Já sei, já sei... sou pessimista, sou incorrecto, sou maldoso e maledicente, sou tudo tudo o que me quiserem chamar, mas...
Será que não quer dizer qualquer coisa, quando uma cidade como Tomar*, ao que parece até sem cinema vá ficar? Sim, é já a partir de Dezembro que se quisermos ir ao cinema temos que ir a grandes urbes como Ferreira do Zêzere ou ao Sardoal.
Em Tomar não, em Tomar um dia destes, distracção só na missa, e não convém ser muito optimista que até os padres vão embora...
* "quando uma cidade como Tomar" - Quando uma cidade como Tomar, o quê? Está visto que ainda nos achamos qualquer coisa, e na própria linguagem (todos) temos tiques de superioridade. Ora, são exactamente esses tiques que nos matam.
Está visto por que caminhos anda a "nossa superioridade". E, no entanto, há qualquer coisa que me diz sempre cá dentro, apesar do raciocÃonio em contrário: - Hugo, esta é a tua terra e nela és feliz!, e encho-me de orgulho de ser tomarense.
Bolas, o ser humano é um bicho estúpido!
segunda-feira, outubro 31, 2005
sexta-feira, outubro 28, 2005
Para descontrair...
ERA UMA VEZ...
Quatro funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas...
contribuição da Susana Martins
Quatro funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas...
contribuição da Susana Martins
terça-feira, outubro 25, 2005
Como vai o mundo?
O mundo que temos como real tem-me levado tanto do tempo e da paciência, que ocorrência é o virtual algures andar aqui parado, suspenso como bicho hibernado ainda que não adormecido, e eu bem que queria aproveitar este raro momento nos momentos de agora, para por agora dizer qualquer coisa útil e pertinente, ciente no entanto que tudo o que me ocorre é como à guarda das redes, três normalmente tantos, podem afinal ser pouco mais que pouco...
Pronto, este é o meu post sobre futebol.
Pronto, este é o meu post sobre futebol.
segunda-feira, outubro 17, 2005
E agora Tomar?
artigo publicado no jornal Cidade de Tomar de 14.10.2005
O resultado das eleições autárquicas foi o que sabem. Assim o quiseram os tomarenses.
O Partido Socialista perdeu, largamente, e saberá respeitar isso.
Ficaram bem expressas nestas eleições, de forma geral pelo paÃs, qual é o perfil de autarca que os portugueses preferem.
Fico no entanto triste, quando oiço muitos queixarem-se como se não fossem igualmente responsáveis. Meus senhores, todos são responsáveis, e se há algo que estas eleições (falemos aqui só de Tomar) nos podem ensinar, é sobre essa responsabilidade: dos partidos, dos contestatários dos partidos, dos supostos independentes, das instituições, da comunicação social, dos cidadãos em geral, ou seja todos, quer os mais, quer os menos intervenientes na sociedade, têm responsabilidade nas escolhas e na direcção das escolhas, e por isso, responsabilidade nas consequências dessas escolhas.
É preciso que aceitem duma vez por todas que os polÃticos são o reflexo da sociedade em que vivem e não o contrário, é preciso que entendam que os actos dos polÃticos são legitimados por quem os escolhe, ainda mais quando o fazem repetidamente.
A democracia pode estar a atravessar um mau bocado, mas são os cidadãos que assim o querem.
Não considero no entanto que o projecto em que estive (e estou!) inserido saÃsse derrotado. Quem está certo do caminho, não se deixa abater por qualquer obstáculo.
O PS fez em Tomar um trabalho sério, apostou num excelente quadro de novos candidatos, apostou na renovação e na juventude, na formação, na entrega às causas e aos projectos. Foram cerca de 350 pessoas, militantes ou não, que acreditaram numa equipa e num projecto e deram a cara por eles.
O PS apresentou um trabalho aplicado, uma proposta capaz para o futuro de Tomar e quanto a nós correcta, para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Os tomarenses não viram ou não quiseram isso, mas não é isso que nos faz desistir. A história não se faz dos desistentes e quem se julga certo não desiste, ou sequer abranda. Tomar precisa de todos, e certamente precisa dum PS forte e coeso. Esse PS existe novamente em Tomar, apesar dos desaguisados que já se adivinham, e cá estaremos para provar quem tinha razão.
