Mais logo, após as 15h, Assembleia Municipal de Tomar, como habitual com transmissão não só na rádio, mas também com som e imagem online na radio Hertz.
Hoje, além da aprovação dos Planos de Pormenor de Vila Nova e dos Pegões, o ponto principal da Ordem de Trabalhos vai para o Relatório de Contas de 2010 da CMT e também dos SMAS.
sexta-feira, abril 29, 2011
segunda-feira, abril 25, 2011
sábado, abril 23, 2011
quarta-feira, abril 20, 2011
"...nem se governam nem se deixam governar"
Ainda há dias chegaram os senhores da troika, e tomem lá, levam já com 5 dias de férias. E depois querem negociar melhores juros e condições e blá blá blá... rico exemplo!
Não chegava ser feriado na segunda, mas obviamente porque a sexta-feira "santa" é um feriado que além de justo é muito comemorado (para que não haja dúvidas estou a ser irónico), é preciso dar ainda a ponte de quinta à tarde.
Isto ainda para mais quando, comemoramos hoje precisamente o centenário da Lei da Laicidade do Estado. Algo que todos sabemos que é cumprido até à exaustão............... (estou a ser irónico outra vez)
Dizer o quê, somos portugueses pá, vivemos no país dos brandos costumes, os finlandeses e os outros que paguem os nossos luxos!
Não chegava ser feriado na segunda, mas obviamente porque a sexta-feira "santa" é um feriado que além de justo é muito comemorado (para que não haja dúvidas estou a ser irónico), é preciso dar ainda a ponte de quinta à tarde.
Isto ainda para mais quando, comemoramos hoje precisamente o centenário da Lei da Laicidade do Estado. Algo que todos sabemos que é cumprido até à exaustão............... (estou a ser irónico outra vez)
Dizer o quê, somos portugueses pá, vivemos no país dos brandos costumes, os finlandeses e os outros que paguem os nossos luxos!
"Haja respeito pelos cidadãos"
Ainda que o façam muitas vezes de forma velada nos trabalhos jornalísticos, misturando por vezes notícia com opinião (o que é muito mau!), é raro os jornalistas em Tomar assumirem de forma clara e assinada as suas opiniões o que na minha, é pena.
E por isso destaco pela positiva esta nota de José Gaio, director do jornal O Templário, sobre o desleixo e desrespeito pelos cidadãos, tão habitual por parte da Câmara Municipal, mas ainda assim raramente criticado de forma assumida por mais que um ou dois políticos ou comentadores.
Se até os jornalistas começarem mais regularmente a dar a sua opinião, pode bem ser mais um sinal que o que falta deste mandato autárquico não vai ser nada calmo. Mas com as páginas negras da história local que estão a ser escritas... estranho, muito estranho, é se for calmo.
E por isso destaco pela positiva esta nota de José Gaio, director do jornal O Templário, sobre o desleixo e desrespeito pelos cidadãos, tão habitual por parte da Câmara Municipal, mas ainda assim raramente criticado de forma assumida por mais que um ou dois políticos ou comentadores.
Se até os jornalistas começarem mais regularmente a dar a sua opinião, pode bem ser mais um sinal que o que falta deste mandato autárquico não vai ser nada calmo. Mas com as páginas negras da história local que estão a ser escritas... estranho, muito estranho, é se for calmo.
terça-feira, abril 19, 2011
é o costume...
"TOMAR - Corte da circulação na Ponte Nova sem aviso prévio leva automobilistas a ataque de nervos", noticia a rádio Hertz.
- Querem apostar que a resposta vai ser que a Câmara Municipal não sabia de nada nem tem responsabilidade nenhuma no assunto?
.
- Querem apostar que a resposta vai ser que a Câmara Municipal não sabia de nada nem tem responsabilidade nenhuma no assunto?
