sábado, fevereiro 11, 2012
não deixar morrer o hospital de Tomar
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
imagem que se lê
Convenhamos que já precisava. Aliás ao Cidade de Tomar também não fazia mal nenhum.
Por feitos de (de)formação académica e profissional estas coisas da imagem dizem-me muito, e parece-me evidente (é aliás básico em teoria da comunicação) que a atratividade/recetividade de um qualquer suporte de comunicação e a forma como os seus conteúdos chegam ao recetor, tem muito que ver com a imagem que transmite que é sempre prévia mesmo que de forma inconsciente, a qualquer outra leitura.
Passa-se aliás o mesmo na comunicação pessoal entre indivíduos.
Apesar de pela capa não o evidenciarmos imediatamente, todo o jornal está mais leve, mais moderno, mais atrativo. Espero que assim o consigam manter e não sucumbam à compreensível mas indesejável tirania do espaço vs preço de folha, que é como quem diz, o despejar no mesmo espaço mais informação porque o preço de cada folha extra é obviamente caro.
Apesar disto e porque gosto de me prender com pormenores, entre alguns outros que por vezes me deixam baralhado nas opções de paginação de ambos os jornais, há n'O Templário um que acho bastante estranho (a não ser que seja por questões de publicidade paga, mas ainda assim...) e que aproveito para partilhar.
É aquela opção que já vem de trás, e que é o colocar numa das páginas mais nobres de qualquer jornal, a penúltima, a necrologia.
Não é que o assunto não mereça destaque, mas parece-me que ele teria a mesma audiência em qualquer outra página enquanto que aquela poderia ser usada para vários outros, eventualmente digamos, mais alegres.
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segunda-feira, janeiro 23, 2012
quem nos trata da saúde III
Os Partidos e Movimentos Políticos (PSD, PS, IpT, CDU, BE e CDS/PP) representados na Assembleia Municipal convidam as populações a marcar presença na próxima Assembleia Municipal Extraordinária, com o único ponto“Análise do Processo de Reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo, com especial incidência no Hospital de Tomar” no dia 25 de janeiro de 2012, a partir das 16.00 horas, ostentando as cores e os símbolos de Tomar.
vermelho, branco, preto... resumindo: traje dos tabuleiros
sexta-feira, janeiro 20, 2012
inventem-se novos políticos
Entretanto, já que destaquei a reportagem antes referida n'O Templário, devo referir também no mesmo jornal a entrevista ao Nuno Ferreira, o novo líder da Juventude Socialista em Tomar.
As capacidades do Nuno, que são extensíveis a um alargado número de jovens a surgir na política em Tomar (oxalá não sucumbam à habitual desmotivação), é bem perceptível logo na capacidade de análise que fazem de si próprios e que está sintetizada na frase que serve de cabeçalho à entrevista "os jovens têm vasta oferta de interesses mas esquecem-se do activismo social".
Não podia estar mais de acordo, apesar de sentir que felizmente isso está aos poucos a mudar.
Há uns anos atrás Daniel Sampaio escreveu um livro chamado Inventem-se Novos Pais, onde me socorro para dar título a este texto. Nele, defende (resumido assim de forma muito ligeira) que a responsabilidade pela forma como os filhos "se tornam pessoas" é precisamente de como os seus pais lidam com eles.
Na política também é assim e infelizmente tenho visto muitos jovens políticos da minha geração (falo do país e não propriamente de Tomar, até porque quase não os há) a muito cedo copiar as piores caraterísticas dos mais velhos.
Ora, em Tomar, num curto espaço de tempo, tanto a Juventude Socialista (JS) como a Social Democrata (JSD) e a Popular (JP) tiveram processos eleitorais com a eleição de novos líderes e equipas, o que no caso desta última significa mesmo um renascimento.
(É verdade que na JSD algo há que me preocupa, essa coisa de um tão grande grupo de filhos de autarcas e ex-autarcas não costuma dar bons frutos, mas enfim, esperemos que sejam melhores que os seus progenitores).
