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quinta-feira, outubro 07, 2010

informar em tempos de poupança

Na última Assembleia Municipal o PS apresentou por minha voz a proposta de extinguir o Boletim Informativo, a que a rádio Hertz agora faz eco, no momento em que é lançado a edição de Outubro, focando ainda o facto de todas as outras bancadas terem votado contra (dá que pensar!) com os argumentos que conseguiram inventar.

A questão fundamental nem tem que ver com quem aparece ou deixa de aparecer no boletim, ou se ele serve para propaganda política ou não, como o PSD tentou alegar. Basta ler a proposta para ver que nada disso se lá refere.


A questão é muito simples, de dedução lógica, e tem que ver coms princípios que devem ser subjacentes à Administração Pública e à boa e moderna gestão: Eficácia, Eficiência, Economia.


Ora, não parece evidente que a publicação de uma página de responsabilidade da autarquia nos dois jornais locais serve melhor estes três princípios? Será que não é mais eficaz e eficiente (não, em termos técnicos não são a mesma coisa) e sai mais barato, com a vantagem paralela de ajudar duas pequenas empresas locais?



A mim parece-me óbvio, e só mesmo Victor Gil e o PSD é que podem ver truques onde eles não existem.


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terça-feira, setembro 14, 2010

uma questão de bocas

Invoca o Cidade de Tomar de 3 de Setembro (que só hoje folheei) na sua "página das bocas", uma declaração de voto do PS, de Outubro de 2008, onde se refere o estado lastimável e a necessidade de requalificação do Largo do Pelourinho, acrescentando que agora em 2010 tudo continua na mesma à excepção do PS que por integrar agora o executivo "já não pode fazer declarações deste teor".
Esclarecimento ao Cidade de Tomar e a todos: 
- O PS pode, o PS deve e o PS falará em todos os assuntos que entender, no momento que entender, da forma que entender.
É verdade que nem sempre a comunicação social dá a melhor atenção a todos os assuntos focados, por exemplo na Assembleia Municipal, mas isso já é outra matéria.
Em todo caso voltamos a uma velha questão - é que não me lembro (e naturalmente aceito ser lembrado) deste tipo de "bocas" existir em relação ao PSD, que recordemos, (des)governa Tomar desde 1997.

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quarta-feira, julho 28, 2010

quimeras e vitupérios

No seu blogue Tomar a Dianteira, António Rebelo, aposentado colega de profissão e profícuo bloguista nabantino, interpreta a citação que uso e o que sobre ela escrevo aqui no algures, no post anterior a este.
É verdade que quando escrevemos algo e o tornamos público, estamos sujeitos às interpretações que, tal como as opiniões, cada um tem sobre o que quiser e assim, tanto António Rebelo como qualquer outro têm, por mais divergentes, por mais imaginativas, ou mesmo absurdas que possam ser essas acepções, direito a elas. E António Rebelo concorde-se ou não com ele, tem a preeminência de escrever e assumir o que pensa.


No caso concreto todavia, penso que todos os de boa fé (não estou a acusar AR de má fé, apenas não me chega agora melhor expressão) terão alguma dificuldade em ser tão "assertivos" como o comentador em causa parece querer ser. Ler das minhas palavras que "Hugo Cristóvão dá a entender, citando Leonardo da Vinci, que tem sérias divergências com Luís Ferreira" é de uma liberdade de leitura muito ampla, ou, mais exacto, muito de acordo com o que porventura se gostaria de ler, mas não com o que está escrito.
Até porque, convenhamos, a assim ser, ou Luís Ferreira é o meu único amigo, ou é o único com quem tenho "sérias divergências".

Obviamente não é verdade. A verdade é que o quis dizer é o que se pode depreender do que escrevi: ser amigo de alguém é conhecer as suas qualidades mas também os defeitos, lembrá-lo desses defeitos, encorajá-lo a tentar se possível corrigi-los (ou no exemplo clássico que se explica aos meninos pequeninos na escola, o amigo é quem nos diz que estamos ranhosos!), mas perante outros olvidar os defeitos e enaltecer sim as qualidades.
Sem me referir a ninguém em concreto, não deixa de ser evidente que também quis dizer que quando temos a responsabilidade por exemplo, de liderar um partido político, esse ser bom amigo (ou mesmo que não se seja) passa a ser obrigação: entre muito mais, apontar em privado os defeitos, louvar em público os atributos.

divergências – é da vida e acontece a todos os que pensam sobre um qualquer tema – tenho muitas, umas pontuais, outras mais prolongadas, tanto com amigos como colegas de profissão, camaradas e adversários políticos, e mesmo com simples bloguistas, como no caso do autor que motiva estas linhas.