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Ensino Politécnico no distrito
A minha opinião, sucinta, publicada no jornal Cidade de Tomar de 15 de Abril (em conjunto com outras personalidades - não que eu seja uma!), em resposta às 3 questões colocadas:
"1 - Acha que existem vantagens com a fusão ou reorganização do IPT com o Instituto Politécnico de Santarém? 2 - Adviriam vantagens, para Tomar e concelhos onde se implanta o IPT, nos aspectos científicos, económicos ou culturais, com esta fusão ou reorganização? 3 - Será curial, no século XXI, a centralização dos Institutos Politécnicos, nas capitais de distrito, no caso dos Politécnicos do Ribatejo, em Santarém?"
Tenho para mim que um dos problemas do nosso país é um excesso de opiniões sem fundamento. Há muito a tendência de as pessoas acharem que sabem de tudo e falarem desmedidamente sem critério e responsabilidade, como se estivessem a comentar as decisões do treinador do clube de futebol.
Por outro lado, é certo que os políticos devem formular opinião sobre os mais diversos assuntos, mas precisamente com responsabilidade e coerência, argumentando e fundamentando.
Com estes cuidados, no espírito das questões formuladas digo o seguinte:
Portugal tem, como a outros níveis, também ao nível do Ensino Superior um problema de excesso e novo riquismo. Nos anos 90, deslumbrados com os dinheiros europeus e numa bacoca onda provinciana, também como forma de criar postos de trabalho bem renumerados muitas vezes a quem não tinha qualidade para tal, permitiu-se uma proliferação de instituições por tudo o que era quintal autárquico. Hoje temos uma rede de ensino superior claramente excessiva para a dimensão do nosso país e dos nossos impostos.
Essa realidade virá forçosamente a transformar-se, contraindo-se, o que ditará a fusão e provável extinção de algumas dessas instituições, o que se tem já verificado ao nível dos privados.
Dito isto, sobre os Institutos Politécnicos de Tomar e Santarém, os quais conheço com razoabilidade, as perguntas colocadas ainda que subjectivas quase se respondem a si mesmas. Se há vantagens na fusão? Em teoria sim, porque o que é maior é em princípio mais forte; Vantagens advindas da fusão, para Tomar ou outros concelhos? Em princípio é indiferente, não é o serem dois distintos ou um só agrupado que faz a diferença ao nível local; A última questão tem por base a tal guerra de capelinhas, tão responsável no nosso país por tanto disparate, e como tal não faz sentido pensar as coisas nesses termos. Até porque isso das capitais de distrito também tem os dias contados.
As questões essenciais são outras, e particularmente em relação a Tomar, a primeira grande questão é a de mudar a cultura reinante e a forma de actuação, do Município, do Politécnico, e da comunidade em geral.
O facto é que o IPT é (a par com o Hospital) o maior empregador directo do concelho de Tomar, e isoladamente o maior indirecto, contribuindo também de forma generalizada para a economia local com o consumo nas lojas, na restauração, com o aluguer de quartos – como já afirmei muitas vezes, é o maior ganha-pão do concelho.
Ora, indiferente a isto, Tomar tem, entre outros, um problema acrescido em relação à generalidade dos outros Politécnicos: a pouca interligação entre Politécnico e Município, um estar genericamente de costas voltadas claramente perceptível particularmente ao longo da última década. À boa portuguesa, gosta-se muito de chorar sobre o leite derramado, mas nada fazer previamente para o evitar. E o leite pode estar próximo de se entornar.
O futuro das instituições de Ensino Superior do nosso distrito pode ser incerto, mas com certeza que quando alterações vierem a ser introduzidas, além de outros critérios, neles estarão certamente o número de alunos, a qualidade dos cursos, a taxa de empregabilidade desses cursos.
