quinta-feira, junho 29, 2006

Antoine de Saint-Exupêry

Hoje, há 106 anos atrás, nasceu um grande pensador, combatente, Homem Livre, e que deu ao mundo uma das maiores obras primas da Humanidade, disfarçada num sorriso loiro de criança: O Principezinho

"O essencial, é invisí­vel para os olhos"



E que tal relê-lo hoje?

terça-feira, junho 27, 2006

Pormemores que (me) escapam

Na Assembleia Municipal de Tomar falou-se ontem muito de novas tecnologias. Ora há pormenores muito curiosos nesta matéria, é que a autarquia que não tem página na internet mas agora se lembrou (sabe-se lá porquê) que a robótica é que é o novo paradigma para Tomar, devia acertar primeiro pormenores mais simples, daqueles que ninguém repara.
Como este: a A.M. tem um relógio/cronómetro para medir as intervenções dos vários partidos e da própria Câmara. Ora, não é que dos seis há um que anda mais devagar em cerca de metade do tempo, e não é que, coincidência das coincidências, é exactamente o cronómetro do tempo para as intervenções da Câmara, que é como quem diz, do Presidente Paiva?
Pormenores ou não, ter um relógio a contar 1 minuto, enquanto outro conta apenas 30 segundos, no total da Assembleia dá uma certa diferença não?
E como a situação se mantém há algum tempo, pode ser que agora que falei nisso, assim por acaso, para a próxima a coisa esteja resolvida...

Desculpe ?!...

"... e se os meus filhos não tiverem aulas de informática e robótica não serão cidadãos do mundo, apenas de Tomar."
Sandra Mata, Assembleia Municpal de Tomar, 26.6.06

Como eu não sei comentar esta afirmação, aceito sugestões.

Para o Fernando Santos.

Em resposta ao comentário ao post "Óculos de cabedal II", e a quem interessar.

Caro Fernando,
Em primeiro lugar o âmbito deste blogue está bem expresso no topo do mesmo. É exclusivamente pessoal.
Sabe, porque me conhece ao menos um pouco, que não tenho qualquer pejo em exprimir as minhas opiniões, sobre e quando entenda útil, e sem receio de estas serem muitas vezes impopulares ou de difícil "digestão". O que me aflige são os que calam.
Segundo, o argumento que usa da associação deste blogue com a página do PS Tomar é, desculpe-me, absurdo. Nesta página tenho links para muitas outras páginas, algumas de reconhecidas personalidades, e de vários quadrantes polí­ticos e da vida social. Estarão também elas obrigadas por o que quer que aqui eu escreva?
Terceiro, não confunda "democracia musculada" com o exercí­cio mí­nimo de regras. Para mim não há Liberdade sem regras, e aqui elas existem. Se não deixo passar alguns comentários, é por entender que são eticamente reprováveis, ou que atingem de forma menos correcta terceiros, ou porque simplesmente são maldosos, não identificados, com o único fim de destruir. O que não impede que me divirta à brava a lê-los. De qualquer forma, aqueles que aqui gostariam que eu publicasse todos os disparates que muitas vezes escrevem, têm uma solução muito fácil, criar a sua própria página e lá dizerem o que bem entenderem. Os blogues são a expressão absoluta da democratização do espaço virtual. No que tem de bom, e no que tem de mau.

"A Liberdade sem virtudes nem sabedoria é o maior de todos os males." - Edmund Burkes

Depois Fernando, acho que não percebeu bem o que eu queria dizer no referido texto. De qualquer forma, é bem vindo a este espaço, e se passa por cá de vez em quando, saberá que não tenho qualquer problema com quem defende ideias diferentes das minhas, pelo contrário. Estimo quem defende ideias, e de forma alguma ao contrário de outros, tenho rancor ou ódio por quem não está do meu lado. É da discussão que nasce a sabedoria, é a discutir, ordeira e com mútuo respeito, que evoluí­mos e trilhamos novos e melhores caminhos.
Pena é que nem todos aceitem esta filosofia de vida, e que para alguns, quem está mesmo que ocasionalmente, numa posição contrária, seja visto como inimigo e alvo a destruir.