Independentemente das ideologias de cada um, são bons sinais. Em vez da habitual ausência de discussão, importante é precisamente a capacidade de discussão das ideias contrárias e quantos mais forem a aparecer com projetos e com vontade de fazer algo, melhor.
É que isto é coisa de velho e custa muito a mim dizê-lo com os meus 34 mas é a verdade, se não forem os mais jovens a fazer qualquer coisa de novo, isto está mal e só vai piorar pelas margens do nabão.
Por mais que pensem que isto pior não pode ficar, PODE, e a larga maioria dos políticos nabantinos (quase todos em "atividade" há muitos anos) estão bons mesmo é para pantufas, fraldas geriátricas e chá de tília.
Mas cuidado, não abusem da tília porque o uso contínuo pode causar taquicardia e isso em certas idades...
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jornalismo
Nem sempre habitual pelas margens do nabão, jornalismo digno desse nome e a ir ao osso, de forma bastante ilustrativa são relembradas muitas das patranhas com que fomos brindados ao longo da última década e meia, com grande destaque para o parque temático, talvez a maior e mais descarada invenção do PSD nabantino ou não soubéssemos todos que nunca aquilo foi sequer intenção. Só o cartaz da apresentação pública da coisa é de ir às lágrimas.
Essa berrante aldrabice havia de se tornar prenúncio para o que veio depois e cujos efeitos estamos ainda sentir: três mandatos de projetos falaciosos, obras inúteis, oportunidades perdidas.
E trouxe-nos a este mandato... que nem tem descrição capaz de lhe fazer real justiça.
Concluindo e para não baralhar, parabéns a O Templário pela reportagem e que assim continue, bem como os demais órgãos de comunicação. Como sempre digo, a comunicação social tem um papel importante e também responsabilidade na construção coletiva de qualquer comunidade. É fundamental que apesar das dificuldades de várias ordens que como empresas certamente também sentem, não abdiquem desse papel.
Paralelamente, porque a vida não pode ser só hospitais a fechar e câmaras municipais incompetentes, O Templário está sempre, e bem, atento às "boas notícias"...
sábado, janeiro 14, 2012
quem nos trata da saúde
| foto de O Templário |
Espera-se que a população, mas também responsáveis institucionais e políticos estejam presentes como manifestação de força da comunidade. A verdade é que, embora seja preciso racionalizar este enorme erro que foi a construção tripartida de um hospital, o elo mais fraco tem sido sempre Tomar, certamente não sendo estranho a isso a pouca capacidade de ação e influência, e quase sempre alheamento do município nabantino e dos seus responsáveis políticos de há mais de uma década.
Entre os presentes mais logo, espero ver muitos militantes e dirigentes do PSD local e estou certo que o seu presidente lá estará, uma vez que há coisa de um ano e meio atrás, por algo muito menos importante e que não passava na altura de alarmismo, trouxe para a rua a população da sua freguesia, a Serra.
Lembro-me bem de o ter avisado num debate da rádio Cidade de Tomar que devia ter cuidado com a coerência e com a verdade dos factos, e lembro-me bem do que respondeu.
Por tudo o que fez e disse antes, se há pessoa que não pode faltar hoje é José Delgado.
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quarta-feira, janeiro 04, 2012
a longa e aguda crise nabantina
| A "Casa Martins" na Corredoura. (Foto d'O Templário) |
Há muitos anos que "a crise" se instalou por cá. Basta ver os números oficiais da evolução da última década nos índices de qualidade de vida, desemprego, eleitores, residentes, etecétera...
Opções erradas, teimosias, falta de visão e capacidade, e para boa parte das questões a simples falta de interesse e bom senso por parte dos responsáveis político/públicos, ditaram o estado em que estamos: ultrapassados por quase todos os concelhos da região, os mesmos para quem durante séculos fomos referência e líderes.
Claro que nestas matérias a responsabilidade é sempre mais vasta. Desde logo porque os tais responsáveis públicos não chegaram sozinhos a esses lugares e devem-no sim à ação, inação ou omissão de muitos.
