casuística de atribuição de subsídios que depois como são a dividir por muitos, na prática não servem para desenvolver coisa nenhuma e são pouco mais que "tapa buracos".

E sim, tal como afirmaram os vereadores, é preciso saber distinguir entre associações, por exemplo como a Gualdim Pais que movimenta milhares de cidadãos e cria dezenas (senão ultrapassa já a centena) de postos de trabalho, e todos os anos arrecada muitos títulos, não esquecendo que foram lá que se "cresceram" os dois atletas olímpicos nabantinos; de associações que são pouco mais que um hobbie familiar.

- Ó sr. vice-presidente da Câmara, "muitos desses jovens trabalham hoje na NASA ou estão na TAP"?! Isso é um argumento a sério? Então já agora, quantos?

segunda-feira, junho 27, 2011

info cultural

A 5ª edição desta excelente iniciativa da SF Gualdim Pais começa hoje e prolonga-se até dia 1.

O programa e outras informações podem ser consultadas aqui e aqui.

sexta-feira, março 18, 2011

lá está a tal coerência...

...o rigor da acção, o planeamento, a estratégia!

"Câmara de Tomar mais rigorosa na isenção de espaços públicos", noticia O Mirante Online.

Portanto, num dia cede-se um edifício público para usufruto sem termo de uma Associação (que diga-se, vende serviços à autarquia) sem que se entenda porquê ou com base em quê, promovendo a própria autarquia desigualdade e tratamento desleal com vários parceiros e (esta é uma opinião discutível mas em que acredito) numa má utilização para o espaço em causa;
No outro dia, colocam-se dificuldades às associações que pontualmente necessitam da utilização, normalmente com usufruto generalizado para os cidadãos, de espaços teoricamente a esse fim destinados, como sejam o Cine-teatro ou o auditório da Biblioteca Municipal.

E depois dizem que eu lhes chamo nomes... é que se fosse só eu!

segunda-feira, janeiro 31, 2011

navegação a olho II

"Ginásio Clube de Tomar muda-se para o pavilhão da Nabância", noticia O Templário Online.

Não está em causa o Ginásio Clube, mas sim o município e a Câmara que o gere, bem como os critérios que não tem para o apoio ao associativismo e aproveitamento das actividades por este. É que a verdade é que temos uma associação que há quinze anos tem instalações "emprestadas" pelo Município (sim, não é há quinze, estiveram uns tempos no quartel, mas vai dar ao mesmo), sem qualquer razão de princípio que lhe assista, o que provoca concorrência desleal entre associações, e me parece até do ponto de vista dos apoios públicos, inconstitucional.

Para o associativismo devem ser definidos critérios, e uma vez esses definidos devem ser todas as associações tratadas com igualdade. Aliás o paradigma tem que ser cada vez mais o de apoiar, protocolando, o desenvolvimento de actividades específicas, e não o de apoiar associações "à cabeça" com uma ultrapassada filosofia de caridade.

Eu conheço algumas associações que não têm sede e gostavam de ter, e se tivessem provavelmente poderiam estimular o seu desenvolvimento com outra capacidade. Ainda a semana que passou fui contactado por uma entidade de cariz associativo regional, a pedir ajuda e conselho sobre a possibilidade de ter um espaço em Tomar, mas como todas as portas se fecham, o mais certo é instalarem esse espaço noutro concelho. (o que além da atividade desenvolvida, representa logo de início dois postos de trabalho).

Por outro lado,enquanto cidadão e enquanto político que pensa e reflecte no seu concelho, parece-me bastante desadequado o uso que vai ser dado àquele espaço, que é mau para a associação e desperdiçado para a comunidade que podia ali ver nascer outro tipo de valências.
E deixo ainda a pergunta: ao menos água, luz, manutenção, quem vai pagar?