Todos nos esquecemos do essencial: tudo é uma passagem, tudo é efémero, e no todo, todos contamos tão pouco, todos somos tão pequenos.

segunda-feira, junho 26, 2006

Nem mais.

"O que me preocupa não é o grito dos maus.
É o silêncio dos bons."
Martin Luther King

domingo, junho 25, 2006

Centro Comercial de ar livre

É um conceito que não inventei certamente, mas que há muito defendo, e que foi aliás vertido no programa do PS Tomar às últimas autárquicas, para o centro histórico de Tomar - cidade velha, como eu gosto de chamar.
Soube há dias que Abrantes já publicitou e se prepara para avançar com esse conceito para o seu, já muito mais dinâmico que o nosso, centro histórico.
Fiquei feliz. É sinal que a ideia é boa, e Abrantes está de parabéns.

Tomar... bom, em Tomar, vamos vendo as nuvens passar.
E o investimento, e o desenvolvimento, e os turistas, e o comércio, e as pessoas...
Naturalmente que, um pouco na linha do post anterior, não são apenas os polí­ticos, ou a autarquia neste caso, que tem a culpa. Todos, e no caso da cidade velha, os comerciantes muito em particular, têm a sua quota parte.
Bem, seja como for, é notório que depois da importante, nada polémica, bem planeada e pouco despendiosa, construção do parque de estacionamento atrás da Cãmara, a situação no centro histórico melhorou muito!...
Certamente um dos hits do reinado Paiva.

Óculos de cabedal II

Sobre o outro post com este nome, e os porquês do marasmo nabantino, conversava com um amigo.
Afinal porque estaremos assim, parados no tempo, a construir obras inúteis e dispendiosas, e a deixar fugir oportunidades?
E como enquadrar isto na tese que eu sempre defendo, que a culpa não é exclusivamente, ou mesmo não é maioritariamente dos políticos? Afinal alguém os elege, e muitas vezes reelege.
Logo, será que este problema tomarense é de toda uma comunidade, andará esta comunidade na sua maioria, de óculos de cabedal ao rosto?
A tese desse amigo é que a maioria das pessoas não está preocupada, não quer saber.
Pois eu acho, que a maioria de facto não se apercebe. A maioria de facto acha, que Tomar é uma das sete maravilhas do mundo, ou então, está presa ao sentimento enraizado ao longo de décadas, que em Tomar não é preciso ser empreendedor, que em Tomar somos tão bons, que os outros vêm até nós. Em Tomar não temos que fazer pela vida, porque só o facto de cá vivermos habilita-nos para o necessário. Essencialmente, vive ainda enraizada, exponenciada por esse alargar a toda a sociedade, o sentimento profundo e latente, de que alguém vai decidir por nós. Que cabe a alguém, a dois ou três iluminados e predestinados, a condução dos nossos destinos.
Afinal, foi de facto assim durante muito tempo em Tomar. Três ou quatro empresários dominavam toda a economia, três ou quatro pessoas dominavam toda a sociedade, e ninguém tinha que pensar, fazer ou lutar, apenas seguir e não discutir.
E por cá a letargia é tão grande, e tão contagiante, que os poucos que lutam para mostrar a diferente realidade não conseguem sequer ter espaço de manobra, qual formiga debaixo de um elefante.

quinta-feira, junho 22, 2006

Em Tomar sinto falta...