Depois, o PS é a segunda maior força polÃtica do nosso concelho, é preciso que não se esqueça, com 52 autarcas eleitos, e com representantes em todas as juntas à excepção da Pedreira. O PS tem assim 30% dos autarcas eleitos.
Por isso, o PS sai destas eleições de cabeça erguida, porque os que se apresentaram sob o seu sÃmbolo e os ideais que representa, o fizeram dando o seu melhor, e apresentado propostas e rumos novos, e novas formas de estar na polÃtica e de servir os outros. Não o quiseram os tomarenses.
Os tomarenses decidiram apostar novamente em quem nem sequer projecto apresentou – é que desculpem, mas alguém encontrou o programa do PSD? Mas se calhar é o PSD que está correcto, para quê apresentar um programa eleitoral, se isso nada interessa aos cidadãos? A prova é que até dão a vitória a quem não o faz e portanto com nada se compromete. Caros tomarenses, tenham a consciência que nada podem exigir ao PSD e a António Paiva, pois eles não apresentaram uma linha escrita de qualquer intenção. Mas claro, a culpa é dos polÃticos!
Depois, mostraram ainda os tomarenses, confiar mais que num projecto consistente, em projectos cheios de nada, e baseados no mito de um nome resguardado sob outro, colados pelo cuspo dos interesses, e que ruirá como um castelo de cartas como se provará. Mas claro, os polÃticos é que são maus.
Ainda assim, e apesar de já pouco crédulo, pedia algo simples: não venham depois dizer que não votaram, que não quiseram, que não suportam, que não entendem – cidadãos de Tomar, assumam as vossas responsabilidades, foi de todos nós a escolha!
Eu e outros entregámos as nossas disponibilidades, fÃsicas, mentais, temporais, financeiras, por uma alternativa séria, por uma mudança possÃvel. Apresentámos candidatos cuja premissa essencial era a sua disponibilidade, a sua lealdade, a sua seriedade e honestidade, a sua transparência. Visto está que não são essas as primeiras qualidades que os portugueses procuram nos polÃticos. Mas claro os polÃticos é que são maus!
Enfim, diz-se às vezes que cada um tem o que merece…
Muito bem, resta cumprimentar todos os eleitos, e os não eleitos que deram de si para um trabalho por todos, tanto nas listas do PS como nas outras. E não posso deixar de homenagear alguém em particular, alguém que se mostrou disponÃvel quando outros “supostamente melhoresâ€� não estiveram; que mostrou coragem, quando outros mostraram cobardia; que mostrou ânimo quando outros mostraram desinteresse; que foi à luta independentemente da certeza do êxito; que mostrou força e verticalidade, mesmo quando lhe davam “aquelasâ€� pancadinhas nas costas; que mostrou a lealdade, a seriedade e a honestidade que defendo como essenciais para quem está na vida pública e polÃtica.
Se no dia 9 alguém perdeu, não foi certamente Carlos Silva, esse foi até bastante vitorioso, é que, como se dizia numa mensagem que corria nesse dia, nem todos precisam de votos para ter amigos.
O Partido Socialista perdeu, largamente, e saberá respeitar isso.
Ficaram bem expressas nestas eleições, de forma geral pelo paÃs, qual é o perfil de autarca que os portugueses preferem.
Fico no entanto triste, quando oiço muitos queixarem-se como se não fossem igualmente responsáveis. Meus senhores, todos são responsáveis, e se há algo que estas eleições (falemos aqui só de Tomar) nos podem ensinar, é sobre essa responsabilidade: dos partidos, dos contestatários dos partidos, dos supostos independentes, das instituições, da comunicação social, dos cidadãos em geral, ou seja todos, quer os mais, quer os menos intervenientes na sociedade, têm responsabilidade nas escolhas e na direcção das escolhas, e por isso, responsabilidade nas consequências dessas escolhas.
É preciso que aceitem duma vez por todas que os polÃticos são o reflexo da sociedade em que vivem e não o contrário, é preciso que entendam que os actos dos polÃticos são legitimados por quem os escolhe, ainda mais quando o fazem repetidamente.
A democracia pode estar a atravessar um mau bocado, mas são os cidadãos que assim o querem.
Não considero no entanto que o projecto em que estive (e estou!) inserido saÃsse derrotado. Quem está certo do caminho, não se deixa abater por qualquer obstáculo.
