sábado, março 31, 2007

algures à pressa.

Pois, de facto parece que não vai havendo jeito de que a assumida irregularidade de escrita neste blogue volte a ser um pouco menor.
Muitos assuntos têm acontecido me mereciam comentário, mas o pouco tempo e alguma falta de vontade para enfrentar o computador fora das obrigações porfissionais têm-me afastado.
De qualquer forma, uma manhã de sábado cinzento e chuvoso dão-me finalmente algumas horas de fruição do lar, que aproveito também para uma rápida passagem de olhos pelos jornais e pelos blogues, até chegar a este espaço algures que tão pouco acarinhado tem sido nos últimos tempos, e que não vai melhorar nos próximos.
Também, o que dizer a coisas estranhas como o Cartaz do PNR ou o "melhor português de sempre"? Ou a coisas mais locais como um certo comunicado da Acitofefa, ou como comentar o tanto que por aí se faz é que é o dizer que se disse ou que se fez ou que se vai fazer, quando o próprio seja quem for disso nada sabe?
Não, o melhor é, usando as palavras de um ex-candidato a autarca local, mais vale ficar calado que pode ser que me percebam melhor.

E como não me apetece mesmo escrever mais, aqui fica uma entrevista minha que é mais ou menos parecida com o que respondi às perguntas do jornalista.

(Es)culturas...

Aqui como lá fora, há mais ou menos tempo, encontra-se por aí arte de "leituras" muito diferentes, assim ao jeito do segredo da estátua do Gualdim Pais...
algures numa igreja portuguesa

Cracóvia, Polónia

Padre como nós

Do Arquivo Nacional da Torre do Tombo
SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO
(Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7)

"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas, da própria mãe teve dois filhos. Total: duzentos e noventa e nove, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres".
[agora vem o melhor:]
"El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezassete dias do mês de Março de 1487, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo".

pertinente contribuição do Bernardo Neves

quarta-feira, março 28, 2007

algures de São Paulo

Achei que este comentário ao post onde coloco o texto que escrevi para o aniversário do jornal Cidade de Tomar, sobre os ganhos e perdas de Tomar, merecia ser colocado aqui em primeira página.
O seu autor, José Júlio Lopes é um empresário tomarense bem conhecido, agora radicado em São Paulo, a quem além do mais agradeço este, e outros comentários e sugestões que tem feito.


"Hugo
Li com atenção este texto, correcto mas com alguns "acrescentos".
Tomar foi uma cidade pioneira e de pioneiros, na industria do papel, da fiação, das madeiras e até da electricidade pois enquanto outras andavam no "acetileno" já a central do Mendes Godinho com a sua localização na Levada fornecia electricidade a toda a "cidade velha", era no antigo regime um das cidades mais industrializadas do distrito.
Quando outros empresários da altura se aperceberam deste facto houve muitas empresas a querer migrar para Tomar, nessa altura um "arranjo" entre os politicos e "empresários" impediu a instalação dessas empresas com o argumentos que as mesmas iriam inflaccionar o mercado de trabalho local, quando se estava a remediar este erro apareceu a Revolução, as empresas foram intrevencionadas, os empresários saíram a coisa foi andando, quando voltaram aproveitaram os "quadros de apoio" mas fruto de uma perda anterior não voltaram a investir, os politicos voltaram a estar em conluio, e a cidade foi morrendo, Tomar tem dos melhores empresários que conheço, fora de Tomar, estão por todo o mundo, menos em Tomar, porque enquanto a mesquinhez da cidade os tributar, não voltarão, paz á sua alma, (não deles mas da Cidade)
São Paulo 26/03/2007
José Júlio Lopes"

quarta-feira, março 21, 2007

As novas bancadas...

... do campo sintéctico de Tomar, ex-estádio municipal.


pertinente contribuição do José Vitorino

domingo, março 18, 2007

Auschwitz-Birkenau

Quando se elegem as novas 7 maravilhas do mundo, deveríamos também eleger os piores locais.
Este seria certamente o primeiro. E não se pode ler em qualquer papel ou ver em qualquer filme o que se sente e descobre neste espaço. É apenas arrepiante.


'Arbeit Macht Frei' - O Trabalho Liberta-te
escrito no portão de entrada do campo de concentração (matadouro sem eufemismos), exemplo da grande aposta dos nazis na propaganda.

O pátio dos fuzilamentos para os presos políticos (não judeus, pois com esses normalmente não se gastavam balas), depois de "julgados" no edíficio ao lado. A parede tem um revestimento especial para silenciar as balas. Nem sempre o veredicto era fuzilamento, mas sempre era a morte. Por todo o campo encontramos várias sádicas formas de levar alguém a ela.