A verdade é que AR, com as motivações e perspectivas a que tem direito, escreve sobre muita coisa, e das partes que leio umas vezes concordo, mas provavelmente na maioria das vezes não, essencialmente pela forma como muitas vezes o faz: como se escrevesse de um pedestal de superioridade intelectual, cívica, académica, e por aí fora. Habituei-me bem jovem em muitos sítios por onde tenho passado, e de há uns anos já largos muito na política e no seio do PS, a combater essas atitudes se prejudiciais, a ignorá-las se inócuas.

É a segunda atitude que tanto em relação a AR, como a outros autores de blogues nabantinos entretanto extintos, principalmente tenho tido.
AR (que afirme-se, se apresentou em tempos à Comissão Política do PS Tomar como candidato a candidato à CMT, com primeira e quase única responsabilidade minha – e depois acusam-me outros de ditador!) escreve muitas vezes sobre o PS Tomar do qual sou o primeiro responsável; lesto a catalogar e rotular pessoas, escreve sobre os seus dirigentes, os seus autarcas, as suas estratégias, as suas motivações, não só muitas vezes distanciado da evidente realidade de um partido cuja vivência e dinâmica não conhece, mas chegando mesmo muitas vezes próximo dos limites do insulto.

Veja-se no texto que aqui abordo, por exemplo esta expressão que se refere ao PS Tomar: "porque os seus militantes, quaisquer que sejam os acidentes de percurso, não vão abandonar o seu ganha-pão, em todos os sentidos da expressão -do aspecto material ao âmbito político-eleitoral".
Além de totalmente desfasado da realidade, como o podem interpretar os 400 militantes do PS em Tomar? Os, entre CPC e Secretariado, mais de 50 dirigentes? As várias dezenas de autarcas socialistas no concelho? Insulto é o mínimo.

Que fique claro que não pretendo acudir a todos os fogos que pretendam por aí lançar, que é como dizer, não estou para responder a todos os dislates que por aí se vão dizendo por actores mais ou menos comprometidos, mas por agora se esclareçam os cegos de espírito, que aos outros basta ver:
– Os 4 socialistas (2 vereadores + 2 secretários) que estão actualmente em nome dos tomarenses e do PS, em funções renumeradas a tempo inteiro na Câmara Municipal têm profissão à qual voltar, e ao contrário de outros sabem que a política é sempre passageira;
E mesmo sabendo-o, a todo o momento lhes é recordado;
Sabem que não foram eleitos como individualidades mas como membros de uma equipa e sob a égide dos valores de um partido ao qual prestam contas, partido esse que no dia em que entender, tal como sempre foi assumido, se falharem os pressupostos acordados com o parceiro de coligação ou as condições para ser fiel tanto aos princípios políticos como para com os tomarenses, imediatamente cessa esse acordo;
O que, desenganem-se os que ficarem já a esfregar as mãos, SÓ acontecerá SE o que antes afirmei efectivamente se verificar.

E já agora entenda-se que: no Partido Socialista em Tomar há princípios e valores, há regras e Estatutos a ser cumpridos, há hierarquias e há colectivo, e há muita serenidade e confiança para continuar a acreditar nas nossas capacidades, nas nossas ideias, nos nossos projectos para o concelho, independentemente do amorfismo estabelecido, do pessimismo militante, das elites caducas, e sobretudo da opinião pública construída sobre as vontades individuais de meia dúzia.

O caminho faz-se caminhando – dizemos há muito no PS nabantino.
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segunda-feira, abril 19, 2010

Partido Socialista Português: 37º aniversário

No dia 19 de Abril de 1973, na cidade alemã de Bad Munstereifel, militantes da Acção Socialista Portuguesa idos de Portugal e de diversos núcleos no estrangeiro, reunidos em Congresso, aprovam, por 20 votos a favor e 7 contra, a transformação da ASP em Partido Socialista. Finda a votação, todos os congressistas aplaudiram de pé a deliberação. Eram 18 horas.

Fundadores:

António Macedo, Mário Soares, Tito de Morais, Francisco Ramos da Costa, Francisco Salgado Zenha, José Magalhães Godinho, Gustavo Soromenho, Raúl Rego, Joaquim Catanho de Menezes, Teófilo Carvalho dos Santos, José Ribeiro dos Santos, Vasco da Gama Fernandes, Mário Cal Brandão, Fernando Valle, Álvaro Monteiro, Albano Pina, Herculano Pires, António Carlos Campos, António Arnaut, Fernando Antunes Costa, Maria de Jesus Barroso, Arnaldo Cândido Veiga Pires, José Neves, Maria Emília Tito de Morais, Carlos José Queixinhas, Gil Francisco Ferreira Martins, Áurea Rego, Manuel da Costa Melo, Francisco Tinoco de Faria, Augusto Sá da Costa, Júlio Montalvão Machado, Manuel Belo, Luís Nunes da Ponte, Fernando Loureiro, João Sarmento Pimentel, Francisco Sarmento Pimentel, Pedro Coelho, Armando Nunes Diogo, Artur Cunha Coelho, Alfredo Barroso, Jaime Gama, José Luís Nunes, Rui Mateus, Carlos Candal, Alfredo Carvalho, Fernando Grade Silvestre, Sebastião Dantas Baracho, José Emídio Figueiredo Medeiros, Fernando Raposo, Eduardo Ralha, Carlos Torres d'Assunção, Firmino Silva, Abílio Mendes, Luís Roseira, Manuel Cabanas, Alberto Arons de Carvalho, Joaquim Lourenço Gago, Alfredo Costa Azevedo, Inácio Peres Fernandes, Paulo de Lemos, Adelino Cabral Júnior, Luís Castro Caseiro, Alberto Oliveira e Silva, António Coimbra Martins, Armando Cardoso Meireles, João Manuel Tito de Morais, Vítor Cunha Rego, Manuel Tito de Morais, Rodolfo Crespo, Dino Monteiro, Manuel António Garcia, Carlos Carvalho, Maria Carolina Tito de Morais P. de Oliveira, Augusto Pereira de Oliveira, Beatriz Cal Brandão, Joaquim Rocha e Silva, António Santos Cartaxo Júnior, Jorge Campinos, Armando Soares, Luís Gaspar da Silva, José Tiago de Oliveira, João da Costa Neves, Olindo Figueiredo, Júlio Carrapato, Fernando A. Borges, Mário Mesquita, Nuno Godinho de Matos, José Maria Roque Lino, Dieter Dellinger, Francisco Marcelo Curto, Maria Teresa Cunha Rego, Francisco Seruca Salgado, Mário Sottomayor Cardia, António Reis, Armando Bacelar, Bernardino Carmo Gomes, Liberto Cruz, Manuel Pedroso Marques, Jaime Vilhena de Andrade, José Rabaça, Lafayette Machado, Eduardo Jorge Santiago Campelo, Joaquim António Calheiros da Silveira, António Paulouro, António Neves Gonçalves, Álvaro Guerra, João Gomes, Augusto Duarte Roseira, João Lima, José Leitão, Francisco de Barros Calhapuz, Maia Cadete, Carlos Alberto Novo, António G. Pereira, Lucas do Ó.

terça-feira, abril 13, 2010

política


A minha entrevista ao jornal Cidade de Tomar de 9 de Abril pode ser lida aqui.


E o meu obrigado a todas as mensagens generosas. Na política mais ainda que na vida em geral, faz muito mais sentido o que se faz a pensar em outros.

quarta-feira, março 10, 2010

vai aí uma angústia...

"O primeiro comentarista, habitual utente deste espaço, ainda não conseguiu demonstrar uma de duas coisas:

Se acredita mesmo no que diz sobre o PS e os IPT, ou se acha que acredita alguém que não seja enviesado como ele.
Mas é natural, e nem podemos levar a mal, uma vez que não aprendeu sequer o suficiente para saber assinar o nome. É como aos alunos com necessidades especiais, precisa de ser avaliado por currículo alternativo.

Quanto à escrita do Prof. Rebelo, em concreto deste post, e em especial sobre a actuação do PS presente e futura, é uma opinião que obviamente aceito, mas é natural que em (quase) nada concordo com o que afirma.
Mas também, quem sou eu...

Já mais na óptica do PSD, acho que não está bem a ver o filme autárquico, por muito que gostasse, como alguns outros, que a partilha de gestão PSD-PS terminasse amanhã. Não está bem a ver o filme, e por muito que tenha uma opinião legítima, não deve confundi-la nem com aquilo que são os melhores interesses do concelho, nem com a opinião da maioria dos tomarenses.

Ou será que duvida de qual seja a opinião da maioria dos tomarenses sobre esta matéria?
Penso que não, da mesma forma que muitos outros também não e por isso (e por dor de cotovelo, além dos ódios e das mesquinhices, e da falta de espelho, como no caso do primeiro comentarista) andam tantos irritados. Pois, mas como diria um grande primeiro-ministro: É a vida!

Bom, a verdade é que sendo pragmático não interessa muito o que eu ou algum outro acha. A única opinião que agora interessa é a do novo presidente do PSD. Se ele entender que o PSD faz melhor ou ao menos consegue governar a câmara sozinho, ou que o faz melhor com os IPT, ou que consegue levar essa intenção por diante convencendo os seus autarcas, e que a levando os tomarenses a aprovam… Ou mesmo que não ache nada disso, mesmo que seja só porque quer, é simples, estou à espera do telefonema a desfazer o acordo.