E mais, algo que normalmente é esquecido. O município tem actualmente a responsabilidade não só sobre os funcionários das escolas, mas também sobre os seus espaços e a manutenção destes. Porque é que os pavilhões desportivos escolares não são rentabilizados à noite e ao fim de semana, a exemplo do que já acontece e bem com o Pavilhão Jácome Ratton?

Eu explico porquê. Porque nunca ninguém pensou nisso, ou porque mesmo que tenha pensado, "dá muita chatice"!  E depois, lá está... o pelouro da Educação é uma coisa, o do Associativismo e Desporto é outro, e depois ainda há as direcções das escolas e dá muito trabalho falar com elas. São muitos quintais!

segunda-feira, outubro 11, 2010

1º Aniversário da AAA Liceu/ESSMO Tomar

Ainda não é desta que consigo ir, vou ter de estar por Benavente, no Congresso Distrital do PS.

Para todos os outros ex-alunos, aconselha-se a participação nas actividades do 1º ano da Associação dos Antigos Alunos do Liceu/ESSMO de Tomar.


Seis anos que já foram há tanto tempo.


Entre mais, não perder a exposição da Engrácia Cardoso, artista plástica de vulto nacional, e também ela ex-aluna, ainda para mais da melhor turma de artes que já passou naquela escola: a minha :)


As inscrições deverão ser feitas para: 
antigosalunosliceuessmotomar@gmail.com

(clicar na imagem para ampliar)

sábado, setembro 18, 2010

de passagem pela aldeia

Agora que as festas populares estão em fim de época, não quero deixar de colocar no algures aqui o Tabuleiro que tanto sucesso alcançou nas festas de Poço Redondo onde estive no domingo passado.

É mais uma prova de que a maioria das vezes, as ideias mais simples são as melhores.


De positivo também a presença de muita malta nova na organização da festa. É sempre um sinal de vitalidade e continuidade.

E eu que nem sou grande apreciador destas festas populares mais "populares", especialmente pelo excesso de decibéis que normalmente acompanha um certo gosto musical, gostei do ambiente, e particularmente da tarde ao som dos Drama&Beiço, que puseram miúdos e graúdos a dançar. E o frango estava muito bem assado.

sábado, agosto 28, 2010

Da aldeia, Bons Sons

artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 26 de Agosto

Fugindo à banalidade que faz escola, procurando o genuíno e não se furtando ao trabalho, há seis anos atrás Cem Soldos brindou-nos com o primeiro Festival (bienal) Bons Sons. Um sucesso desde a primeira hora.
E, em tempos onde só a crítica fácil, negativa, tantas vezes destrutiva, pejorativa, parece importar a dizentes e a ouvintes, é indispensável elogiar quem faz algo novo, quem faz por gosto quem faz, não em espera do retorno pessoal mas da alegria colectiva de construir algo – um prazer que do “produto acabado da sociedade de consumo imediato” poucos têm a felicidade de conhecer.
É por isso que o Sport Clube Operário de Cem Soldos não é uma associação como a maioria infelizmente se está a tornar, não é um mero prestador de serviços, não é um local onde se labora em função do ordenado, nem eternamente à espera do subsídio público sem o qual o trabalho não aparece. O SCOCS é uma daquelas boas associações que ainda fazem jus ao nome, e onde o espírito associativo se congrega ao espírito jovem da iniciativa que nasce da própria aldeia e das suas gentes. E é assim, que uma aldeia e uma “associação de aldeia” mostram como se faz a muita cidade e a muita gente que apenas procura protagonismo e nem para isso tem jeito; mostra a quem se limita a copiar sem chama o que outros já fazem melhor; ou a quem apenas produz receitas antigas e falidas que já ninguém quer consumir.
Nos Bons Sons toda uma aldeia se une e se coordena para que, tal como nos convidam no slogan do evento, somados a possamos ir viver. E conseguem-no. Durante três dias, jovens e menos jovens, residentes e forasteiros, enchem Cem Soldos de um colorido castiço, como numa alegria contagiante e um comunitário inebriante olvidar do tempo que corre lá fora, que não é possível imitar noutro local e não seguramente numa cidade, onde são muito mais os que criticam do que os que têm vontade de fazer alguma coisa.