Tudo era aproveitado e despachado para vários fins. Do que ficou dos últimos dias antes da chegada dos soviéticos, e que os nazis não haviam ainda despachado e não tiveram tempo de destruir, sobram entre muitas outras coisas, por exemplo 80000 pares de sapatos e 2 toneladas de cabelo. Repito, SÓ dos últimos dias. Se estão intrigados com o que faziam ao cabelo... tapetes.

Neste crematório, o único que sobrou, eram gaseados numa pequena sala com aparência de balneário (a água nunca chegou a ser ligada aos duches) 700 judeus à vez e posteriormente queimados, não sem antes lhes ser retirado o que ainda possuissem de útil (cabelo, dentes de ouro, próteses de várias espécies,...)
Na fase mais "aperfeiçoada", o gás utilizado demorava meia hora a alcançar o efeito desejado. E chegou a esta fase depois de sucessivas tentativas de melhoramento da fórmula, sendo que no início as pessoas demoravam dias a morrer ('enlatados' na tal sala). Muitos eram queimados ainda vivos.

Esta é a entrada de comboio para o campo de Birkenau, ou Auschwitz 2. Aqui chegavam comboios atulhados de judeus de todas as partes da Europa e da bacia do Mediterrâneo. De alguns países, derivado à campanha nazi, os judeus vinham livremente pagando o seu bilhete, por acreditarem que vinham para uma nova terra prometida.

O campo de Birkenau, todo em madeira e incendiado pelos nazis em fuga, foi construido propositadamente a poucos quilómetros de Auschwitz, por este já não ter capacidade de acolhimento e de mais rápida matança. Nos crematórios deste novo campo eram gaseadas 2000 pessoas de cada vez.
Na foto que abrange apenas uma porção da zona norte do campo, podemos ter uma ideia do que seria a sua dimensão se verificarmos que cada chaminé pertencia a uma barraca.

Em cada uma das barracas de madeira, contruidas por base em estábulos alemães, dormiam entaladados cerca de 400 judeus. A maioria era morta à chegada e não chegaria a usar estas instalações. Eram poupados apenas aqueles que tivessem à chegada condições para trabalhar (nos campos e nas fábricas das redondezas). Destes, a maioria morreria nos primeiros dias. Os poucos 'mais felizes', aguentavam em média três meses.


Nenhuma destas fotos ou do que escrevi, pode realmente descrever o que sentimos no local.

Perdas e ganhos de Tomar nas últimas décadas.

Texto integrado no suplemento de aniversário do jornal Cidade de Tomar e ao tema em epígrafe dedicado, publicado a 16 do corrente.

Para falar sobre as perdas e ganhos de Tomar nos últimos anos poderei invocar com maior propriedade as últimas três décadas, ou o período pós vinte cinco de Abril, que de alguma forma corresponde com o meu tempo de vida.
A Democracia trouxe a Tomar naturalmente, como no resto da região e do país em especial depois da entrada na Comunidade Europeia, desenvolvimentos importantes com especial enfoque na área das infra-estruturas. Estradas, água canalizada, electricidade para todos, melhores escolas, melhores e novos serviços públicos como a Biblioteca e as Piscinas. Aqui de facto Tomar acompanhou o evoluir normal da maioria dos concelhos, além de termos conseguindo ainda o Instituto Politécnico, e o complexo e polémico Hospital.
Mas em quase tudo o resto perdemos. Exemplo flagrante são as acessibilidades às vias nacionais: a A1 passou longe, a A23 também, e isso é irreparável por muito que agora se possa atenuar.
Muito por isto, mas também por culpa das sucessivas câmaras, Tomar perdeu capacidade económica. As três ou quatro grandes empresas que sustentavam Tomar inevitavelmente pereceram e o problema é que não foram substituídas, nem tem havido esforços de cativar outras. E não se diga que isso não é responsabilidade da autarquia, porque basta ver o que acontece à nossa volta.
Tomar e os tomarenses que sempre estiveram habituados a ter tudo e a liderar, não souberam enfrentar uma nova realidade em que é preciso correr atrás do sucesso.
O tempo em que em toda a região era preciso vir a Tomar para tratar do que fosse, o tempo em que até Santarém capital do distrito era ofuscada por nós, o tempo em que era um acontecimento para um abrantino ou um torrejano vir a Tomar, passou.
Depois, o que se tem feito realmente novo? Quantos jardins, a ligação ao rio, capacidade hoteleira, novas ofertas turísticas, novas formas de aproveitar e potencializar a riqueza associativa? Quantas indústrias, empresas, o que tem de significativo a nossa zona industrial? Habitação social ou a custos controlados, o que existe no pós “Nabância”? O que tem Tomar verdadeiramente novo e que nos distinga dos outros, que não tivesse há trinta anos?
Por isso, no resumo penso que o que se poderá dizer de Tomar é que claro, estamos melhor em certas comodidades e aspectos da vida diária, como todo o país está, mas na proporção com o restante da região perdemos protagonismo e liderança, e se em alguns casos estamos a par, em muitos estamos mesmo já atrás.
Há fundamentalmente um problema que a todos os outros arrasta: falta de desenvolvimento económico, captação de investimento, criação de riqueza. Sem isso não haverá fixação em Tomar, não haverá poder de compra para o comércio, não haverá apoio à cultura, ao desporto, à solidariedade e apoio social e a muitas outras áreas que hoje se entendem imprescindíveis.
Somos efectivamente pouco empreendedores, e também é verdade que muitas vezes se complica demasiado a vida aos que o querem ser. Temos enormes potenciais mas pouco os temos sabido aproveitar – na cultura, na paisagem, no associativismo, na história, na localização geográfica. Outros têm inventado do nada o que a nós já tendo bastava rentabilizar.
Mas somos também demasiado bairristas em assuntos que o não merecem, e ao mesmo tempo pouco preocupados com o que nos acontece de verdadeiramente importante. Os tomarenses são, com tristeza o digo, uma comunidade resignada e adormecida, embevecida por títulos antigos e habituada a deixar nas mãos de dois ou três a condução dos seus destinos.
E assim, só continuaremos a perder, por muito que a alguns custe abrir os olhos.