Semana passada, quarta à noite véspera de feriado, fui jantar às festas de Abrantes, a convite de uma associação local que teve uma tasquinha na dita festa.
E por entre a conversa, um importante responsável do associativismo no distrito, que é de Abrantes mas há algum tempo mora no concelho de Tomar, partilhava connosco:"Em Tomar sinto falta de algumas coisas, por exemplo, festas do concelho, que mais não seja ajudam a criar uma identidade" (e a aproximar as pessoas, e a ajudar as associações, e a promover o concelho e o turismo, digo eu).
Quando são os outros que dizem estas coisas é porque a coisa está a ficar grave.
E de facto, aí­ está uma coisa à qual de facto não tinha ainda prestado atenção: - devemos, também, ser no distrito o único concelho sem festas do dito, propriamente.
E não me digam que são os Tabuleiros ou a festa da cerveja, que isso é mais uma vez falar de boca cheia e olhos tapados!

quarta-feira, junho 21, 2006

"Tomar está a ser ultrapassada por Abrantes, por Torres Novas. O que era Torres Novas ao pé de Tomar?"
João Salvador, ao Mirante, pág.23, hoje.

terça-feira, junho 20, 2006

A vigília...

... decorrida ontem em frente ao Hospital pela defesa do mesmo e em concreto dos serviços de pediatria deixa-me essencialmente duas notas:

Em primeiro lugar uma nota positiva para a mobilização dos tomarenses, em que, ainda que não tendo sido propriamente uma enchente, se conseguiu uma boa moldura humana, numa noite que até estava fria, e que se aguentou firme praticamente atá à meia-noite, mostrando que afinal os tomarenses ainda são capazes de se manifestar pelas suas causas.

Uma segunda nota, esta não tão positiva para aqueles que tendo os mesmos deveres e direitos de qualquer cidadão, têm depois o acréscimo da responsabilidade polí­tica pelos cargos que ocupam. É que, se ao cidadão comum, estas são boas formas de manifestar as suas opiniões, aos responsáveis políticos, não só estão disponí­veis outros meios, como se exige que o façam primeiramente nos locais próprios, porque em caso contrário correm o risco de parecer menos sérios.
Ora, certo é que ontem estiveram muitos responsáveis polí­ticos locais, que nos locais nos quais exercem obrigações polí­ticas mandatados pelos cidadãos, como a Assembleia Municipal e a Câmara por exemplo, não têm mostrado preocupação pela situação do hospital. Lembro que só o PS já tomou publicamente e também nos locais próprios, posição sobre o assunto.
No entanto ontem, apareceram colados ao movimento originado e bem, na sociedade civil, como se, como qualquer outro, não tivessem essas obrigações suplementares,
Ao menos o executivo PSD da Câmara foi coerente. Mostrou o quanto está interessado no caso: não apareceu ninguém.

e sobre isto relembro ainda um meu comentário de 22 de Abril:

"Algo estranho se passa...
... com alguns partidos tomarenses (além dos ditos como independentes)

"[...] A mais discutida [das moções em Assembleia Municipal] foi o pedido de demissão ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, apresentada pelo PS. Esta proposta acabou no entanto por não ser aceite pela oposição, que foi unânme em recusá-a." O Templário

Ou seja, para o PSD que detem o poder na autarquia, assim como para todos os outros, fora o PS, tudo vai bem pelo Hospital. É bom saber..."

segunda-feira, junho 19, 2006

Vigí­lia...

... pelo Hospital de Tomar.

Hoje entre as 20.00 e as 24.00, em frente ao mesmo, impulsionada pelo fecho da pediatria, (supostamente apenas) nos meses de Verão.

Há tempo que pedimos a demissão do Conselho de Administração, e cada vez mais se comprova que não há outra alternativa.

sexta-feira, junho 16, 2006

Óculos de cabedal

Estive por obrigações profissionais no Sábado ao iní­cio da tarde e à noite na Barquinha, onde desse dia até Terça decorreram as festas do concelho, festas essas que decorreram na zona do espectacular parque urbano, inaugurado algures o ano passado.
De facto, acho que até já o tinha aqui referenciado, mas só o tinha visto de longe e por breves momentos, enquanto desta vez pude mesmo passear pelo agradável espaço que corre junto ao Tejo, a ligar este com a vila, com alguns espaços aquáticos, um repuxo aqui outro ali, um ou outro jogo para os miúdos, árvores e muita, muita relva com espaço para fazer tudo e mais alguma coisa.
Vila Nova da Barquinha, um pequeno concelho dando mostras de como com bom senso, com planemento é possí­vel, sem arrogantismos e despotismos, mas com relativa simplicidade, dotar os cidadãos de espaços aprazí­veis para a vivência do dia-a-dia.