O PS fez em Tomar um trabalho sério, apostou num excelente quadro de novos candidatos, apostou na renovação e na juventude, na formação, na entrega às causas e aos projectos. Foram cerca de 350 pessoas, militantes ou não, que acreditaram numa equipa e num projecto e deram a cara por eles.
O PS apresentou um trabalho aplicado, uma proposta capaz para o futuro de Tomar e quanto a nós correcta, para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Os tomarenses não viram ou não quiseram isso, mas não é isso que nos faz desistir. A história não se faz dos desistentes e quem se julga certo não desiste, ou sequer abranda. Tomar precisa de todos, e certamente precisa dum PS forte e coeso. Esse PS existe novamente em Tomar, apesar dos desaguisados que já se adivinham, e cá estaremos para provar quem tinha razão.
Depois, o PS é a segunda maior força polÃtica do nosso concelho, é preciso que não se esqueça, com 52 autarcas eleitos, e com representantes em todas as juntas à excepção da Pedreira. O PS tem assim 30% dos autarcas eleitos.
Por isso, o PS sai destas eleições de cabeça erguida, porque os que se apresentaram sob o seu sÃmbolo e os ideais que representa, o fizeram dando o seu melhor, e apresentado propostas e rumos novos, e novas formas de estar na polÃtica e de servir os outros. Não o quiseram os tomarenses.
Os tomarenses decidiram apostar novamente em quem nem sequer projecto apresentou – é que desculpem, mas alguém encontrou o programa do PSD? Mas se calhar é o PSD que está correcto, para quê apresentar um programa eleitoral, se isso nada interessa aos cidadãos? A prova é que até dão a vitória a quem não o faz e portanto com nada se compromete. Caros tomarenses, tenham a consciência que nada podem exigir ao PSD e a António Paiva, pois eles não apresentaram uma linha escrita de qualquer intenção. Mas claro, a culpa é dos polÃticos!
Depois, mostraram ainda os tomarenses, confiar mais que num projecto consistente, em projectos cheios de nada, e baseados no mito de um nome resguardado sob outro, colados pelo cuspo dos interesses, e que ruirá como um castelo de cartas como se provará. Mas claro, os polÃticos é que são maus.
Ainda assim, e apesar de já pouco crédulo, pedia algo simples: não venham depois dizer que não votaram, que não quiseram, que não suportam, que não entendem – cidadãos de Tomar, assumam as vossas responsabilidades, foi de todos nós a escolha!
Eu e outros entregámos as nossas disponibilidades, fÃsicas, mentais, temporais, financeiras, por uma alternativa séria, por uma mudança possÃvel. Apresentámos candidatos cuja premissa essencial era a sua disponibilidade, a sua lealdade, a sua seriedade e honestidade, a sua transparência. Visto está que não são essas as primeiras qualidades que os portugueses procuram nos polÃticos. Mas claro os polÃticos é que são maus!
Enfim, diz-se às vezes que cada um tem o que merece…
Muito bem, resta cumprimentar todos os eleitos, e os não eleitos que deram de si para um trabalho por todos, tanto nas listas do PS como nas outras. E não posso deixar de homenagear alguém em particular, alguém que se mostrou disponÃvel quando outros “supostamente melhoresâ€� não estiveram; que mostrou coragem, quando outros mostraram cobardia; que mostrou ânimo quando outros mostraram desinteresse; que foi à luta independentemente da certeza do êxito; que mostrou força e verticalidade, mesmo quando lhe davam “aquelasâ€� pancadinhas nas costas; que mostrou a lealdade, a seriedade e a honestidade que defendo como essenciais para quem está na vida pública e polÃtica.
Se no dia 9 alguém perdeu, não foi certamente Carlos Silva, esse foi até bastante vitorioso, é que, como se dizia numa mensagem que corria nesse dia, nem todos precisam de votos para ter amigos.
sexta-feira, outubro 14, 2005
Vamos lá a ver...
... se nos entendemos.
O sósia que "O Templário" arranjou como foto para acompanhar a notÃcia "Aluguer de quartos: mais oferta que procura", na sua edição de ontem, tem realmente umas semelhanças MAS NÃO SOU EU!!!!
(embora eu próprio tenha ficado confuso!)
acabem lá com as mensagens s.f.f....
o que é que eu tenho a ver com procura de quartos, a A.E. do IPT, ou "aquela" t-shirt?