Com sinceros votos de Parabéns ao jornal Cidade de Tomar,
Com desejos que ajude, na sua missão de informar a contrariar o estado das coisas que antes descrevi,

quarta-feira, março 14, 2007

E por falar em mercados...

O que é um dos pontos centrais de Zacopane, "capital de Inverno" da Polónia?
Pois, um mercado.


E já agora, o que é aquilo ali bem no centro da principal praça de Cracóvia, 2ª cidade e ex-capital da Polónia?
Hum, uma catedral, a câmara municipal, um centro comercial?...
Não me digam que é... um mercado!




Mercado&Mercador

Acabou esta quarta-feira o período de Discussão Pública do “Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado” integrado no Programa Polis, e largas centenas foram as propostas entradas.
O assunto agita a comunidade e não é para menos. Em causa está a destruição de um espaço que é marca de Identidade, centro de Vivência Social, garante económico de muitas famílias, e um bom sentir do concelho que somos.

Como em qualquer terra desenvolvida, o Mercado é um espaço central, de fácil acesso, onde os da cidade podem ir a pé, que chama residentes e atrai turistas. O nosso foi além disso referência e pólo centralizador de uma região. Hoje está muito degradado, e vai sendo ultrapassado por novos, melhores e maiores mercados de outros concelhos (e sim caro Ivo Santos, nós falámos com as pessoas) mas o ter-se deixado (intencionalmente?) chegar a este ponto não pode ser desculpa para simplesmente deitar abaixo. A culpa não é de quem lá vende nem de quem lá compra.
Depois a propaganda é o que é, criam-se imagens, criam-se necessidades, criam-se ideias bonitas que tentam convencer as pessoas. Como utilizar o exemplo do Fórum de Aveiro para dar a ideia de que o que aqui se quer fazer é algo semelhante. Cada vez mais me convenço que a maioria dos que nisso falam nem sequer já visitou o espaço.
Ó senhores, nem em Aveiro o Fórum de dois andares tem nada a ver com o mamarracho de cinco que se quer cravar em Tomar, nem Tomar tem semelhanças com Aveiro que tem o dobro da população, cinco ou seis vezes mais que os estudantes universitários aqui, e a liderança e centralidade da região, bem ao contrário de Tomar que embora alguns não o queiram ver, há muito que não lidera nada.
Outras estratégias são o lançar de ideias que apontam à desmobilização e resignação, como a de criar o boato que “o mercado até já está vendido”. No contacto que tivemos com vendedores e compradores, muitos mostraram acreditar nisso, como se efectivamente Tomar fosse feudo de alguém que põe e dispõe, que compra e vende como se fosse seu sem disso prestar contas. Às vezes eu próprio dou por mim a admitir isso…
E por fim, o ardiloso argumento de que não se quer destruir o mercado mas sim renová-lo. “A construção de um novo mercado ao lado do actual” realçou António Paiva neste mesmo jornal, só depois falando da pomposa ideia do fórum, acrescentando agora um novo e bem representativo dado: “…pode até ter habitação”!
O mesmo engenho se usa no caso da ponte, em que se diz até concordar com a de São Lourenço, que até está no Plano, mas que a do Flecheiro é prioritária. Ponte que cada vez mais se prova que não serve para resolver qualquer problema de trânsito (pelo contrário) mas para valorizar, viabilizar, a apetência de um qualquer investidor naquele apetitoso terreno junto ao rio.
Imaginemos por momentos que tudo isto se faz, e até é bem sucedido. Vislumbra-se o acréscimo de tráfego no centro da cidade? E o novo mercadito e o gigante centro comercial podem coexistir? Está-se mesmo a ver a dona Maria com o saco dos nabos e do peixe a entrar na Zara para ver os saldos, enquanto o marido a espera à porta no tractor a comer umas pipocas…
E algum investidor vem meter dinheiro num centro comercial destas dimensões, sem garantir que lá dentro esteja um hipermercado? Há de facto quem julgue que as pessoas não pensam. Há quem ache que o povo é estúpido, há quem ache que o povo é imbecil!