E nessa como noutras matérias, o Município e Câmara que o gere, não pode continuar a lavar as mãos como se nada tivesse que ver com isto, não se pode por exemplo continuar a tratar os alunos como miúdos que vêem para a cidade fazer barulho e lixo, e ter discussões absolutamente ridículas, sobre se podem ou não utilizar a Praça da República ou o Cine-teatro. É que na hora de escolher uma instituição de ensino superior, a cidade onde esta está conta muito – que ofertas tem, que ambiente académico lá se vive – e por isso mesmo assistimos à generalidade dos municípios onde existe ensino superior a oferecer o melhor de si, os espaços mais nobres, apoio financeiro e logístico aos alunos, que são sempre o maior grupo de embaixadores em permanência de uma cidade; enquanto em Tomar assistimos ao empurrar cada vez mais notório dos alunos da cidade para interior do campus. Onde se vai realizar por exemplo a Semana Académica? Que actividades são promovidas em parceria de instituições locais com o IPT, que envolvam efectivamente os alunos? Que actividades promove o Município dirigidas particularmente aos alunos do IPT?
O que deve preocupar o Município e a comunidade em geral não são questões menores ou de semântica, não é se o Politécnico se chama de Tomar, Santarém ou outra coisa qualquer, o que a todos nos deve preocupar é: o que fazemos se se reduzirem ou deixarmos de ter alunos de ensino superior em Tomar?
"1 - Acha que existem vantagens com a fusão ou reorganização do IPT com o Instituto Politécnico de Santarém? 2 - Adviriam vantagens, para Tomar e concelhos onde se implanta o IPT, nos aspectos científicos, económicos ou culturais, com esta fusão ou reorganização? 3 - Será curial, no século XXI, a centralização dos Institutos Politécnicos, nas capitais de distrito, no caso dos Politécnicos do Ribatejo, em Santarém?"
Tenho para mim que um dos problemas do nosso país é um excesso de opiniões sem fundamento. Há muito a tendência de as pessoas acharem que sabem de tudo e falarem desmedidamente sem critério e responsabilidade, como se estivessem a comentar as decisões do treinador do clube de futebol.
Por outro lado, é certo que os políticos devem formular opinião sobre os mais diversos assuntos, mas precisamente com responsabilidade e coerência, argumentando e fundamentando.
Com estes cuidados, no espírito das questões formuladas digo o seguinte:
Portugal tem, como a outros níveis, também ao nível do Ensino Superior um problema de excesso e novo riquismo. Nos anos 90, deslumbrados com os dinheiros europeus e numa bacoca onda provinciana, também como forma de criar postos de trabalho bem renumerados muitas vezes a quem não tinha qualidade para tal, permitiu-se uma proliferação de instituições por tudo o que era quintal autárquico. Hoje temos uma rede de ensino superior claramente excessiva para a dimensão do nosso país e dos nossos impostos.
Essa realidade virá forçosamente a transformar-se, contraindo-se, o que ditará a fusão e provável extinção de algumas dessas instituições, o que se tem já verificado ao nível dos privados.
Dito isto, sobre os Institutos Politécnicos de Tomar e Santarém, os quais conheço com razoabilidade, as perguntas colocadas ainda que subjectivas quase se respondem a si mesmas. Se há vantagens na fusão? Em teoria sim, porque o que é maior é em princípio mais forte; Vantagens advindas da fusão, para Tomar ou outros concelhos? Em princípio é indiferente, não é o serem dois distintos ou um só agrupado que faz a diferença ao nível local; A última questão tem por base a tal guerra de capelinhas, tão responsável no nosso país por tanto disparate, e como tal não faz sentido pensar as coisas nesses termos. Até porque isso das capitais de distrito também tem os dias contados.
As questões essenciais são outras, e particularmente em relação a Tomar, a primeira grande questão é a de mudar a cultura reinante e a forma de actuação, do Município, do Politécnico, e da comunidade em geral.
O facto é que o IPT é (a par com o Hospital) o maior empregador directo do concelho de Tomar, e isoladamente o maior indirecto, contribuindo também de forma generalizada para a economia local com o consumo nas lojas, na restauração, com o aluguer de quartos – como já afirmei muitas vezes, é o maior ganha-pão do concelho.