Alguém consegue ser mais transparente e directo que isto?!
Cumprimentos positivistas :)"

Coloquei este comentário no Tomar a Dianteira de António Rebelo, mas entretanto cá por coisas minhas, entendi que o deveria igualmente aqui colocar. Sempre serve para memória futura.

sexta-feira, março 05, 2010

tapetes e atrevimentos

Ora, a junção destas duas palavras traz-me imagens de matérias que manda o bom senso, não aborde aqui no blogue...


Não, é mesmo de política que se trata. Pois o novel presidente do PSD local, José Delgado, afinal lá deu uma entrevista, na última quarta feira penso eu, à rádio Hertz. Não ouvi, mas ainda ontem durante a tarde me contactaram a fazer um pequeno relato, e o próprio mo confirmou à noite, no jantar de aniversário da Casa do Concelho de Tomar em Lisboa.
Então, na ânsia de mostrar serviço, e ruptura que parece ser coisa em voga naquele partido, o meu caro homólogo laranja lá vai dizendo que o PS anda muito atrevido e que «vai tirar o tapete ao PSD».


Eu, é sabido, não gosto de me meter em casa alheia, mas já que a grande bandeira de quem mais não sabe, são os argumentos contra o PS, vejamos bem a coisa:
Quem já tirou parte, e há-de tirar o restante do tapete ao PSD, são os cidadãos nas eleições, e certamente que não por culpa das pretensas "fragilidades" que Delgado gostaria de achar no PS.
O PS sabe bem que não ganhou a câmara, como sabe que há-de continuar a trabalhar para ganhá-la. O que não quer dizer que isso seja de alguma forma inconciliável, muito pelo contrário, por assumir compromissos e responsabilidades, e trabalhar o mais possível, guiado pelos seus ideais e programa sufragado, com diálogo com o presidente e vereadores PSD, na senda dos interesses de Tomar e dos tomarenses.


Se, contudo, o meu caro homólogo pretende que o PS termine a partilha de responsabilidades, abruptamente antes do fim do mandato, vai esperar sentado e entediado.
O PS sabe assumir e cumprir as responsabilidades que adquire e não tem duas caras. Enquanto eu tiver uma palavra a dizer será indubitavelmente assim, e eu próprio o deixei claro em Assembleia Municipal última.


Daí, não sei bem o que entende por atrevido o agora presidente do PSD. Será ele contudo, que terá de mostrar que atrevimento tem, e se não gosta de ver o PSD sujeito a negociar com o PS, ter sim a coragem de terminar com o acordo (que ele diz desconhecer mas que é público). Se for capaz.
E dizer depois a todos os cidadãos como faz para governar a câmara, sendo certo que esta precisa de maioria para conseguir efectivamente governar, para mais nas circunstâncias difíceis em que se encontra.
Será que está desejoso de correr para os braços de Pedro Marques e da renegada laranja Graça Costa, e os demais independentes associados anti partidos? Então, força. Bem, pode até ser mais corajoso, e anunciar já Pedro Marques como candidato do PSD daqui a quatro anos!


Hum, que tal? Isso é que era atrevimento. Também, fim de ciclo por fim de ciclo, era só uma questão de juntar as famílias...

quarta-feira, março 03, 2010

info institucional

O deputado socialista João Sequeira, eleito pelo distrito de Santarém, camarada e amigo, acaba de lançar a sua página pessoal onde divulga a acção política, bem como outras informações relativas, ao PS, ao Parlamento e afins.
É naturalmente uma boa forma de comunicar e estreitar o relacionamento com os cidadãos. Está de parabéns!

consultar em: http://www.joaosequeira.com/

domingo, fevereiro 28, 2010

envergonhado?!!!

Estava aqui de volta de uns textos onde a dado momento aparece a palavra vergonha, e me lembro de uma frase que ficou sem resposta na última Assembleia Municipal. A dada altura o deputado João Simões acusa o PS (e portanto acusou-me a mim, pois fora eu que usara da palavra) de usar de uma postura envergonhada (não me lembro exactamente da frase) para defender o Orçamento do Município para 2010.
Ora, ficou sem resposta e dela não precisava, se há coisa que ficou demonstrada é que no PS nabantino (e eu seguramente) dizemos o que bem entendemos dizer quando entendemos importante, sem qualquer restrição, doa a quem doer, e por mais inoportuno ou politicamente incorrecto que possa parecer.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Lucidez

Nos tempos que correm, é bom ler quem sabe pensar e diz o que pensa. "Por que não sou candidato a deputado", um artigo de opinião de Vítor Ramalho, Presidente da Federação de Setúbal do PS, a ler no Sol

"Os partidos políticos são os pilares da democracia e a base de sustentação dos governos."
"É que hoje, mais do que nunca, parece ser decisivo priorizar o combate no interior dos partidos, porque é por estes – que não haja ilusões – que o futuro se reconstruirá."