Mas também com muitas responsabilidades próprias de muitos desses cidadãos individuais ou coletivos.
Os comerciantes então... ui!
Habituados durante décadas a que bastasse abrir a porta, a maioria não foi capaz de inovar, muito menos competir com a facilidade que agora qualquer cidadão tem de se deslocar, tanto a concelhos vizinhos como aos grandes centros ou à capital, e aí encontrar maior variedade, melhor oferta, melhores preços.
Falar daqueles tantos que, dos concelhos vizinhos, vinham a Tomar de propósito para as compras nem vale a pena porque isso é já apenas uma memória difusa, uma ideia quase absurda, pouco mais que uma lenda na qual os mais novos dificilmente podem acreditar.
Felizmente que, no que aos comerciantes diz respeito, vão finalmente aparecendo alguns bons exemplos, novas ideias, novas formas de trabalhar.
Mas falta o essencial, as questões estruturais, e essa responsabilidade compete ao município. Pensar no centro histórico e na própria cidade como um todo, e encontrar soluções globais que permitam "vender" a imagem coletiva e aglomerar todo o tecido comercial.
Mas numa terra que tem um mercado municipal a funcionar numa tenda, precisamente aquele instrumento que na generalidade das cidades, particularmente as de inclinação turística, no país ou no estrangeiro, é o primeiro cartão de visita no que ao comércio se refere, dizer o quê mais?
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segunda-feira, dezembro 19, 2011
remember
As fotos do passado sábado no Rio Bar são o que é possível via telemóvel... se clicarem nelas sempre as vêem maiores.
Também não interessava que estivem muito melhores, que isto não é o Big Brother!
"Os trintões nabantinos
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 5 de Outubro de 2007
“Ter trinta anos em Portugal” foi o tema de capa e excelente reportagem da revista Visão de 20 de Setembro. Ao ler esse trabalho sobre “o retrato da geração pós-25 de Abril que está a mudar o país”, não sei se por pouco mais de um mês me separar dessa efeméride, dei por mim a pensar e a transpor para a visão nabantina do assunto: como é ter trinta anos no concelho de Tomar?
Nessa reportagem são em primeiro lugar focadas as referências, desde as séries infanto-juvenis como a Abelha Maya, o Tom Sawer ou o excelente Verão Azul (que comemorou inclusive 20 anos no ano transacto), ou o facto de sermos do tempo em que o computador era uma coisa chamada Spectrum e que funcionava a cassetes; e telemóvel, digo eu, só nos filmes do 007.
Sendo certo que esses anos da infância e da adolescência são por norma aqueles que definem a nossa personalidade, os gostos, e muito do tipo de vida que vamos seguir, que referências temos para além dessas cá pelas margens do Nabão? As matinés de Quarta ou Sexta-feira no Pim-Pim ou, naqueles tempos em que eram os de outros concelhos que a Tomar se deslocavam, as noites da Excêntrica que acabavam mesmo bem com um mergulho no Zêzere ainda antes do nascer do sol. Um copo de “Mouchão” fresquinho, que só nos já idos nas cinzas da memória “Passarinhos” é que sabia daquela forma. Enfim, sobra felizmente o Paraíso pouso de todas as gerações, e vêm ainda de parte desse tempo o Casablanca ou o Lá Calha. Bebemos as primeiras imperiais com umas moelas a acompanhar no Noite e Sol, e era ao Texas que íamos comer o bitoque.
Acompanhámos o nascimento e a evolução dos Quinta do Bill, assistimos ao fecho do Cine-Teatro (reaberto já mas onde o cinema já não tem o fulgor desses tempos), onde antes íamos às sessões infantis de domingo de manhã e lembramo-nos do Festival de Cinema que nesses tempos do Vasco Granja na RTP, emprestava a Tomar reconhecimento. Lembramo-nos de andar de barco no rio, jogar à bola no pelado da nabância (não eu, que nunca fui dado a essas artes!); os passeios na mata, e até fazer o percurso de manutenção que em tempos lá existiu. (Quantos tomarenses entram hoje na mata?)