Ora, indiferente a isto, Tomar tem, entre outros, um problema acrescido em relação à generalidade dos outros Politécnicos: a pouca interligação entre Politécnico e Município, um estar genericamente de costas voltadas claramente perceptível particularmente ao longo da última década. À boa portuguesa, gosta-se muito de chorar sobre o leite derramado, mas nada fazer previamente para o evitar. E o leite pode estar próximo de se entornar.
O futuro das instituições de Ensino Superior do nosso distrito pode ser incerto, mas com certeza que quando alterações vierem a ser introduzidas, além de outros critérios, neles estarão certamente o número de alunos, a qualidade dos cursos, a taxa de empregabilidade desses cursos.
E nessa como noutras matérias, o Município e Câmara que o gere, não pode continuar a lavar as mãos como se nada tivesse que ver com isto, não se pode por exemplo continuar a tratar os alunos como miúdos que vêem para a cidade fazer barulho e lixo, e ter discussões absolutamente ridículas, sobre se podem ou não utilizar a Praça da República ou o Cine-teatro. É que na hora de escolher uma instituição de ensino superior, a cidade onde esta está conta muito – que ofertas tem, que ambiente académico lá se vive – e por isso mesmo assistimos à generalidade dos municípios onde existe ensino superior a oferecer o melhor de si, os espaços mais nobres, apoio financeiro e logístico aos alunos, que são sempre o maior grupo de embaixadores em permanência de uma cidade; enquanto em Tomar assistimos ao empurrar cada vez mais notório dos alunos da cidade para interior do campus. Onde se vai realizar por exemplo a Semana Académica? Que actividades são promovidas em parceria de instituições locais com o IPT, que envolvam efectivamente os alunos? Que actividades promove o Município dirigidas particularmente aos alunos do IPT?
O que deve preocupar o Município e a comunidade em geral não são questões menores ou de semântica, não é se o Politécnico se chama de Tomar, Santarém ou outra coisa qualquer, o que a todos nos deve preocupar é: o que fazemos se se reduzirem ou deixarmos de ter alunos de ensino superior em Tomar?
sábado, abril 16, 2011
eles andam aí
"Mulher diz que viu crocodilo na albufeira de Castelo de Bode", noticia O Templário Online.
Não sei qual é a novidade, um colega meu do ensino superior, já há mais de dez anos jurava o mesmo. De maneira que agora que o calor aperta, quando pensarem em ir dar um mergulho, não se esqueçam das botas d'aço e do escafandro não vá algum dentuças de rabo comprido querer dar umas dentadas.
sexta-feira, abril 15, 2011
"Com Fúria e Raiva"
Com fúria e raiva acuso o demagogo
E o seu capitalismo das palavras
Pois é preciso saber que a palavra é sagrada
Que de longe muito longe um povo a trouxe
E nela pôs sua alma confiada
De longe muito longe desde o início
O homem soube de si pela palavra
E nomeou a pedra a flor a água
E tudo emergiu porque ele disse
Com fúria e raiva acuso o demagogo
Que se promove à sombra da palavra
E da palavra faz poder e jogo
E transforma as palavras em moeda
Como se fez com o trigo e com a terra
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas", aqui dedicado ao tempo que vivemos.
E o seu capitalismo das palavras
Pois é preciso saber que a palavra é sagrada
Que de longe muito longe um povo a trouxe
E nela pôs sua alma confiada
De longe muito longe desde o início
O homem soube de si pela palavra
E nomeou a pedra a flor a água
E tudo emergiu porque ele disse
Com fúria e raiva acuso o demagogo
Que se promove à sombra da palavra
E da palavra faz poder e jogo
E transforma as palavras em moeda
Como se fez com o trigo e com a terra
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas", aqui dedicado ao tempo que vivemos.
palavras, leva-as o vento
"Presidente da câmara diz ser uma vergonha famílias de etnia cigana viverem nas condições em que vivem", noticia a rádio Cidade de Tomar.