E aqui merece umas linhas (além da Junta de Freguesia, nas suas mais moderadas capacidades) a Câmara Municipal, em particular os serviços de cultura e turismo, por ter finalmente, nesta terceira edição, apoiado condignamente este evento que tem evidentemente um grande potencial turístico, como foi visível no número de pessoas que circulavam pela cidade facilmente identificáveis pelas pulseiras do Festival, entre mais enchendo restaurantes; e pela imensa difusão que esta edição alcançou nacionalmente antes e após o evento – E como é bom ouvir falar de Tomar em órgãos sociais nacionais sem ser por maus motivos!
Apoiar com estratégia, com objectivos, destrinçando o trigo do joio, encorajando quem procura a diferenciação positiva, a inovação, a criação de eventos ímpares, quem faz com qualidade e com capacidade de desenvolvimento da comunidade, deve ser o papel da autarquia em especial quando as condições económicas não são favoráveis, e quando a racionalidade e eficiência do uso dos dinheiros públicos devem ser exemplarmente rigorosas (E nos últimos anos em Tomar foi tudo menos isso!).
Como bem disse Luís Ferreira (o mestre obreiro da organização) ao jornal 2 da RTP algures durante a semana que antecedeu, são estes eventos promotores de envolvimento e desenvolvimento local, capacitadores dessas comunidades. E a verdade é que, de mansinho, sem bajulices ou pretensiosismos, chegou-nos de Cem Soldos aquele que é já o maior evento do concelho a seguir à Festa dos Tabuleiros. Em envolvimento de cidadãos, em público, em projecção do concelho. E só o pode negar quem lá não esteve, ou os mesmos que negam que Tomar já não é o que foi, que perdeu protagonismo, que perdeu liderança, que perde todos os dias em muitas matérias para vários concelhos da região, e que muito raramente já, consegue aparecer no mapa das notícias relevantes.
O Festival estava tão bom que nem a ASAE quis faltar (todos percebemos, quando alguém de fora descobre o caminho para Tomar não quer outra coisa!...). Pronto, e fez muito bem que assim o que comemos e bebemos tinha “qualidade certificada”!

Um parágrafo para os Drama&Beiço, o jovem grupo que representou Tomar no cartaz do evento, e que ao início da tarde de domingo no seu estilo bem disposto electrizaram os ouvintes e dançantes com os sons ecléticos que do leste às arábias, surpreendem quem pela primeira vez escuta e renovam o feitiço dos que já esperam o que ouvem. Com trabalho e perseverança poderão ser uma grande banda, também aqui, com o toque da singularidade e do autêntico.

Pelo excelente cartaz que “encheu casa” em todos os palcos, pelo trabalho motivado e profícuo dos organizadores em particular dos mais jovens; pela abertura e disponibilidade dos habitantes, em particular dos mais seniores à multiculturalidade e proveniência e até mesmo alguma excentricidade dos festivaleiros; pelo excelente trabalho de promoção; pelo que contribuíram para algum dinamismo da cidade no fim-de-semana; pela receptividade e uma muito “boa onda” que só pode deixar nos visitantes vontade de voltar, está de parabéns o SCOCS, os seus dirigentes e obreiros, e a aldeia de Cem Soldos.
Será difícil fazer melhor, e como será possível fazer crescer o evento, certamente uma questão a debater pela associação nos próximos tempos, mas o importante é dizer: Está bom, e queremos mais!

terça-feira, agosto 17, 2010

segunda-feira, junho 21, 2010

à falta de festas do concelho...

...provavelmente até ficamos a ganhar. Pelo menos os que lá vamos, que há uma certa tendência para os tomarenses saberem menos do que os de fora, sobre o que se passa no seu concelho.

Imperdível.