O sósia que "O Templário" arranjou como foto para acompanhar a notÃcia "Aluguer de quartos: mais oferta que procura", na sua edição de ontem, tem realmente umas semelhanças MAS NÃO SOU EU!!!!
(embora eu próprio tenha ficado confuso!)
acabem lá com as mensagens s.f.f....
o que é que eu tenho a ver com procura de quartos, a A.E. do IPT, ou "aquela" t-shirt?
quinta-feira, outubro 13, 2005
3
Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão a lenha para fazer o almoço para sua famÃlia. Cortando o galho de uma árvore tombada, o seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que a ajudasse.
Ele apareceu e perguntou: - Por que choras?
A mulher respondeu que o seu machado tinha caÃdo no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado com cabo de ouro, e perguntou:
- É este o teu machado?
A nobre mulher respondeu: - Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de prata:
- É este o teu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e perguntou:
- É este o teu machado?
- Sim, respondeu a nobilÃssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados como presente.
Um dia, a mulher e seu amantÃssimo marido passeavam no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda.
Ele apareceu e perguntou: - Mulher, porque choras?
A mulher respondeu que o seu esposo caÃra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou, tirou o Brad Pitt, e perguntou:
- É este o seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus enfureceu-se.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor ia tirar o George Clooney do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido; e quando eu dissesse que sim, o Senhor mandar-me-ia ficar com os três.
Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia...
Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdou.
MORAL DA HISTÓRIA:
As mulheres mentem duma maneira que até deus acredita! :) :) :)
Contribuição da SÃlvia Marques
Ele apareceu e perguntou: - Por que choras?
A mulher respondeu que o seu machado tinha caÃdo no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado com cabo de ouro, e perguntou:
- É este o teu machado?
A nobre mulher respondeu: - Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de prata:
- É este o teu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e perguntou:
- É este o teu machado?
- Sim, respondeu a nobilÃssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados como presente.
Um dia, a mulher e seu amantÃssimo marido passeavam no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda.
Ele apareceu e perguntou: - Mulher, porque choras?
A mulher respondeu que o seu esposo caÃra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou, tirou o Brad Pitt, e perguntou:
- É este o seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus enfureceu-se.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor ia tirar o George Clooney do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria o meu marido; e quando eu dissesse que sim, o Senhor mandar-me-ia ficar com os três.
Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia...
Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdou.
MORAL DA HISTÓRIA:
As mulheres mentem duma maneira que até deus acredita! :) :) :)
Contribuição da SÃlvia Marques
segunda-feira, outubro 10, 2005
E agora TOMAR?
Assim quiseram, assim tiveram, é assim a democracia.
Espero que não comecem a queixar-se já daqui a pouco, e que não recusem a responsabilidade do voto que atribuiram, ou que não quiseram atribuir, ou que não acharam importante atribuir.
Responsáveis não são os polÃticos, somos todos.
Espero que não comecem a queixar-se já daqui a pouco, e que não recusem a responsabilidade do voto que atribuiram, ou que não quiseram atribuir, ou que não acharam importante atribuir.
Responsáveis não são os polÃticos, somos todos.
quinta-feira, outubro 06, 2005
PROCURA-SE!!!
Concorre neste mui nobre e esplendoroso concelho de Tomar, certo partido que até já é poder, mas que pelo caminho perdeu algo que lhe deveria fazer muita falta: o programa eleitoral.
Alguém o encontrou, ou estão a passar cheques em branco?
segunda-feira, outubro 03, 2005
Hoje é dia Mundial da Arquitectura
Que em Portugal é comemorado como o dia nacional da lomba e da rotunda, e da "barraquinha" na duna da praia...
domingo, outubro 02, 2005
Os debates locais
Ontem ouvi na cidade o debate entre cabeças de lista à Assembleia Municipal promovido pela rádio Cidade de Tomar.
À tarde ouvi também na rádio Hertz o debate entre cabeças de lista à Câmara. Aliás estive mesmo na biblioteca, pois o debate era público, mas não consegui estar muito mais que cinco minutos naquela feira de vaidades em que estava transformada a assistência.
Não vou comentar o conteúdo nem as posturas, nem rigorosamente nada em relação aos candidatos, tenho sim que comentar os moldes dos debates, em primeiro porque se deviam chamar monólogos.