Ora, acontece que ao fim dessa tarde tive que me deslocar a Tomar por outra obrigação, onde, em determinado momento conversava com dois supostos importantes responsáveis políticos nabantinos, exactamente sobre a contínua perca da qualidade de vida, e da supremacia de outrora de Tomar sobre a região, dando entre outros, o exemplo do referido parque, por contraposição ao que podendo ser, não é feito em Tomar.
A isto me responderam com a cega e irresponsável resposta "chave nº5" do: "Tomar não tem nada a ver com isso, e a história, e a beleza, e a qualidade, e a cultura", e os blá-blá-blás do costume, sem notoriamente saberem sequer do que estava a falar, e com a ignorância clássica de quem se julga rei de aquém e além mar, à conta dos feitos dos antepassados que se cá viessem tinham vergonha.
E eu tive que responder: pois é à conta dessas afirmações, à conta de andarmos de olhos fechados agarrados ao "engenho" dos que há muito partiram, continuamente à volta da "nora" dos emblemas dos feitos antigos, que aqueles que sem palas, e que tendo menos, pensam, sabem e fazem, e andam em frente, ao contrário de Tomar que da cabeça do pelotão, vai ficando cada vez mais na cauda de tudo o que seja desenvolvimento.

Quando todos andavam de burro, Tomar era o belo coche dos nobres. Hoje, já os outros andam de carro, e em Tomar continuamos a ser o mesmo belo coche... fechado num museu sem visitantes.

quarta-feira, junho 14, 2006

Greve ajeitadinha

Hoje é mais um dia daquelas greves estranhas, que em verdade ninguém realmente entende.
Não façoo a mí­nima ideia, que não ouvi ainda quaisquer notí­cias, de como estão os números da dita, mas sei que terá certamente alguma expressão, expressão que nunca seria a mesma, se não fosse uma greve que antecede um feriado que cheira a ponte, e no caso de Lisboa e outros concelhos sucede igualmente um feriado igual.
Aliás, quem tem de tratar como eu, regularmente situações com Lisboa, percebe facilmente que esta semana nada acontece, está tudo ausente.
Mas sobre a greve, dizia, enquanto certos (que felizmente não são todos) sindicatos continuarem a marcar greves que dão jeito, greves que não fazem sentido, ainda para mais no decorrer de negociações, e greves que a sociedade no seu global condena, a única coisa para a qual estão a contribuir é para a sucessiva descredibilização dos próprios sindicatos e do objecto da greve, que deveria não ser banalizado, mas usado sempre com elevação e perfeita justificação, bem como descredibilizam a própria carreira que era suposto defenderem, ainda mais no caso, a dos professores, já ela tão enxovalhada pela sociedade e pelos próprios muitas vezes.

Quando se faz uma greve entre dois feriados, qualquer que seja o motivo, por muito válido que fosse, passa para segundo plano.

Limitação de mandatos para os políticos sim, e para os sindicalistas ainda mais.
Estou farto de ver na televisão e nos jornais, as mesmas repetidas caras dos sindicatos mediáticos, a defender a maioria das vezes, não mais que a si mesmos, e as regalias de alguns, tantas vezes pequenos, lobbys habituados a falar muito e a fazer pouco.

E tenho toda a propriedade para afirmar isto, porque embora não no activo actualmente, sou professor e sindicalista.
É pena que algumas árvores contaminem a floresta, e é pena que a nobre arte de ser professor, continue a ser cada dia mais enxovalhada, que os professores sejam devido a estas atitudes confundidos com oportunistas e profissionais pouco sérios, e que os mesmos não saibam unir-se e lutar por aquilo que realmente interessa.
E este estado de coisas prejudica todo um país, na medida em que a educação é o condutor que nos leva ao futuro. Dependendo da forma como conduzirmos, assim lá chegaremos.