Perdíamos tempo nos snookers da Gualdim Pais ou do Académico, ambos ainda por lá, mas que já não são a mesma coisa porque, como será seguramente para todos os adolescentes, o tal tempo parecia ter outro tempo.
Muito mais poderia ser lembrado e cada um terá as suas memórias, os seus lugares, e a forma como as guarda ou as esquece, é um exercício que a cada um se reserva.
Mas revividas as memórias, que perspectivas, que ambições, que presente e futuro têm os trintões nabantinos? Nós que, talvez mais despertos, talvez menos apegados a um outro passado, vimos crescer os concelhos à nossa volta, vimos essas terras desenvolverem-se, e já pouco chegámos a conhecer o tempo em que Tomar era a referência e o líder incontestado da região. Há no entanto quem não consiga ver ou aceitar que essa é a realidade. Tomar está em degradação, e a continuar o actual rumo só poderá agravar-se.
Ainda este domingo, quando ajudava nas mudanças da minha irmã para a sua casa nova em Abrantes pensava: como se consegue convencer os mais novos a ficar? Todos os dias parte alguém, esta terra envelhece cada vez mais, mas que razões podemos encontrar para mudar isso?
Empregos, difíceis; qualidade de vida, alguma sim, mas cada vez menos, ou cada vez menos tem algo que se destaque doutros locais, e em muitos aspectos já está a perder, e ainda por cima uma cidade bonita não nos mata a fome.
Eu… tenho um gato, mas dizem as estatísticas que uma boa parte dos da minha idade estarão casados e com um filho, mas essas estatísticas também não jogam a favor dos Tomarenses. Se para um é difícil, para dois é-o (obviamente) a dobrar. Onde arranjar uma casa? Construir uma nas aldeias? Mas nos poucos sítios onde é possível, só para a licença, além do que custa demora uns dois anos. Comprar apartamento? Seja novo ou usado, os preços são o que sabemos em Tomar, iguais aos de Lisboa, não falando nos preços da água, do saneamento. É que até os supermercados em Tomar, parecem ter preços acima da média dos outros concelhos!
Além dos poucos que não enxergam a realidade, e dos que a vendo a tentam esconder, há quem ache não ser possível dar volta isto, outros que assim mesmo é que deve ser, que esta deve ser uma terra “pacatinha”, onde deve morar quem paga para ter sossego, quem tem dinheiro para pagar a tarifa de viver numa espécie de museu, que é de facto para onde nos encaminhamos.
Eu acredito em algo distinto, que não precisamos mudar o que somos, nem alterar a nossa identidade, essa marca que ainda faz de Tomar algo diferente, e no entanto encontrarmos formas de poder sobreviver a nos tornarmos uma vilazinha engraçada nos subúrbios de outra coisa qualquer. Acredito que há quem queira investir, assim os deixem; que há quem queira trabalhar, assim lhes dêem oportunidade; que a maioria prefere continuar a viver por cá, assim consiga. Mas para isso é preciso que se assumam responsabilidades, responsabilidades que começam em cada um de nós, que sejamos críticos e interventivos, e que Tomar perca esta característica quase genética de deixar que dois ou três (ou nos últimos tempos um), decidam por todos os outros. O presente e o futuro está nas mãos dos tomarenses, e muito nas mãos desses trintões, é preciso que o assumam e que o exerçam.
Senão, bom, senão os trintões nabantinos terão cada vez menos problemas, porque em verdade serão cada vez mais uma “espécie” em extinção, porque a maioria abandonará Tomar antes de completar essa idade, ficando apenas os que podem e os que como eu têm o seu quê de teimosos.
Estarei errado?"
sábado, dezembro 17, 2011
Remember Pim Pim
Espero vir de Lisboa a tempo de ainda lá dar um salto.
Hoje à noite, no Rio Bar.
sexta-feira, dezembro 16, 2011
as desculpas que saem na rifa
Ora, cada vez estou mais abismado com as palermices que se dizem nesta terra.