A visão, a determinação, a capacidade, o suor... que todos sabemos tem sido aplicada na resolução dos problemas. Enfim, qualquer semelhança com a realidade é, como todos sabemos, pura ficção.
"Posso imaginar-me tudo porque não sou nada", disse Fernando Pessoa, e essa sim, é uma frase que tem muito de real no espectro da nossa comunidade, e particularmente na acção dos principais responsáveis.
A visão, a determinação, a capacidade, o suor... que todos sabemos tem sido aplicada na resolução dos problemas. Enfim, qualquer semelhança com a realidade é, como todos sabemos, pura ficção.
"Posso imaginar-me tudo porque não sou nada", disse Fernando Pessoa, e essa sim, é uma frase que tem muito de real no espectro da nossa comunidade, e particularmente na acção dos principais responsáveis.
quinta-feira, abril 14, 2011
razão, essa coisa tão mal distribuída
Defendêmo-la em campanha, apresentámo-la na última reunião da Assembleia Municipal. O PSD (e outros), como de costume, assobiou para o lado e gozou com a ideia: - que vivemos numa cidade, que ninguém está interessado, que são ideias infantis, entre outros disparates de quem não tem ideias nem reflete nas dos outros.
E no entanto, depois de outros, não é que também o Município de Santarém, gerido pelo PSD de Moita Flores vai implementar o mesmo?!
"Câmara cria hortas sociais em Santarém", noticia O Mirante Online
E no entanto, depois de outros, não é que também o Município de Santarém, gerido pelo PSD de Moita Flores vai implementar o mesmo?!
"Câmara cria hortas sociais em Santarém", noticia O Mirante Online
terça-feira, abril 12, 2011
escapadinha
domingo, abril 10, 2011
mais uma máscara que caiu
Mais cedo ou mais tarde, acontece sempre a quem a usa.Normalmente assumindo-se de esquerda, embora na campanha das presidenciais tenha afirmado ser também de direita, o que é logo revelador, o grande independente Fernando Nobre foi hoje apresentado como cabeça de lista do PSD por Lisboa, sabendo-se que exigiu ser candidato ainda à presidência da Assembleia da República.
Ele que ainda em 20 de Fevereiro no seu Facebook afirmou: "GARANTO-VOS, EXCLUÍ A MINHA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA, NEM COMO INDEPENDENTE, NO ÂMBITO DOS PARTIDOS EXISTENTES, NEM EM ACTUAIS OU FUTUROS GOVERNOS PARTIDÁRIOS" - e até escreveu assim, em maiúsculas para vincar melhor!
E depois ficam alguns muito chateados quando eu digo que ninguém é independente...
Seja como for, neste caso de Nobre, só pode mesmo causar estranheza a quem andasse distraído ou não usasse o intelecto para o exercício de reflexão. A campanha de Nobre às presidenciais foi, essencialmente por via das suas intervenções, a mais demagógica e vazia de conteúdo, mostrando alguém sem estrutura ideológica, muitas vezes provinciano e, de lamentar ainda mais no caso do Presidente da AMI, ultrapassando muitas vezes os limites da hipocrisia - ou seja, aqui concordo com o aquilo que hoje afirmou o BE, uma enorme fraude política.
Em todo o caso, o PSD de Passos e Relvas faz-me lembrar um daqueles filmes de cowboys cómicos antigos em que as personagens passavam o tempo a acertar neles próprios. Este quer-me cá parecer que vai ser mais um tiro certeiro...
sexta-feira, abril 08, 2011
info cultural
Hoje à noite no cine-teatro, os bons embaixadores nabantinos Quinta do Bill, fazem apresentação do seu novo disco. (http://osamigosdaquinta.blogspot.com/)
Não faço ideia se ainda há bilhetes, mas custam 11euros com oferta de CD.
Obviamente, vale a pena.
Não faço ideia se ainda há bilhetes, mas custam 11euros com oferta de CD.