E que só para que fique claro, não disse uma palavra sobre as propostas (e são apenas propostas) do Ministério da Educação.

terça-feira, junho 13, 2006

Cromos de Colecção

O título é mais uma das interessantes rubricas que o jornal O Templário lançou há algum tempo na sua página de humor, onde mostra sempre uma foto antiga com personagens locais ou algum outro motivo de interesse.
O que me chamou a atenção esta semana é a provocação que o jornal sugere na legenda: "Era o tempo em que ainda havia oposição interna no PSD..." ( a foto mostra a candidatura de uma lista à Comissão Política do PSD em 1992)

Ora, eu acho, que esses tempos de paz (eu diria, de marasmo) no PSD estão para acabar...
Mas por outro lado, onde é que anda afinal o PSD em Tomar, que acho que até teve eleições há tempo, alguém o tem visto? Na Câmara sabemos que não está, só lá está um vereador, tanto como o PS - os outros cinco que se saiba dizem-se independentes, e parecem ter orgulho nisso...

Cabeça confusa II - Cuba Libre

Talvez em Tomar existam algumas parecenças com Cuba, não sei, mas sei que na semana que passou, o delírio cubano atacou em Tomar.
Tanto que até a Sílvia Serraventoso, regressada talvez das férias das últimas autárquicas, escreveu um artigo, também no Cidade de Tomar, onde nos conta as delícias do jantar cubano no Hotel dos Templários, e onde, por entre outras, faz esta brilhante afirmação: "Cuba é uma república livre, e vive essa liberdade à sua maneira..."

Pois, os Taliban também...
A Sílvia tem que ter algum cuidado com as cuba libres e os mochitos, que isso põe-nos tontos e com alucinações...

Cabeça confusa I - Os culpados são os dinossauros...

O nosso Presidente de Câmara, António Paiva deve andar chateado, ou a perder "qualidades", quando para argumento para justificar o porquê de Tomar (único concelho do distrito) não ter ainda Rede Social (Cidade de Tomar, página 4), tem de recorrer ao "no caso concreto de Além da Ribeira, lamenta que a Câmara, no período em que foi liderada pelo PS, não tenha resolvido o problema".
Caro presidente, já lá vão uns anitos não?
Já agora, sabe quem é que era Presidente de Câmara na altura? Era tanto o PS, como agora é o PSD... Se um era vereador na Câmara do outro, agora trocaram.

Já todos sabemos que para si os aspectos sociais são "política partidária de menos importância", mas não percebi, caro Presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais do Comité das Regiões, aquela da "promoção de pessoas para ocuparem lugares". Será uma pista para desvendar o seu discurso da página 15?
Discurso a propósito do qual seria necessário talvez consultar alguma entidade médica, pois que é revelador de alguma esquizofrenia, é que quem o conseguir ler, não diria que Presidente da Câmara e o Presidente da tal Comissão são a mesma pessoa.

E senhor Presidente, peço desde já desculpa pelas opiniões, mas sabe como é, são exemplo da minha "baixa política".

sábado, junho 10, 2006

Como o azeite.

A verdade vem sempre ao de cima, e aí está ela na página 3 dum jornal da cidade, ainda que um pouco mais turva do que havia sido a mentira.
Enfim, também é verdade que quase sempre é o "desastre" que é notícia e não o "sucesso da viagem", mesmo quando o "desastre" é falso.

De qualquer forma, fica o exemplo para uma ou outra alma mal intencionada, de como o "crime não compensa".

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Comemorado com ostensiva parada militar.
Que pobreza de espírito!

O que vale são as avarias dos tanques para animar o disparate.

terça-feira, junho 06, 2006

domingo, junho 04, 2006

Por cá.

O último dia destas mini férias termina, e na verdade acho que foi o único.
Há muito para dizer sobre Tomar e os arredores a que chamamos Portugal, mas também em verdade não me apetece.
Ficam por aqui, resquícios de uma Paris chuvosa, umas fotos a colorir o espaço e à espera de melhores e mais motivados dias.