O movimento iniciado com tanta adesão contra a destruição do Mercado, levou mesmo alguns do PSD (nem todos, também há e muitos que percebem o erro) a iniciar um contra-movimento onde se pede às pessoas que assinem algo que apela à renovação do Mercado. Claro, até eu assino, mas renovar NÃO é destruir!
Ó gente abri os olhos! Não está em causa remodelação nenhuma! O que se quer é deitar, por puro interesse imobiliário o Mercado abaixo, tendo-se entretanto inventado esse argumento para a confusão, que se vai fazer ao lado outro embora mais pequeno. Mas isto faz algum sentido?
Que fique claro, nem eu nem o PS somos contra um centro comercial, mas não há qualquer necessidade de sacrificar o Mercado, assim como a vivência do centro da nossa cidade a esse espaço privado. Seria um enorme erro com graves consequências mais tarde.
Será que somos assim tão inteligentes que quando à nossa volta constroem melhores e maiores mercados, Tomar destrua a seu, para ficar com o mais pequeno da região, se ficar com alguma coisa? Ou será que vamos ter aqui um novo parque de Campismo, um novo Cine-esplanada? Destrói agora e qualquer dia logo se vê!
TODOS SOMOS TOMAR. E todos temos uma palavra a dizer. Muitos foram os que se mobilizaram nos últimos dias, muitos foram os que transmitiram o seu profundo descontentamento. Muitos infelizmente, mostraram também o medo e a frustração. Há muito medo em Tomar, medo de represálias, medo de consequências por se assumir e se lutar por uma opinião. Isto é Tomar.
Há muita resignação, muito “ele faz o que quer”. É mesmo assim tomarenses? Vamos deixar mais uma vez que a teimosia de um e a complacência de alguns outros, leve mais um pouco da nossa terra? É verdade o que dizem de nós, uma comunidade apática e “serenazinha”?
Caro António Paiva, caros dirigentes do PSD, é natural que se queira deixar marca num momento que se diz ser já prenúncio de partida, mas depois do que se fez ao parque de campismo, ao cine-esplanada; as polémicas, caras e como se vê ineficazes obras dos parques de estacionamento atrás da Câmara e sob o Pavilhão, a rotunda cibernética, as lombas, querem ficar lembrados em memória última como aqueles que mataram o Mercado em Tomar?
Eu quero acreditar que não.

artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 9 de Março

algures na Polónia

Pois é, voltei.
Do frio algo sujo e ainda a descobrir a Europa, da Polónia.




É natural que queiramos sempre melhor, e que nos comparemos a quem está melhor, mas devíamos também lembrar de que há sempre alguém pior, e que no mundo nós somos mesmo do topo da pirâmide.
Este para nós banalíssimo era o segundo ou terceiro prato mais caro deste restaurante algures numa aldeia perdida no sul da Polónia. Custava em euros qualquer coisa como 5. (na Polónia a moeda é o Zlote)
E um polaco normal vê um prato destes muito poucas vezes por ano. (claro que eles também não sabem bem o que é comida a sério...)

domingo, março 04, 2007

Para terra de holocaustos...

Ausente nos próximos dias, este espaço algures vai manter ainda com mais premência uma das suas premissas: "onde algures sem periodicidade certa se desabafa", assim como também não deverá haver aprovação de comentários.
Para onde vou não conto ter acesso à internet, e com um pouco de sorte muito pouca rede.

Quero ver ao menos se quando chegar Tomar ainda tem o Mercado de pé...
Fiquem bem.

quinta-feira, março 01, 2007

Deitar o Mercado abaixo?!

Até dia 7 de Março podem ser entregues as sugestões para o Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado na Casa Vieira Guimarães à entrada da Corredoura.
Cada proposta conta.
O documento abaixo tem já proposta de sugestões, mas pode escrever as que entender, o que importa é que participe numa discussão que a todos os tomarenses importa.
As minhas opiniões sobre esta matéria andam por aí nos arquivos algures, e também aqui.



A participação está a ser grande, e não está a ser dado comprovativo de entrega ao contrário do que é de Lei, mas ainda assim aconselha-se os responsáveis do Polis a não perder nenhum papel...
Poderia ser grave.