As rádios têm que repensar os modelos para uma próxima vez, porque ter durante 3 horas 6 pessoas a falar, alguns 10 ou 15 minutos seguidos, é absolutamente desinteressante, e muito pouco contributivo para o esclarecimento dos cidadãos.
À tarde ouvi também na rádio Hertz o debate entre cabeças de lista à Câmara. Aliás estive mesmo na biblioteca, pois o debate era público, mas não consegui estar muito mais que cinco minutos naquela feira de vaidades em que estava transformada a assistência.
Não vou comentar o conteúdo nem as posturas, nem rigorosamente nada em relação aos candidatos, tenho sim que comentar os moldes dos debates, em primeiro porque se deviam chamar monólogos.
As rádios têm que repensar os modelos para uma próxima vez, porque ter durante 3 horas 6 pessoas a falar, alguns 10 ou 15 minutos seguidos, é absolutamente desinteressante, e muito pouco contributivo para o esclarecimento dos cidadãos.
O que elas fazem...
... para nos desencorajar.
ELE: Posso pagar-lhe uma bebida ?
ELA: A bem dizer, prefiro que me dê o dinheiro.
ELE: Viva. Não nos encontrámos já uma ou duas vezes ?
ELA: Só pode ter sido uma. Eu nunca cometo o mesmo erro duas vezes.
ELE: Onde é que foi buscar tanta beleza ?
ELA: Devem-me ter dado a sua parte.
ELE: Quer sair comigo no próximo sábado ?
ELA: Lamento. Vou estar com dores de cabeça.
ELE: Essa carinha deve dar a volta a muitas cabeças.
ELA: E essa deve dar a volta a muitos estômagos.
ELE: Vá, não seja tÃmida. Peça-me para dar uma volta.
ELA: Está bem: vá dar uma volta.
ELE: Acho que eu a podia fazer muito feliz.
ELA: Como ? Vai-se embora ?
ELE: Que me diria se eu lhe pedisse para casar comigo?
ELA: Nada. Não consigo falar e rir ao mesmo tempo.
ELE: Pode dar-me o seu nome ?
ELA: Porquê ? Não lhe deram já um ?
ELE: Por onde tem andado, que só agora a conheci?
ELA: A esconder-me de si.
ELE: Não nos encontrámos já num lugar qualquer ?
ELA: Já. É por isso que nunca mais lá fui.
ELE: Esse lugar está vago ?
ELA: Está. E se você se sentar, este também.
ELE: O seu corpo é como um templo.
ELA: Lamento, hoje não há missa.
ELE: Se eu pudesse vê-la nua, morria de felicidade.
ELA: Se eu o visse nu, morria de riso.
contribuição da Ana Rita Melo
ELE: Posso pagar-lhe uma bebida ?
ELA: A bem dizer, prefiro que me dê o dinheiro.
ELE: Viva. Não nos encontrámos já uma ou duas vezes ?
ELA: Só pode ter sido uma. Eu nunca cometo o mesmo erro duas vezes.
ELE: Onde é que foi buscar tanta beleza ?
ELA: Devem-me ter dado a sua parte.
ELE: Quer sair comigo no próximo sábado ?
ELA: Lamento. Vou estar com dores de cabeça.
ELE: Essa carinha deve dar a volta a muitas cabeças.
ELA: E essa deve dar a volta a muitos estômagos.
ELE: Vá, não seja tÃmida. Peça-me para dar uma volta.
ELA: Está bem: vá dar uma volta.
ELE: Acho que eu a podia fazer muito feliz.
ELA: Como ? Vai-se embora ?
ELE: Que me diria se eu lhe pedisse para casar comigo?
ELA: Nada. Não consigo falar e rir ao mesmo tempo.
ELE: Pode dar-me o seu nome ?
ELA: Porquê ? Não lhe deram já um ?
ELE: Por onde tem andado, que só agora a conheci?
ELA: A esconder-me de si.
ELE: Não nos encontrámos já num lugar qualquer ?
ELA: Já. É por isso que nunca mais lá fui.
ELE: Esse lugar está vago ?
ELA: Está. E se você se sentar, este também.
ELE: O seu corpo é como um templo.
ELA: Lamento, hoje não há missa.
ELE: Se eu pudesse vê-la nua, morria de felicidade.
ELA: Se eu o visse nu, morria de riso.
contribuição da Ana Rita Melo
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