É que não só não há incompatibilidade nenhuma como nem é bem certo que ele ainda seja efetivamente presidente de câmara. Mas vá, suponhamos que existia de facto uma incompatibilidade...
Então e só se lembrou disso agora!!! Há quantos anos é que ocupa a função?!
Ele não é ou foi também presidente da AG da Canto Firme? E António Paiva não era presidente da AG do CALMA?
terça-feira, dezembro 13, 2011
A puberdade do PSD nabantino
quarta-feira, novembro 02, 2011
a incapacidade para aprender...
Não só demonstram que não percebem nada do assunto como pior, que não aprendem com os erros.
Não seria preciso fazê-lo, basta perceber porquê e como as pessoas vão ao cinema, mas mesmo que não saibam, este modelo já foi experimentado e teve os resultados catastróficos que se sabem: cinema à moscas.
E é preciso relembrar que tudo isto começou quando a Câmara deliberadamente acabou com o cinema comercial, num daqueles processos de teimosia/ódio gratuito do anterior Presidente de Câmara, aquele que tudo sabia e a quem todos à sua volta veneraram sem questionar.
A Câmara iniciou um processo de concorrência desleal com o cinema comercial, obrigando-o na prática a fechar o que veio a acontecer, e nesse processo acabou-se com o hábito de ida ao cinema em Tomar. E não só se acabou com o negócio da empresa nacional que explorava esse cinema, mas também com o pequeno empresário local que explorava o bar e seguramente teve reflexos em outras lojas do agora quase defunto Centro Comercial Os Templários.
Não estão assim tão longe, os tempos em que havia filas para compra de bilhete que desciam as escadas e saíam mesmo para a rua do antigo cinema. Muitas vezes a sessão esgotava. Eu cheguei a ver filmes sentado no chão, de extra-lotada que estava a sala.
Obviamente que há outras razões globais para o decréscimo de espetadores, mas essas nada têm que ver com o caso em Tomar. A sala do Paraíso não tem as condições físicas hoje necessárias e atrativas para a exibição de cinema comercial, exibe quase sempre os filmes muito fora de prazo (várias vezes já depois de terem chegado ao video-clube), e muito importante, quem gosta e tem por hábito ir ao cinema não quer saber se naquele dia há ou não sessão, ou se a mesma foi suspensa porque nesse dia a sala está a ser utilizada para outra coisa qualquer.
Muito tomarenses continuam a ir ao cinema, uns fazem-no em Lisboa aproveitando que estão lá durante a semana, outros fazem-no... em Torres Novas.
quinta-feira, outubro 27, 2011
passes de mágica
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| foto rádio Hertz |
- Deve ser deve Totó, para se chamar A13 deve ser mesmo azarada, mas o bom é que nos vai valer três recordes do Guiness. Isto é que é pôr Tomar no mapa!
- Três recordes?!
- Então pois, o recorde do passe de mágica mais difícil do mundo, fazer desaparecer uma via-rápida e aparecer no seu lugar uma auto-estrada numa questão de horas; o recorde da auto-estrada mais pequena do mundo; e ainda... o do maior número de portagens por quilómetro quadrado!
notícia na rádio Hertz
quarta-feira, outubro 26, 2011
dois anos de coisa nenhuma
Foi exatamente há dois anos que os atuais autarcas da Câmara e Assembleia Municipais tomaram posse, como referencia O Templário.Diz ainda o jornal que "A partir de agora começa a contagem decrescente para as próximas eleições autárquicas em que os partidos começam a delinear as suas estratégias e a escolher os seus candidatos."
sexta-feira, outubro 21, 2011
fim de semana
Já eu mais uma vez não conseguirei ir, porque passarei grande parte do fim de semana na III Mostra Gastronómica Sabores de Ansião onde os nabantinos Drama&Beiço serão as estrelas no sábado e domingo.
Já repararam que tudo o que é concelho da região faz eventos deste género, e que em Tomar "o grande concelho de vocação turística" nada? E não me venham com as sopas e com o feijão, que isso é não saber do que se está a falar!