Obviamente, vale a pena.
quinta-feira, abril 07, 2011
autarquias que inovam
A newsletter da Câmara e Município de Lisboa http://anossalisboa.cm-lisboa.pt/index.php?id=1852
Em Tomar, ao contrário, qual Município rico, continua a apostar-se num modelo arcaico e muito dispendioso (ainda que a qualidade gráfica, e só gráfica, do boletim em si não esteja em causa), sem medição de resultados, numa teimosia característica de quem governa a autarquia, teimosia essa absolutamente inconsequente.
Ainda recentemente a CMT aprovou mais uma avença (ou a renovação da existente mas com outro nome) de 40.000€ para um ano, para ter um técnico externo a fazer pouco mais que trabalhar para o boletim. Fora todos os outros recursos humanos e demais custos.
Em Tomar, ao contrário, qual Município rico, continua a apostar-se num modelo arcaico e muito dispendioso (ainda que a qualidade gráfica, e só gráfica, do boletim em si não esteja em causa), sem medição de resultados, numa teimosia característica de quem governa a autarquia, teimosia essa absolutamente inconsequente.
Ainda recentemente a CMT aprovou mais uma avença (ou a renovação da existente mas com outro nome) de 40.000€ para um ano, para ter um técnico externo a fazer pouco mais que trabalhar para o boletim. Fora todos os outros recursos humanos e demais custos.
autarquias que inovam
ABRANTES - Câmara disponibiliza Portal para as Freguesias, noticia a rádio Hertz
(este tinha ficado esquecido no backoffice do algures aqui)
(este tinha ficado esquecido no backoffice do algures aqui)
terça-feira, abril 05, 2011
comediantes
Eu tenho andado nas últimas semanas muito fora das notícias e completamente abstraído da realidade local, mas agora a fazer um round rápido dei com esta que ainda estou a tentar descodificar:
"Concelhia do PSD vai reunir com Corvêlo e pode «aconselhar» à renúncia do cargo", noticia a rádio Hertz.
Portanto, o PSD vai AGORA "aconselhar" Corvêlo a fazer aquilo que desde 2009 todos sabemos que vai acontecer. Que pandêgos!
Diz ainda a notícia que esse "encontro irá basear-se na análise de recentes acontecimentos no concelho".
Hum, "recentes acontecimentos"... Acreditem que estou mesmo em branco, tenho estado aqui a puxar pela cabeça e não consigo honestamente perceber o que seja - incapacidade, descoordenação, ausência de liderança, abstração da realidade, nada disso é novidade.
A única novidade que me ocorre relacionada com o Município em bem mais de um mês, foi ao fim de mais 4 anos terem retirado o senhor que ocupava as casas de banho...
Querem ver que foi isso que chateou a direcção do PSD?!
"Concelhia do PSD vai reunir com Corvêlo e pode «aconselhar» à renúncia do cargo", noticia a rádio Hertz.
Portanto, o PSD vai AGORA "aconselhar" Corvêlo a fazer aquilo que desde 2009 todos sabemos que vai acontecer. Que pandêgos!
Diz ainda a notícia que esse "encontro irá basear-se na análise de recentes acontecimentos no concelho".
Hum, "recentes acontecimentos"... Acreditem que estou mesmo em branco, tenho estado aqui a puxar pela cabeça e não consigo honestamente perceber o que seja - incapacidade, descoordenação, ausência de liderança, abstração da realidade, nada disso é novidade.
A única novidade que me ocorre relacionada com o Município em bem mais de um mês, foi ao fim de mais 4 anos terem retirado o senhor que ocupava as casas de banho...
Querem ver que foi isso que chateou a direcção do PSD?!
sábado, abril 02, 2011
horas a mais
Tal como como nesta versão jazz de um dos hinos da minha adolescência, Creep dos Radiohed, estou a precisar de diminuir as rotações...
E agora vou para Tomar, que hoje é sábado e na Freixianda além do sino da Igreja, não se houve mais nada.
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