Reservas e informações para:
antigosalunosliceuessmotomar@gmail.com
http://www.facebook.com/event.php?eid=236348626417267
quarta-feira, outubro 19, 2011
na dianteira
António Rebelo adiantou-se no seu "Tomar a dianteira", na ideia que eu tinha em transcrever como já antes fiz, para esta página o que sobre Tomar é dito, desta vez no livro de João Baião "Pelo coração de Portugal". Digamos que por 16 euros compro livros mais interessantes, e embora quase tentado, acabei por não me dar ao trabalho de transcrever o texto na própria livravia.(já sei, já sei - desculpa nº1 lá pela CMT: "Isso não é responsabilidade nossa!"...)
A propósito de Tomar e do "Tomar a dianteira", passe-se também os olhos por esta análise sobre transferências de verbas para os municípios, bem como a evolução populacional de Tomar e dos maiores concelhos da região, simples de observar para qualquer leigo, mas difícil de entrar em algumas cabeças pouco pensantes mas com jeitos de importantes, que demonstra de forma simples a triste realidade que vivemos pelas margens do nabão, bem longe das fantasias irresponsáveis dos que temos eleito para nos (des)governar.
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terça-feira, outubro 18, 2011
xantarin
(este post era suposto ter sido publicado na sexta, mas só agora reparei que ficou apenas como rascunho. Ainda vai a tempo)Divirtam-se!
sexta-feira, outubro 14, 2011
futuro... qual futuro?
- Ó Totó, pelo caminho que isto leva, ainda se fosse sobre vilas...
* notícia no Cidade de Tomar.
sexta-feira, outubro 07, 2011
segredo, só se for o da estátua...
José de Pina no seu "O Humor e a cidade" empreende uma demanda a Tomar em busca do Cálice Sagrado (ou Graal), mas tudo o que encontra parecido com isso é o mini bar do Hotel dos Templários, ou um cálice de Abafado na Casa das Ratas.
Castelo Templário, Convento de Cristo, Restaurante Chico Elias, e afins, o programa passa ainda ainda por Almourol e Entrocamento. Vale a pena ver (e para os "aficionados" deste género, a banda sonora é muito boa).
E também há por lá, bem ao estilo do Pina, uma boa dose de críticas inteligentes que quase passam despercebidas, do género "há pessoas em Tomar, que nasceram em Tomar, que não se lembram disto ser visitável". Vejam lá se descobrem as outras!
obrigado a O Templário para alertar os como eu, pouco espetadores da RTPN (agora RTP Informação).
sexta-feira, setembro 09, 2011
2º festival de estátuas vivas
Hoje inicia-se a 2ª edição do Festival de Estátuas Vivas com um programa interessante, do qual destaco como não poderia deixar, a animação de rua em dose dupla (hoje e amanhã, sempre depois da meia noite) da nabantina Fanfarra Drama&Beiço. (quase mais conhecidos fora que entre portas, é o costume nas margens do nabão).
A iniciativa é boa, e não posso deixar de referir que nessa área que também me é muito próxima, que é a do marketing e publicidade, a promoção do evento (que não sei quem fez ou quanto custou) está bastante boa. Apesar de continuar a existir a falha recorrente de não disponibilizarem as imagens ou o vídeo na sua página, em formato passível de ser transportado para outros sítios virtuais. O vídeo aqui presente foi publicado pelo jornal O Templário no youtube.
É pena contudo que as iniciativas continuem a ser desgarradas e não exista qualquer plano integrado e capaz, das iniciativas culturais do concelho numa perspectiva a longo prazo, por exemplo anual, e que aglomere todas as atividades das diferentes entidades como um todo concelhio, como forma de criar tanto âncoras como atividades promotoras de outras, só assim capazes de desenvolver o turismo local como uma área passível de criar emprego e riqueza para a economia local.
É também importante notar que esta é uma iniciativa paga por fundos do QREN, e que por isso é preciso encontrar o quanto antes forma da mesma poder ser autosustentável ou financiável de outra forma, sob o risco de se assim não for, a mesma estar condenada à extinção quando os subsídios europeus se acabarem.





